
Alejandro Kaplan
Cantautor tucumano, lleva 25 años con la música y 10 años ininterrumpidos cantando sus canciones como solista. Mezcla particular de géneros musicales que parten desde un sonido Folk Rock, combinado con sonidos de todas partes y la inmanente presencia del Folklore. Inmerso en la gestión colectiva de la escena cultural de su provincia.
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Alternative Rock / Indie Ii
Cantautor/Música de autor
Descrição
Cantautor tucumano, lleva 25 años con la música y 10 años ininterrumpidos cantando sus canciones como solista. Mezcla particular de géneros musicales que parten desde un sonido Folk Rock, combinado con sonidos de todas partes y la inmanente presencia del Folklore. Inmerso en la gestión colectiva de la escena cultural de su provincia.
Música

Niko Contador
Niko Contador es un ave solitaria que recorre los cielos contemplando y aprendiendo. Ofuscado y cansado del denso aire de la ciudad, se refugia en un nido a orillas del mar, lugar donde nacieran las composiciones de su primer disco en el que comparte el aprendizaje de su observación, los fundamentos de una vida plena. Sus canciones apuntan a la reflexión, lejos de la melancolía y abrazando la gratitud por la vida. Es dueño de una propuesta que irradia lo positivo y promueve el sentido común. Es un cantor de la paz. Su música es el resultado de años de recorrido musical por diferentes bandas y proyectos interpretando y experimentando con ritmos celtas, de rock clásico, raíz latinoamericana y docta. Sobre el proyecto: Si bien, en la mayoría de los shows hasta hoy día, Niko se presenta en formato solista (sin banda), el proyecto es orgánico, es un proyecto flexible en su formación, es más, va siempre buscando otras alternativas sonoras, dentro de la música en formato acústico. En las grabaciones en estudio y en videos, se ha incorporado, además de percusiones y bajo, la presencia de vientos como flauta traversa y saxo tenor en algunos de los temas.
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Nueva Trova
Cantautor/Música de autor
Canción Melódica
Folclor Fusión
Descrição
Niko Contador es un ave solitaria que recorre los cielos contemplando y aprendiendo. Ofuscado y cansado del denso aire de la ciudad, se refugia en un nido a orillas del mar, lugar donde nacieran las composiciones de su primer disco en el que comparte el aprendizaje de su observación, los fundamentos de una vida plena. Sus canciones apuntan a la reflexión, lejos de la melancolía y abrazando la gratitud por la vida. Es dueño de una propuesta que irradia lo positivo y promueve el sentido común. Es un cantor de la paz. Su música es el resultado de años de recorrido musical por diferentes bandas y proyectos interpretando y experimentando con ritmos celtas, de rock clásico, raíz latinoamericana y docta. Sobre el proyecto: Si bien, en la mayoría de los shows hasta hoy día, Niko se presenta en formato solista (sin banda), el proyecto es orgánico, es un proyecto flexible en su formación, es más, va siempre buscando otras alternativas sonoras, dentro de la música en formato acústico. En las grabaciones en estudio y en videos, se ha incorporado, además de percusiones y bajo, la presencia de vientos como flauta traversa y saxo tenor en algunos de los temas.
Videos
Música

Sol Bueno
Sol Bueno é cantora e compositora mineira, de voz suave e marcante, tem a viola como instrumento principal na composição musical. Em 2017 lançou “Poeira Dançante”, seu primeiro CD autoral, trabalho que foi apresentado em mais de 50 cidades no Brasil e exterior e que em 2020 ganhou o Prêmio da Música Popular de Minas Gerais, como melhor álbum de música regional. Em 2018 foi finalista com este trabalho do Prêmio Profissionais da Música, na categoria melhor compositora. Tem participação e parcerias gravadas em diversos álbuns. Suas músicas estão em trilhas sonoras para espetáculos, videoartes, videoclipe, cinema e documental (Resto de Mundo, A Bolsa ou a Vida). Em 2020 lançou o álbum “Inventário de Mulheres Possíveis”, juntamente a outras 3 autoras. Em 2020 lançou “Janela de Saudade” e em 2023 “Sempre Viva”. É coprodutora do Cauê – Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda, junto ao Coletivo Cauê, que integra, destacando a arte desta região e apresentando via produção audiovisual, muito da arte e cultura de comunidades rurais, quilombolas e periféricas desta região. Foi uma das duas brasileiras convidadas a integrar coletânea chilena em homenagem pelo centenário de Violeta Parra. Desde 2018 é integrante do Dándole Cuerda – Encontro Latino Americano de Cantautores. Tem formação em programa desenvolvido pelo Ministério da Cultura no Brasil em Gestão Cultural, Empreendimentos Criativos e Economia Criativa.
Ver detallesSol Bueno
Nueva Trova
Canción Melódica
Worldbeat
Cantautor/Música de autor
Regional
Descrição
Sol Bueno é cantora e compositora mineira, de voz suave e marcante, tem a viola como instrumento principal na composição musical. Em 2017 lançou “Poeira Dançante”, seu primeiro CD autoral, trabalho que foi apresentado em mais de 50 cidades no Brasil e exterior e que em 2020 ganhou o Prêmio da Música Popular de Minas Gerais, como melhor álbum de música regional. Em 2018 foi finalista com este trabalho do Prêmio Profissionais da Música, na categoria melhor compositora. Tem participação e parcerias gravadas em diversos álbuns. Suas músicas estão em trilhas sonoras para espetáculos, videoartes, videoclipe, cinema e documental (Resto de Mundo, A Bolsa ou a Vida). Em 2020 lançou o álbum “Inventário de Mulheres Possíveis”, juntamente a outras 3 autoras. Em 2020 lançou “Janela de Saudade” e em 2023 “Sempre Viva”. É coprodutora do Cauê – Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda, junto ao Coletivo Cauê, que integra, destacando a arte desta região e apresentando via produção audiovisual, muito da arte e cultura de comunidades rurais, quilombolas e periféricas desta região. Foi uma das duas brasileiras convidadas a integrar coletânea chilena em homenagem pelo centenário de Violeta Parra. Desde 2018 é integrante do Dándole Cuerda – Encontro Latino Americano de Cantautores. Tem formação em programa desenvolvido pelo Ministério da Cultura no Brasil em Gestão Cultural, Empreendimentos Criativos e Economia Criativa.
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Música

