
Carlos Cazal
Arreglista, compositor, director de agrupaciones musicales, docente en la Universidad Americana, productor musical independiente, ha editado discos y videos musicales, compositor de obras corales y sinfónicas , actualmente tambien a cargo de una Big Band , coro de Estudiantes universitarios, Banda de músicos.-
Ver detalhesCarlos Cazal
Cantautor/Música de autor
Contemporánea
Vocal/Coral
Descrição
Arreglista, compositor, director de agrupaciones musicales, docente en la Universidad Americana, productor musical independiente, ha editado discos y videos musicales, compositor de obras corales y sinfónicas , actualmente tambien a cargo de una Big Band , coro de Estudiantes universitarios, Banda de músicos.-

Maestra en musica
Profesora de saxofon(2014)recibida en el conservatorio nacional de Asunción, primera licenciada en musica popular con enfasis en saxofón en Paraguay recibida en la universidad nacional de Asuncion(2019). con posgrado en didactica universitaria de la misma universidad(2022). Cursando el ultimo año via convenio una segunda licenciatura en saxofón clasico en la universidad nacional de las Artes en buenos aires-Argentina y en proceso de tesis en una Maestria en musicologia en la misma universidad. Actualmente, creadora de contenido de clases de musica y contenido musical en general en Youtube (desde 2019 activamente) en el canal de nombre: Maestra en música con más de 60.000 seguidores y videos que pasan el millón de vistas y junto con otras redes como tiktok @maestraenmusica con 58 mil seguidores . dicta clases particulares online y ofrece cursos de lenguaje musical en distintas plataformas para todos los niveles. Sesionista para grabaciones, saxofonista para eventos sociales. Fué profesora auxiliar de armonía moderna, lenguaje popular e Historia de la música durante dos años en la Universidad Nacional de Asunción. Ha colaborado como saxofonista en la Orquesta sinfónica nacional, la orquesta sinfónica de la ciudad de Fernando de la mora y Paraguay saxclub. Se presentó en ocasiones como solista en la Banda sinfónica del conservatorio Nacional. Integró el cuarteto cañas rotas en Paraguay y colaborado con la maestrito Big Band. Ha impartido master clases en Paraguay en la escuela de músicos de la policía. Fue seleccionada a través de concurso a una Mater class con Paquito D’Rivera, también asiste activamente en master clases para perfeccionamiento como con Mario Marzi, Claude D`langle y otros. Paticipó de festivales en Asunción, Festival de música de Santa Catarina Mendoza sax fest Argentina y festivales online.
Ver detalhesMaestra en musica
Descrição
Profesora de saxofon(2014)recibida en el conservatorio nacional de Asunción, primera licenciada en musica popular con enfasis en saxofón en Paraguay recibida en la universidad nacional de Asuncion(2019). con posgrado en didactica universitaria de la misma universidad(2022). Cursando el ultimo año via convenio una segunda licenciatura en saxofón clasico en la universidad nacional de las Artes en buenos aires-Argentina y en proceso de tesis en una Maestria en musicologia en la misma universidad. Actualmente, creadora de contenido de clases de musica y contenido musical en general en Youtube (desde 2019 activamente) en el canal de nombre: Maestra en música con más de 60.000 seguidores y videos que pasan el millón de vistas y junto con otras redes como tiktok @maestraenmusica con 58 mil seguidores . dicta clases particulares online y ofrece cursos de lenguaje musical en distintas plataformas para todos los niveles. Sesionista para grabaciones, saxofonista para eventos sociales. Fué profesora auxiliar de armonía moderna, lenguaje popular e Historia de la música durante dos años en la Universidad Nacional de Asunción. Ha colaborado como saxofonista en la Orquesta sinfónica nacional, la orquesta sinfónica de la ciudad de Fernando de la mora y Paraguay saxclub. Se presentó en ocasiones como solista en la Banda sinfónica del conservatorio Nacional. Integró el cuarteto cañas rotas en Paraguay y colaborado con la maestrito Big Band. Ha impartido master clases en Paraguay en la escuela de músicos de la policía. Fue seleccionada a través de concurso a una Mater class con Paquito D’Rivera, también asiste activamente en master clases para perfeccionamiento como con Mario Marzi, Claude D`langle y otros. Paticipó de festivales en Asunción, Festival de música de Santa Catarina Mendoza sax fest Argentina y festivales online.

