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RONDA INTERNATIONAL GUITAR FESTIVAL


España

Festival

El Festival Internacional de Guitarra de Ronda es un festival anual dedicado a la música en general y a la guitarra española en particular. Durante cinco días, pasarán por el escenario artistas de renombre internacional de diferentes países y de distintos géneros. El festival se esfuerza por resaltar la versatilidad y diversidad de estilos que abarca la guitarra: clásica, romántica, flamenca, jazz y contemporánea. Atractivo para los gustos musicales de un amplio público. El Festival convierte la ciudad de Ronda en un punto de encuentro internacional anual para los amantes de la música y la guitarra, buscando estimular el encuentro entre guitarristas y amantes de la música y la guitarra de diferentes países.

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Alejandro Giovanny Aguilar Durón


Mexico

Compositor

Infantil

Clásica-Románticista

Forjado en los hornos de la música popular y refinado en la escuela clásica, Giovanny Aguilar destaca como un apasionado músico, productor, compositor y docente de carácter ligero y versátil, con amplia experiencia en géneros como la cumbia, rock, metal y clásica y gran versatilidad instrumental en la guitarra eléctrica, clásica, piano, el violoncello y la voz. Reconocido por su amplia y continua preparación, es egresado de la licenciatura en Música de la UACJ, Especialista en educación musical y Maestro en administración de empresas con área mercadotecnia, desde joven muestra gran pasión por las artes plásticas y la poesía camino que lo lleva a descubrir su vocación como músico y compositor, iniciando a los 13 años su formación en la guitarra eléctrica bajo la tutela del músico Josué Moreno y posteriormente guitarra clásica en la licenciatura en Música con Domingo R. y el mtro. Hiram Rodriguez. Como parte de su trayectoria profesional ha colaborado como con artistas como; Coventry, Grupo Fidelio, Hvmana, Gisell Guevara, Halé, The Numen, Colour, Grupo Status, Mi barrio de Ciudad Juárez, Joe Solís, entre otros. Ha ejercido como músico/compositor con las compañías de teatro Telón de Arena y Teatro Norte 1939 en las obras: El caimán y los sapos (2024), “En un tren Militar” (2013, 2014, 2016), “Villa Mi General” (2013), “Quisiera ser John Lennon” (2014), entre otras. En el ámbito académico ha formado parte de gran variedad de producciones; como corista en el 50 aniversario de la UACJ con “Los ángeles azules “y el estreno mundial de “Resiliencia” (2023), “La Boheme” (2010) de Puccini, “Carmina Burana” (2010-2011) “La Traviata” de Verdi, “Réquiem” de Mozart, la “9na Sinfonía” (2011) de Beethoven e “Il Tabarro” (2011). Como guitarrista acompañante colaboró en el “Capricho Mexicano” (2021) en el FICH, “Arráncame la vida, Cancionero del recuerdo” (2022-2023) UACJ ; y como pianista en “Cumbia sinfónico” de Esperanza Azteca (2021- 2024). En el 2023 crea la compañía Colectivo Musical Dunas de la mano del Mtro. Juan Manuel Velázquez con quien presentan las producciones “Anime OST- Orchesta Rock”, “Animonsters” Somos Jovenes Fest y el proyecto de su autoria “Bachrockeando” en el FICH 2023 donde estrena de manera oficial su primera composición académica datada del 2012. Actualmente se desempeña activamente como músico y maestro investigador de tiempo completo en la Licenciatura en Producción Musical de la UACJ y continúa explorando los horizontes de su trayectoria musical como vocalista y compositor del grupo “Los pasajeros” de la mano del pianista Luis Soto.

