

Aura Castellar
Aura Castellar una artista, compositora e interprete Colombiana, que propone en su nuevo disco sonidos cargados de ritmos de la región Sabanera del Caribe. Este nuevo trabajo titulado Los Aires Viejos del Tiempo, hace un recorrido musical desde los cantos de vaquería de nuestros campesinos, hasta los aires ancestrales de la Cumbia, el Vallenato y el Porro.
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Folclor Fusión
Descrição
Aura Castellar una artista, compositora e interprete Colombiana, que propone en su nuevo disco sonidos cargados de ritmos de la región Sabanera del Caribe. Este nuevo trabajo titulado Los Aires Viejos del Tiempo, hace un recorrido musical desde los cantos de vaquería de nuestros campesinos, hasta los aires ancestrales de la Cumbia, el Vallenato y el Porro.
Música

Murilo Silvestrim
Murilo Silvestrim é natural de Maringá, mas criado em Curitiba desde criança. É compositor apaixonado da canção de todas as coisas, inclusive as de não se ver. Desenvolve um trabalho conjunto entre música, poesia e literatura. Busca, por meio desse trabalho, mergulhar na arte do dia-a-dia e abrandar suas inquietações. Dá aula para crianças, trabalha com orquestra de música latina e grupos musicais. Compõe torrencialmente. É apaixonado pelos pássaros. Viaja e tem fascínio pela estrada. Gosta de pensar e ficar em silêncio. Da luz no final da tarde, de café e boas conversas. Em 2016 lançou seu primeiro CD chamado Prisma. Em 2018 viajou por diversos estados realizando shows pelo projeto Dandô, e prepara o seu próximo disco, chamado Encontrar. Também o lançamento do seu primeiro livro intitulado Viagem ao início das coisas. Faz música e literatura pois acredita em um mundo mais belo, justo, igualitário e democrático, que valorize a diferença e o respeito.
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MPB
Descrição
Murilo Silvestrim é natural de Maringá, mas criado em Curitiba desde criança. É compositor apaixonado da canção de todas as coisas, inclusive as de não se ver. Desenvolve um trabalho conjunto entre música, poesia e literatura. Busca, por meio desse trabalho, mergulhar na arte do dia-a-dia e abrandar suas inquietações. Dá aula para crianças, trabalha com orquestra de música latina e grupos musicais. Compõe torrencialmente. É apaixonado pelos pássaros. Viaja e tem fascínio pela estrada. Gosta de pensar e ficar em silêncio. Da luz no final da tarde, de café e boas conversas. Em 2016 lançou seu primeiro CD chamado Prisma. Em 2018 viajou por diversos estados realizando shows pelo projeto Dandô, e prepara o seu próximo disco, chamado Encontrar. Também o lançamento do seu primeiro livro intitulado Viagem ao início das coisas. Faz música e literatura pois acredita em um mundo mais belo, justo, igualitário e democrático, que valorize a diferença e o respeito.
Música

Sinergia Amazônica
SINERGIA, tal como o próprio nome diz, é ação associada, de dois ou mais órgãos, sistemas ou elementos anatômicos ou biológicos, cujo resultado seja a execução de um movimento ou a realização de uma função orgânica. Trata-se portanto de ação e esforço simultâneos, cooperação, coesão, trabalho. Partindo desse princípio, SINERGIA AMAZÔNICA é um projeto que envolve artistas amazônicos em uma circulação por cinco capitais, a fim de mostrar e vivenciar a arte que pulsa no norte, fazendo-se através da música, poesia, meio ambiente e ativismo social. Uma turnê, pela Amazônia Legal, com a banda Os Últimos, o poeta Elizeu Braga e a Cantora Elisa Maia, onde os artistas apresentam um show gratuito ao público que se encarrega de mostrar as cores amazônicas, os costumes, os sons e as palavras, sem deixar de esclarecer a realidade ambiental atual. Além do show são realizadas oficinas, debates e a distribuição de mudas de árvores nativas. Os shows e as oficinas bem como os debates, seriam realizados em espaços culturais do Banco Itaú, onde seria possível extrair melhor contrapartida à Instituição. Seria realizado em 5 cidades, quais sejam as capitais de parte dos estados da Amazônia Legal, onde realizou-se uma média dos custos para a sua realização, sendo certo que o SINERGIA AMAZÔNICA está pronto para ser adaptado para ser desenvolvimento da forma que melhor convier. Sendo assim, a princípio, pensou-se nas cidades de Manaus/AM, Rio Branco/AC, Porto Velho/RO, Belém/PA e Palmas/TO. Traçou-se essa