
Guerreiro On
Paulo Cezar Batista Guerreiro, artisticamente conhecido como Guerreiro On, é uma figura central na cena do rap do Distrito Federal. Nascido em 1988 e radicado no Sol Nascente, Ceilândia, sua jornada com a arte começou em 2006, nos palcos de festivais escolares no Guará-DF, onde o rap e a poesia já pulsavam forte. Essa paixão inicial o levou à formação do grupo Unidade3 e, em 2015, à fundação da Banca AltoKalibre, um coletivo que uniu diversos talentos do rap do DF. Além de sua potente voz como rapper, Guerreiro On é um artista multifacetado: assina produções como beatmaker e atua incansavelmente como produtor executivo, artístico e cultural. Sua visão e capacidade de realização se estendem à produção de eventos marcantes, como o Baile da Caixa D'água (DF) e o Baile da Realleza (RJ), ambos em 2024, consolidando seu papel de catalisador cultural. Com uma discografia que reflete sua trajetória e amadurecimento, Guerreiro On lançou seu primeiro álbum solo, "Street", em 2019, produzido no Studio @condutarecordz. Em 2024, ele reafirmou sua posição no cenário com o lançamento de seu segundo álbum, "Protagonista", solidificando sua identidade como um dos pilares do rap brasileiro. Guerreiro On não apenas canta suas histórias, ele as produz, organiza e amplifica, sendo um verdadeiro protagonista dentro e fora dos palcos.
Ver detalhesGuerreiro On
Trap & Drill
Descrição
Paulo Cezar Batista Guerreiro, artisticamente conhecido como Guerreiro On, é uma figura central na cena do rap do Distrito Federal. Nascido em 1988 e radicado no Sol Nascente, Ceilândia, sua jornada com a arte começou em 2006, nos palcos de festivais escolares no Guará-DF, onde o rap e a poesia já pulsavam forte. Essa paixão inicial o levou à formação do grupo Unidade3 e, em 2015, à fundação da Banca AltoKalibre, um coletivo que uniu diversos talentos do rap do DF. Além de sua potente voz como rapper, Guerreiro On é um artista multifacetado: assina produções como beatmaker e atua incansavelmente como produtor executivo, artístico e cultural. Sua visão e capacidade de realização se estendem à produção de eventos marcantes, como o Baile da Caixa D'água (DF) e o Baile da Realleza (RJ), ambos em 2024, consolidando seu papel de catalisador cultural. Com uma discografia que reflete sua trajetória e amadurecimento, Guerreiro On lançou seu primeiro álbum solo, "Street", em 2019, produzido no Studio @condutarecordz. Em 2024, ele reafirmou sua posição no cenário com o lançamento de seu segundo álbum, "Protagonista", solidificando sua identidade como um dos pilares do rap brasileiro. Guerreiro On não apenas canta suas histórias, ele as produz, organiza e amplifica, sendo um verdadeiro protagonista dentro e fora dos palcos.
Música

Felipe Bango
Nací en Montevideo en 1992, soy compositor, cantante y guitarrista autodidacta. Actualmente estoy finalizando Cuestión:, mi primer disco, una obra autogestionada en proceso de producción. Es una propuesta tanto íntima —porque nace de la vivencia intensa de mi 2024— como colectiva —porque convoqué a otrxs artistas a vestir esas canciones y sumar su arte visual—. Estudié profesorado de música en el Instituto de Profesores Artigas y me formé también en talleres y jornadas de música coral y guitarra. Participé en algunas bandas con conciertos en vivo. Siempre guié mi camino por la necesidad de encontrar una voz propia, tanto en lo musical como en lo expresivo. Soy un varón trans, y mi transición implicó un reencuentro profundo con el canto: cambiar de voz me obligó a reentrenar mi registro desde otro lugar, transformando por completo mi manera de interpretar y componer. Ese proceso es hoy una parte central de mi práctica artística. Actualmente trabajo también en la musicalización y ambientación sonora de una obra de teatro independiente.
