
Sueños y Mareas
Proyecto musical integrado por 11 canciones propias el cual tomó dos años producir. El álbum representa 40 años de historia personal y cuyo contenido resume el aprendizaje y experiencias a lo largo de ese tiempo.
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Música ibero-americana para flauta e violão
O Dou Moraes-Ávila visa realizar concertos, participar de festivais, encontros e fóruns realizados nos países membros da Ibermúsicas. Dessa maneira irá contribuir com a difusão da música ibero-americana em conjunto com artistas locais, promovendo além da difusão da música, a conexão entre artistas ibero-americanos.
Ver detalhesMúsica ibero-americana para flauta e violão
Contemporánea
Moderna
MPB
Descrição
O Dou Moraes-Ávila visa realizar concertos, participar de festivais, encontros e fóruns realizados nos países membros da Ibermúsicas. Dessa maneira irá contribuir com a difusão da música ibero-americana em conjunto com artistas locais, promovendo além da difusão da música, a conexão entre artistas ibero-americanos.

FOLI GRIÔ ORQUESTRA
FOLI. palavra dos povos Malinké (África Ocidental). Significa ritmo. Não só aquele que se toca ou dança, mas o ritmo presente em toda ação do dia-a-dia. GRIÔ. mestre portador de saberes e de fazeres de sua cultura, difusor oral de suas tradições através das gerações. FOLI GRIÔ ORQUESTRA Nasce da união destes significados entendendo o ritmo como o grande senhor dos saberes, contador de histórias. Os 10 músicxs se reuniram em 2015, no Rio de Janeiro, para estudar a linguagem do Afrobeat. Tendo como principal referência o nigeriano Fela Kuti, estenderam esta pesquisa às manifestações tradicionais brasileiras, seus ritmos e estéticas, gerando ali um diálogo intercultural que flertava também com o jazz e passou a guiar e a reverberar em todas as composições. De lá pra cá a banda se apresentou em diversas casas e palcos importantes do Rio de Janeiro, como o Galpão Ladeira das Artes (que tem se destacado por revelar novos nomes da música brasileira na cidade), o palco do festival Shell Open air e a Fundição Progresso. Além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel sem deixar ninguém parado. Agora, em 2019, com uma apresentação mais madura e autoral, a banda segue em temporada de shows do disco AJO, indicado ao 20º Grammy Latino. AJÔ Produzido por André Magalhães (Metá Metá, A Barca, Ponto BR,…), AJO, primeiro disco autoral da banda, lançado em Abril de 2019, nasce de uma forte pesquisa em torno manifestações populares, das quais alguns integrantes já participavam e passaram a levar para o coletivo. Visando aprofundar ainda mais seus aprendizados, a banda elegeu o Funk, o Maracatu de Baque Virado, o Jongo, o Candomblé e o Bumba Meu Boi do Maranhão e mergulhou em imersões com as pessoas que vivem cada uma dessas manifestações em seu cotidiano. Assim, munido de muito significado, AJO (que quer dizer união) conquistou a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Alessandra Leão e Elba Ramalho. Além de alguns nomes da cultura popular, o disco ainda conta com participações de Lenine e Carlos Malta. Buscando exaltar a força e a importância que cada uma destas culturas têm, a Foli Griô molda uma sonoridade potente afirmando sua identidade nesta sobreposição entre Brasil e África, e faz do seu show um grande baile-ritual. Com todo o respeito e muito suingue, a banda faz do seu AJO uma celebração dos encantos destes muitos Brasis que dão certo.
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Afrobrasileiro
Regional
Afro
Afrobeat
Descrição
FOLI. palavra dos povos Malinké (África Ocidental). Significa ritmo. Não só aquele que se toca ou dança, mas o ritmo presente em toda ação do dia-a-dia. GRIÔ. mestre portador de saberes e de fazeres de sua cultura, difusor oral de suas tradições através das gerações. FOLI GRIÔ ORQUESTRA Nasce da união destes significados entendendo o ritmo como o grande senhor dos saberes, contador de histórias. Os 10 músicxs se reuniram em 2015, no Rio de Janeiro, para estudar a linguagem do Afrobeat. Tendo como principal referência o nigeriano Fela Kuti, estenderam esta pesquisa às manifestações tradicionais brasileiras, seus ritmos e estéticas, gerando ali um diálogo intercultural que flertava também com o jazz e passou a guiar e a reverberar em todas as composições. De lá pra cá a banda se apresentou em diversas casas e palcos importantes do Rio de Janeiro, como o Galpão Ladeira das Artes (que tem se destacado por revelar novos nomes da música brasileira na cidade), o palco do festival Shell Open air e a Fundição Progresso. Além de várias apresentações pelas feiras e praças da cidade com o projeto FOLI na Rua, onde foi cativando um público fiel sem deixar ninguém parado. Agora, em 2019, com uma apresentação mais madura e autoral, a banda segue em temporada de shows do disco AJO, indicado ao 20º Grammy Latino. AJÔ Produzido por André Magalhães (Metá Metá, A Barca, Ponto BR,…), AJO, primeiro disco autoral da banda, lançado em Abril de 2019, nasce de uma forte pesquisa em torno manifestações populares, das quais alguns integrantes já participavam e passaram a levar para o coletivo. Visando aprofundar ainda mais seus aprendizados, a banda elegeu o Funk, o Maracatu de Baque Virado, o Jongo, o Candomblé e o Bumba Meu Boi do Maranhão e mergulhou em imersões com as pessoas que vivem cada uma dessas manifestações em seu cotidiano. Assim, munido de muito significado, AJO (que quer dizer união) conquistou a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Alessandra Leão e Elba Ramalho. Além de alguns nomes da cultura popular, o disco ainda conta com participações de Lenine e Carlos Malta. Buscando exaltar a força e a importância que cada uma destas culturas têm, a Foli Griô molda uma sonoridade potente afirmando sua identidade nesta sobreposição entre Brasil e África, e faz do seu show um grande baile-ritual. Com todo o respeito e muito suingue, a banda faz do seu AJO uma celebração dos encantos destes muitos Brasis que dão certo.
Música

