
Fernanda Noronha
A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar ede destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou de grandes eventos e festivais no Brasil. A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar e de destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou d e grandes eventos e festivais n o Brasil. Seu primeiro CD foi lançado pela gravadora You Entertainment, com distribuição da Indie Records, no ano de 2005. Esse trabalho teve a direção musical dos produtores norte-americanos Norman Connos e Duke Jones e direção Executiva de Clarence O. Smith (Co-fundador da revista americana Essence Magazine), além da participação de grandes músicos como Bobby Lyle, Leo Gandelman, Ricardo Silveira, Carlos Balla, Armando Marçal, entre outros. Éum álbum de composições inéditas e Fernanda assina todas as canções no disco. A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar e de destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou d e grandes eventos e festivais n o Brasil. Seu primeiro CD foi lançado pela gravadora You Entertainment, com distribuição da Indie Records, no ano de 2005. Esse trabalho teve a direção musical dos produtores norte-americanos Norman Connos e Duke Jones e direção Executiva de Clarence O. Smith (Co-fundador da revista americana Essence Magazine), além da participação de grandes músicos como Bobby Lyle, Leo Gandelman, Ricardo Silveira, Carlos Balla, Armando Marçal, entre outros. Éum álbum de composições inéditas e Fernanda assina todas as canções no disco. Radicada nos EUA desde o ano de 2011, residindo em Atlanta (GA), Fernanda atualmente vem fazendo apresentações musicais e m diversas casas de shows e Festivais realizados nos Estados Unidos, como: "Brazilian Festival Florida" (FL, 2020), "Brazilian Country Festival" (TX, 2019), "Houston Brazilian Carnaval" (TX, 2019),"Bridgefest" (GA, 2018),"Atlanta Jazz Festival" (GA, 2015), "Riverdalle Seafood & Music Festival" (GA, 2014), "Oakhurst Jazz Festival" (GA, 2014) e "Brazilian day Festival Atlanta" (GA, 2013/2014), entre outros, dando ênfase as suas criações e ao resgate de belas canções do acervo musical brasileiro e internacional. Sob a direção e arranjos musicais de Khari Cabral Simmons (Contrabaixista da cantora India Arie), Julius Speed e Darren Benjamin e acompanhada por um time de grandes músicos, Fernanda lançou em 2015 seu EP autoral pela Tribo Records e m parceria com a Ropeadope Records. Em 2016 e 2017 a artista esteve em turnê na Rússia divulgando seu show "Made in Brazil", com canções do seu ultimo EP gravado em diversas cidades, cantando em diversos festivais e principais clubes de Jazz. Em 2017 a artista participou do festival "Taste of Minsk", em Minsk, Belarus e foi a primeira brasileira residente nos EUA a representar o Brasil nesses dois países mencionados. Em 2017 a cantora também participou do álbum do contrabaixista americano Khari Cabral Simmons, com a faixa 78 & Sunset do álbum "Jivas – Heaven & Earth" e recentemente, em 2018, a artista foi homenageada com uma foto sua em performance, na exposição "We from Jazz" do famoso fotógrafo russo Andrey Safonov. Como compositora, teve uma música sua gravada pela cantora Margareth Menezes, intitulada "Mesmo assim". Amesma está no álbum "Pra você"., indicado para o Grammy Latino 2006 na categoria "Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro" Recentemente, em 2022, teve sua música 'O amor que preciso", em parceria com Jair Luz &Ary Capinan, gravada pelos artistas Beto Jamaica e Margareth Menezes, no projeto "Movimento do Beto". Em 2022, a cantora também destaca em sua discografia, o projeto fonográfico "A Cicatriz e a flor", um EP com seis poemas do livro "A Cicatriz e a Flor", da poeta Liz Matos, que foram musicalizados e no qual Fernanda tem registrada a sua participação como intérprete vocal e compositora, nesta última função, junto a Jair Luz, musicalizando os poemas do livro mencionado. PRÊMIOS 2015 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2015, na categoria de "Melhor Cantora Brasileira nos EUA", prêmio apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. 2015 – Recebeu o prêmio "Personaje Destacado", na categoria "Artista", apresentado pelo jornal Mundo Hispánico (GA). Recebeu o prêmio "Notáveis 2015 USA". 2016 – ", na categoria "Artista", apresentado pelo Jornal Brazilian Times (NY) e pela Fundação Brazilian Community Heritage (NY). 