Amandy Bandeira
Amandy Bandeira é Professor de Clarinete e Música de Câmara da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, doutor em performance (clarinete) pela Universidade da Geórgia (EUA), mestre em performance (clarinete) pela Universidade da Carolina do Sul (EUA) e Bacharel em clarinete pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é também responsável pelo Laboratório de Palhetas da UFRN. Amandy iniciou seus estudos de clarinete aos 9 anos e até seus 15 anos já havia percorrido 3 países diferentes além de diversas cidades brasileiras como primeiro clarinetista de orquestras infantis e infanto-juvenis da Paraíba. Em sua experiência profissional atuou como professor da escola de Música Anthenor Navarro em João Pessoa, foi primeiro clarinete da Orquestra Sinfônica de Sergipe e da Orquestra de Câmara da Cidade de João pessoa. Solou junto à Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, Orquestra de Câmara do município de João Pessoa, Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Filarmônica da UFRN e Orquestra Sinfônica de Sergipe. Como camerista, integrou o grupo Quarta Dimensão com o qual gravou o CD Músicos e Poetas e participou dos 15º e 18º Festival Universitário de Música (Belfort-FRA). Como membro do Quinteto TEKOHA (antigo Sopros de PE) participou das edições do ClarinetFest de 2019 (Tennesse-EUA) , 2023 (Denver-EUA) e 2024 (Dublin-Irlanda). Em seu doutorado, Amandy recebeu três vezes o prêmio “The Director’s Excellence Award” proferido aos alunos de pós-graduação em reconhecimento à dedicação acadêmica, musicalidade, dedicação e liderança. Amandy foi coordenador artístico da Orquestra Potiguar de Clarinetas que participou das edições 2017 e 2018 do ClarinetFest, na edição de 2018 também participou como recitalista. Organizou o 10º Encontro Nacional de Clarinetistas, e as edições 2011, 2012 e 2013 do Festival Semana da Música da UFRN. Amandy toca em clarinete RZ Magoo Híbrido.
Ver detalhesAmandy Bandeira
Música de Cámara
Solistas
Descrição
Amandy Bandeira é Professor de Clarinete e Música de Câmara da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, doutor em performance (clarinete) pela Universidade da Geórgia (EUA), mestre em performance (clarinete) pela Universidade da Carolina do Sul (EUA) e Bacharel em clarinete pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é também responsável pelo Laboratório de Palhetas da UFRN. Amandy iniciou seus estudos de clarinete aos 9 anos e até seus 15 anos já havia percorrido 3 países diferentes além de diversas cidades brasileiras como primeiro clarinetista de orquestras infantis e infanto-juvenis da Paraíba. Em sua experiência profissional atuou como professor da escola de Música Anthenor Navarro em João Pessoa, foi primeiro clarinete da Orquestra Sinfônica de Sergipe e da Orquestra de Câmara da Cidade de João pessoa. Solou junto à Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, Orquestra de Câmara do município de João Pessoa, Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Filarmônica da UFRN e Orquestra Sinfônica de Sergipe. Como camerista, integrou o grupo Quarta Dimensão com o qual gravou o CD Músicos e Poetas e participou dos 15º e 18º Festival Universitário de Música (Belfort-FRA). Como membro do Quinteto TEKOHA (antigo Sopros de PE) participou das edições do ClarinetFest de 2019 (Tennesse-EUA) , 2023 (Denver-EUA) e 2024 (Dublin-Irlanda). Em seu doutorado, Amandy recebeu três vezes o prêmio “The Director’s Excellence Award” proferido aos alunos de pós-graduação em reconhecimento à dedicação acadêmica, musicalidade, dedicação e liderança. Amandy foi coordenador artístico da Orquestra Potiguar de Clarinetas que participou das edições 2017 e 2018 do ClarinetFest, na edição de 2018 também participou como recitalista. Organizou o 10º Encontro Nacional de Clarinetistas, e as edições 2011, 2012 e 2013 do Festival Semana da Música da UFRN. Amandy toca em clarinete RZ Magoo Híbrido.