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Cynthia Candelas Electropikal Power


Mexico

Solista

Cumbia Electrónica

Tecnocumbia

Reggaetón & Latin Rap

Electro

Cynthia Candelas es un proyecto solista de música original que fusiona la sonoridad electro de los sintetizadores de los 80´s con ritmos tropicales como el merengue, mapalé, la cumbia norteña, romántica, grupera, sonidera, tecnocumbia y cumbia urbana con rap sobre líricas del lenguaje popular mexicano. Cuento con 3 discos Con el Fuego Adentro, Electropikal Power y La hora del Perdón y 3 colaboraciones en compilados, en el Homenaje a José José, Homenaje a Juan Gabriel con Mashup México y en el Tasty Bass Vol.6. Fui seleccionada como parte del proyecto internacional de Mujeres en la Música Tropijam y Ellas Suenan de la estación de Radio Tropicalisia 1350, participé en el programa de Televisión Música de Barrios como los nuevos exponentes de Cumbia en México, en el Documental de Reina de Cumbias de ZZK Records para el Festival de Cumbia en los Angeles. He participado en el Festival de Mujeres que Cuentan su Historia en Cali, Colombia, en la clausura del Festival Internacional de Poesía Experimental y el Festival de Cine Ícaro en Guatemala, en el Festival de Poesía Iberoamericana, en el Festival Gozadera, Fem Fest y Lady Fest de México. He participado como música y artista sonora con el Archivo Sonoro de Oaxaca, el colectivo Pinches Artistas de Uruguay, para el Festival de Cortos 48h y Kino México. Fui Dj y parte del Colectivo Mujeres Vinileras y Musas Sonideras de México.