2016 – Recebeu o prêmio "Portuguese Brazilian Awards 2016" ,apresentado pelo Brazilian Portuguese Community (NY) e pela revista Radar Vip (NY), como destaque na Comunidade Brasileira nos Estados Unidos. PRÊMIOS 2017 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2017", na categoria de "Melhor Show do Ano",apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. prêmio "Notáveis2017 "Artista". 2018 -Recebeu o USA", na categoriade apresentado pelo jornalBrazilian Times (NY) e pela Fundação Brazilian Community Heritage (NY). 2018 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2018", na categoria de "Melhor Cantora Brasileira nos EUA", prêmio apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. 2018 – Recebeu o titulo d e "Embaixadora Internacional d a s Artes e Cultura Brasileiras" pela "Focus Brasil Foundation" (Fort Lauderdale (FL), EUA). 2019 – Recebeu o titulo de "Héroe De La Cultura" pela "Telemundo Atlanta" (GA, EUA). 2019 – Recebeu o titulo de "Comendadora", com a Comenda 2 de Julho, pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)" (Salvador (BA), EUA). 2020 – Recebeu o prêmio de "Melhor Intérprete" no Festival da Canção – BDO Live, com a música autoral "Num minuto só" (Flórida, EUA). 2021 – Recebeu o prêmio Ibero-Americano de Arte e Cultura pela Paz Brasil pela FIBAC (Salvador (BA), Brasil). DISCOGRAFIA 2005 – CD Fernanda Noronha – You Music Records / Indie Records 2015 – EP Aquela Ritmia – Tribo Records / Ropeadope 2021 – EP Brasil Nordestino – Com Fernanda Noronha & Peu Pereira / Sugarloaf Entertainment 2022 – EP A Cicatriz e a Flor – com Liz Matos e Fernanda Noronha
Ver detalhesFernanda Noronha
MPB
Bossa Nova
Afro
Descrição
A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar ede destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou de grandes eventos e festivais no Brasil. A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar e de destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou d e grandes eventos e festivais n o Brasil. Seu primeiro CD foi lançado pela gravadora You Entertainment, com distribuição da Indie Records, no ano de 2005. Esse trabalho teve a direção musical dos produtores norte-americanos Norman Connos e Duke Jones e direção Executiva de Clarence O. Smith (Co-fundador da revista americana Essence Magazine), além da participação de grandes músicos como Bobby Lyle, Leo Gandelman, Ricardo Silveira, Carlos Balla, Armando Marçal, entre outros. Éum álbum de composições inéditas e Fernanda assina todas as canções no disco. A cantora e compositora Fernanda Noronha vem desenvolvendo um trabalho bastante peculiar e de destaque no mercado musical. Com a influência dos ritmos brasileiros, a artista vem sendo uma das maiores representantes atuais da musica brasileira nos EUA e na Rússia. Nascida em Salvador (BA), Brasil, e dona de uma voz marcante, a artista tem uma trajetória brilhante e cedo já era destaque como cantora de um dos hotéis do Grupo Hoteleiro Pestana, o Pestana Bahia Hotel, naquela época, sob a direção e escolha criteriosa do Sr. Paulo Dias. Daí em diante, a mesma cantou para este grupo por 12 anos e teve a oportunidade de se apresentar em diversos hotéis desta rede na Ilha da Madeira, em Portugal, numa temporada de três meses e m 2002, e participou d e grandes eventos e festivais n o Brasil. Seu primeiro CD foi lançado pela gravadora You Entertainment, com distribuição da Indie Records, no ano de 2005. Esse trabalho teve a direção musical dos produtores norte-americanos Norman Connos e Duke Jones e direção Executiva de Clarence O. Smith (Co-fundador da revista americana Essence Magazine), além da participação de grandes músicos como Bobby Lyle, Leo Gandelman, Ricardo Silveira, Carlos Balla, Armando Marçal, entre outros. Éum álbum de composições inéditas e Fernanda assina todas as canções no disco. Radicada nos EUA desde o ano de 2011, residindo em Atlanta (GA), Fernanda atualmente vem fazendo apresentações musicais e m diversas casas de shows e Festivais realizados nos Estados Unidos, como: "Brazilian Festival Florida" (FL, 2020), "Brazilian Country Festival" (TX, 2019), "Houston Brazilian Carnaval" (TX, 2019),"Bridgefest" (GA, 2018),"Atlanta Jazz Festival" (GA, 2015), "Riverdalle Seafood & Music Festival" (GA, 2014), "Oakhurst Jazz Festival" (GA, 2014) e "Brazilian day Festival Atlanta" (GA, 2013/2014), entre outros, dando ênfase as suas criações e ao resgate de belas canções do acervo musical brasileiro e internacional. Sob a direção e arranjos musicais de Khari Cabral Simmons (Contrabaixista da cantora India Arie), Julius Speed e Darren Benjamin e acompanhada por um time de grandes músicos, Fernanda lançou em 2015 seu EP autoral pela Tribo Records e m parceria com a