rota justamente pelos artistas envolvidos, Elisa é de Manaus, Os Últimos e Elizeu Braga de Rondônia e as demais capitais elencadas fazem parte de um eixo por onde esses artistas circulam, longe dos grandes centros da região sudeste do país. Além disso, o projeto possui um resgate cultural pela memória da Amazônia e a sua preservação, sendo que por isso a escolha das cidades fora realizada da maneira acima indicada. Além do show os artistas realizarão paralelamente ações em favor da Amazônia. Será realizado, em período diverso ao do show, um bate papo sobre música e meio ambiente bem como negritude, representatividade e o papel da mulher na sociedade atual. No show de encerramento, realizado em Porto Velho, serão distribuídas mudas, em parcerias com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente local. No período da tarde, no próprio local do show, será realizada uma roda de conversa/oficina com os artistas e público presente. ETAPAS são basicamente 3: PRÉ PRODUÇÃO, PRODUÇÃO E PÓS PRODUÇÃO. Resumidamente, devido ao espaço disponível, segue um roteiro das etapas: PRÉ-PRODUÇÃO: Preparação de infraestrutura; definição de locais; Contratação de serviços de sonorização, estrutura e iluminação; Contato com os artistas envolvidos; Preparação de oficinas e debates, Confecção de Arte Gráfica; Impressão de materiais; Divulgação. PRODUÇÃO: Tudo o que envolve o projeto em si. PÓS PRODUÇÃO: Análise de resultados, Prestação de Contas e encerramento do projeto. Defesa de projeto: Primeiramente, esclarece-se que o presente projeto fora proposto para ser realizado em 5 capitais de estados situados na Amazônia Legal e nesse sentido, realizou-se uma média dos custos para a sua realização, sendo certo que o SINERGIA AMAZÔNICA está pronto para ser adaptado para ser desenvolvimento da forma que melhor convier ao Itaú Cultural. Sendo assim, esclareço que a princípio, pensou-se nas cidades de Manaus/AM, Rio Branco/AC, Porto Velho/RO, Belém/PA e Palmas/TO. Traçou-se essa rota justamente pelos artistas envolvidos, Elisa é de Manaus, Os Últimos e Elizeu Braga de Rondônia e as demais capitais elencadas fazem parte de um eixo em que esses artistas circulam, longe dos grandes centros da região sudeste do país. Além disso, o projeto pois um resgate cultural pela memória da Amazônia e a sua preservação, sendo que por isso a escolha das cidades fora realizada da maneira acima indicada. Há a iminente necessidade de conscientizar a comunidade acerca da importância da música, do meio ambiente, das relações sociais, representatividades, o papel da mulher na sociedade e da iminente necessidade em debater tudo isso. As circunstâncias são favoráveis a execução do projeto pelos artistas e produtor envolvidos. A banda Os Últimos que dessa vez convida o poeta Elizeu Braga e Elisa Maia para somarem na realização de ações valiosas para a cultura do país, propõem uma circulação por cinco capitais da Amazônia Legal com música, poesia, e ativismo social. A irreverência do projeto consiste no fato de que todos os artistas envolvidos são oriundos da Amazônia, vivenciam a realidade em que a mesma se encontra. A banda Os Últimos é a banda de maior circulação no estado de Rondônia, já emplacou três editais culturais, com três discos lançados e quase dez anos de carreira. O poeta Elizeu Braga é ribeirinho, nascido em Porto Velho/RO, já circulou o mundo levando o norte, a Amazônia. Elisa Maia é cantora de Manaus, com dois discos gravados, negra e ativista. São muitos os diferenciais desse projeto. Primeiro porque realizado por artistas que possuem trabalho relevante e popular e que além disso, trabalham com produções culturais e ativismo social. Outro diferencial é a irreverência, criatividade e ineditismo da iniciativa, nunca antes tomada por uma banda ou artista da região, tampouco creditada e patrocinada por uma instituição que se preocupa com o desenvolvimento da Amazônia. Além disso, há um resgate histórico com a realização do projeto pois cuida-se de trabalho que busca preservar a memória cultural da Amazônia Legal, passando por cinco capitais, onde além dos shows são realizadas oficinas, debates e a distribuição de mudas de árvores nativas. Os temas apresentados no projeto são atuais e também são relevantes para instituições serias como o Banco Itaú. Logo, o projeto possui todos os motivos para ser contemplado no presente edital.