Ellen Be
Soul Jazz / Jazz Funk
Descrição
…

Alter do Som
Idealizada pelo produtor cultural Borô, a Alter do Som é uma produtora cultural e selo musical que promove o fortalecimento e a divulgação de artistas da Amazônia, focada nos artistas de Alter do Chão, na Amazônia paraense. Alter do Som é uma continuação do trabalho realizado no Espaço Alter do Chão desde 2011, um dos grandes responsáveis pelo fortalecimento do carimbó pau e corda no Oeste do Pará. Promove a difusão da música amazônica como forma de preservação, sustentabilidade, memória e registro e salvaguarda do carimbó tradicional. A missão é projetar o trabalho dos artistas da região de Alter do Chão, Santarém e Tapajós em geral para o Brasil afora e além mar. Com o foco na difusão, participa de feiras e eventos de música nacionais e internacionais, como uma forma de dar visibilidade para os artistas amazônicos, articulando contatos, parcerias e coproduções, com conteúdos relevantes à arte, cultura, e principalmente à música. Como produtora de fonogramas e videoclipes, viabilizam a gravação do trabalho dos artistas ou, caso o artista já tenha sua obra gravada, passam para a próxima etapa de mixagem e masterização. Também viabilizam e buscam recursos para gravar CDs e trabalhar a distribuição. Sendo assim, a Alter do Som tem a proposta de um projeto para acolher e criar mobilidade de artistas amazônicos reduzindo as dificuldades logísticas e financeiras que são barreiras para a difusão da música amazônica no Brasil. Trabalham para superar essas barreiras físicas da distância e dificuldade de acesso, além da falta de incentivos e/ou valorização dos festivais e casas de show privados e do próprio Estado. Acreditam que artistas podem ser agentes ativos na definição das dinâmicas de funcionamento da indústria fonográfica.
Ver detalhesAlter do Som
Descrição
Idealizada pelo produtor cultural Borô, a Alter do Som é uma produtora cultural e selo musical que promove o fortalecimento e a divulgação de artistas da Amazônia, focada nos artistas de Alter do Chão, na Amazônia paraense. Alter do Som é uma continuação do trabalho realizado no Espaço Alter do Chão desde 2011, um dos grandes responsáveis pelo fortalecimento do carimbó pau e corda no Oeste do Pará. Promove a difusão da música amazônica como forma de preservação, sustentabilidade, memória e registro e salvaguarda do carimbó tradicional. A missão é projetar o trabalho dos artistas da região de Alter do Chão, Santarém e Tapajós em geral para o Brasil afora e além mar. Com o foco na difusão, participa de feiras e eventos de música nacionais e internacionais, como uma forma de dar visibilidade para os artistas amazônicos, articulando contatos, parcerias e coproduções, com conteúdos relevantes à arte, cultura, e principalmente à música. Como produtora de fonogramas e videoclipes, viabilizam a gravação do trabalho dos artistas ou, caso o artista já tenha sua obra gravada, passam para a próxima etapa de mixagem e masterização. Também viabilizam e buscam recursos para gravar CDs e trabalhar a distribuição. Sendo assim, a Alter do Som tem a proposta de um projeto para acolher e criar mobilidade de artistas amazônicos reduzindo as dificuldades logísticas e financeiras que são barreiras para a difusão da música amazônica no Brasil. Trabalham para superar essas barreiras físicas da distância e dificuldade de acesso, além da falta de incentivos e/ou valorização dos festivais e casas de show privados e do próprio Estado. Acreditam que artistas podem ser agentes ativos na definição das dinâmicas de funcionamento da indústria fonográfica.

Lorenzo Robert Germán
es Técnico es Sonorización y Musicalización con medios electroacústicos (ESMU) y Realizador cinematográfico y Audiovisual (ENERC) dentro de sus espacios de formación fue parte de capacitaciones en TECSON de post producción de sonido, XIRGU teatro sonoro( territorio.org), talleres de Arte Sonoro de Pablo Bas, foro de cineastas jóvenes TALENTS BAFICI 2020, entre otros. Fue docente de la cátedra de Realización 2 de la universidad Gastón Dachary ( Posadas- Misiones) y docente de la cátedra Sonido y Musicalización de la universidad Blas Pascal (Córdoba-Argentina) desde el 2020 trabaja cómo tallerista en “ la materia sensible” un taller de aproximaciones sensibles al archivo familiar. Actualmente se encuentra trabajando en dos proyectos de guion de largometraje de ficción.
Ver detalhesLorenzo Robert Germán
Descrição
es Técnico es Sonorización y Musicalización con medios electroacústicos (ESMU) y Realizador cinematográfico y Audiovisual (ENERC) dentro de sus espacios de formación fue parte de capacitaciones en TECSON de post producción de sonido, XIRGU teatro sonoro( territorio.org), talleres de Arte Sonoro de Pablo Bas, foro de cineastas jóvenes TALENTS BAFICI 2020, entre otros. Fue docente de la cátedra de Realización 2 de la universidad Gastón Dachary ( Posadas- Misiones) y docente de la cátedra Sonido y Musicalización de la universidad Blas Pascal (Córdoba-Argentina) desde el 2020 trabaja cómo tallerista en “ la materia sensible” un taller de aproximaciones sensibles al archivo familiar. Actualmente se encuentra trabajando en dos proyectos de guion de largometraje de ficción.