Chora Mulheres na Roda
A Chora – Mulheres na Roda é uma roda-oficina de choro multiplicadora voltada para mulheres instrumentistas, que acontece mensalmente no Rio de Janeiro desde o segundo semestre de 2018. O propósito da roda é promover práticas em conjunto entre as integrantes fixas do grupo proponente e as musicistas interessadas em conhecer a linguagem do choro, sendo estas, em qualquer nível de experiência em seus instrumentos específicos. Como base e ponto de partida, as partituras das peças a serem trabalhadas são disponibilizadas nas redes para acesso e estudo prévio, estimulando e oportunizando assim, a participação de mulheres instrumentistas na cena cultural da cidade. O projeto acaba por formar uma grande rede de mulheres envolvidas com arte e música, e já contou com participações de grandes cantoras, como Nilze Carvalho (Instrumentista Brasileira de Choro), Áurea Martins e Mayra Andrade em algumas das edições da Chora Mulheres na Roda. O projeto proposto terá caráter de formação musical na linguagem do Choro, através de oficina. Assim, serão oferecidas oficinas com o objetivo de promover estudo em conjunto acerca do gênero do choro a musicistas iniciadas em qualquer nível de experiência em seus instrumentos. A prática de estudos tem duração de 1h30m (uma hora e meia) e será monitorada pelas instrumentistas da Chora – Mulheres na Roda: Carolina Chaves (flauta); Laila Aurore (Cavaquinho) e Geiza Carvalho (percussão). A roda é acústica e todos os instrumentos serão bem-vindos. O estudo proposto pelas oficineiras parte de uma conversa sobre a história do choro e segue-se ao desenvolvimento dos fundamentos teóricos e práticos básicos do gênero, bem como a prática conjunta de 02 (duas) peças. As partituras serão enviadas previamente participantes e utilizadas durante a oficina.
Ver detalhesChora Mulheres na Roda
MPB
Regional
Afro
Descrição
A Chora – Mulheres na Roda é uma roda-oficina de choro multiplicadora voltada para mulheres instrumentistas, que acontece mensalmente no Rio de Janeiro desde o segundo semestre de 2018. O propósito da roda é promover práticas em conjunto entre as integrantes fixas do grupo proponente e as musicistas interessadas em conhecer a linguagem do choro, sendo estas, em qualquer nível de experiência em seus instrumentos específicos. Como base e ponto de partida, as partituras das peças a serem trabalhadas são disponibilizadas nas redes para acesso e estudo prévio, estimulando e oportunizando assim, a participação de mulheres instrumentistas na cena cultural da cidade. O projeto acaba por formar uma grande rede de mulheres envolvidas com arte e música, e já contou com participações de grandes cantoras, como Nilze Carvalho (Instrumentista Brasileira de Choro), Áurea Martins e Mayra Andrade em algumas das edições da Chora Mulheres na Roda. O projeto proposto terá caráter de formação musical na linguagem do Choro, através de oficina. Assim, serão oferecidas oficinas com o objetivo de promover estudo em conjunto acerca do gênero do choro a musicistas iniciadas em qualquer nível de experiência em seus instrumentos. A prática de estudos tem duração de 1h30m (uma hora e meia) e será monitorada pelas instrumentistas da Chora – Mulheres na Roda: Carolina Chaves (flauta); Laila Aurore (Cavaquinho) e Geiza Carvalho (percussão). A roda é acústica e todos os instrumentos serão bem-vindos. O estudo proposto pelas oficineiras parte de uma conversa sobre a história do choro e segue-se ao desenvolvimento dos fundamentos teóricos e práticos básicos do gênero, bem como a prática conjunta de 02 (duas) peças. As partituras serão enviadas previamente participantes e utilizadas durante a oficina.