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Folclor Fusión
Bossa Nova
Descrição
Nací en Montevideo en 1992, soy compositor, cantante y guitarrista autodidacta. Actualmente estoy finalizando Cuestión:, mi primer disco, una obra autogestionada en proceso de producción. Es una propuesta tanto íntima —porque nace de la vivencia intensa de mi 2024— como colectiva —porque convoqué a otrxs artistas a vestir esas canciones y sumar su arte visual—. Estudié profesorado de música en el Instituto de Profesores Artigas y me formé también en talleres y jornadas de música coral y guitarra. Participé en algunas bandas con conciertos en vivo. Siempre guié mi camino por la necesidad de encontrar una voz propia, tanto en lo musical como en lo expresivo. Soy un varón trans, y mi transición implicó un reencuentro profundo con el canto: cambiar de voz me obligó a reentrenar mi registro desde otro lugar, transformando por completo mi manera de interpretar y componer. Ese proceso es hoy una parte central de mi práctica artística. Actualmente trabajo también en la musicalización y ambientación sonora de una obra de teatro independiente.

CHERRA
Cherra, solista de 25 años de Buenos Aires, lanzó su primer álbum, GIRLY. Este nuevo proyecto musical es una emocionante inmersión en la nostalgia de los años 2000, con un sonido que revive géneros icónicos de la época (Drum and Bass, Synthpop, UK Garage), agregando su toque distintivo de pop con mucho groove. El viaje artístico ha llevado a esta joven artista a explorar nuevos horizontes musicales. Con una identidad musical más definida, está decidida a transportar a su audiencia a una era pasada, llena de energía, nostalgias y vitalidad, mientras infunde un giro contemporáneo y fresco en cada nota. Además, Cherra apuesta por una escena más diversa e inclusiva, y en su próxima fecha en vivo presentará su proyecto con una banda completa y un equipo de producción 100% conformado por mujeres. Con esto busca no solo visibilizar talento femenino, sino también fomentar el cupo y la representación de mujeres en la industria musical.
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Electropop
Uk Garage (2-Step & Speed Garage)
Reggaetón & Latin Rap
Descrição
Cherra, solista de 25 años de Buenos Aires, lanzó su primer álbum, GIRLY. Este nuevo proyecto musical es una emocionante inmersión en la nostalgia de los años 2000, con un sonido que revive géneros icónicos de la época (Drum and Bass, Synthpop, UK Garage), agregando su toque distintivo de pop con mucho groove. El viaje artístico ha llevado a esta joven artista a explorar nuevos horizontes musicales. Con una identidad musical más definida, está decidida a transportar a su audiencia a una era pasada, llena de energía, nostalgias y vitalidad, mientras infunde un giro contemporáneo y fresco en cada nota. Además, Cherra apuesta por una escena más diversa e inclusiva, y en su próxima fecha en vivo presentará su proyecto con una banda completa y un equipo de producción 100% conformado por mujeres. Con esto busca no solo visibilizar talento femenino, sino también fomentar el cupo y la representación de mujeres en la industria musical.

Ana Claudia Assis
Pianista com vasta experiência no repertório contemporâneo. É professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil) onde desenvolve intensa atividade nos domínios da musicologia e da performance musical. Dentre suas principais publicações estão os livros Os doze sons e a cor nacional: conciliações estéticas e culturais na produção musical de César Guerra-Peixe (ANNABLUME, 2015), A Caminho de novos portos: o piano de Jorge Peixinho no intercâmbio musical entre Brasil e Portugal (CESEM, 2023) e O piano de Kilza Setti (SELO MINAS DE SOM, 2023). Como intérprete se dedica à música contemporânea com participação em importantes festivais. Suas principais gravações incluem os álbuns Música Dodecafônica de Guerra-Peixe para piano (2015); Sonoridades: peças contemporâneas para piano (2016); Vertentes: música brasileira para piano (2017); Pirâmides de Cristal: obra para piano de João Pedro Oliveira (2019), O piano de Kilza Setti (2023). Junto com o violoncelista português Miguel Rocha forma o Duo Sigma (piano e violoncelo) dedicado à música contemporânea luso-brasileira tendo gravado 4 álbuns com destaque para o último, lançado em 2025, intitulado Reverse Time – Russian and Ukrainian Contemporary Music. É idealizadora dos Encontros Internacionais de Piano Contemporâneo, evento itinerante com edição anual desde 2016.
