Catálogo musical

Filtros

Residência artística do compositor Luiz Castelões, em colaboração com o quarteto de violões espanhol Aleph, no ZKM (Alemanha)


Brasil

Compositor

Contemporánea

Residência artística do compositor brasileiro Luiz Castelões (www.luizcasteloes.com), em colaboração com o quarteto de violões espanhol Aleph Guitar Quartet (http://www.alephgitarrenquartett.de/aleph/index.php/en), no Instituto ZKM (da Alemanha), em dezembro de 2020. A residência culminará com a estreia de um novo conjunto de peças para quarteto de violões, estreado pelo grupo colaborador. A obra será um híbrido de danças brasileiras e técnicas composicionais contemporâneas (incluindo polirritmia, microtonalismo e técnicas instrumentais estendidas). O produto final do trabalho será registrado em áudio e vídeo e disponibilizado gratuitamente online através de "vídeopartituras" (ver exemplos de outras estreias recentes do mesmo compositor, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Qd9fo9ZBUhM&list=PLsHa-H1yHIGq-5rEdl4DcvP8qFW_UsBBQ). Esta colaboração transnacional íbero-americana vem a complementar o 1o encontro entre o compositor e o quarteto, que se deu no Festival Mixtur 2019, em Barcelona (link para a vídeo-partitura: https://www.youtube.com/watch?v=dvuKgLA5qvg).

Ver detalhes

UNIVERSO QUINTAL


Brasil

Banda

MPB

Afrobrasileiro

O cantor e compositor londrinense Tonho Costa pede licença para adentrar e apresentar seu primeiro trabalho solo no CD intitulado “Universo Quintal”. Músico desde os 15 anos de idade, com passagem pelos grupos como Uquiah Dibõ e Set Satélite, Tonho Costa retorna às suas raízes em busca da sua identidade. “Em 1998, o produtor Téo Lima – que é baterista do cantor Ivan Lins – esteve na cidade para conhecer o grupo Uquiah Dibõ e lançou a seguinte pergunta: Qual é a música de Londrina? Bem, essa pergunta ficou guardada comigo por muito tempo”, revela Tonho Costa. A resposta a esse questionamento voltou à tona após deixar Londrina para estudar Música no Rio de Janeiro. “Lá, na Escola Portátil de Música, estudando choro com a Amélia Rabello, escutando as histórias de Hermínio Bello de Carvalho, pude sentir a verdade que o samba e o choro significavam para aquelas pessoas. Senti então a necessidade de fazer algo que retratasse um pouco da minha verdade. Deixei o Rio, voltei a Londrina em 2007 e me tranquei em casa. Nessa época compus a maioria das músicas que estão em Universo Quintal”. Faixa a faixa, Tonho Costa vai revelando suas raízes, sua identidade, sua infância criada junto do avô que era embaixador de Folia de Reis em Minas, os flashes da molecagem, as memórias vividas no quintal de sua casa. “Estava tudo ali, o tempo todo.” diz ele. Nas letras percebe-se a sonoridade das palavras, e a musicalidade nas letras ganha corpo nos arranjos feitos em parceria com músico londrinense Luciano Silva. A conexão com a fé está presente no disco. “A fé é um pilar na minha vida, cresci na igreja católica, não sou o que se pode dizer “católico praticante”, quero e tento ser somente uma “pessoa do bem praticante”. Eu tento caminhar por aí. Gosto disso. Escutei muito Milton Nascimento, Gil, João Bosco, Caetano, Raul, Djavan, Gonzaguinha, Luiz Gonzaga, nesses caras todos, a religiosidade brota com abundância”. A faixa Samba da Comida Moderna, onde é feito uma analise aos padrões da gastronomia, saúde e dos costumes da mesa atual "A Tatá não come frango, o Dodô tem diabete, e a Nenê com a pressão quase estourando, olha o sal…" torna-se um exemplo claro do senso de humor do compositor, um aspecto marcante tanto no disco quantos nas apresentações. Este projeto tem a finalidade de circulação e apresentação do show "Universo Quintal" com Tonho Costa Trio.