Ropeadope Records. Em 2016 e 2017 a artista esteve em turnê na Rússia divulgando seu show "Made in Brazil", com canções do seu ultimo EP gravado em diversas cidades, cantando em diversos festivais e principais clubes de Jazz. Em 2017 a artista participou do festival "Taste of Minsk", em Minsk, Belarus e foi a primeira brasileira residente nos EUA a representar o Brasil nesses dois países mencionados. Em 2017 a cantora também participou do álbum do contrabaixista americano Khari Cabral Simmons, com a faixa 78 & Sunset do álbum "Jivas – Heaven & Earth" e recentemente, em 2018, a artista foi homenageada com uma foto sua em performance, na exposição "We from Jazz" do famoso fotógrafo russo Andrey Safonov. Como compositora, teve uma música sua gravada pela cantora Margareth Menezes, intitulada "Mesmo assim". Amesma está no álbum "Pra você"., indicado para o Grammy Latino 2006 na categoria "Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro" Recentemente, em 2022, teve sua música 'O amor que preciso", em parceria com Jair Luz &Ary Capinan, gravada pelos artistas Beto Jamaica e Margareth Menezes, no projeto "Movimento do Beto". Em 2022, a cantora também destaca em sua discografia, o projeto fonográfico "A Cicatriz e a flor", um EP com seis poemas do livro "A Cicatriz e a Flor", da poeta Liz Matos, que foram musicalizados e no qual Fernanda tem registrada a sua participação como intérprete vocal e compositora, nesta última função, junto a Jair Luz, musicalizando os poemas do livro mencionado. PRÊMIOS 2015 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2015, na categoria de "Melhor Cantora Brasileira nos EUA", prêmio apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. 2015 – Recebeu o prêmio "Personaje Destacado", na categoria "Artista", apresentado pelo jornal Mundo Hispánico (GA). Recebeu o prêmio "Notáveis 2015 USA". 2016 – ", na categoria "Artista", apresentado pelo Jornal Brazilian Times (NY) e pela Fundação Brazilian Community Heritage (NY). 2016 – Recebeu o prêmio "Portuguese Brazilian Awards 2016" ,apresentado pelo Brazilian Portuguese Community (NY) e pela revista Radar Vip (NY), como destaque na Comunidade Brasileira nos Estados Unidos. PRÊMIOS 2017 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2017", na categoria de "Melhor Show do Ano",apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. prêmio "Notáveis2017 "Artista". 2018 -Recebeu o USA", na categoriade apresentado pelo jornalBrazilian Times (NY) e pela Fundação Brazilian Community Heritage (NY). 2018 – Vencedora do "Brazilian International Press Award 2018", na categoria de "Melhor Cantora Brasileira nos EUA", prêmio apresentado pelo Focus Brasil Foundation (FL) e Rede Globo Internacional. 2018 – Recebeu o titulo d e "Embaixadora Internacional d a s Artes e Cultura Brasileiras" pela "Focus Brasil Foundation" (Fort Lauderdale (FL), EUA). 2019 – Recebeu o titulo de "Héroe De La Cultura" pela "Telemundo Atlanta" (GA, EUA). 2019 – Recebeu o titulo de "Comendadora", com a Comenda 2 de Julho, pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)" (Salvador (BA), EUA). 2020 – Recebeu o prêmio de "Melhor Intérprete" no Festival da Canção – BDO Live, com a música autoral "Num minuto só" (Flórida, EUA). 2021 – Recebeu o prêmio Ibero-Americano de Arte e Cultura pela Paz Brasil pela FIBAC (Salvador (BA), Brasil). DISCOGRAFIA 2005 – CD Fernanda Noronha – You Music Records / Indie Records 2015 – EP Aquela Ritmia – Tribo Records / Ropeadope 2021 – EP Brasil Nordestino – Com Fernanda Noronha & Peu Pereira / Sugarloaf Entertainment 2022 – EP A Cicatriz e a Flor – com Liz Matos e Fernanda Noronha
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Festival Internacional Rima que Rima
El Festival Internacional Rima que Rima es un vibrante encuentro autogestionado de poesía improvisada, música tradicional y artes escénicas que celebra la riqueza cultural de Iberoamérica. Desde su creación, el festival ha reunido a artistas consagrados y nuevas voces, conectando la herencia con lo contemporáneo a través de espectáculos en vivo, talleres y espacios de intercambio creativo. Con un enfoque en la descentralización y democratización del acceso a la cultura, Rima que Rima promueve la diversidad cultural, el diálogo entre generaciones y la revalorización del patrimonio poético-musical, posicionándose como un referente innovador en el panorama artístico internacional. Es una experiencia única donde la palabra, la música y la improvisación florecen sin fronteras, llevando la cultura a públicos diversos en distintas regiones del país.