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NERIS E O TROMBONANDO


Brasil

Banda

Instrumental / Jazz Brasileiro

MPB

“Neris e o Trombonando” sobe ao palco com um trabalho revigorante e rico em sutilezas sonoras. O show oferece uma possibilidade singular de entender os caminhos que o jazz percorre no Brasil, em fusão com o frevo, o coco, o agueré, o funk, a música ancestral árabe (presente no interior do Brasil) e também, as bases percussivas afrodescendentes em plena harmonia jazzística. A trombonista faz uma viagem em vários mares sonoros, navegando com o seu trombone por universos que terminam por unir o eletrônico ao orgânico, apresentando toda a brasilidade do jazz feito na atualidade. Nessa ‘abordagem polifônica e ritmicamente ancestral’, a miscigenação do povo é sentido nos trinados dos metais, em vibrações sonoras que são capazes de nos remeter ao rico universo da música do mundo em comunhão com os sintetizadores e pedais que a trombonista insere. O show “Música do Mundo” de Neris Rodrigues é tão brasileiro quanto universal. Sob a regência do trombone, a interpretação única de Neris evidencia o ‘tempero sonoro’ forte e marcante nas notas do ska, trap, funk e jazz huts, sempre com o toque da mais legítima inspiração instrumental da terra dos metais: o frevo. As influências rítmicas e de poliritmia em suas construções instrumentais, tornam o seu trabalho um momento único de se ouvir e curtir. Comentários sobre algumas músicas do show ‘Música do Mundo”, cuja seleção abaixo permite entender um pouco mais do trabalho desenvolvido pela artista. Segue breve comentário do trabalho: Deixa comigo, Nego! – o Agueré é a base rítmica desse trabalho que vai conectar o público latino com os ritos afro-centrados e a luso-africanidade, presentes no Brasil e que tem estrutura sonora mântrica. Nessa composição a trombonista faz um passeio sonoro que evidencia a grande miscigenação do povo brasileiro e que se expressa em sua música. A música termina numa celebração ao frevo! Funk na Cozinha – o trombone de Neris está com o auxílio de pedais e a artista comunica-se com o seu instrumento, utilizando a técnica estendida e efeitos naturais do sopro com flurattos, polifonia, abrindo harmônicos em composições que também incorporam sintetizadores. A música surge da idéia de uma célula rítmica somada a efeitos eletrônicos, samplers, pedais e o solo de improviso do trombone com trinados e performance orgânica do sopro da artista, que resulta num jazz revigorado nas influências tecnológicas da música eletrônica. Do Oriente se vê um afro côco – a composição traz matrizes árabes, turcas ancestrais que ficaram perdidas no interior do Brasil colonial e que são fusionados com os metais. Sons do mundo que são miscigenados com o ritmo dos povos originários (os índios brasileiros). A música é uma composição do intuitivo que há nas claves percussivas do Oriente com o côco. Villa – essa composição é um jazz clássico. A formação é clásica e nos remete ao dixieland, bem nas raízes do jazz de New Orleans. E, dessa forma, vamos até a nova música brasileira que navega com toda a liberdade pelos sons do mundo. Esse é seu! – A música foi criada com a estrutura de um solo para trombone, pelo maestro Edson Rodrigues para Neris. A trombonista transforma o solo para uma composição em que o seu arranjo traz o trap americano e a salsa cubana para dentro da estrutura rítmica. O resultado navega por universos tão singulares provocados pelo uso de sampler e pedal para fuzionar efeitos polifônicos com a base percussiva e os trinados dos metais. A composição é uma pérola que fala da amizade entre o grande maestro Edson Rodrigues, que foi professor e mentor artístico de Neris e a artista. O Maestro Edson é uma referência da música instrumental brasileira que tem seu trabalho consagrado e dedica-se a formar novas estrelas. Neris recebeu o presente do Mestre em forma de um solo para trombone e criou para a música um arranjo com influências do trap e salsa cubana. Breve Currículo NERIS RODRIGUES, Natural de Olinda/PE, trombonista, atua no cenário Pernambucano como TROMBONISTA, musicista, arranjadora, compositora e produtora. A nova geração que tem em Neris a sua representação simbólica abre espaço para tratar o frevo num contexto singular. A mais legítima e popular música instrumental que surge das ruas, nos trópicos tem uma nova abordagem no trombone que vem carregado de trinados e inspiração afro cibernéticas. Resumo das apresentações artísticas/culturais em festivais de âmbito nacional: I ENCONTRO PERNAMBUCANO DE METAIS. III ENCONTRO DE TROMBONISTAS DO RIO GRANDE DO NORTE. ENCONTRO REGIONAL DE TROMBONISTAS DA PARAÍBA. 2015. XXI FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS.XXI FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. 2015. XXI FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. XXI FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. 