Aiace
Aiace é uma das vozes mais marcantes da música baiana atual. Cantora, compositora e intérprete, ela une suas raízes afro-baianas a uma sonoridade contemporânea, transitando entre ritmos ancestrais e elementos da música pop, jazz e MPB. Com influências que vão de Elis Regina, Luiz Gonzaga e Gilberto Gil à Esperanza Spalding e Natalia Lafourcade, Aiace constrói uma ponte entre tradições culturais e novas perspectivas artísticas. Após ganhar destaque como vocalista do grupo Sertanília, Aiace lançou dois álbuns solo aclamados pela crítica: Dentro Ali (2017) e Eu Andava Como Se Fosse Voar (2023). Em 2024, ela apresenta Conexión, um projeto que revisita seu repertório em arranjos acústicos, explorando ritmos afro-baianos como ilú, coco e ijexá, além de incluir uma releitura poderosa de “Duerme Negrito”, conectando o cancioneiro latino-americano à luta antirracista. Reconhecida internacionalmente, Aiace já levou sua música a palcos no Brasil e no mundo, com apresentações na Europa (Portugal, Itália, Espanha e País Basco), América Latina (Colômbia e Cuba) e recente turnê no México. Sua arte é uma celebração da ancestralidade e da diversidade cultural, traduzindo temas atemporais em canções que emocionam e inspiram. _________________________________________________________________________________ Aiace is one of the most captivating voices in Bahian music. A singer, songwriter, and performer, she blends her Afro-Bahian roots with a contemporary sound, seamlessly navigating between ancestral rhythms and elements of pop, jazz, and Brazilian Popular Music (MPB). Influenced by legends like Elis Regina, Luiz Gonzaga, and Gilberto Gil, as well as Esperanza Spalding and Natalia Lafourcade, Aiace builds a bridge between cultural traditions and new artistic perspectives. After rising to prominence as the lead vocalist of the group Sertanília, Aiace released two critically acclaimed solo albums: Dentro Ali (2017) and Eu Andava Como Se Fosse Voar (2023). In 2024, she introduces Conexión, a project that reimagines her repertoire with acoustic arrangements, delving into Afro-Bahian rhythms like ilú, coco, and ijexá. The album also features a powerful reinterpretation of “Duerme Negrito,” connecting the Latin American songbook to the ongoing fight against racism. Recognized internationally, Aiace has performed on stages across Brazil and around the world, with appearances in Europe (Portugal, Italy, Spain, and the Basque Country), Latin America (Colombia and Cuba), and most recently, a tour in Mexico. Her art celebrates ancestry and cultural diversity, transforming timeless themes into songs that move and inspire audiences. 📲 SIGA AIACE NAS REDES SOCIAIS: Site: http://www.aiace.com.br Instagram: http://www.instagram.com/aiaceoficial Facebook: http://www.facebook.com/aiaceoficial Contato: E-mail: contato@aiace.com.br
Ver detallesAiace
MPB
Afrobrasileiro
Afro
Descrição
Aiace é uma das vozes mais marcantes da música baiana atual. Cantora, compositora e intérprete, ela une suas raízes afro-baianas a uma sonoridade contemporânea, transitando entre ritmos ancestrais e elementos da música pop, jazz e MPB. Com influências que vão de Elis Regina, Luiz Gonzaga e Gilberto Gil à Esperanza Spalding e Natalia Lafourcade, Aiace constrói uma ponte entre tradições culturais e novas perspectivas artísticas. Após ganhar destaque como vocalista do grupo Sertanília, Aiace lançou dois álbuns solo aclamados pela crítica: Dentro Ali (2017) e Eu Andava Como Se Fosse Voar (2023). Em 2024, ela apresenta Conexión, um projeto que revisita seu repertório em arranjos acústicos, explorando ritmos afro-baianos como ilú, coco e ijexá, além de incluir uma releitura poderosa de “Duerme Negrito”, conectando o cancioneiro latino-americano à luta antirracista. Reconhecida internacionalmente, Aiace já levou sua música a palcos no Brasil e no mundo, com apresentações na Europa (Portugal, Itália, Espanha e País Basco), América Latina (Colômbia e Cuba) e recente turnê no México. Sua arte é uma celebração da ancestralidade e da diversidade cultural, traduzindo temas atemporais em canções que emocionam e inspiram. _________________________________________________________________________________ Aiace is one of the most captivating voices in Bahian music. A singer, songwriter, and performer, she blends her Afro-Bahian roots with a contemporary sound, seamlessly navigating between ancestral rhythms and elements of pop, jazz, and Brazilian Popular Music (MPB). Influenced by legends like Elis Regina, Luiz Gonzaga, and Gilberto Gil, as well as Esperanza Spalding and Natalia Lafourcade, Aiace builds a bridge between cultural traditions and new artistic perspectives. After rising to prominence as the lead vocalist of the group Sertanília, Aiace released two critically acclaimed solo albums: Dentro Ali (2017) and Eu Andava Como Se Fosse Voar (2023). In 2024, she introduces Conexión, a project that reimagines her repertoire with acoustic arrangements, delving into Afro-Bahian rhythms like ilú, coco, and ijexá. The album also features a powerful reinterpretation of “Duerme Negrito,” connecting the Latin American songbook to the ongoing fight against racism. Recognized internationally, Aiace has performed on stages across Brazil and around the world, with appearances in Europe (Portugal, Italy, Spain, and the Basque Country), Latin America (Colombia and Cuba), and most recently, a tour in Mexico. Her art celebrates ancestry and cultural diversity, transforming timeless themes into songs that move and inspire audiences. 📲 SIGA AIACE NAS REDES SOCIAIS: Site: http://www.aiace.com.br Instagram: http://www.instagram.com/aiaceoficial Facebook: http://www.facebook.com/aiaceoficial Contato: E-mail: contato@aiace.com.br
Videos