Patrícia Bizzotto
Compositora, intérprete, performer, pesquisadora, mestre em Filosofia. Trabalha nos limites da música de concerto contemporânea e da música experimental. Investiga a fusão entre composição, performance musical e improviso, e as tecnologias do corpo. Trabalhando também com criação de trilhas sonoras para cinema, dança e teatro, recebeu o Prêmio Copasa/Sinparc de Artes Cênicas de melhor trilha original, em 2015. Participou da “9a Mostra Leão do Norte: Protagonismo Feminino na Música Brasileira”, em Pernambuco. A convite do programa nacional SESC Partituras realizou em 2017 um concerto dedicado a composições próprias, com estreia de três peças. Foi selecionada pelo Concurso do BNDES (2018) de ocupação do Espaço Cultural, no Rio de Janeiro, onde apresentou seu trabalho como compositora e intérprete, com estreia de duas peças. Selecionada pelo Festival Internacional de Musique POP Montréal (2019), com a peça "Here Ear Heart Earth. Sinking" (for speakers). Coordenadora do projeto "Territórios de Invenção – Residências Musicais", realizado pela Fundação de Educação Artística, em convênio com a Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Tem se apresentado em diversos locais, com diferentes grupos musicais e grupos artísticos brasileiros interessados na improvisação, na experimentação e nas artes vivas, tais como: cerco coreogràfico, Vórtice, Casa Híbrido e Seminal Records.
Ver detalhesPatrícia Bizzotto
Contemporánea
Electroacoustic Music
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Descrição
Compositora, intérprete, performer, pesquisadora, mestre em Filosofia. Trabalha nos limites da música de concerto contemporânea e da música experimental. Investiga a fusão entre composição, performance musical e improviso, e as tecnologias do corpo. Trabalhando também com criação de trilhas sonoras para cinema, dança e teatro, recebeu o Prêmio Copasa/Sinparc de Artes Cênicas de melhor trilha original, em 2015. Participou da “9a Mostra Leão do Norte: Protagonismo Feminino na Música Brasileira”, em Pernambuco. A convite do programa nacional SESC Partituras realizou em 2017 um concerto dedicado a composições próprias, com estreia de três peças. Foi selecionada pelo Concurso do BNDES (2018) de ocupação do Espaço Cultural, no Rio de Janeiro, onde apresentou seu trabalho como compositora e intérprete, com estreia de duas peças. Selecionada pelo Festival Internacional de Musique POP Montréal (2019), com a peça "Here Ear Heart Earth. Sinking" (for speakers). Coordenadora do projeto "Territórios de Invenção – Residências Musicais", realizado pela Fundação de Educação Artística, em convênio com a Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Tem se apresentado em diversos locais, com diferentes grupos musicais e grupos artísticos brasileiros interessados na improvisação, na experimentação e nas artes vivas, tais como: cerco coreogràfico, Vórtice, Casa Híbrido e Seminal Records.
Música

Alexandre Garnizé – Baque Virado: Traços que nos Irmanam
Realização de oficinas que abordem a percepção musical com o ensino de ritmos do Maracatu de Baque Virado e do Candomblé e suas aproximações com ritmos afro-latinoamercanos com o objetivo de valorizar a autoestima das comunidade afrodescendentes. A música afro-brasileira será apresentada enquanto instrumento de transformação. O aperfeiçoamento e formação de agentes multiplicadores de cidadania serão os resultados propostos na abordagem da música percussiva como viés para a valorização do indivíduo e como um símbolo de afirmação da identidade negra na América Latina, despertando o respeito à diversidade étnico-musical-religiosa.
Ver detalhesAlexandre Garnizé – Baque Virado: Traços que nos Irmanam
Afrobrasileiro
Descrição
Realização de oficinas que abordem a percepção musical com o ensino de ritmos do Maracatu de Baque Virado e do Candomblé e suas aproximações com ritmos afro-latinoamercanos com o objetivo de valorizar a autoestima das comunidade afrodescendentes. A música afro-brasileira será apresentada enquanto instrumento de transformação. O aperfeiçoamento e formação de agentes multiplicadores de cidadania serão os resultados propostos na abordagem da música percussiva como viés para a valorização do indivíduo e como um símbolo de afirmação da identidade negra na América Latina, despertando o respeito à diversidade étnico-musical-religiosa.
Música