Ver detalhesFestival Internacional Rima que Rima
Descrição
El Festival Internacional Rima que Rima es un vibrante encuentro autogestionado de poesía improvisada, música tradicional y artes escénicas que celebra la riqueza cultural de Iberoamérica. Desde su creación, el festival ha reunido a artistas consagrados y nuevas voces, conectando la herencia con lo contemporáneo a través de espectáculos en vivo, talleres y espacios de intercambio creativo. Con un enfoque en la descentralización y democratización del acceso a la cultura, Rima que Rima promueve la diversidad cultural, el diálogo entre generaciones y la revalorización del patrimonio poético-musical, posicionándose como un referente innovador en el panorama artístico internacional. Es una experiencia única donde la palabra, la música y la improvisación florecen sin fronteras, llevando la cultura a públicos diversos en distintas regiones del país.
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Lisandro Baum
Como arreglador, compositor y pianista, dirigiendo proyectos como Quinteto Bataraz y colaborando durante más de diez años con Hilda Herrera en Pianistas Argentinos, el pianista y compositor argentino nominado a los Latin Grammy2018 en la categoría mejor arreglo Lisandro Baum ha sido reconocido como un referente de la música popular argentina contemporánea. Con la música argentina como base, el lenguaje sonoro de Baum es una mezcla de raíces folclóricas, tango, jazz, impresionismo europeo: promover la música como un puente sin fronteras y multidimensional entre todas las personas. En 2013, Baum centró su atención en sus propios conjuntos y proyectos de grabación, lanzando varios álbumes, ganando importantes premios y nominaciones en los Premios Gardel, Premios Nacionales en Letras, Artes y Ciencias, Fondo Nacional de las Artes y Latin Grammy®. El primer álbum de Quinteto Bataraz fue elegido como una de las mejores grabaciones de tango y folclore del año por el diario PAGINA12 en 2014. El disco titulado Fiero fue elegido entre los 10 más destacados del nuevo tango en 2018 por la revista Billboard. En 2019 lanza su primer disco solista titulado Estuario en el que confluyen diversas corrientes que han influenciado su trabajo en los últimos años. Baum, se desempeña como docente en los más prestigiosos espacios educativos de música argentina en Buenos Aires.
Ver detalhesLisandro Baum
Tango
Folclore
Descrição
Como arreglador, compositor y pianista, dirigiendo proyectos como Quinteto Bataraz y colaborando durante más de diez años con Hilda Herrera en Pianistas Argentinos, el pianista y compositor argentino nominado a los Latin Grammy2018 en la categoría mejor arreglo Lisandro Baum ha sido reconocido como un referente de la música popular argentina contemporánea. Con la música argentina como base, el lenguaje sonoro de Baum es una mezcla de raíces folclóricas, tango, jazz, impresionismo europeo: promover la música como un puente sin fronteras y multidimensional entre todas las personas. En 2013, Baum centró su atención en sus propios conjuntos y proyectos de grabación, lanzando varios álbumes, ganando importantes premios y nominaciones en los Premios Gardel, Premios Nacionales en Letras, Artes y Ciencias, Fondo Nacional de las Artes y Latin Grammy®. El primer álbum de Quinteto Bataraz fue elegido como una de las mejores grabaciones de tango y folclore del año por el diario PAGINA12 en 2014. El disco titulado Fiero fue elegido entre los 10 más destacados del nuevo tango en 2018 por la revista Billboard. En 2019 lanza su primer disco solista titulado Estuario en el que confluyen diversas corrientes que han influenciado su trabajo en los últimos años. Baum, se desempeña como docente en los más prestigiosos espacios educativos de música argentina en Buenos Aires.