Dúo Bantar
El Dúo Bantar está integrado por la compositora Patricia Bantar y la pianista Gabriela Bantar. Ambas se graduaron en la Universidad Nacional de La Plata donde continúan su labor docente. Desde el año 2005 trabajan regularmente como dúo de producción: compositora e intérprete. Se trata de una labor conjunta en donde la creación de obras para repertorio pianístico es abordada desde una doble perspectiva: como Laboratorio de Encuentros entre compositor e intérprete y como punto de consolidación en la modalidad Concierto. Es propósito de la agrupación el pensar y operar colaborativamente desde el inicio hasta la concreción del fenómeno artístico con la puesta en escena; permitiendo así, una práctica de la composición y la interpretación que favorezca el desarrollo de ideas y la adquisición de habilidades enmarcadas en la participación cooperativa y dinámica. El proceso de abordaje de las obras musicales desde la realización de repertorio original mediante el diálogo entre compositor e intérprete propicia la reflexión y el intercambio de experiencias y conocimientos mutuos. El Dúo fue convocado para presentarse en diferentes encuentros, jornadas, conciertos y festivales de músicas actuales entre los que se destacan Nuevos Jardines en el Servente (Conservatorio de Música Gilardo Gilardi de la ciudad de La Plata, Buenos Aires), Sonoridades Alternativas, Conciertos de Músicas de los siglos XX y XXI BBA (Bachillerato de Bellas Artes de la Universidad Nacional de La Plata), Mujeres Compositoras -jornada y concierto- (Conservatorio Gilardo Gilardi), Concierto de Profesores del Conservatorio de Música Gilardo Gilardi, 1° Jornada de Encuentro e Intercambio de Experiencias “ Mujeres Compositoras” BBA- Universidad Nacional de La Plata, IV Encuentro Internacional de Piano Contemporáneo (Porto, Portugal), VI Encuentro Internacional de Piano Contemporáneo (La Plata, Argentina) y el Festival Internacional Atemporánea (Conservatorio Astor Piazzolla. Buenos Aires, Argentina). El Dúo tiene el objetivo de crear y difundir músicas argentinas de transmisión escrita para piano, brindando conciertos, clases y charlas a fin de difundir y propiciar el conocimiento de nuevo repertorio desde múltiples perspectivas (composición, interpretación, análisis) El Dúo se sostiene en el tiempo promoviendo un repertorio de creación constante, con el desafío en la interpretación de nuevas obras, el diálogo entre compositor e intérprete y el encuentro con diferentes públicos permitiendo a estos vivenciar la escucha y el análisis de obras escritas en Argentina en los siglos XX y XXI. Estimuladas en conectar y promocionar la actividad compositiva e interpretativa del repertorio del Dúo con el ámbito musical Internacional de modo que se posibilite la vinculación entre nuevos países y continentes, nos impulsa al encuentro de lo que esperamos sea de beneficio para ambos a la vez que permita un intercambio cultural, social y educativo.
