
Festival de Violão da UFRGS
O Festival de Violão da UFRGS é um dos maiores eventos violonísticos da América Latina. Criado pelo Prof. Daniel Wolff, reúne grandes nomes do instrumento. Em suas 11 edições, participaram músicos de mais de 10 países, incluindo expoentes como Egberto Gismonti, Yamandu Costa, Juan Falú, Eduardo Fernandez, Berta Rojas e Thibault Cauvin.
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Descrição
O Festival de Violão da UFRGS é um dos maiores eventos violonísticos da América Latina. Criado pelo Prof. Daniel Wolff, reúne grandes nomes do instrumento. Em suas 11 edições, participaram músicos de mais de 10 países, incluindo expoentes como Egberto Gismonti, Yamandu Costa, Juan Falú, Eduardo Fernandez, Berta Rojas e Thibault Cauvin.
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Daniel Wolff – violão
Primeiro Doutor em Violão do Brasil, Daniel Wolff é formado pela Escuela Universitária de Música de Montevidéu. Agraciado com bolsas de estudo da CAPES e CNPq, Wolff cursou Mestrado e Doutorado em Música na prestigiosa Manhattan School of Music de Nova Iorque, recebendo o Helen Cohn Award, prêmio oferecido ao doutorando de melhor desempenho. Professor Titular da UFRGS, onde criou os cursos de Mestrado e Doutorado em Violão, Wolff é constantemente requisitado para ministrar cursos e masterclasses em universidades e festivais de música no Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Portugal, México, Colômbia, Uruguai, Argentina, Bolívia e Peru. Foi também Professor Visitante da Universidade de Arte de Berlim (UdK). Vencedor de importantes concursos nacionais e internacionais de violão, sua carreira inclui apresentações na América do Sul, Estados Unidos e Europa, destacando-se numerosas atuações como solista de importantes orquestras e um recital no Carnegie Hall de Nova Iorque. Entre seus professores, destacam-se Abel Carlevaro, Eduardo Fernandez e Manuel Barrueco. Como compositor e arranjador, teve suas obras tocadas e gravadas por orquestras e grupos de câmara da Europa e das Américas. Sua participação como arranjador em diversos discos gravados nos Estados Unidos rendeu-lhe o Grammy Awards e duas vezes o Prêmio Açorianos de melhor arranjador. Recebeu também prêmios por suas trilhas para cinema. Seu balé Quadressencias foi lançado em DVD pela Orquestra Sinfônica da UCS e Cia. de Dança de Caxias do Sul. Em 2017 foi vencedor do 4° Concurso Iberoamericano de Composição de Canção Popular “Ibermúsicas”. Publica suas obras pelas editoras alemãs Trekel, Tre Fontane e Verlag Neue Musik. Lançou diversos discos no Brasil, Uruguai e Alemanha, com gravações solo, canções, música de câmara e concertos para violão e orquestra. Além de numerosos elogios da critica internacional, receberam nominações para o Grammy Awards e venceram diversos prêmios Açorianos.
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Afrobrasileiro
MPB
Descrição
Primeiro Doutor em Violão do Brasil, Daniel Wolff é formado pela Escuela Universitária de Música de Montevidéu. Agraciado com bolsas de estudo da CAPES e CNPq, Wolff cursou Mestrado e Doutorado em Música na prestigiosa Manhattan School of Music de Nova Iorque, recebendo o Helen Cohn Award, prêmio oferecido ao doutorando de melhor desempenho. Professor Titular da UFRGS, onde criou os cursos de Mestrado e Doutorado em Violão, Wolff é constantemente requisitado para ministrar cursos e masterclasses em universidades e festivais de música no Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Portugal, México, Colômbia, Uruguai, Argentina, Bolívia e Peru. Foi também Professor Visitante da Universidade de Arte de Berlim (UdK). Vencedor de importantes concursos nacionais e internacionais de violão, sua carreira inclui apresentações na América do Sul, Estados Unidos e Europa, destacando-se numerosas atuações como solista de importantes orquestras e um recital no Carnegie Hall de Nova Iorque. Entre seus professores, destacam-se Abel Carlevaro, Eduardo Fernandez e Manuel Barrueco. Como compositor e arranjador, teve suas obras tocadas e gravadas por orquestras e grupos de câmara da Europa e das Américas. Sua participação como arranjador em diversos discos gravados nos Estados Unidos rendeu-lhe o Grammy Awards e duas vezes o Prêmio Açorianos de melhor arranjador. Recebeu também prêmios por suas trilhas para cinema. Seu balé Quadressencias foi lançado em DVD pela Orquestra Sinfônica da UCS e Cia. de Dança de Caxias do Sul. Em 2017 foi vencedor do 4° Concurso Iberoamericano de Composição de Canção Popular “Ibermúsicas”. Publica suas obras pelas editoras alemãs Trekel, Tre Fontane e Verlag Neue Musik. Lançou diversos discos no Brasil, Uruguai e Alemanha, com gravações solo, canções, música de câmara e concertos para violão e orquestra. Além de numerosos elogios da critica internacional, receberam nominações para o Grammy Awards e venceram diversos prêmios Açorianos.
Música

Mariana Soares
MPB
Descrição
Cantora, compositora e instrumentista

Alexandra Pessoa
Alexandra é cantora compositora e percussionista. Mesclando e fragmentando celulas ritmicas trazendo sua memória afro amerindia e nordestina com influencias do soul, jazz e da musica jamaicana.
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Afro
MPB
Descrição
Alexandra é cantora compositora e percussionista. Mesclando e fragmentando celulas ritmicas trazendo sua memória afro amerindia e nordestina com influencias do soul, jazz e da musica jamaicana.