Aiace – Festival Conexión Sónica 2022

Aiace | Fluxo e Refluxo (Clipe Oficial)

Aiace feat. Brina, Manuela, Mariana, Marissol, Natália, Rhaissa, Siamese | Nobre Mulher

Aiace feat. Karol de Souza & Maracatu Ventos de Ouro – Toda Verdade Guarda Uma Mentira

Aiace e Mestrinho | Quando A Gente Se Vê

Orquestra Sinfônica da Bahia convida Aiace | De volta pro aconchego

Aiace | Amarelocura (Lyric Video Oficial)

Aiace | Dentro Ali e Deixa a Gira Girar (Live Aldeias Bahia – Mostra Sesc de Artes)

Aiace (Brasil) e Nexus Duo (Venezuela) | Vete De Mi (Festival Andes Sonoros 2020)

Aiace feat. Cata Raybaud | Pra Curar (Webclipe Oficial)

Aiace – Dentro Ali (Videoclipe oficial)

Aiace e Lazzo Matumbi | Nega Margarida (Minha Menina)

Aiace feat. Luiz Melodia – Samba é Sacerdócio

Aiace – De Qualquer Maneira (Clipe Oficial)

Aiace | Vídeo-Release

Aiace – O Banho (Ao Vivo)

Aiace | Live FLIU 2021 (Completa)
Música

Paulo Bi
A música chegou cedo para o compositor Paulo Bi, ao frequentar ainda criança as rodas de choro na casa de Pixinguinha. Traz em sua bagagem 5 Cds infantis lançados, 2 EPs,1 single e 1 álbum. Já se apresentou no Japão, África do Sul, Suíça, Alemanha, Espanha. Argentina, Uruguai, Peru Colômbia e Guatemala divulgando o seu trabalho. Participou do Circuito de Música Infantil do Sesc Rio divulgando o show Banda da Floresta. Participou da Mostra de Música Infantil Curitibim. Esteve na Argentina, onde se apresentou em Neuquén e em Buenos Aires no CCK, dentro da programação do Encontro da Canção Infantil Latino-Americana e Caribenha. Se apresentou em Neuquén na sala Alícia Rego e no Centro Cultural de Neuquén. Em Rada Tilly participou do Encontro de Música Infantil Pororó e nas cidades de Sarmiento e Trelew, apresentou espetáculo em homenagem aos sessenta anos da bossa nova. Esteve no Uruguai para participar do Encuentro Bella Unión, que reuniu músicos do Brasil, Uruguai e Argentina, na cidade de Bella Unión. Foi à Guatemala, onde apresentou o espetáculo Solo Eu, no Encontro da Canção Infantil Latino-Americana e Caribenha. Em 2022 apresentou no Theatro Municipal de Niterói e no MUHCAB o show Eu sou trezentos, Mário de Andrade por Paulo Bi. Esteve em Valença com o show Eu sou trezentos, incluído na programação do evento Invasão da Poesia. Apresentou o show Yeté em escolas da rede pública do RJ pelo projeto Lá vem história. Em agosto de 2023 lançou o álbum Peabiru, trilha criada para o projeto Histórias de Pindorama. Atualmente apresenta o espetáculo Yeté no circuito promovido através do Edital Sesc Pulsar. Em novembro de 2023 irá apresentar o espetáculo Yeté no Encontro Latino-americano e Caribenho da Canção Infantil.
Ver detallesPaulo Bi
MPB
Cantautor/Música de autor
Descrição
A música chegou cedo para o compositor Paulo Bi, ao frequentar ainda criança as rodas de choro na casa de Pixinguinha. Traz em sua bagagem 5 Cds infantis lançados, 2 EPs,1 single e 1 álbum. Já se apresentou no Japão, África do Sul, Suíça, Alemanha, Espanha. Argentina, Uruguai, Peru Colômbia e Guatemala divulgando o seu trabalho. Participou do Circuito de Música Infantil do Sesc Rio divulgando o show Banda da Floresta. Participou da Mostra de Música Infantil Curitibim. Esteve na Argentina, onde se apresentou em Neuquén e em Buenos Aires no CCK, dentro da programação do Encontro da Canção Infantil Latino-Americana e Caribenha. Se apresentou em Neuquén na sala Alícia Rego e no Centro Cultural de Neuquén. Em Rada Tilly participou do Encontro de Música Infantil Pororó e nas cidades de Sarmiento e Trelew, apresentou espetáculo em homenagem aos sessenta anos da bossa nova. Esteve no Uruguai para participar do Encuentro Bella Unión, que reuniu músicos do Brasil, Uruguai e Argentina, na cidade de Bella Unión. Foi à Guatemala, onde apresentou o espetáculo Solo Eu, no Encontro da Canção Infantil Latino-Americana e Caribenha. Em 2022 apresentou no Theatro Municipal de Niterói e no MUHCAB o show Eu sou trezentos, Mário de Andrade por Paulo Bi. Esteve em Valença com o show Eu sou trezentos, incluído na programação do evento Invasão da Poesia. Apresentou o show Yeté em escolas da rede pública do RJ pelo projeto Lá vem história. Em agosto de 2023 lançou o álbum Peabiru, trilha criada para o projeto Histórias de Pindorama. Atualmente apresenta o espetáculo Yeté no circuito promovido através do Edital Sesc Pulsar. Em novembro de 2023 irá apresentar o espetáculo Yeté no Encontro Latino-americano e Caribenho da Canção Infantil.
Música