Ver detalhesAna Claudia Assis
Contemporánea
Descrição
Pianista com vasta experiência no repertório contemporâneo. É professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil) onde desenvolve intensa atividade nos domínios da musicologia e da performance musical. Dentre suas principais publicações estão os livros Os doze sons e a cor nacional: conciliações estéticas e culturais na produção musical de César Guerra-Peixe (ANNABLUME, 2015), A Caminho de novos portos: o piano de Jorge Peixinho no intercâmbio musical entre Brasil e Portugal (CESEM, 2023) e O piano de Kilza Setti (SELO MINAS DE SOM, 2023). Como intérprete se dedica à música contemporânea com participação em importantes festivais. Suas principais gravações incluem os álbuns Música Dodecafônica de Guerra-Peixe para piano (2015); Sonoridades: peças contemporâneas para piano (2016); Vertentes: música brasileira para piano (2017); Pirâmides de Cristal: obra para piano de João Pedro Oliveira (2019), O piano de Kilza Setti (2023). Junto com o violoncelista português Miguel Rocha forma o Duo Sigma (piano e violoncelo) dedicado à música contemporânea luso-brasileira tendo gravado 4 álbuns com destaque para o último, lançado em 2025, intitulado Reverse Time – Russian and Ukrainian Contemporary Music. É idealizadora dos Encontros Internacionais de Piano Contemporâneo, evento itinerante com edição anual desde 2016.
Música

Cacala Carvalho
.CACALA CARVALHO é cantora, compositora, arranjadora, professora de canto e preparadora vocal. Nascida no Rio de Janeiro, escolheu viver em Niterói desde 2003, cidade da família paterna em que passou boa parte da infância. Estudou Violão, Teoria, Harmonia e Percepção na Rio Música com os professores Fernando Caneca, Sérgio Mello Benevenuto e Carlos Almada (89/93). Desde 1989 se dedica ao canto, em especial à música vocal. É mestre em Psicologia pela PUC-RJ (1991) e pós-graduada como Especialista em Pedagogia Vocal, Expressão e Técnica pela Faculdade Santa Marcelina-SP (2022). Participou do Grupo Vocal Maite-Tchu de 1989 a 1998. Desde 1994 trabalha para corais de empresas. Trabalhou com a Petróleo Ipiranga, o Sistema FIRJAN, o PROJAC, o INMETRO e a VALE, fazendo parte da equipe do maestro Eduardo Morelenbaum. Já atuou também em monitoria nos corais da Shell, da Coca-cola, da Cimento Paraíso e da Unigranrio. Integrou o coro de quatro vozes da montagem do musical "Orfeu da Conceição", de Haroldo Costa, em São Paulo (1997). Com a Cia Sansoni de Canto, organizada pelo regente Sérgio Sansão, participou do coro de Natal dos Supermercados Zonasul, do grupo Octopus (especializado em Negro Spirituals), de projetos para eventos especiais em Shoppings e casas de show, além do show “I can tell the world” de Negro Spirituals, em 2004 na Sala Baden Powell e na Sala Cecília Meirelles. Dá aulas de técnica vocal desde 1989 e faz preparação vocal de elencos para teatro. Atuou como cantora e atriz em musicais infantis. Atua em gravações de jingles publicitários, desenhos animados, programas de TV e álbuns de inúmeros artistas. Fez a preparação vocal foi "S'imbora, a história de Wilson Simonal" (2015), grande sucesso de público e crítica. Seu último trabalho de preparação vocal foi o musical infantil "Os Aventureiros no Reino Congelado" escrito e dirigido por Rafael Zulu e Lidy Marx. Participa do grupo vocal Arranco de Varsóvia desde 2001. O grupo recebeu em 2006 o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Grupo de Samba. Sua discografia é composta dos seguintes álbuns: “Ela e ele e eu” – Seu primeiro álbum solo independente (2001); “Histórias, músicas e acalantos” – CD independente de composições infantis de Maria Helena Alvarenga ao lado de Maria Teresa Madeira (2003); “I Can Tell The world” – CD Gospel de Negro Spirituals, com os cantores da Companhia Sansoni e Double