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MPB
Samba
Descrição
SINERGIA, tal como o próprio nome diz, é ação associada, de dois ou mais órgãos, sistemas ou elementos anatômicos ou biológicos, cujo resultado seja a execução de um movimento ou a realização de uma função orgânica. Trata-se portanto de ação e esforço simultâneos, cooperação, coesão, trabalho. Partindo desse princípio, SINERGIA AMAZÔNICA é um projeto que envolve artistas amazônicos em uma circulação por cinco capitais, a fim de mostrar e vivenciar a arte que pulsa no norte, fazendo-se através da música, poesia, meio ambiente e ativismo social. Uma turnê, pela Amazônia Legal, com a banda Os Últimos, o poeta Elizeu Braga e a Cantora Elisa Maia, onde os artistas apresentam um show gratuito ao público que se encarrega de mostrar as cores amazônicas, os costumes, os sons e as palavras, sem deixar de esclarecer a realidade ambiental atual. Além do show são realizadas oficinas, debates e a distribuição de mudas de árvores nativas. Os shows e as oficinas bem como os debates, seriam realizados em espaços culturais do Banco Itaú, onde seria possível extrair melhor contrapartida à Instituição. Seria realizado em 5 cidades, quais sejam as capitais de parte dos estados da Amazônia Legal, onde realizou-se uma média dos custos para a sua realização, sendo certo que o SINERGIA AMAZÔNICA está pronto para ser adaptado para ser desenvolvimento da forma que melhor convier. Sendo assim, a princípio, pensou-se nas cidades de Manaus/AM, Rio Branco/AC, Porto Velho/RO, Belém/PA e Palmas/TO. Traçou-se essa rota justamente pelos artistas envolvidos, Elisa é de Manaus, Os Últimos e Elizeu Braga de Rondônia e as demais capitais elencadas fazem parte de um eixo por onde esses artistas circulam, longe dos grandes centros da região sudeste do país. Além disso, o projeto possui um resgate cultural pela memória da Amazônia e a sua preservação, sendo que por isso a escolha das cidades fora realizada da maneira acima indicada. Além do show os artistas realizarão paralelamente ações em favor da Amazônia. Será realizado, em período diverso ao do show, um bate papo sobre música e meio ambiente bem como negritude, representatividade e o papel da mulher na sociedade atual. No show de encerramento, realizado em Porto Velho, serão distribuídas mudas, em parcerias com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente local. No período da tarde, no próprio local do show, será realizada uma roda de conversa/oficina com os artistas e público presente. ETAPAS são basicamente 3: PRÉ PRODUÇÃO, PRODUÇÃO E PÓS PRODUÇÃO. Resumidamente, devido ao espaço disponível, segue um roteiro das etapas: PRÉ-PRODUÇÃO: Preparação de infraestrutura; definição de locais; Contratação de serviços de sonorização, estrutura e iluminação; Contato com os artistas envolvidos; Preparação de oficinas e debates, Confecção de Arte Gráfica; Impressão de materiais; Divulgação. PRODUÇÃO: Tudo o que envolve o projeto em si. PÓS PRODUÇÃO: Análise de resultados, Prestação de Contas e encerramento do projeto. Defesa de projeto: Primeiramente, esclarece-se que o presente projeto fora proposto para ser realizado em 5 capitais de estados situados na Amazônia Legal e nesse sentido, realizou-se uma média dos custos para a sua realização, sendo certo que o SINERGIA AMAZÔNICA está pronto para ser adaptado para ser desenvolvimento da forma que melhor convier ao Itaú Cultural. Sendo assim, esclareço que a princípio, pensou-se nas cidades de Manaus/AM, Rio Branco/AC, Porto Velho/RO, Belém/PA e Palmas/TO. Traçou-se essa rota justamente pelos artistas envolvidos, Elisa é de Manaus, Os Últimos e Elizeu Braga de Rondônia e as demais capitais elencadas fazem parte de um eixo em que esses artistas circulam, longe dos grandes centros da região sudeste do país. Além disso, o projeto pois um resgate cultural pela memória da Amazônia e a sua preservação, sendo que por isso a escolha das cidades fora realizada da maneira acima indicada. Há a iminente necessidade de conscientizar a comunidade acerca da importância da música, do meio ambiente, das relações sociais, representatividades, o papel da mulher na sociedade e da iminente necessidade em debater tudo isso. As circunstâncias são favoráveis a execução do projeto pelos artistas e produtor envolvidos. A banda Os Últimos que dessa vez convida o poeta Elizeu Braga e Elisa Maia