Ver detalhesDúo Bantar
Contemporánea
Descrição
El Dúo Bantar está integrado por la compositora Patricia Bantar y la pianista Gabriela Bantar. Ambas se graduaron en la Universidad Nacional de La Plata donde continúan su labor docente. Desde el año 2005 trabajan regularmente como dúo de producción: compositora e intérprete. Se trata de una labor conjunta en donde la creación de obras para repertorio pianístico es abordada desde una doble perspectiva: como Laboratorio de Encuentros entre compositor e intérprete y como punto de consolidación en la modalidad Concierto. Es propósito de la agrupación el pensar y operar colaborativamente desde el inicio hasta la concreción del fenómeno artístico con la puesta en escena; permitiendo así, una práctica de la composición y la interpretación que favorezca el desarrollo de ideas y la adquisición de habilidades enmarcadas en la participación cooperativa y dinámica. El proceso de abordaje de las obras musicales desde la realización de repertorio original mediante el diálogo entre compositor e intérprete propicia la reflexión y el intercambio de experiencias y conocimientos mutuos. El Dúo fue convocado para presentarse en diferentes encuentros, jornadas, conciertos y festivales de músicas actuales entre los que se destacan Nuevos Jardines en el Servente (Conservatorio de Música Gilardo Gilardi de la ciudad de La Plata, Buenos Aires), Sonoridades Alternativas, Conciertos de Músicas de los siglos XX y XXI BBA (Bachillerato de Bellas Artes de la Universidad Nacional de La Plata), Mujeres Compositoras -jornada y concierto- (Conservatorio Gilardo Gilardi), Concierto de Profesores del Conservatorio de Música Gilardo Gilardi, 1° Jornada de Encuentro e Intercambio de Experiencias “ Mujeres Compositoras” BBA- Universidad Nacional de La Plata, IV Encuentro Internacional de Piano Contemporáneo (Porto, Portugal), VI Encuentro Internacional de Piano Contemporáneo (La Plata, Argentina) y el Festival Internacional Atemporánea (Conservatorio Astor Piazzolla. Buenos Aires, Argentina). El Dúo tiene el objetivo de crear y difundir músicas argentinas de transmisión escrita para piano, brindando conciertos, clases y charlas a fin de difundir y propiciar el conocimiento de nuevo repertorio desde múltiples perspectivas (composición, interpretación, análisis) El Dúo se sostiene en el tiempo promoviendo un repertorio de creación constante, con el desafío en la interpretación de nuevas obras, el diálogo entre compositor e intérprete y el encuentro con diferentes públicos permitiendo a estos vivenciar la escucha y el análisis de obras escritas en Argentina en los siglos XX y XXI. Estimuladas en conectar y promocionar la actividad compositiva e interpretativa del repertorio del Dúo con el ámbito musical Internacional de modo que se posibilite la vinculación entre nuevos países y continentes, nos impulsa al encuentro de lo que esperamos sea de beneficio para ambos a la vez que permita un intercambio cultural, social y educativo.

Mohama Saz
Mohama Saz es un grupo único. Músicos forjados en los bajos fondos madrileños que han participado en algunos de los proyectos más personales y arriesgados de las últimas dos décadas y han creado bandas y discos catalogados como “de culto” por muchos melómanos y amantes de lo insólito. Desde RIP KC a Melange pasando por Novak, Las Malas Lenguas de Javier Colis o Los Cuantos. Siempre huyendo de perpetuar estereotipos e intentando ampliar su propio lenguaje sonoro, echaron mano de instrumentos, ritmos, melodías y texturas no occidentales, como una búsqueda vital e incluso como posicionamiento político. Huyeron de lo anglosajón, de la fórmula del pop, de la música de los vencedores, pero sin dejar de ser un grupo de Rock, o de lo que ellos entienden por Rock, un lenguaje que puede seguir transgrediendo y siendo peligroso, venenoso, nunca complaciente con sus propios clichés los cuales ellos aborrecen, que hable a los no conformes, que revuelva, que remueva y que no sirva para venderte el último producto de moda hecho con mano de obra esclava. Para ellos la música es expresión, no repetición de patrones, es emoción y no academicismo pero también es un arma, un arma poderosa y cargada de futuro, como diría Celaya, para plantarse ante lo podrido y encontrar algo de luz. Por eso toman partido y se manchan y maldicen a quien se desentiende y se evade. De esta manera recrean su subconsciente musical a su manera y sin premeditación. No hay reglas, solamente la búsqueda de su propia emoción. Viajan a culturas, que existen o no, para encontrar nuevos impulsos, destruyen lo accesorio, rebuscan en lo viejo y lo olvidado y a veces exploran otros planetas con los ojos cerrados. Quizás la negación y la partida hacia nuevos mundos es la mejor manera de encontrarnos. Aunque la escucha de sus discos es como un viaje en primera hacia la felicidad musical, Mohama Saz son bien conocidos por sus incendiarios directos donde la comunión con el público hace de estos una suerte de Goa party donde, a través del baile, la diversión y la experiencia cuasi-mística se dan la mano. Algunos de los mejores festivales de Europa han podido entrar en trance con ellos como por ejemplo el Le Guess Who (Utrech, Holanda), MENT