ENMI – ENCONTRO DA NOVA MÚSICA IBERO-AMERICANA
Encontro de ensembles musicais ibero-americanos visando a trocas de conhecimento e apresentações artística de música contemporânea acústica, mista ou eletrônica.
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Descrição
Encontro de ensembles musicais ibero-americanos visando a trocas de conhecimento e apresentações artística de música contemporânea acústica, mista ou eletrônica.

Africanias
El Ensemble Africanias es un grupo de músicos brasileños y colombianos que tienen como objetivo presentar los resultados de la investigación desarrollada por el Grupo de Investigación Africanias UFRJ. El Grupo propone comprender la música brasileña y latinoamericana a través del estudio sistemático, con la participación de investigadores de diferentes áreas e instituciones.
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Música de Cámara
Contemporánea
Descrição
El Ensemble Africanias es un grupo de músicos brasileños y colombianos que tienen como objetivo presentar los resultados de la investigación desarrollada por el Grupo de Investigación Africanias UFRJ. El Grupo propone comprender la música brasileña y latinoamericana a través del estudio sistemático, con la participación de investigadores de diferentes áreas e instituciones.

Ignacio Rodriguez
FUNDACIÓN CENTRO CULTURAL KAVLIN Visión Trabajamos día a día para ser una institución que habilite a la producción y difusión de contenidos culturales y educativos de calidad que se relacionen activamente con todos sus participantes. Misión Desarrollamos servicios educativos que conecten críticamente a la comunidad con la cultura de la imagen y que promuevan la producción como una forma de participación ciudadana Generar acciones con el fin de fomentar la producción y difusión de prácticas artístico-culturales. Abrir nuestra infraestructura para el desarrollo de prácticas culturales que habiliten a programas, instituciones , colectivos e iniciativas de la comunidad. AREAS DE TRABAJO Difusión artística – Arte VISUALES (fotografía y Nuevos medios) Música popular uruguaya. Acción educativa – cursos de fotografía diseño y audiovisual Programas específicos – espacio público – becas de apoyo económico- encuentros de reflexión y lectura- producción musical Programas y actividades actuales Recuperaciónón del espacio Paseo de las Américas Carrera de fotografía y recursos visuales Capacitación. Profesional – Inefop Programa de becas sociales Encuentros comunitarios de reflexión y lectura (filosofía y teoría del arte) Convocatoria a artistas visuales Ciclo de música popular uruguaya Sesiones de invierno- músicos residentes en el depto del Maldonado
Ver detalhesIgnacio Rodriguez
Descrição
FUNDACIÓN CENTRO CULTURAL KAVLIN Visión Trabajamos día a día para ser una institución que habilite a la producción y difusión de contenidos culturales y educativos de calidad que se relacionen activamente con todos sus participantes. Misión Desarrollamos servicios educativos que conecten críticamente a la comunidad con la cultura de la imagen y que promuevan la producción como una forma de participación ciudadana Generar acciones con el fin de fomentar la producción y difusión de prácticas artístico-culturales. Abrir nuestra infraestructura para el desarrollo de prácticas culturales que habiliten a programas, instituciones , colectivos e iniciativas de la comunidad. AREAS DE TRABAJO Difusión artística – Arte VISUALES (fotografía y Nuevos medios) Música popular uruguaya. Acción educativa – cursos de fotografía diseño y audiovisual Programas específicos – espacio público – becas de apoyo económico- encuentros de reflexión y lectura- producción musical Programas y actividades actuales Recuperaciónón del espacio Paseo de las Américas Carrera de fotografía y recursos visuales Capacitación. Profesional – Inefop Programa de becas sociales Encuentros comunitarios de reflexión y lectura (filosofía y teoría del arte) Convocatoria a artistas visuales Ciclo de música popular uruguaya Sesiones de invierno- músicos residentes en el depto del Maldonado
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