para somarem na realização de ações valiosas para a cultura do país, propõem uma circulação por cinco capitais da Amazônia Legal com música, poesia, e ativismo social. A irreverência do projeto consiste no fato de que todos os artistas envolvidos são oriundos da Amazônia, vivenciam a realidade em que a mesma se encontra. A banda Os Últimos é a banda de maior circulação no estado de Rondônia, já emplacou três editais culturais, com três discos lançados e quase dez anos de carreira. O poeta Elizeu Braga é ribeirinho, nascido em Porto Velho/RO, já circulou o mundo levando o norte, a Amazônia. Elisa Maia é cantora de Manaus, com dois discos gravados, negra e ativista. São muitos os diferenciais desse projeto. Primeiro porque realizado por artistas que possuem trabalho relevante e popular e que além disso, trabalham com produções culturais e ativismo social. Outro diferencial é a irreverência, criatividade e ineditismo da iniciativa, nunca antes tomada por uma banda ou artista da região, tampouco creditada e patrocinada por uma instituição que se preocupa com o desenvolvimento da Amazônia. Além disso, há um resgate histórico com a realização do projeto pois cuida-se de trabalho que busca preservar a memória cultural da Amazônia Legal, passando por cinco capitais, onde além dos shows são realizadas oficinas, debates e a distribuição de mudas de árvores nativas. Os temas apresentados no projeto são atuais e também são relevantes para instituições serias como o Banco Itaú. Logo, o projeto possui todos os motivos para ser contemplado no presente edital.
Música

Compañía Flamenca de Joel Zamora
La Compañía Flamenca de Joel Zamora se funda en Cienfuegos, Cuba, en febrero del 2002 a partir del trabajo desarrollado por su Academia de formación (1996), creada por Joel Zamora, actual director, maître y coreógrafo. Constituye la primera agrupación del género fundada fuera de la capital cubana, pertenece al Catálogo de Excelencias del Instituto Cubano de la Música y tiene su sede en la Sala Teatro A Cuestas de esta ciudad. Su línea estética tiene al flamenco como base de sus puestas en escena, donde lo mezcla con el arte de la isla. El cante y el baile en su expresión viva constituyen su atracción fundamental, teniendo como figura principal a Joel Zamora, El Gitano de Cuba, versátil cantautor, carismática y prestigiosa figura dentro del panorama cultural iberocubano. Organiza y produce anualmente tres importantes eventos: el Concurso de improvisación, interpretación y coreografía de baile flamenco, en marzo, el Curso de verano, en julio y el festival Hispanarte, en diciembre. La Compañía ha proyectado su trabajo hacia los principales teatros de toda Cuba, festivales internacionales del género como La Huella de España, Danzas en Paisajes Urbanos y Fiesta Iberoamericana, en programas televisivos y radiales de los medios de difusión masiva nacionales e internacionales, además de la nominación a los premios Cuerda Viva 2012 y 2018.
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Descrição
La Compañía Flamenca de Joel Zamora se funda en Cienfuegos, Cuba, en febrero del 2002 a partir del trabajo desarrollado por su Academia de formación (1996), creada por Joel Zamora, actual director, maître y coreógrafo. Constituye la primera agrupación del género fundada fuera de la capital cubana, pertenece al Catálogo de Excelencias del Instituto Cubano de la Música y tiene su sede en la Sala Teatro A Cuestas de esta ciudad. Su línea estética tiene al flamenco como base de sus puestas en escena, donde lo mezcla con el arte de la isla. El cante y el baile en su expresión viva constituyen su atracción fundamental, teniendo como figura principal a Joel Zamora, El Gitano de Cuba, versátil cantautor, carismática y prestigiosa figura dentro del panorama cultural iberocubano. Organiza y produce anualmente tres importantes eventos: el Concurso de improvisación, interpretación y coreografía de baile flamenco, en marzo, el Curso de verano, en julio y el festival Hispanarte, en diciembre. La Compañía ha proyectado su trabajo hacia los principales teatros de toda Cuba, festivales internacionales del género como La Huella de España, Danzas en Paisajes Urbanos y Fiesta Iberoamericana, en programas televisivos y radiales de los medios de difusión masiva nacionales e internacionales, además de la nominación a los premios Cuerda Viva 2012 y 2018.