Festival (Eslovenia), Colors of Mena (Groningen), Bridge (Eindovhen). Desert Fest (Hamburgo) o Le Beat Spoke (Londres), Gijon Sound , Lekuek (Gernika), Monkey Weekend (Cádiz), Festival Noroeste, Festival Yeye Gijón, Festival Fenómena Hondarribia, Barcelona Psych Fest, Altaveu, Les Nits de Tyrika… Con influencias tan dispares como Erkin Koray, Ersen, Orkestra of Spheres, Triana, Sun Ra, John Coltrane, Goat, Tinariwen, Baba Zula, Las Grecas o Neu!, la música de Mohama Saz se presenta como una explosión de sonidos, desde la psicodelia al spiritual jazz, del rock al folklore andaluz. Todo ello enriquecido con los sonidos y los ritmos de la Europa del este, principalmente de Turquía, pero también del norte de África o incluso de la América andina. Pero ojo, esto no es fusión, es Mohama Saz. Su característico sonido nace del Baglama Saz eléctrico de Javier Alonso y se completa con la hipnótica base rítmica de los hermanos Ceballos, Sergio al bajo y Adrián a la batería. Han editado 5 discos hasta la fecha: More Irán (Influx Records, 2015) Negro es el Poder (Humo, 2017) Viva el rey (Humo, 2018) Quemar las naves (Humo, Mock Records, 2020). Su quinto disco, “Máquina de Guerra”, de salida en enero de 2024 por YaiYai Records ya va por la segunda edición. Han realizado varias giras por Europa y tres giras por Estados Unidos en los últimos tres años, la última el pasado agosto de 2024 recorriendo 6 estados y 15 conciertos durante 3 semanas.
Ver detalhesMohama Saz
Psychedelic / Acid Rock & Psychedelia
Folk Rock
Descrição
Mohama Saz es un grupo único. Músicos forjados en los bajos fondos madrileños que han participado en algunos de los proyectos más personales y arriesgados de las últimas dos décadas y han creado bandas y discos catalogados como “de culto” por muchos melómanos y amantes de lo insólito. Desde RIP KC a Melange pasando por Novak, Las Malas Lenguas de Javier Colis o Los Cuantos. Siempre huyendo de perpetuar estereotipos e intentando ampliar su propio lenguaje sonoro, echaron mano de instrumentos, ritmos, melodías y texturas no occidentales, como una búsqueda vital e incluso como posicionamiento político. Huyeron de lo anglosajón, de la fórmula del pop, de la música de los vencedores, pero sin dejar de ser un grupo de Rock, o de lo que ellos entienden por Rock, un lenguaje que puede seguir transgrediendo y siendo peligroso, venenoso, nunca complaciente con sus propios clichés los cuales ellos aborrecen, que hable a los no conformes, que revuelva, que remueva y que no sirva para venderte el último producto de moda hecho con mano de obra esclava. Para ellos la música es expresión, no repetición de patrones, es emoción y no academicismo pero también es un arma, un arma poderosa y cargada de futuro, como diría Celaya, para plantarse ante lo podrido y encontrar algo de luz. Por eso toman partido y se manchan y maldicen a quien se desentiende y se evade. De esta manera recrean su subconsciente musical a su manera y sin premeditación. No hay reglas, solamente la búsqueda de su propia emoción. Viajan a culturas, que existen o no, para encontrar nuevos impulsos, destruyen lo accesorio, rebuscan en lo viejo y lo olvidado y a veces exploran otros planetas con los ojos cerrados. Quizás la negación y la partida hacia nuevos mundos es la mejor manera de encontrarnos. Aunque la escucha de sus discos es como un viaje en primera hacia la felicidad musical, Mohama Saz son bien conocidos por sus incendiarios directos donde la comunión con el público hace de estos una suerte de Goa party donde, a través del baile, la diversión y la experiencia cuasi-mística se dan la mano. Algunos de los mejores festivales de Europa han podido entrar en trance con ellos como por ejemplo el Le Guess Who (Utrech, Holanda), MENT Festival (Eslovenia), Colors of Mena (Groningen), Bridge (Eindovhen). Desert Fest (Hamburgo) o Le Beat Spoke (Londres), Gijon Sound , Lekuek (Gernika), Monkey Weekend (Cádiz), Festival Noroeste, Festival Yeye Gijón, Festival Fenómena Hondarribia, Barcelona Psych Fest, Altaveu, Les Nits de Tyrika… Con influencias tan dispares como Erkin Koray, Ersen, Orkestra of Spheres, Triana, Sun Ra, John Coltrane, Goat, Tinariwen, Baba Zula, Las Grecas o Neu!, la música de Mohama Saz se presenta como una explosión de sonidos, desde la psicodelia al spiritual jazz, del rock al folklore andaluz. Todo ello enriquecido con los sonidos y los ritmos de la Europa del este, principalmente de Turquía, pero también del norte de África o incluso de la América andina. Pero ojo, esto no es fusión, es Mohama Saz. Su característico sonido nace del Baglama Saz eléctrico de Javier Alonso y se completa con la hipnótica base rítmica de los hermanos Ceballos, Sergio al bajo y Adrián a la batería. Han editado 5 discos hasta la fecha: More Irán (Influx Records, 2015) Negro es el Poder (Humo, 2017) Viva el rey (Humo, 2018) Quemar las naves (Humo, Mock Records, 2020). Su quinto disco, “Máquina de Guerra”, de salida en enero de 2024 por YaiYai Records ya va por la segunda edición. Han realizado varias giras por Europa y tres giras por Estados Unidos en los últimos tres años, la última el pasado agosto de 2024 recorriendo 6 estados y 15 conciertos durante 3 semanas.