Adrián Poveda
Compositor y músico con mas de 20 años de experiencia, me desempeño como cantautor pero tambien estoy al frente de 2 bandas (Continental y Monte). He participado en mas de 15 discos, 4 bandas sonoras para peliculas, participado en festivales en Mexico, Panamá y Argentina. Fundador de Sonido Nuevo Records, un colectivo, sello independiente y estudio de sonido. Como ingeniero fui uno de los creadores de el compilado "Si, San José", un documento importante de la escena indie rock costarricense. Tambien edito bajo el pseudonimo El Mundo Entero
Ver detalhesAdrián Poveda
Nuevo Folclore
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descrição
Compositor y músico con mas de 20 años de experiencia, me desempeño como cantautor pero tambien estoy al frente de 2 bandas (Continental y Monte). He participado en mas de 15 discos, 4 bandas sonoras para peliculas, participado en festivales en Mexico, Panamá y Argentina. Fundador de Sonido Nuevo Records, un colectivo, sello independiente y estudio de sonido. Como ingeniero fui uno de los creadores de el compilado "Si, San José", un documento importante de la escena indie rock costarricense. Tambien edito bajo el pseudonimo El Mundo Entero

Guilherme Lamas
Guilherme Lamas – Violão de 7 Cordas de Aço É doutor e mestre em música pela Unicamp, formado no Conservatório de Tatuí, tendo o foco de seu trabalho o Violão 7 Cordas de acompanhamento e solista. Tocou ao lado de músicos como: Monica Salmaso, Eduardo Gudin, Paulo Aragão, Carlos Chaves, Altemar Dutra Jr., Luiz Carlos da Vila, Toinho Melodia, Valter Silva, Valdir Silva, Alessandro Penezzi, Alexandre Ribeiro, entre outros. Participou dos programas televisivos “Sr. Brasil” / Rolando Boldrin, “Milagres de Santa Luzia” da TV Cultura, “Conexão Cultural” da TV Câmara, entre outros. Indicação “Melhores Instrumentistas da Música Brasileira 2017” e “Menção Honrosa” pelo Embrulhador. Produziu ao longo de sua carreira: 2023/24 Concertos: 7 de Aço Solo 2022 Álbum: Bem acompanhado 2022 EP: Melhor que isso só arroz com ovo 2021 WebVídeos: Uma dica pra quem "Fica em Casa" 2020 Programa: Choro no Quintal 2019 Projeto: “Obrigado, Radamés” 2018 Álbum: Idas e Vindas 2017 Álbum: O Alvorecer, homenagem a Ernesto Nazareth 2016 Concertos: “Violão 7 Cordas Solo 2015 WebVídeos: Sinal dos Tempos, homenagem a Garoto 2014 Álbum: "Aos Domingos na Casa da Vó (e do Vô também)"
Ver detalhesGuilherme Lamas
Instrumental / Jazz Brasileiro
Choro
Solistas
Descrição
Guilherme Lamas – Violão de 7 Cordas de Aço É doutor e mestre em música pela Unicamp, formado no Conservatório de Tatuí, tendo o foco de seu trabalho o Violão 7 Cordas de acompanhamento e solista. Tocou ao lado de músicos como: Monica Salmaso, Eduardo Gudin, Paulo Aragão, Carlos Chaves, Altemar Dutra Jr., Luiz Carlos da Vila, Toinho Melodia, Valter Silva, Valdir Silva, Alessandro Penezzi, Alexandre Ribeiro, entre outros. Participou dos programas televisivos “Sr. Brasil” / Rolando Boldrin, “Milagres de Santa Luzia” da TV Cultura, “Conexão Cultural” da TV Câmara, entre outros. Indicação “Melhores Instrumentistas da Música Brasileira 2017” e “Menção Honrosa” pelo Embrulhador. Produziu ao longo de sua carreira: 2023/24 Concertos: 7 de Aço Solo 2022 Álbum: Bem acompanhado 2022 EP: Melhor que isso só arroz com ovo 2021 WebVídeos: Uma dica pra quem "Fica em Casa" 2020 Programa: Choro no Quintal 2019 Projeto: “Obrigado, Radamés” 2018 Álbum: Idas e Vindas 2017 Álbum: O Alvorecer, homenagem a Ernesto Nazareth 2016 Concertos: “Violão 7 Cordas Solo 2015 WebVídeos: Sinal dos Tempos, homenagem a Garoto 2014 Álbum: "Aos Domingos na Casa da Vó (e do Vô também)"

Ireri Almonte