2015. I FESTIVAL INTERNACIONAL DE TROMBONE DA UNIRIO, 2012. XVIII FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. XVIII FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. 2012. XVIII SEMANA DA MÚSICA. XVIII SEMANA DA MÚSICA, 2011. XIII VIRTUOSI.XIII VIRTUOSI – FESTIVAL DE MÚSICA. 2010. XVI FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS. XVI FESTIVAL DE TROMBONISTAS. 2010. Além de seu trabalho autoral, Neris atua como musicista convidada especial para alguns trabalhos, entre eles: Banda Clave de Fá (músicas mundialmente conhecidas em ritmo de jazz e bossa nova), Transversal Frevo Orquestra (orquestra de frevo instrumental idealizada pelo flautista Cesar Michiles), Bia Villa-Chan, Orquestra 100% Mulher (primeira orquestra feminina do Recife).; Projeto Frevo Negro (traz a releitura de obras de grandes compositores da velha e nova guarda do frevo); Transversal Frevo Orquestra (orquestra de frevo instrumental); Orquestra de Bolso (frevo rural). Participou da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Pernambuco; Participou da banda Cordel do fogo encantado, Maestro Edson Rodrigues, Orquestra do Sucesso e Orquestrão do maestro Spok; Como arranjadora e diretora dos metais em gravação, Neris Rodrigues gravou e criou os arranjos de metais (1º e 2º álbum) do cantor/compositor Johnny Hooker com parceria do trompetista Alan Ameson. NERIS RODRIGUES, A.S . Álbum: Johnny Hooker/Album: Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, Maldito!. 2015. Esse trabalho ganhou vários prêmios como o Prêmio da Música Brasileira. Gravação do Álbum “Gramellot” com os compositores: Neris Rodrigues, Leonardo Pellegrin e Hugo Medeiros. Álbum baseado na linguagem onomatopeica e na improvisação livre; Gravação do programa “Andante” com o Maestro Forró (Apresentação Nacional do trabalho “Neris Rodrigues e Trombonando); Em sua dinâmica de ativismo musical, Neris Rodrigues fundou o movimento das Mulheres Trombonistas do Brasil, onde levantou a bandeira para que mulheres com formações acadêmicas estivessem presentes no ensino de música e em festivais direcionados a trombonistas do Brasil. Tendo contribuído em vários eventos acadêmicos sobre trombone. Entre eles, destacam-se o XXVI Festival Brasileiro de Trombonistas (mesa redonda sobre o desafio da mulher trombonista); a Jornada de “Frevo” (mesa redonda sobre Trajetórias Femininas no Frevo); o Festival Internacional SopraMetais (Professora de Trombone); o Festival Embrasabrass (Professora de Trombone); o Masterclass na Escola de Música UFMG e o Festival Internacional de Música de Penedo do ano de 2023 (Professora de Trombone) Graduada em Pedagogia e em Musica (Bacharelado em instrumento-Trombone) pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Teve como docentes: a Prof.Caroll Rangél (primeira professora de trombone em universidade no Brasil), Prof.MS.Fernando Cardoso e Prof.MS.João Evangelista. Neris Rodrigues vem participando de vários eventos trombonísticos: Festivais, Masterclasses e Palestras, dentre eles: I, II, III Encontro Regional de Trombonistas, XVI, XVII, XVIII e XXI Festival Brasileiro de Trombonistas, XIII Virtuosi Festival Internacional de Música integrando a Orquestra de Trombones Do Nordeste, II Festival Internacional de Trombone da UNIRIO. III ENCONTRO REGIONAL DE TROMBONISTAS(Homenagem ao trombonista Gioberto Cabral). Em seu laboratório de sonoridades e criação musical, Neris desenvolve linhas de ação em formações musicais distintas e que acontecem ao mesmo tempo. São elas: 1. “Neris e o Trombonando” – formação de grupo musical em que utiliza elementos de matrizes africanas e improvisação livre em grandes clássicos do samba, mpb, bossa nova e de grandes compositores de música instrumental, no qual o trombone sola as melodias como também utiliza a improvisação em diálogo com a cantora; 2. “Neris Rodrigues Orquestra” – formação de grande grupo de músicos instrumentistas que traz a leitura de grandes compositores de frevo de grandes obras com títulos de nomes de mulheres, utilizando referências de matrizes africanas; 3. “Neris Rodrigues in trio” – música instrumental de clássicos como bossa nova, mpb e samba solado no trombone; 4. “Neris Rodrigues e Música do mundo” – seu trabalho autoral, em que a trombonista apresenta suas composições e que tem se dedicado a dar ênfase as influências afro-indígenas e das sonoridades remotas que vieram do ocidente e oriente como um traço musical da cultura local, miscigenada, Pernambucana. Atuante, quer seja no campo acadêmico e ou do show, na música brasileira, a musicista é uma referência da nova geração de trombonistas. Sua agenda de shows é muito intensa e vem se dedicando aos projetos de sua autoria que sempre terminam na formação de um novo show e uma nova abordagem sobre o instrumento trombone, buscando mergulhar em sonoridades diversas.