OXE
OXE é uma banda original de Maceió (AL), atualmente baseada em São Paulo capital, formada pelos pernambucanos Bruno OXE (guitarra e voz) e Hugo OXE(percussão e voz), ao lado do alagoano Michell OXE (bateria e samples). Com uma trajetória sólida e premiada, o trio mistura a força do rock com a pulsação da música regional nordestina, criando uma sonoridade única, moderna e cheia de identidade. Com quatro discos e quatro singles lançados, o grupo já marcou presença em importantes produções audiovisuais: são duas faixas na trilha sonora do filme Deus é Brasileiro, de Cacá Diegues, além de assinarem a música tema da série Sotaques Brasil, exibida no canal Music Box Brasil. Reconhecimento e Trajetória • Três indicações consecutivas ao Prêmio TIM de Música • Três troféus no Prêmio Profissionais da Música (2018 e 2021) • Dois prêmios no Festival Levi’s Be Original • Turnê internacional no SXSW (Austin, EUA – 2009) • Rock in Rio – Escalada do Rock • Participações em grandes palcos como a Virada Cultural Paulista, turnê SESI Música, Formemus 2024 e muitos outros. A Proposta OXE nasceu com o propósito de resgatar o orgulho de ser brasileiro por meio da valorização da música popular em sua forma mais visceral. Usando uma linguagem atual, vibrante e com muito sotaque. A Experiência ao Vivo Assistir a um show do OXE é mergulhar em uma imersão sensorial: tambores nervosos, guitarras pulsantes e uma performance intensa transformam cada apresentação em uma verdadeira explosão de ritmo, cor e emoção. É música para sentir com o corpo inteiro. É o Rock com Sotaque.
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Alternative Rock / Indie Ii
Descrição
OXE é uma banda original de Maceió (AL), atualmente baseada em São Paulo capital, formada pelos pernambucanos Bruno OXE (guitarra e voz) e Hugo OXE(percussão e voz), ao lado do alagoano Michell OXE (bateria e samples). Com uma trajetória sólida e premiada, o trio mistura a força do rock com a pulsação da música regional nordestina, criando uma sonoridade única, moderna e cheia de identidade. Com quatro discos e quatro singles lançados, o grupo já marcou presença em importantes produções audiovisuais: são duas faixas na trilha sonora do filme Deus é Brasileiro, de Cacá Diegues, além de assinarem a música tema da série Sotaques Brasil, exibida no canal Music Box Brasil. Reconhecimento e Trajetória • Três indicações consecutivas ao Prêmio TIM de Música • Três troféus no Prêmio Profissionais da Música (2018 e 2021) • Dois prêmios no Festival Levi’s Be Original • Turnê internacional no SXSW (Austin, EUA – 2009) • Rock in Rio – Escalada do Rock • Participações em grandes palcos como a Virada Cultural Paulista, turnê SESI Música, Formemus 2024 e muitos outros. A Proposta OXE nasceu com o propósito de resgatar o orgulho de ser brasileiro por meio da valorização da música popular em sua forma mais visceral. Usando uma linguagem atual, vibrante e com muito sotaque. A Experiência ao Vivo Assistir a um show do OXE é mergulhar em uma imersão sensorial: tambores nervosos, guitarras pulsantes e uma performance intensa transformam cada apresentação em uma verdadeira explosão de ritmo, cor e emoção. É música para sentir com o corpo inteiro. É o Rock com Sotaque.
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Música

Luiz Rocha
Luiz Rocha é cantor, compositor e ator, e desde 2001 atua também compondo trilhas sonoras para teatro, cinema e dança, atuando simultaneamente em várias artes – no teatro como ator, diretor e compositor, na música compondo canções e músicas para publicidade e cinema. Os principais trabalhos foram o musical “Chico Rosa”, com Luiz no papel de Noel Rosa, e fazendo parte da direção musical do espetáculo; como ator e músico no espetáculo “Os Gigantes da Montanha”, do Grupo Galpão, com direção de Gabriel Villela; e como ator, músico, diretor musical, arranjador do espetáculo “De Tempo Somos – Um sarau do Grupo Galpão”, do Grupo Galpão com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones. Foi fundador e integrante da banda Todos os Caetanos do Mundo lançando o álbum “Pega a Melodia e Engole” (2015), que teve produção de Chico Neves e participação especial de Arnaldo Antunes. Em 2013 lançou seu primeiro álbum chamado “Ar”. Em 2018 lançou um ep com 4 canções produzido por Leonardo Marques em BH. Em 2019 começa o Projeto Poema – Um Manifesto Poético Para os Tempos Sombrios que prevê o lançamento de um álbum, um espetáculo teatral, um livro de poesias e outros desdobramentos de áudio e vídeo.
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MPB
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Folk Rock
Descrição
Luiz Rocha é cantor, compositor e ator, e desde 2001 atua também compondo trilhas sonoras para teatro, cinema e dança, atuando simultaneamente em várias artes – no teatro como ator, diretor e compositor, na música compondo canções e músicas para publicidade e cinema. Os principais trabalhos foram o musical “Chico Rosa”, com Luiz no papel de Noel Rosa, e fazendo parte da direção musical do espetáculo; como ator e músico no espetáculo “Os Gigantes da Montanha”, do Grupo Galpão, com direção de Gabriel Villela; e como ator, músico, diretor musical, arranjador do espetáculo “De Tempo Somos – Um sarau do Grupo Galpão”, do Grupo Galpão com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones. Foi fundador e integrante da banda Todos os Caetanos do Mundo lançando o álbum “Pega a Melodia e Engole” (2015), que teve produção de Chico Neves e participação especial de Arnaldo Antunes. Em 2013 lançou seu primeiro álbum chamado “Ar”. Em 2018 lançou um ep com 4 canções produzido por Leonardo Marques em BH. Em 2019 começa o Projeto Poema – Um Manifesto Poético Para os Tempos Sombrios que prevê o lançamento de um álbum, um espetáculo teatral, um livro de poesias e outros desdobramentos de áudio e vídeo.
Videos