Ver detalhes

NEGRA CHAVEZ


Argentina

Cantautor

Cantautor/Música de autor

Indie Folk & Freakfolk / New Weird America

NEGRA CHAVEZ, es una cantante argentina, que compone e interpreta canciones de música Pop – Indie – Electrónica. El proyecto de música que lleva a cabo, se pasea entre canciones dedicadas para hacer estallar la pista de baile, y tonadas acústicas que contienen un grado alto de melancolía, que busca conmocionar desde lo genuino de composiciones e interpretaciones sencillas, directas, y profundas.

Ver detalhes

Ah, as Vacas!


Brasil

Ensamble

Música de Cámara

O espetáculo 'Ah, as vacas!' visa a manutenção da música clássica. O projeto fortalece a presença desse estilo nos palcos de uma forma mais palatável ao público. Atualmente a música clássica está em crise: as salas de concertos estão cada vez mais vazias e o público não é renovado. O eruditismo esperado do público, a duração dos concertos e a distância entre o músico e a plateia – associados à falta de financiamento – corroboram para esse cenário. É palpável a urgência de mudanças nesse formato, tornando-o mais livre, diverso e com menos regras. Pensando nisso, as musicistas do Duo Arep criaram ‘Ah, as vacas!', uma apresentação desconstruída de música de câmara. Duas pianistas encontram-se no palco com um piano, elementos cênicos, projeções e um narrador. No repertório apresentado estão obras para piano a quatro mãos – ou arranjadas para essa formação – dos compositores franceses Erik Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Camille Saint-Saens.

Ver detalhes

Um tal de Dorival


Brasil

Banda

MPB

"Um tal de Dorival" es un tributo al ya fallecido cantor y compositor bahiano Dorival Caymmi. De su obra única, al mismo tiempo simple y sofisticada, fueron escojidas canciones que hablan del mar, de los pescadores y alguna receta de "pescado a la bahiana". Dorival Caymmi fue un artista fundamental para la música brasileña, y su obra continua viva, ya sea en las voces de sus hijos y nietos, como en las voces de tantos otros artistas que fueron "tocados" por la sutileza que emana de su poesia musical. Interpretado por los cantantes Emerson Lima (Brasil) y Mariana Bonifatti (argentina, residente en Brasil), acompañados por el guitarrista Vitor Fonseca de Oliveira, este proyecto tiene la finalidad de exaltar a este gran compositor y cantante brasileño que, con su mirada solidaria, llevó el cotidiano del pueblo a la cumbre de una música atemporal, característica de toda obra de arte.

Ver detalhes

DO MEU JEITO


Brasil

Agrupación

Dream Pop & Shoegaze

Soft Rock / Adult Contemporary (A.C.)

(Early) Pop Rock & Power Pop

Hard Rock

JON VANILLA

Ver detalhes

Cia Armorial


Brasil

Banda

Regional

Cia Armorial Música Regional Brasileira Seguindo os passos de Ariano Suassuna, Mário de Andrade, Conde Afonso Celso e Hekel Tavares, o Armorial tem o objetivo de aproximar a arte erudita do popular e conectar nossos corações ao intimo, ao simples, ao sertão e ao caipira brasileiro. Cia Armorial toca a música de raiz mais brasileira, com forte viés tradicional, e repertório contendo toadas, cururus, modas de viola, catiras, chulas e cirandas, estilos que são muitas vezes alijados de larga exposição na mídia de massa. Os músicos: Marcello Linhos – viola caipira e canto Marcelo Lima – bandolim Nelson Latif – violão de 7 cordas Andrea Teixeira – flauta

Ver detalhes

Victor Cruz


Mexico

Cantautor

Neo Soul / Nu Soul

Cantautor y productor que fusiona texturas de R&B y Rock con melodías sencillas y al grano que van desde el pop hasta el soul.