Música

Naiara De La Puente
La artista española Naiara De La Puente es una destacada acordeonista en el ámbito musical nacional, con notoria proyección internacional. Doctorada en Música por la Sibelius Academy of the University of the Arts Helsinki (Finlandia), donde se especializa en el campo de la investigación artística, continúa con su labor de investigación, pedagógica y concertística. Su destacada trayectoria como acordeonista en el ámbito de la música contemporánea la ha llevado a ser invitada en los ISCM World New Music Days 2023 en Sudáfrica, donde ha sido la encargada de estrenar las obras seleccionadas por el ISCM. A lo largo de su carrera ha estrenado música de reconocidos compositores nacionales como Félix Ibarrondo, Ramón Lazkano, Aurélio Edler-Copês, Irene García Quero y Mikel Chamizo, entre otros. Actualmente, compagina su labor como solista con la música de cámara en formaciones tales Ensemble Sinkro, ensemble Vertixe Sonora, Stratos Project y Tanguedia Ensemble. Su nuevo proyecto junto a la artista visual ecuatoriana Tania Cortés Becerra verá la luz en noviembre de 2024 en el ciclo Klaustro Sounds de Vitoria-Gasteiz. Naiara ha sido miembro fundador del grupo de música contemporánea Krater Ensemble, Akartia Trio y músico titular de SMASH Ensemble. Ha colaborado con grandes intérpretes y compositores, ofreciendo conciertos como solista en Austria, Dinamarca, Finlandia, Sudáfrica y España. Ha participado como solista en festivales de renombre tales como el Festival Internacional Isaac Albéniz, Música Viva en Salzburgo, Palau de la Música de Valencia, Festival Internacional de Segovia, y Matinées de la Orquesta Sinfónica de Euskadi. En el ámbito de la música actual, destaca su participación en el Festival Kuraia, NAK Festival, Ciclo Sinkro, Ciclo Musikagileak, Festival Vertixe, Sansusi, Korvat Auki, entre otros. Entre los proyectos discográficos, destaca el monográfico de la obra de Ramón Lazkano junto a SMASH ensemble, y las colaboraciones con los artistas Rax Rinnekangas, y Paquito D’Rivera. Otras grabaciones notables incluyen colaboraciones con el ensemble Sinkro y Joserra Senperena. En el ámbito de los reconocimientos, su discografía con Veleta Roja ha sido galardonada y fue nominada en la 17ª edición de los premios Grammy Latinos. Ha grabado para EITB, Radio Clásica-RNE y Radio Nacional de Finlandia (YLE). Es autora y coautora de varios artículos publicados artículos sobre investigación artística y repertorio para el acordeón de concierto, y ha sido invitada a presentar su trabajo en conferencias internacionales. Así, ha llevado a cabo ponencias y recitales en prestigiosas universidades europeas de música de Londres, Tallín, Manchester, Dublín y Vilnius. Instituciones españolas como la Diputación Foral de Álava, el Ministerio de Educación, Caja Madrid, y BadaLab, y las finlandesas Paulo Foundation, Sibelius Academy Foundation y la University of the Arts Helsinki han apoyado su trayectoria académica y artística.