Luiz Rocha RASTRO QUENTE Video release

Ruído – Luiz Rocha – Ao Vivo

Eu Quero Morar no Seu Cheiro – Luiz Rocha

No Sinal – Luiz Rocha (Lyric Video)

Mustache e os Apaches Feat Luiz Rocha – Amém

Luiz Rocha – Ao Amor Depois do Amor | Sofar Curitiba

Cigarro – Luiz Rocha (Full HD)

Mão na Zebra #12 – Luiz Rocha – No Sinal
Música

Esdras Nogueira
Esdras Nogueira em Transe O saxofonista apresenta sua releitura instrumental do clássico disco “Transa”, de Caetano Veloso. Para Esdras Nogueira a música não precisa de palavras. Ela viaja, transforma, incomoda e fala por si só. Sendo assim, o saxofonista- referência no instrumental indie lança em abril seu quarto disco, intitulado Transe . ** Escute o disco TRANSE: https://www.youtube.com/watch?v=lIGnSUnsZjE&feature=youtu.be Trata-se de uma releitura instrumental do álbum Transa de Caetano Veloso. Este foi gravado em Londres em 1971, e lançado no ano seguinte: durante a pesarosa ditadura militar no Brasil, logo quando o cantor voltou do exílio na Inglaterra. “O ‘Transa’ é um disco lindo e emblemático do Caetano, que junto com Jards Macalé, Tutti Moreno, Moacyr Albuquerque e Áureo de Sousa fez um trabalho forte, solto, político. Eles estavam exilados em Londres e fizeram essa obra de arte enquanto a ditadura vigorava no Brasil. Resolvi chamar o disco de Transe porque ficou com essa atmosfera bem transante”, explica o saxofonista. Transe está disponível em todas as plataformas digitais. Acompanhando o sax barítono de Esdras Nogueira está a guitarra de Marcus Moraes, o baixo de Rodrigo Balduino e a bateria de Thiago Cunha. Eles tocam juntos há cinco anos e esbanjam tanto entrosamento quanto o amadurecimento da estrada, Já passaram por cidades como Lisboa, Porto, Moscou, Barcelona, Bangladesh, Tenerife, e em festivais e casas como Circo Voador (RJ), Sampa Jazz Fest (São Paulo), Instrumental Sesc Brasil (São Paulo), Festival Bananada(Goiânia), Festival Coma(Brasília), Casa da Música( Porto) , Festival de Jazz& Blues em Bangladesh, MAPAS( Tenerife), Música Mundo ( Belo Horizonte). Os arranjos do disco, feitos em conjunto, remetem à mesma liberdade ensejada pelo disco original. Uma mistura de referências, ousadia e grooves contagiantes. Participam do disco: o grande trombonista Bocato, em três músicas, Marcus Moraes (guitarra), Léo Barbosa (percussão), Rodrigo Balduíno (baixo) e Thiago Cunha (bateria). Sobre Esdras Nogueira: Os ouvidos atentos ao cenário independente conhecem o músico por causa da Móveis Coloniais de Acaju, banda que fez história nos palcos do Brasil durante 18 anos e anunciou uma pausa por tempo indeterminado em 2016. Já os mais antenados acompanham a esmerada carreira solo de Esdras Nogueira que preza pela música instrumental, com influências do carimbó, jazz, salsa, samba, música africana e latina. Artistas como Kamasi Washington, Kenny Garrett, Radiohead, Pixinguinha, Skatalites e Tony Allen fazem a sua cabeça. Seu primeiro disco, Capivara , saiu em 2014. O debut ganhou elogios do homenageado Hermeto Pascoal. Em 2016, nasceu NaBarriguda, um disco que vai do dançante carimbó, passa pelo samba e pela música latina e ainda contém muita improvisação. No ano seguinte o artista realizou diversos shows pelo Brasil e a turnê virou seu terceiro álbum Esdras Nogueira Quinteto ao Vivo (2017). Esdras Nogueira também toca na Sr. Gonzales Serenata Orquestra, grupo com alguns de seus companheiros de Móveis Coloniais de Acaju e na banda Consuelo, ambos de Brasília. Saxofonista, produtor e cozinheiro, ele se firmou como um dos nomes da nova música instrumental brasileira. Já levou sua arte dançante para festivais na Europa, Bangladesh e de norte a sul do Brasil. Na gastronomia é criador ,junto com Mariana Cardoso, do site Coma Lá em Casa. Para ele, música e comida transformam vidas.
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Descrição
Esdras Nogueira em Transe O saxofonista apresenta sua releitura instrumental do clássico disco “Transa”, de Caetano Veloso. Para Esdras Nogueira a música não precisa de palavras. Ela viaja, transforma, incomoda e fala por si só. Sendo assim, o saxofonista- referência no instrumental indie lança em abril seu quarto disco, intitulado Transe . ** Escute o disco TRANSE: https://www.youtube.com/watch?v=lIGnSUnsZjE&feature=youtu.be Trata-se de uma releitura instrumental do álbum Transa de Caetano Veloso. Este foi gravado em Londres em 1971, e lançado no ano seguinte: durante a pesarosa ditadura militar no Brasil, logo quando o cantor voltou do exílio na Inglaterra. “O ‘Transa’ é um disco lindo e emblemático do Caetano, que junto com Jards Macalé, Tutti Moreno, Moacyr Albuquerque e Áureo de Sousa fez um trabalho forte, solto, político. Eles estavam exilados em Londres e fizeram essa obra de arte enquanto a ditadura vigorava no Brasil. Resolvi chamar o disco de Transe porque ficou com essa atmosfera bem transante”, explica o saxofonista. Transe está disponível em todas as plataformas digitais. Acompanhando o sax barítono de Esdras Nogueira está a guitarra de Marcus Moraes, o baixo de Rodrigo Balduino e a bateria de Thiago Cunha. Eles tocam juntos há cinco anos e esbanjam tanto entrosamento quanto o amadurecimento da estrada, Já passaram por cidades como Lisboa, Porto, Moscou, Barcelona, Bangladesh, Tenerife, e em festivais e casas como Circo Voador (RJ), Sampa Jazz Fest (São Paulo), Instrumental Sesc Brasil (São Paulo), Festival Bananada(Goiânia), Festival Coma(Brasília), Casa da Música( Porto) , Festival de Jazz& Blues em Bangladesh, MAPAS( Tenerife), Música Mundo ( Belo Horizonte). Os arranjos do disco, feitos em conjunto, remetem à mesma liberdade ensejada pelo disco original. Uma mistura de referências, ousadia e grooves contagiantes. Participam do disco: o grande trombonista Bocato, em três músicas, Marcus Moraes (guitarra), Léo Barbosa (percussão), Rodrigo Balduíno (baixo) e Thiago Cunha (bateria). Sobre Esdras Nogueira: Os ouvidos atentos ao cenário independente conhecem o músico por causa da Móveis Coloniais de Acaju, banda que fez história nos palcos do Brasil durante 18 anos e anunciou uma pausa por tempo indeterminado em 2016. Já os mais antenados acompanham a esmerada carreira solo de Esdras Nogueira que preza pela música instrumental, com influências do carimbó, jazz, salsa, samba, música africana e latina. Artistas como Kamasi Washington, Kenny Garrett, Radiohead, Pixinguinha, Skatalites e Tony Allen fazem a sua cabeça. Seu primeiro disco, Capivara , saiu em 2014. O debut ganhou elogios do homenageado Hermeto Pascoal. Em 2016, nasceu NaBarriguda, um disco que vai do dançante carimbó, passa pelo samba e pela música latina e ainda contém muita improvisação. No ano seguinte o artista realizou diversos shows pelo Brasil e a turnê virou seu terceiro álbum Esdras Nogueira Quinteto ao Vivo (2017). Esdras Nogueira também toca na Sr. Gonzales Serenata Orquestra, grupo com alguns de seus companheiros de Móveis Coloniais de Acaju e na banda Consuelo, ambos de Brasília. Saxofonista, produtor e cozinheiro, ele se firmou como um dos nomes da nova música instrumental brasileira. Já levou sua arte dançante para festivais na Europa, Bangladesh e de norte a sul do Brasil. Na gastronomia é criador ,junto com Mariana Cardoso, do site Coma Lá em Casa. Para ele, música e comida transformam vidas.
Videos