Ireri Almonte es el nombre del proyecto solista como cantautora de Ireri Mejía Almonte: filósofa, multinstrumentista, músico tradicional y cantautora. Originaria de Morelia, Michoacán, proviene de una familia de músicos tradicionales desde 3 generaciones atrás de ella. Es por ello que se ha dedicado a interpretar, difundir y hacer vivir la música tradicional que aprendió a tocar, bailar y cantar desde su infancia. Con su familia (sus cinco hermanos y sus padres) conformaron el grupo de música tradicional mexicana "Media Luna" con quienes han sido ganadores, en dos ocasiones, de convocatorias del FONCA en México y con quienes cuentan con dos producciones discográficas y, actualmente, se encuentran en la producción de la tercera producción que saldrá este año. Han realizado presentaciones en gran parte del territorio mexicano así como en Chicago, Las Vegas, Dallas y Los Ángeles en EUA. Comenzó su proyecto solista como cantautora en julio de 2018 y recientemente publicó en todas las plataformas digitales su álbum debut "Ouróboros". Ha realizado presentaciones en festivales internacionales, así como en principales teatros municipales, centros culturales y foros en Brasil, Perú, Colombia, Argentina, Chile y Paraguay, además de haber recorrido gran parte de su país con su proyecto solista en festivales, teatros y foros culturales. Se ha presentado con cancionistas de talla internacional como Manuel García y Rosario Alfonso de Chile, Lalá y Alejandro y Maria Laura de Perú, Ezequiel Borra, Sofía Campos, Facu Jofré de Argentina, Roberto Camargo y Solo Valencia de Colombia, Vivir Quintana y Leiden de México, entre otros. Además del proyecto con su familia y su proyecto como cantaora, actualmente forma parte también del ensamble de voces femeninas y percusión corporal "Aliento y Latido" bajo la dirección de Leika Mochán (miembro del Sistema de Creadores de México) y del ensamble femenil de música de Tierra Caliente, Mich., La Tolvadera.
Ver detalhesIreri Almonte
Nuevo Folclor
Canción Melódica
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descrição
Ireri Almonte es el nombre del proyecto solista como cantautora de Ireri Mejía Almonte: filósofa, multinstrumentista, músico tradicional y cantautora. Originaria de Morelia, Michoacán, proviene de una familia de músicos tradicionales desde 3 generaciones atrás de ella. Es por ello que se ha dedicado a interpretar, difundir y hacer vivir la música tradicional que aprendió a tocar, bailar y cantar desde su infancia. Con su familia (sus cinco hermanos y sus padres) conformaron el grupo de música tradicional mexicana "Media Luna" con quienes han sido ganadores, en dos ocasiones, de convocatorias del FONCA en México y con quienes cuentan con dos producciones discográficas y, actualmente, se encuentran en la producción de la tercera producción que saldrá este año. Han realizado presentaciones en gran parte del territorio mexicano así como en Chicago, Las Vegas, Dallas y Los Ángeles en EUA. Comenzó su proyecto solista como cantautora en julio de 2018 y recientemente publicó en todas las plataformas digitales su álbum debut "Ouróboros". Ha realizado presentaciones en festivales internacionales, así como en principales teatros municipales, centros culturales y foros en Brasil, Perú, Colombia, Argentina, Chile y Paraguay, además de haber recorrido gran parte de su país con su proyecto solista en festivales, teatros y foros culturales. Se ha presentado con cancionistas de talla internacional como Manuel García y Rosario Alfonso de Chile, Lalá y Alejandro y Maria Laura de Perú, Ezequiel Borra, Sofía Campos, Facu Jofré de Argentina, Roberto Camargo y Solo Valencia de Colombia, Vivir Quintana y Leiden de México, entre otros. Además del proyecto con su familia y su proyecto como cantaora, actualmente forma parte también del ensamble de voces femeninas y percusión corporal "Aliento y Latido" bajo la dirección de Leika Mochán (miembro del Sistema de Creadores de México) y del ensamble femenil de música de Tierra Caliente, Mich., La Tolvadera.