APARCANTO
Vocal/Coral
Descrição
CORO APARCANTO

Franco Garcia
Franco García traz um show de voz e violão onde propõe uma viagem pelos sons de America do sul, músicas de raíz folclórica em um formato íntimo, onde podem se apreciar melodias e ritmos de nossa mais próxima America latina.
Ver detalhesFranco Garcia
Folklore Sudamericano
Chacarera
Nuevo Folclor
Descrição
Franco García traz um show de voz e violão onde propõe uma viagem pelos sons de America do sul, músicas de raíz folclórica em um formato íntimo, onde podem se apreciar melodias e ritmos de nossa mais próxima America latina.
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PoA Vocal Festival
O PoA Vocal Festival na sua primeira edição será realizado em Porto Alegre de 11 a 13 de Junho em 2020 no Centro Cultural da UFRGS e no Sesc-RS Centro. Serão 100 apaixonados por música vocal que participarão destes 3 dias intensos de shows e oficinas como Música Indígena, Técnica Vocal, Música Africana, Músicas dos Imigrantes, Voz positiva, Beatbox, Vocal Painting, Música acapella Nativista, Pop, MPB, Guarani, cantar em grupo e mais que proporcionará um momento especial para fazer e criar contatos com regentes, cantores profissionais e amadores. Terá o apoio da Federação de Coros do Rio Grande do Sul.
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Descrição
O PoA Vocal Festival na sua primeira edição será realizado em Porto Alegre de 11 a 13 de Junho em 2020 no Centro Cultural da UFRGS e no Sesc-RS Centro. Serão 100 apaixonados por música vocal que participarão destes 3 dias intensos de shows e oficinas como Música Indígena, Técnica Vocal, Música Africana, Músicas dos Imigrantes, Voz positiva, Beatbox, Vocal Painting, Música acapella Nativista, Pop, MPB, Guarani, cantar em grupo e mais que proporcionará um momento especial para fazer e criar contatos com regentes, cantores profissionais e amadores. Terá o apoio da Federação de Coros do Rio Grande do Sul.

RENATA ARRUDA – NORDESTE IN NATURA
Show da artista Renata Arruda com novo projeto autoral que traz a cultura popular nordestina com uma roupagem moderna do beat eletrônico. Coco, Maracatu, Ciranda, Forró e outros ritmos compõe este repertorio da artista de renome nacional Renata Arruda.
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MPB
Regional
Folclor Fusión
Descrição
Show da artista Renata Arruda com novo projeto autoral que traz a cultura popular nordestina com uma roupagem moderna do beat eletrônico. Coco, Maracatu, Ciranda, Forró e outros ritmos compõe este repertorio da artista de renome nacional Renata Arruda.
Música

Cavaquinho Popular Brasileiro
Instrumento versátil, o cavaquinho é presença marcante na música popular brasileira desde o tempo da modinha e do Lundu. No Choro e no Samba é indispensável, e também está presente no baião, Maxixe, frevo, e em diversas manifestações musicais espalhadas pelo país. Nessa apresentação, Pedro Cantalice passeia por diferentes gêneros musicais brasileiros e apresenta um repertório variado onde obras de compositores como Waldir Azevedo, Villa-Lobos, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Moraes Moreira, se encontram a partir de dedicados solos de cavaquinho brasileiro. Acompanhado por violão 7 cordas, cavaquinho e percussão, além de música, Cantalice nos brinda com boas histórias sobre o pequeno instrumento vivenciadas a partir de sua pesquisa “Memória do Cavaquinho Brasileiro”, onde reúne informações gerais sobre o cavaquinho e divulga pelas redes sociais.
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MPB
Samba
Descrição
Instrumento versátil, o cavaquinho é presença marcante na música popular brasileira desde o tempo da modinha e do Lundu. No Choro e no Samba é indispensável, e também está presente no baião, Maxixe, frevo, e em diversas manifestações musicais espalhadas pelo país. Nessa apresentação, Pedro Cantalice passeia por diferentes gêneros musicais brasileiros e apresenta um repertório variado onde obras de compositores como Waldir Azevedo, Villa-Lobos, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Moraes Moreira, se encontram a partir de dedicados solos de cavaquinho brasileiro. Acompanhado por violão 7 cordas, cavaquinho e percussão, além de música, Cantalice nos brinda com boas histórias sobre o pequeno instrumento vivenciadas a partir de sua pesquisa “Memória do Cavaquinho Brasileiro”, onde reúne informações gerais sobre o cavaquinho e divulga pelas redes sociais.
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