Sound (2004); “Na Cadência do Samba”- com o grupo Arranco de Varsóvia (Dubas – 2005); “Pessoa Rara” – com o trio vocal Folia de 3 em homenagem ao compositor Ivan Lins (Mills Records e Mosaico Digital – 2005); “Samba e Progresso” – com o grupo Arranco de Varsóvia (Dubas – 2007); DVD “Pãozinho de Açúcar – Arranco canta Martinho” (2010) uma parceria entre o Selo Mills Records, o Canal Brasil e a Cineviola; “Cada tempo em seu lugar” (2012) uma homenagem aos 70 anos de Gilberto Gil, gravado em duo com o pianista João Braga, lançado também pelo Selo Mills, “Na panela pra dançar (2014), com o Arranco de Varsóvia, pelo mesmo selo bem com o “Samba De Cartola (Ao Vivo) em 2021. É regente do grupo vocal feminino Flor do Canto, em Niterói, desde julho de 2007. É regente do Coral do Casarão Cultural da Região Oceânica de Niterói, formado em abril de 2016. Foi regente do Coral do Vital, formado por funcionários e moradores do entorno do Instituto Vital Brazil, de julho de 2010 a dezembro de 2015. Em seus projetos vocais com os grupos de Niterói, 2025 é o ano de homenagear o grande artista brasileiro Milton Nascimento. Em 2021 fundou o Selo Zênitha Música, ao lado de outros 3 artistas, para gerir e lançar suas produções musicais. O selo obteve o primeiro lugar no VIII Prêmio Profissionais da Música (PPM), em 2025, na categoria nacional de Selo Musical. Atualmente, Cacala trabalha no seu primeiro álbum inteiramente autoral “A Música Que Eu Quiser” que vai ser lançado em 2025/26.
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MPB
Samba
(Early) Pop Rock & Power Pop
Descrição
.CACALA CARVALHO é cantora, compositora, arranjadora, professora de canto e preparadora vocal. Nascida no Rio de Janeiro, escolheu viver em Niterói desde 2003, cidade da família paterna em que passou boa parte da infância. Estudou Violão, Teoria, Harmonia e Percepção na Rio Música com os professores Fernando Caneca, Sérgio Mello Benevenuto e Carlos Almada (89/93). Desde 1989 se dedica ao canto, em especial à música vocal. É mestre em Psicologia pela PUC-RJ (1991) e pós-graduada como Especialista em Pedagogia Vocal, Expressão e Técnica pela Faculdade Santa Marcelina-SP (2022). Participou do Grupo Vocal Maite-Tchu de 1989 a 1998. Desde 1994 trabalha para corais de empresas. Trabalhou com a Petróleo Ipiranga, o Sistema FIRJAN, o PROJAC, o INMETRO e a VALE, fazendo parte da equipe do maestro Eduardo Morelenbaum. Já atuou também em monitoria nos corais da Shell, da Coca-cola, da Cimento Paraíso e da Unigranrio. Integrou o coro de quatro vozes da montagem do musical "Orfeu da Conceição", de Haroldo Costa, em São Paulo (1997). Com a Cia Sansoni de Canto, organizada pelo regente Sérgio Sansão, participou do coro de Natal dos Supermercados Zonasul, do grupo Octopus (especializado em Negro Spirituals), de projetos para eventos especiais em Shoppings e casas de show, além do show “I can tell the world” de Negro Spirituals, em 2004 na Sala Baden Powell e na Sala Cecília Meirelles. Dá aulas de técnica vocal desde 1989 e faz preparação vocal de elencos para teatro. Atuou como cantora e atriz em musicais infantis. Atua em gravações de jingles publicitários, desenhos animados, programas de TV e álbuns de inúmeros artistas. Fez a preparação vocal foi "S'imbora, a história de Wilson Simonal" (2015), grande sucesso de público e crítica. Seu último trabalho de preparação vocal foi o musical infantil "Os Aventureiros no Reino Congelado" escrito e dirigido por Rafael Zulu e Lidy Marx. Participa do grupo vocal Arranco de Varsóvia desde 2001. O grupo recebeu em 2006 o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Grupo de Samba. Sua discografia é composta dos seguintes álbuns: “Ela e ele e eu” – Seu primeiro álbum solo independente (2001); “Histórias, músicas e acalantos” – CD independente de composições infantis