Ver detalhes

Duo Rafael Cardoso & Pedro Macedo


Brasil

Agrupación

Folclor Fusión

Música de Cámara

Formado em 2007, a partir do encontro de Rafael Cardoso, violonista, e Pedro Macedo, contrabaixista, no curso de música da Faculdade Alcântara Machado (FAAM), ambos concluindo bacharelado em instrumento, em pontos distintos de suas carreiras. A proposta inicial, que partiu de Rafael Cardoso, era de um trio de violão, contrabaixo e percussão, nos moldes do Setó, trio que Pedro Macedo tinha integrado anteriormente, calcado na livre improvisação, tendo produzido também releituras de obras consagradas adaptadas para a formação e a estética do grupo. Formado o novo trio, em pouco tempo a percussão saiu de cena e o trio virou um duo. Desde o princípio, o duo partiu do vasto universo da música latino-americana escrita para violão solo, repertório cada vez mais utilizado na formação do violonista erudito, pelo mundo afora. Este repertório já estava entre os interesses de Rafael e Pedro, por vias distintas. O reconhecimento do Brasil como país latino-americano sempre fez parte deste interesse comum. E a escolha deste recorte de pesquisa não se deu de forma intencional. O que houve foi a constatação, a posteriori, da presença exclusiva de compositores latino-americanos vivos no repertório, com obras compostas a partir do século XX. Além disto, todos com uma mesma característica, de ter as obras compostas a partir da tradição europeia, erudita, com temática calcada no folclore e na música popular de seus países. Uma fusão (crossover) entre o erudito e o popular, como o próprio duo se define. O rigor da interpretação, forma, técnica e procedimentos da música de câmara aliados à improvisação, temática e a liberdade de uso do material composicional da música popular. Com esta constatação, o duo passou a se dedicar à pesquisa visando a ampliação do repertório a partir destas características. A improvisação foi utilizada como metodologia para trabalhar o material musical das obras escolhidas, num intenso processo de aprendizado, amadurecimento de ideias e domínio de todos os elementos de cada composição. Desde o princípio, a intenção foi a criação de uma nova forma de interpretação daquelas composições. Em nenhum momento o duo se preocupou em seguir estritamente o que indicava a partitura com relação a forma, andamento, dinâmica e, obviamente, instrumentação, pela presença do contrabaixo. Tratou-se, portanto, de uma livre-interpretação advinda da improvisação do material existente, em muitos casos bastante conhecido e tocado. Com a continuidade do trabalho, o que era improvisação começou a se fixar em caminhos pré-determinados, linhas, forma, arranjos. O trabalho passou então a uma segunda fase, de lapidação das ideias geradas a partir da improvisação e agora cristalizadas. O resultado foi a proposição de uma nova forma de tocar o repertório. Importante frisar que, por mais que cristalizados os arranjos, o duo sempre priorizou apresentações “ao vivo”, na presença do ouvinte, deixando em aberto muitos elementos, (como dinâmica e andamento, por exemplo) para o momento da performance. Durante este processo, as audições diante de compositores, professores, instrumentistas consagrados e estudantes de música foram uma constante, resultando na contribuição crítica de nomes como o Prof. Henrique Pinto, Juan Falú, Duo Siqueira Lima, Ângela Muner, entre outros. Em 2012 o duo gravou seu único CD lançado até o momento. Foi uma produção independente, com o apoio do Selo Cooperativa, da Cooperativa de Música do Estado de São Paulo. Com o nome Sur, reuniu o repertório latino-americano trabalhado desde 2007, gravado em duas sessões, com pouquíssima (ou nenhuma) edição posterior. A proposta era uma gravação que trouxesse algo da performance ao vivo, tanto quanto fosse possível, fixando apenas uma das infinitas possibilidades. Com o lançamento deste CD, foi possível uma maior divulgação do trabalho, gerando muitas performances, o maior interesse do duo. Desde então o duo vem realizando concertos, recitais, apresentações, palestras, participações em festivais e