Pedro Carneiro Silva
MPB
Descrição
Pianista e Compositor



Lan Lanh
Lan Lanh – A força do batuque feminino na música brasileira Percussionista, compositora, produtora musical e diretora baiana, Lan Lanh (Elaine Silva Moreira) iniciou sua carreira nos anos 1980 como baterista da banda pop Rabo de Saia. Desde então, tem marcado sua trajetória pela fusão da tradição afro-brasileira com sonoridades contemporâneas, além de colaborações com grandes nomes como Cássia Eller, Marisa Monte, Elba Ramalho, Titãs, Tim Maia e Cindy Lauper. Com o grupo Moinho, ao lado de Emanuelle Araújo e Toni Costa, explorou um samba com pegada pop. Em carreira solo, lançou os discos Com Ela — vencedor do Prêmio APCA na categoria Revelação — e Mi, nos quais sua voz se entrelaça à percussão para narrar histórias em ritmo e melodia. Parceira do DJ Deeplick na marca Batida Nacional, une percussão afro-brasileira e beats eletrônicos em uma linguagem que funde tradição e contemporaneidade. O projeto, com participação de Nanda Costa, também dialoga com outras artes. A parceria com Nanda Costa rendeu canções que celebram diversidade, maternidade e amor, como “Não é Comum, mas é Normal” e “Duas Mães” — esta última de autoria de Lan Lanh, interpretada em dueto pelas duas. “Aponte”, composta por Lan Lanh, Nanda Costa e Sambê, ganhou voz na interpretação de Maria Bethânia e foi finalista do Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa. Reconhecida por sua originalidade e domínio artístico, Lan Lanh também foi eleita Melhor Instrumentista no WME Awards e destacada como Instrumentista Popular no Prêmio Profissionais da Música. Atua como produtora musical e diretora em espetáculos e projetos como Cássia Eller, o Musical, Muziki na Biso, A Arte é Mulher e Escuta as Minas. Entre suas criações mais recentes, destaca-se o espetáculo Dedé com Dedé, uma homenagem a Naná Vasconcelos com direção de Nanda Costa, apresentado em diversos palcos do país. Também ganhou força o show Num Axé pra Lua, fruto do encontro com o violinista Mario Soares, que celebra dois mestres e referências da música brasileira: Luiz Caldas e Luiz Gonzaga. Lan Lanh ainda lançou Oba Caymmi, em dueto com João Camarero, e idealizou o projeto infantil Uki Kirê Ké, ampliando o alcance de sua linguagem percussiva para novos públicos. Percussionista que há quase 40 anos, faz do batuque seu modo de existir, Lan Lanh, segue como referência da percussão nacional, unindo inovação, ancestralidade e sensibilidade em cada batida.
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MPB
Afrobrasileiro
Descrição
Lan Lanh – A força do batuque feminino na música brasileira Percussionista, compositora, produtora musical e diretora baiana, Lan Lanh (Elaine Silva Moreira) iniciou sua carreira nos anos 1980 como baterista da banda pop Rabo de Saia. Desde então, tem marcado sua trajetória pela fusão da tradição afro-brasileira com sonoridades contemporâneas, além de colaborações com grandes nomes como Cássia Eller, Marisa Monte, Elba Ramalho, Titãs, Tim Maia e Cindy Lauper. Com o grupo Moinho, ao lado de Emanuelle Araújo e Toni Costa, explorou um samba com pegada pop. Em carreira solo, lançou os discos Com Ela — vencedor do Prêmio APCA na categoria Revelação — e Mi, nos quais sua voz se entrelaça à percussão para narrar histórias em ritmo e melodia. Parceira do DJ Deeplick na marca Batida Nacional, une percussão afro-brasileira e beats eletrônicos em uma linguagem que funde tradição e contemporaneidade. O projeto, com participação de Nanda Costa, também dialoga com outras artes. A parceria com Nanda Costa rendeu canções que celebram diversidade, maternidade e amor, como “Não é Comum, mas é Normal” e “Duas Mães” — esta última de autoria de Lan Lanh, interpretada em dueto pelas duas. “Aponte”, composta por Lan Lanh, Nanda Costa e Sambê, ganhou voz na interpretação de Maria Bethânia e foi finalista do Grammy Latino na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa. Reconhecida por sua originalidade e domínio artístico, Lan Lanh também foi eleita Melhor Instrumentista no WME Awards e destacada como Instrumentista Popular no Prêmio Profissionais da Música. Atua como produtora musical e diretora em espetáculos e projetos como Cássia Eller, o Musical, Muziki na Biso, A Arte é Mulher e Escuta as Minas. Entre suas criações mais recentes, destaca-se o espetáculo Dedé com Dedé, uma homenagem a Naná Vasconcelos com direção de Nanda Costa, apresentado em diversos palcos do país. Também ganhou força o show Num Axé pra Lua, fruto do encontro com o violinista Mario Soares, que celebra dois mestres e referências da música brasileira: Luiz Caldas e Luiz Gonzaga. Lan Lanh ainda lançou Oba Caymmi, em dueto com João Camarero, e idealizou o projeto infantil Uki Kirê Ké, ampliando o alcance de sua linguagem percussiva para novos públicos. Percussionista que há quase 40 anos, faz do batuque seu modo de existir, Lan Lanh, segue como referência da percussão nacional, unindo inovação, ancestralidade e sensibilidade em cada batida.
Música
19712 Resultados – Página 1637 de 1972


