de Maria Helena Alvarenga ao lado de Maria Teresa Madeira (2003); “I Can Tell The world” – CD Gospel de Negro Spirituals, com os cantores da Companhia Sansoni e Double Sound (2004); “Na Cadência do Samba”- com o grupo Arranco de Varsóvia (Dubas – 2005); “Pessoa Rara” – com o trio vocal Folia de 3 em homenagem ao compositor Ivan Lins (Mills Records e Mosaico Digital – 2005); “Samba e Progresso” – com o grupo Arranco de Varsóvia (Dubas – 2007); DVD “Pãozinho de Açúcar – Arranco canta Martinho” (2010) uma parceria entre o Selo Mills Records, o Canal Brasil e a Cineviola; “Cada tempo em seu lugar” (2012) uma homenagem aos 70 anos de Gilberto Gil, gravado em duo com o pianista João Braga, lançado também pelo Selo Mills, “Na panela pra dançar (2014), com o Arranco de Varsóvia, pelo mesmo selo bem com o “Samba De Cartola (Ao Vivo) em 2021. É regente do grupo vocal feminino Flor do Canto, em Niterói, desde julho de 2007. É regente do Coral do Casarão Cultural da Região Oceânica de Niterói, formado em abril de 2016. Foi regente do Coral do Vital, formado por funcionários e moradores do entorno do Instituto Vital Brazil, de julho de 2010 a dezembro de 2015. Em seus projetos vocais com os grupos de Niterói, 2025 é o ano de homenagear o grande artista brasileiro Milton Nascimento. Em 2021 fundou o Selo Zênitha Música, ao lado de outros 3 artistas, para gerir e lançar suas produções musicais. O selo obteve o primeiro lugar no VIII Prêmio Profissionais da Música (PPM), em 2025, na categoria nacional de Selo Musical. Atualmente, Cacala trabalha no seu primeiro álbum inteiramente autoral “A Música Que Eu Quiser” que vai ser lançado em 2025/26.
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Litoral Mitá
Litoral Mitá nace en 2019 en Aldea María Luisa, provincia de Entre Ríos, bajo la dirección de Benjamín Roskopf al acordeón. Completan la formación Nicolás Pross (guitarra y voz), Celestino Mena (guitarra y voz), un percusionista y un bajista. Nuestra propuesta fusiona chamamé, polkas, rasguidos dobles y chamarritas, realzada con efectos audiovisuales 3D, chispas frías, humo y fuegos artificiales de bajo impacto. En 2023 fuimos galardonados con el Premio Revelación SADAIC por revitalizar la música del Litoral. Hemos recorrido el Festival Nacional del Chamamé en Federal, el Festival Mercosur en Corrientes, el Festival del Litoral en Misiones y la Fiesta del Surubí en La Paz. También actuamos en el Palacio Libertad (ex CCK) y en la Feria de Mataderos (CABA).
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Chamamé
Folklore Sudamericano
Descrição
Litoral Mitá nace en 2019 en Aldea María Luisa, provincia de Entre Ríos, bajo la dirección de Benjamín Roskopf al acordeón. Completan la formación Nicolás Pross (guitarra y voz), Celestino Mena (guitarra y voz), un percusionista y un bajista. Nuestra propuesta fusiona chamamé, polkas, rasguidos dobles y chamarritas, realzada con efectos audiovisuales 3D, chispas frías, humo y fuegos artificiales de bajo impacto. En 2023 fuimos galardonados con el Premio Revelación SADAIC por revitalizar la música del Litoral. Hemos recorrido el Festival Nacional del Chamamé en Federal, el Festival Mercosur en Corrientes, el Festival del Litoral en Misiones y la Fiesta del Surubí en La Paz. También actuamos en el Palacio Libertad (ex CCK) y en la Feria de Mataderos (CABA).
Música

Apoyo Emocional
Apoyo Emocional es una banda de dream pop con tintes de noise proveniente de Buenos Aires y del sur de Argentina, que forma parte de la nueva ola de bandas de rock alternativo surgidas en la post-pandemia. El grupo es conocido por mezclar letras nostálgicas con paisajes sonoros inmersivos llenos de distorsión y ruido atmosférico. La banda está compuesta por Lourdes (guitarra y voz), Bianca (guitarra y voz), Sofía (bajo y voz) y Juan (batería).