congressos. Uma longa lista, da qual se destacam a participação no Festival Internacional de Guitarra de Arequipa (Perú), na prestigiada série Violão no Masp, a gravação de uma série de vídeos na escola de música do renomado violonista Gentil Montanha em Bogotá (Colômbia), várias participações no Festival de Inverno de Atibaia (SP), a conquista do primeiro prêmio do Mapa Cultural Paulista por dois anos consecutivos. Enfim, uma extensa programação voltada à performance do repertório do CD Sur. Desde sua gênese, duo também se dedicou à pesquisa por obras já existentes para a sua formação e teve a real dimensão do seu ineditismo. Há pouquíssima música composta para violão e contrabaixo, mundialmente falando. Poucos são os compositores com obras para duo de violão e contrabaixo em seu catálogo, e apenas alguns duos em atividade. Trata-se, portanto, de uma formação pouco explorada pelos músicos instrumentistas, pouco difundida, pouco utilizada ou mesmo considerada como possibilidade instrumental por compositores. Diante deste cenário, as saídas encontradas foram a transcrição de obras compostas para outras formações, a colaboração compositor/intérprete e a composição de novas obras. Nesta pesquisa, o duo acabou por fazer contato com um dos poucos compositores brasileiros com obra original para a sua formação, Edmundo Villani-Côrtes. Com o grande entusiasmo e a generosidade de Villani-Côrtes, o duo passou a trabalhar em colaboração com o compositor, no sentido de ampliar o escasso repertório. Desta colaboração, surgiram a transcrição da Série Brasileira, original para piano e flauta, e novo material para as Miniaturas Brasileiras, obra consagrada de Villani-Côrtes, que já contava com uma versão para violão e contrabaixo. Para esta obra, Villani-Côrtes escreveu, a pedido do duo, um acompanhamento para sopros, cordas e vibrafone, e, por consequência, o violão e o contrabaixo passaram a ser solistas. O duo, desde então, vem apresentando este repertório com a colaboração de orquestras jovens e em formato de câmara, como aconteceu na Mostra SESI-SP de Música Erudita 2019, e cidades do interior de São Paulo. Para registrar o resultado desta colaboração, o duo reuniu a integral da obra de Villani-Côrtes para violão e contrabaixo em outro CD, que acabou por não ser lançado, ficando para um futuro próximo. Quanto à composição de obras originais para a formação, além da colaboração e encomendas a compositores, o duo conta com produção própria. Rafael Cardoso também é compositor, tendo lançado recentemente o CD Inspirações, que reúne suas composições para violão solo e outras formações, entre elas o duo de violão e contrabaixo. A obra vem acompanhada de um livro contendo as partituras originais. São peças que possuem tanto caráter artístico como didático, inspiradas no universo latino-americano pesquisado pelo duo, além de suas influências anteriores, compositores e instrumentistas. O disco conta com a participação de vários músicos, em várias formações, Pedro Macedo entre eles, participando de algumas faixas. Para o lançamento do disco, porém, Rafael Cardoso optou pelo uso exclusivo do violão e o contrabaixo, o que acabou por incentivar o duo a incorporar estas músicas ao repertório. Embora tenha registrado o repertório latino-americano no Cd Sur, o duo não deu por encerrada a pesquisa, tendo sido contínua por anos. Com isto, o duo conta com um repertório em constante crescimento, pretendendo lançar mais um CD com o resultado da continuação da pesquisa do repertório latino-americano. Atualmente, o duo se dedica ainda a atividades acadêmicas, tendo Rafael Cardoso ingressado no mestrado em música na Unicamp, com pesquisa relacionada à escrita para duo de violão e contrabaixo, e Pedro Macedo, mestre em música, com pesquisa relacionada à preparação para performance de livre improvisação no contrabaixo. Importante notar que, após anos de intensa pesquisa, ensino e divulgação do duo de violão e contrabaixo, outros duos com as mesmas características têm se formado, contribuindo para a evolução desta formação, tão rica e cheia de possibilidades.

Ver detalhes