Transe | Esdras Nogueira e grupo tocam o Transa de Caetano Veloso

Esdras Nogueira | You Don't Know Me

Esdras Nogueira ao vivo no Blue Note sp | Mora na Filosofia

Neolithic Man | Transe, Esdras Nogueira e grupo tocam Transa de Caetano Veloso

Chá de Bananeira ao vivo no circo voador – Esdras Nogueira Quinteto

esdras nogueira @ glória: this ship will sink (encerramento do show)
Música

Semreceita
“Pensar, cuidar, pôr um penso. E sem receita”. Com nome inspirado no livro homônimo de Jose Miguel Wisnik, o Semreceita preza pelo cuidado com uma música livre de pré-conceitos que limitem a espontaneidade de uma performance ao vivo e considera a importância de conectar o som a questões humanas e culturalmente enraizadas. Desta forma o grupo desperta a curiosidade em públicos diversos pelos infinitos caminhos da experimentação musical em uma apresentação inusitada, enérgica e divertida. Tão consonante a todo esse movimento de reinvenção, é a difusão da proposta de ocupar os espaços públicos da cidade com a música instrumental, retirando-a de seu lugar tradicional para cindir com o caráter elitista que por vezes se atribui ao gênero. Recém chegado de uma bem sucedida turnê por Portugal, Semreceita está em fase de circulação de seu disco, que traz influências vistas por alguns como ‘sofisticadas’ como o jazz e a música instrumental em geral, em âmbito mais coerente com suas raízes culturais. Isto aproxima o público de sua performance, que se faz com profundidade junto à ‘simplicidade’ da cultura popular, como podemos observar no berço de gêneros como o choro, o samba, o carimbó, o frevo, o baião e demais culturas afro-brasileiras e afro-americanas pelo jazz, blues e rock. O repertório é formado por composições autorais conectadas a tais gêneros e também pela intenção de renovar, em arranjos instrumentais, a canção popular com uma estética mista. A mistura se faz também na instrumentação do grupo, aliando Saxofone, Baixo, Bateria e Guitarra como instrumentos mais populares com a singularidade do Vibrafone.
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Tropicalia
MPB
Descrição
“Pensar, cuidar, pôr um penso. E sem receita”. Com nome inspirado no livro homônimo de Jose Miguel Wisnik, o Semreceita preza pelo cuidado com uma música livre de pré-conceitos que limitem a espontaneidade de uma performance ao vivo e considera a importância de conectar o som a questões humanas e culturalmente enraizadas. Desta forma o grupo desperta a curiosidade em públicos diversos pelos infinitos caminhos da experimentação musical em uma apresentação inusitada, enérgica e divertida. Tão consonante a todo esse movimento de reinvenção, é a difusão da proposta de ocupar os espaços públicos da cidade com a música instrumental, retirando-a de seu lugar tradicional para cindir com o caráter elitista que por vezes se atribui ao gênero. Recém chegado de uma bem sucedida turnê por Portugal, Semreceita está em fase de circulação de seu disco, que traz influências vistas por alguns como ‘sofisticadas’ como o jazz e a música instrumental em geral, em âmbito mais coerente com suas raízes culturais. Isto aproxima o público de sua performance, que se faz com profundidade junto à ‘simplicidade’ da cultura popular, como podemos observar no berço de gêneros como o choro, o samba, o carimbó, o frevo, o baião e demais culturas afro-brasileiras e afro-americanas pelo jazz, blues e rock. O repertório é formado por composições autorais conectadas a tais gêneros e também pela intenção de renovar, em arranjos instrumentais, a canção popular com uma estética mista. A mistura se faz também na instrumentação do grupo, aliando Saxofone, Baixo, Bateria e Guitarra como instrumentos mais populares com a singularidade do Vibrafone.
Música