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Alternative Rock / Indie Ii
Noise Rock
Descrição
Apoyo Emocional es una banda de dream pop con tintes de noise proveniente de Buenos Aires y del sur de Argentina, que forma parte de la nueva ola de bandas de rock alternativo surgidas en la post-pandemia. El grupo es conocido por mezclar letras nostálgicas con paisajes sonoros inmersivos llenos de distorsión y ruido atmosférico. La banda está compuesta por Lourdes (guitarra y voz), Bianca (guitarra y voz), Sofía (bajo y voz) y Juan (batería).
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Música

Creta
Creta es una banda que nace en la escena musical alternativa, encontrando en los festivales locales y en los circuitos independientes una plataforma para compartir su propuesta artística. Desde sus primeras presentaciones en Neiva y Garzón hasta su consolidación en Bogotá, la banda ha apostado por una identidad sonora que mezcla la fuerza del rock con la versatilidad de otros géneros como el pop, blues y el reggae, integrando a su vez elementos de la música tradicional del sur de colombiana. Los festivales alternativos enmarcados dentro de eventos de gran tradición han sido clave en su recorrido. Participaciones en festivales como el Encuentro Departamental de Música Alternativa ‘Rock & Paz’ en Neiva y el ChicoraFest en Garzón les han permitido llegar a escenarios de gran impacto técnico y de público, con eventos gratuitos y de fácil acceso. Estos espacios han sido fundamentales para la banda, pues han servido como punto de encuentro entre la música independiente y audiencias diversas. Para Creta, la música no solo es una expresión artística, sino también un medio para la introspección y la exploración de realidades colectivas. Sus composiciones abordan temas que van desde la identidad y la pertenencia hasta las emociones humanas en constante contraste con su entorno. A través de su trabajo, la banda ha buscado construir un sonido propio que se nutra de la tradición, pero que también dialogue con los lenguajes contemporáneos.
Ver detalhesCreta
Skate Punk & Pop Punk
Soft Rock / Adult Contemporary (A.C.)
Country Blues / Folk Blues (& Delta Blues)
Descrição
Creta es una banda que nace en la escena musical alternativa, encontrando en los festivales locales y en los circuitos independientes una plataforma para compartir su propuesta artística. Desde sus primeras presentaciones en Neiva y Garzón hasta su consolidación en Bogotá, la banda ha apostado por una identidad sonora que mezcla la fuerza del rock con la versatilidad de otros géneros como el pop, blues y el reggae, integrando a su vez elementos de la música tradicional del sur de colombiana. Los festivales alternativos enmarcados dentro de eventos de gran tradición han sido clave en su recorrido. Participaciones en festivales como el Encuentro Departamental de Música Alternativa ‘Rock & Paz’ en Neiva y el ChicoraFest en Garzón les han permitido llegar a escenarios de gran impacto técnico y de público, con eventos gratuitos y de fácil acceso. Estos espacios han sido fundamentales para la banda, pues han servido como punto de encuentro entre la música independiente y audiencias diversas. Para Creta, la música no solo es una expresión artística, sino también un medio para la introspección y la exploración de realidades colectivas. Sus composiciones abordan temas que van desde la identidad y la pertenencia hasta las emociones humanas en constante contraste con su entorno. A través de su trabajo, la banda ha buscado construir un sonido propio que se nutra de la tradición, pero que también dialogue con los lenguajes contemporáneos.