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Layse


Brasil

Compositor

Brega / Brega Pop / Tecnobrega

Bolero

Compositora, cantora e musicista.

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Lucho Quintana


Peru

Trabajador Independiente

Director de la agencia digital Clever Action y fundador de MURAI, una red musical dedicada a la música de raíz indígena. Con mas de 20 años de experiencia en desarrollo web, eCommerce y marketing digital, ha trabajado en comunicación, management y booking de diversos artistas locales. Ha formado parte de la delegación peruana en ferias internacionales de la música como WOMEX y Bafim, y desde hace 7 años forma parte del equipo latinoamericano de d&b audiotechnik, una reconocida marca alemana de sistemas de audio profesional. Además, ha participado en numerosos proyectos musicales, abarcando géneros que van desde el rock pesado hasta la fusión afroperuana.

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ACADEMIA DE MÚSICA ANTIGUA DE MEDELLÍN


Colombia

Ensamble

Música de Cámara

Barroca

.La Academia de Música Antigua de Medellín es un proyecto musical inspirado en la noción humanista de un espacio que facilita y promueve el florecimiento de saberes específicos. El principal objetivo de nuestro proyecto es fomentar la interpretación de repertorios musicales -algunos olvidados, otros aún vigentes- de los siglos XVII y XVIII a través de la interpretación históricamente informada. La gran riqueza de la tradición musical —de la cual hemos sido tanto receptores como actores dinámicos claves en su desarrollo—, en conjunto con el potencial que posee la interpretación histórica informada para transformar la percepción de los espectadores sobre estas músicas, son los factores que motivan y mantienen a la Academia trabajando desde dos frentes principales: la creación de espacios que promuevan prácticas interpretativas basadas en un conocimiento profundo de los diversos estilos musicales; y la formación de públicos que puedan reconocer los significados de estas músicas, de manera que tanto músicos como oyentes puedan disfrutar y asimilar mejor el mensaje emocional que la música de esta época busca transmitir. Para lograr sus objetivos, la Academia cultiva desde el 2019 una colección de réplicas de instrumentos históricos de todas las familias. Además, ofrece a sus miembros una instrucción técnica e interpretativa de la mano de profesionales de origen nacional e internacional especializados en la interpretación históricamente informada. Esto, a través de talleres y otros espacios de formación. La Academia acumula una corta pero intensa trayectoria, con temporadas anuales de 4 o 5 conciertos temáticos que hilan historias y personajes, con montajes teatrales intrépidos que atrapan a un público joven con propuestas dinámicas y frescas, tendiendo un puente entre el pasado y el presente. Además de presentaciones en Medellín, la Academia ha participado en el Festival de Música Religiosa de Marinilla, y en el Encuentro de Música Antigua de Villa de Leyva.

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Ramiro González y los Brassas MB


Mexico

Banda

New Orleans Jazz & Dixieland Jazz

Folclor Fusión

Balkan Beat / Pop

.

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Sáccea


Argentina

Artista de música electrónica

Minimalism

Ambient Techno & Idm (Intelligent Dance Music)

.Sáccea (Oriana Tosi) es artista sonora y productora musical de Buenos Aires, Argentina. Su obra explora paisajes internos, lo onírico, la memoria y sensaciones por fuera de la palabra. Vincula grabaciones de campo con sintetizadores digitales generando narrativas que transitan la fantasía, lo amorfo y lo terrenal. Con su proyecto se ha presentado en diversos espacios de Buenos Aires desde el año 2017. Algunos a destacar son: MACBA- Museo de Arte Contemporáneo de Buenos Aires, Centro de Arte Sonoro en la Casa Nacional del Bicentenario, Laboratorio AE. Tecnópolis, Centro Cultural San Martín y MUTEK AR.

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Néstor Ló y Los Caminantes


Paraguay

Agrupación

Folclor Fusión

Regional

Candombe

Néstor Ló y Los Caminantes es el resultado de una carrera dedicada a explorar la música latinoamericana e innovar desde la confluencia de diversos géneros de la región. Su propuesta artística tiene el compromiso de abrir paso a un movimiento folclórico moderno, desde el cual preservar y exaltar la cultura autóctona nacional y regional, en una identidad única. La agrupación Néstor Ló y Los Caminantes ha ganado un valioso reconocimiento tanto a nivel nacional como regional, participando en importantes festivales como los de Feria Do Campo, de Río Grande, Brasil, Festival Río Negro, de Resistencia y la Fiesta Nacional del Chamamé, de Corrientes, Argentina. A demás se ha distinguido con los premios nacionales: “Recuerdos de Ypacaraí”, del Festival del Lago, el “Ñanduti de Plata y Oro”, del Festival del Ñanduti y el “Poncho Para’i de Oro”, del Festival del Poncho Para’i de 60 Listas y el “Premio Nacional de Música”, del Congreso Nacional Paraguayo.

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