Ver detalhesNaiara De La Puente
Contemporánea
Solistas
Descrição
La artista española Naiara De La Puente es una destacada acordeonista en el ámbito musical nacional, con notoria proyección internacional. Doctorada en Música por la Sibelius Academy of the University of the Arts Helsinki (Finlandia), donde se especializa en el campo de la investigación artística, continúa con su labor de investigación, pedagógica y concertística. Su destacada trayectoria como acordeonista en el ámbito de la música contemporánea la ha llevado a ser invitada en los ISCM World New Music Days 2023 en Sudáfrica, donde ha sido la encargada de estrenar las obras seleccionadas por el ISCM. A lo largo de su carrera ha estrenado música de reconocidos compositores nacionales como Félix Ibarrondo, Ramón Lazkano, Aurélio Edler-Copês, Irene García Quero y Mikel Chamizo, entre otros. Actualmente, compagina su labor como solista con la música de cámara en formaciones tales Ensemble Sinkro, ensemble Vertixe Sonora, Stratos Project y Tanguedia Ensemble. Su nuevo proyecto junto a la artista visual ecuatoriana Tania Cortés Becerra verá la luz en noviembre de 2024 en el ciclo Klaustro Sounds de Vitoria-Gasteiz. Naiara ha sido miembro fundador del grupo de música contemporánea Krater Ensemble, Akartia Trio y músico titular de SMASH Ensemble. Ha colaborado con grandes intérpretes y compositores, ofreciendo conciertos como solista en Austria, Dinamarca, Finlandia, Sudáfrica y España. Ha participado como solista en festivales de renombre tales como el Festival Internacional Isaac Albéniz, Música Viva en Salzburgo, Palau de la Música de Valencia, Festival Internacional de Segovia, y Matinées de la Orquesta Sinfónica de Euskadi. En el ámbito de la música actual, destaca su participación en el Festival Kuraia, NAK Festival, Ciclo Sinkro, Ciclo Musikagileak, Festival Vertixe, Sansusi, Korvat Auki, entre otros. Entre los proyectos discográficos, destaca el monográfico de la obra de Ramón Lazkano junto a SMASH ensemble, y las colaboraciones con los artistas Rax Rinnekangas, y Paquito D’Rivera. Otras grabaciones notables incluyen colaboraciones con el ensemble Sinkro y Joserra Senperena. En el ámbito de los reconocimientos, su discografía con Veleta Roja ha sido galardonada y fue nominada en la 17ª edición de los premios Grammy Latinos. Ha grabado para EITB, Radio Clásica-RNE y Radio Nacional de Finlandia (YLE). Es autora y coautora de varios artículos publicados artículos sobre investigación artística y repertorio para el acordeón de concierto, y ha sido invitada a presentar su trabajo en conferencias internacionales. Así, ha llevado a cabo ponencias y recitales en prestigiosas universidades europeas de música de Londres, Tallín, Manchester, Dublín y Vilnius. Instituciones españolas como la Diputación Foral de Álava, el Ministerio de Educación, Caja Madrid, y BadaLab, y las finlandesas Paulo Foundation, Sibelius Academy Foundation y la University of the Arts Helsinki han apoyado su trayectoria académica y artística.
Música

Beatriz Silvia Lobato
Musicóloga, investigadora independiente. Miembro externo del Proyecto "Territorios de la música argentina contemporánea" (2022-2025) de Escuela Universitaria de Artes / Universidad Nacional de Quilmes (ad honorem). Integro la Asociación Argentina de Musicología desde 2000 a la fecha (siendo integrante de su Comisión Directiva en varias oportunidades). Integro el "Grupo de Trabajo Música y Periódicos" de la Asociación Regional para América Latina y el Caribe / Sociedad Internacional de Musicología (ad honorem). Presento ponencias en congresos nacionales e internacionales de musicología, artes y género. He publicado artículos, reseñas, capítulos de libros en publicaciones académicas del área de conocimiento con referato.
Ver detalhesBeatriz Silvia Lobato
Descrição
Musicóloga, investigadora independiente. Miembro externo del Proyecto "Territorios de la música argentina contemporánea" (2022-2025) de Escuela Universitaria de Artes / Universidad Nacional de Quilmes (ad honorem). Integro la Asociación Argentina de Musicología desde 2000 a la fecha (siendo integrante de su Comisión Directiva en varias oportunidades). Integro el "Grupo de Trabajo Música y Periódicos" de la Asociación Regional para América Latina y el Caribe / Sociedad Internacional de Musicología (ad honorem). Presento ponencias en congresos nacionales e internacionales de musicología, artes y género. He publicado artículos, reseñas, capítulos de libros en publicaciones académicas del área de conocimiento con referato.
19794 Resultados – Página 300 de 1980