Eriko José de Souza (Trompetista e arranjador da Banda Sinfônica da PMESP
Eriko José de Souza, iniciou as aulas de música na igreja em um bairro vizinho de onde morava por volta de 1989/90, estreando pela banda da igreja poucos meses depois. Desenvolvendo rapidamente o talento e dedicação ao trompete, logo começou a colocar suas primeiras notas no pentagrama, por conta de viver numa época de difícil acesso aos métodos, mesmo porque a família também não tinha muitas condições de investir em livros caros tampouco um instrumento razoável. Isto foi fazendo com que criasse seus próprios estudos, despertou um raso entendimento do que tocar e escrever, o que ajudou na evolução quando partiu para arriscar escrever para os instrumentos dos colegas também. Tocou, gravou e escreveu para diversos grupos locais ao longo da adolescencia, e aos 29 anos, entrou via concurso para a carreira policial militar, quando ainda no curso de preparação, já foi aprovado em teste para uma futura tranferência para o setor artístico da corporação. Enfim, em 2012 foi convocado para o Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde iniciou ao naipe de trompetes da Banda Sinfônica, onde logo estaria escrevendo seus primeiros arranjos. Desde então, segue escrevendo e compondo para orquestras, bandas e grupos menores, trazendo na bagagem seminários que participou no conservatório de Tatuí-SP, com maestros como Dario Sotelo dentre outros, e compositores nacionais e internacionais como Nigel Clarke e outros.
Ver detalhesEriko José de Souza (Trompetista e arranjador da Banda Sinfônica da PMESP
Música Sinfónica
Contemporánea
Descrição
Eriko José de Souza, iniciou as aulas de música na igreja em um bairro vizinho de onde morava por volta de 1989/90, estreando pela banda da igreja poucos meses depois. Desenvolvendo rapidamente o talento e dedicação ao trompete, logo começou a colocar suas primeiras notas no pentagrama, por conta de viver numa época de difícil acesso aos métodos, mesmo porque a família também não tinha muitas condições de investir em livros caros tampouco um instrumento razoável. Isto foi fazendo com que criasse seus próprios estudos, despertou um raso entendimento do que tocar e escrever, o que ajudou na evolução quando partiu para arriscar escrever para os instrumentos dos colegas também. Tocou, gravou e escreveu para diversos grupos locais ao longo da adolescencia, e aos 29 anos, entrou via concurso para a carreira policial militar, quando ainda no curso de preparação, já foi aprovado em teste para uma futura tranferência para o setor artístico da corporação. Enfim, em 2012 foi convocado para o Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde iniciou ao naipe de trompetes da Banda Sinfônica, onde logo estaria escrevendo seus primeiros arranjos. Desde então, segue escrevendo e compondo para orquestras, bandas e grupos menores, trazendo na bagagem seminários que participou no conservatório de Tatuí-SP, com maestros como Dario Sotelo dentre outros, e compositores nacionais e internacionais como Nigel Clarke e outros.

Andrew de Chair Baker
Andrew Baker es un saxofonista, compositor, productor y educador británico/peruano con una visión innovadora, cuya música conecta los mundos del jazz contemporáneo, la innovación moderna y la libre improvisación. Reside entre Barcelona y Londres. Su último álbum, Warmi, fue lanzado por el sello catalán Underpool y recibió una reseña de 4 sobre 5 estrellas por parte del crítico británico de jazz The Jazz Mann. El álbum contó con la participación del pianista Albert Bover, uno de los pianistas de jazz más destacados del circuito europeo, y de Masa Kamaguchi, un intérprete de contrabajo con una intuición aguda, que aporta un sonido único y una perspectiva fresca al bajo acústico. Andrew cautiva a audiencias de todo el mundo con su enfoque visionario y creatividad inagotable.
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Third Stream / Progressive Jazz & Modal Jazz
Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)
Afro
Canción Melódica
Descrição
Andrew Baker es un saxofonista, compositor, productor y educador británico/peruano con una visión innovadora, cuya música conecta los mundos del jazz contemporáneo, la innovación moderna y la libre improvisación. Reside entre Barcelona y Londres. Su último álbum, Warmi, fue lanzado por el sello catalán Underpool y recibió una reseña de 4 sobre 5 estrellas por parte del crítico británico de jazz The Jazz Mann. El álbum contó con la participación del pianista Albert Bover, uno de los pianistas de jazz más destacados del circuito europeo, y de Masa Kamaguchi, un intérprete de contrabajo con una intuición aguda, que aporta un sonido único y una perspectiva fresca al bajo acústico. Andrew cautiva a audiencias de todo el mundo con su enfoque visionario y creatividad inagotable.
Música
19794 Resultados – Página 209 de 1980
















