Socorro Lira
Socorro Lira foi premiada em 2012 e indicada em 2016 e 2017 ao Prêmio da Música Brasileira. Maria Lira do Socorro Pereira, em artes, Socorro Lira. Nasceu na zona rural de Brejo do Cruz, sertão da Paraíba, Nordeste, Brasil, no ano de 1974. É cantora, compositora, escritora, cineasta e produtora cultural. Formada em Psicologia Social pela Universidade Estadual da Paraíba. Inicia-se ao violão como autodidata, vindo a estudar técnica violonística e introdução ao violão clássico no Departamento de Artes da Universidade Federal de Campina Grande. Reside em São Paulo, capital, desde 2004. https://pt.wikipedia.org/wiki/Socorro_Lira Iniciou sua carreira na música em 2001 e, desde então, apresenta a seguinte discografia cuja produção ela mesma assina. https://www.socorrolira.com.br/discografia/ Formação em Audiovisual Em 2022 estudou La Puesta en Escena Cinematográfica, El Actor, El Espacio Y La Cámara – Escuela Internacional de Cine y TV, Cuba (2022), com o prof. Cubano Aduardo Eimil e a professora argentina Norma Angeleri; e Cinema – Intensivo Férias na Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2021 cursou Direção Cinematográfica na Academia Internacional de Cinema de São Paulo, com o prof. Fábio Montanari. Fez os cursos Roteiro Cinematográfico, da roteirista e diretora Anna Muylaert; Curso de Roteiro Audiovisual, com o roteirista Renato Modesto; Produção Criativa para Cinema, com o produtor Rodrigo Teixeira, esses três últimos no formato online. Realização em Audiovisual No audiovisual, estreou produzindo e dirigindo o documentário Aqui Tem Coco – Um dia em Caiana dos Crioulos e o curta Zefa. Produziu e atuou no curta Tô esperando você voltar, de Marina Lavarini. Compôs trilhas para filmes como O Ramo, de Breno César, Uma Visita a Elizabeth Teixeira, de Susanna Lira e Gardenia, do diretor mexicano Pedro Joaquín. Fez narração em projeto como o curta de animação O Futuro Pode Ser Outro do Instituto Socioambiental (ISA). Projeto Memória Musical da Paraíba – MMPB (produção e direção artística) 2011. CD Lua Bonita, da obra do compositor paraibano Zé do Norte – 100 anos 2007. CD Desencosta da Parede das cirandeiras de Caiana dos Crioulos 2004. CD Pedra de Amolar da obra inédita e em homenagem a Zé Marcolino 2003. CD Ciranda, Coco-de-Roda e Outros Cantos (DP), Caiana dos Crioulos Publicações literárias 2023. Falar dos Meus Amores Invisíveis E-book em línguas inglesa e portuguesa (Liraprocult Editorial) 2023. Falar dos Meus Amores Invisíveis (Editora Livros Legais) 2018. Da perspectiva das orquídeas (Poesia, Editora Patuá) 2018. A língua que a gente fala (Conto infantil, Editora IMEPH) 2015. A pena secreta da asa (Poesia, Uka Editorial) 2007. Aquarelar (Poesia, edição da autora) Premiações Socorro Lira foi premiada em 2012 e indicada em 2016 e 2017 ao Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora (categoria regional) sendo, esta, a mais importante premiação da música do país. Ganhou o Troféu Cata-vento de melhor música (Pata humana pata) de 2013, da Rádio Cultura FM – São Paulo – Programa Solano Ribeiro. Em 1998 foi contemplada com o Prêmio Europa 98 da “Associazione Senza Frontiere”, de Lentate Sul – Seveso, Milão – Itália. Projetos AvivaVOZ. Socorro Lira musicou dez poetas e escritoras que viveram, escreveram e publicaram entre os séculos XVIII e XX para publicar em CDs, como Maria Firmina dos Reis, Zila Mamede, Carolina Maria de Jesus, Ruth Guimarães, entre outras. É idealizadora, organizadora e diretora artística do Prêmio Grão de Música. Sob sua direção, o PGM tem vários desdobramentos como as coletâneas anuais do PGM (www.premiograodemusica.com.br/coletaneas ), a Mostra PGM que acontece junto com a cerimônia (https://youtu.be/TjWSWHidH6g ); Circuito PGM em Casa (https://youtu.be/qioqY0gOhgQ) e o programa de entrevistas Brasil por Dentro (https://youtu.be/R1Y6iwBBhDI?list=PLEeCTQwcA8LgRXfy-TSvanD5EMnwcdSAs). É cofundadora e presidenta da Associação Cultural Mata Branca – Espaço Mata Branca, em sua cidade natal, Brejo do Cruz, Paraíba – Brasil, entidade que desenvolve atividades artístico-culturais junto e para a comunidade, especialmente crianças. Como artista, apresentou-se em vários países da Europa, África, Ásia e América Latina, incluindo o Brasil.
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Socorro Lira foi premiada em 2012 e indicada em 2016 e 2017 ao Prêmio da Música Brasileira. Maria Lira do Socorro Pereira, em artes, Socorro Lira. Nasceu na zona rural de Brejo do Cruz, sertão da Paraíba, Nordeste, Brasil, no ano de 1974. É cantora, compositora, escritora, cineasta e produtora cultural. Formada em Psicologia Social pela Universidade Estadual da Paraíba. Inicia-se ao violão como autodidata, vindo a estudar técnica violonística e introdução ao violão clássico no Departamento de Artes da Universidade Federal de Campina Grande. Reside em São Paulo, capital, desde 2004. https://pt.wikipedia.org/wiki/Socorro_Lira Iniciou sua carreira na música em 2001 e, desde então, apresenta a seguinte discografia cuja produção ela mesma assina. https://www.socorrolira.com.br/discografia/ Formação em Audiovisual Em 2022 estudou La Puesta en Escena Cinematográfica, El Actor, El Espacio Y La Cámara – Escuela Internacional de Cine y TV, Cuba (2022), com o prof. Cubano Aduardo Eimil e a professora argentina Norma Angeleri; e Cinema – Intensivo Férias na Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2021 cursou Direção Cinematográfica na Academia Internacional de Cinema de São Paulo, com o prof. Fábio Montanari. Fez os cursos Roteiro Cinematográfico, da roteirista e diretora Anna Muylaert; Curso de Roteiro Audiovisual, com o roteirista Renato Modesto; Produção Criativa para Cinema, com o produtor Rodrigo Teixeira, esses três últimos no formato online. Realização em Audiovisual No audiovisual, estreou produzindo e dirigindo o documentário Aqui Tem Coco – Um dia em Caiana dos Crioulos e o curta Zefa. Produziu e atuou no curta Tô esperando você voltar, de Marina Lavarini. Compôs trilhas para filmes como O Ramo, de Breno César, Uma Visita a Elizabeth Teixeira, de Susanna Lira e Gardenia, do diretor mexicano Pedro Joaquín. Fez narração em projeto como o curta de animação O Futuro Pode Ser Outro do Instituto Socioambiental (ISA). Projeto Memória Musical da Paraíba – MMPB (produção e direção artística) 2011. CD Lua Bonita, da obra do compositor paraibano Zé do Norte – 100 anos 2007. CD Desencosta da Parede das cirandeiras de Caiana dos Crioulos 2004. CD Pedra de Amolar da obra inédita e em homenagem a Zé Marcolino 2003. CD Ciranda, Coco-de-Roda e Outros Cantos (DP), Caiana dos Crioulos Publicações literárias 2023. Falar dos Meus Amores Invisíveis E-book em línguas inglesa e portuguesa (Liraprocult Editorial) 2023. Falar dos Meus Amores Invisíveis (Editora Livros Legais) 2018. Da perspectiva das orquídeas (Poesia, Editora Patuá) 2018. A língua que a gente fala (Conto infantil, Editora IMEPH) 2015. A pena secreta da asa (Poesia, Uka Editorial) 2007. Aquarelar (Poesia, edição da autora) Premiações Socorro Lira foi premiada em 2012 e indicada em 2016 e 2017 ao Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora (categoria regional) sendo, esta, a mais importante premiação da música do país. Ganhou o Troféu Cata-vento de melhor música (Pata humana pata) de 2013, da Rádio Cultura FM – São Paulo – Programa Solano Ribeiro. Em 1998 foi contemplada com o Prêmio Europa 98 da “Associazione Senza Frontiere”, de Lentate Sul – Seveso, Milão – Itália. Projetos AvivaVOZ. Socorro Lira musicou dez poetas e escritoras que viveram, escreveram e publicaram entre os séculos XVIII e XX para publicar em CDs, como Maria Firmina dos Reis, Zila Mamede, Carolina Maria de Jesus, Ruth Guimarães, entre outras. É idealizadora, organizadora e diretora artística do Prêmio Grão de Música. Sob sua direção, o PGM tem vários desdobramentos como as coletâneas anuais do PGM (www.premiograodemusica.com.br/coletaneas ), a Mostra PGM que acontece junto com a cerimônia (https://youtu.be/TjWSWHidH6g ); Circuito PGM em Casa (https://youtu.be/qioqY0gOhgQ) e o programa de entrevistas Brasil por Dentro (https://youtu.be/R1Y6iwBBhDI?list=PLEeCTQwcA8LgRXfy-TSvanD5EMnwcdSAs). É cofundadora e presidenta da Associação Cultural Mata Branca – Espaço Mata Branca, em sua cidade natal, Brejo do Cruz, Paraíba – Brasil, entidade que desenvolve atividades artístico-culturais junto e para a comunidade, especialmente crianças. Como artista, apresentou-se em vários países da Europa, África, Ásia e América Latina, incluindo o Brasil.
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