Esteban
.Nacido en La Plata, Argentina, comenzó sus estudios de canto en ese país con Elsa Paladino, Rina Nigri y Nino Falzetti, y se especializó más tarde en los Países Bajos, en el Departamento de Música Antigua del Conservatorio Real de la Haya, En Europa, debutó como solista operístico en el rol de Apollo con la ópera Gli amori di Apollo e di Dafne de Francesco Cavalli, presentada en el Concertgebouw de Brujas, el Stadtschouwburg de Groningen y de Amsterdam, y como apertura del Kunsten Festival des Arts de Bruselas. Ha sido dirigidos por maestros de la talla de Christina Pluhar, Gabriel Garrido, Marcelo Birman, Andrés Gerszenszon y Antonio Russo entre otros. Participó en varias producciones del CeTC (Centro de Experimentación del Teatro Colón) entre las que destacan las óperas Breve sueño de Patricia Martínez y El limonero real basada en la novela homónima de José Saer, compuesta y dirigida por Ezequiel Menalled. Es miembro fundador junto al laudista Sergio Casanovas de la agrupación Cappella del Plata que se especializa en la música del período barroco. También forma parte del ensamble PBBA (Proyecto Bach Buenos Aires) dirigido por el clavecinista Jorge Lavista. Junto a otros músicos especializados en Renacimiento y Barroco, es uno de los creadores de Me La Amargates Tú, ensamble cuya original propuesta combina los aspectos folklóricos de la música sefardita con elementos musicales del período final de dicha comunidad en la Península Ibérica. Ha realizado junto a ellos giras por diferentes países incluyendo Israel, Holanda, Grecia, Suiza, Estados Unidos y Bélgica entre otros.Sus últimos conciertos con dicho ensamble, tuvieron lugar en noviembre de 2017 y 2019 en Saint Paul, Minnesota; Eau Claire, Wisconsin y en Zurich, Bélgica y Suiza en el mes de noviembre de 2021. En mayo de 2024, se presentaron como invitados especiales en el Festival Zamus en Köln, Alemania
Ver detalhesEsteban
Barroca
Contemporánea
Descrição
.Nacido en La Plata, Argentina, comenzó sus estudios de canto en ese país con Elsa Paladino, Rina Nigri y Nino Falzetti, y se especializó más tarde en los Países Bajos, en el Departamento de Música Antigua del Conservatorio Real de la Haya, En Europa, debutó como solista operístico en el rol de Apollo con la ópera Gli amori di Apollo e di Dafne de Francesco Cavalli, presentada en el Concertgebouw de Brujas, el Stadtschouwburg de Groningen y de Amsterdam, y como apertura del Kunsten Festival des Arts de Bruselas. Ha sido dirigidos por maestros de la talla de Christina Pluhar, Gabriel Garrido, Marcelo Birman, Andrés Gerszenszon y Antonio Russo entre otros. Participó en varias producciones del CeTC (Centro de Experimentación del Teatro Colón) entre las que destacan las óperas Breve sueño de Patricia Martínez y El limonero real basada en la novela homónima de José Saer, compuesta y dirigida por Ezequiel Menalled. Es miembro fundador junto al laudista Sergio Casanovas de la agrupación Cappella del Plata que se especializa en la música del período barroco. También forma parte del ensamble PBBA (Proyecto Bach Buenos Aires) dirigido por el clavecinista Jorge Lavista. Junto a otros músicos especializados en Renacimiento y Barroco, es uno de los creadores de Me La Amargates Tú, ensamble cuya original propuesta combina los aspectos folklóricos de la música sefardita con elementos musicales del período final de dicha comunidad en la Península Ibérica. Ha realizado junto a ellos giras por diferentes países incluyendo Israel, Holanda, Grecia, Suiza, Estados Unidos y Bélgica entre otros.Sus últimos conciertos con dicho ensamble, tuvieron lugar en noviembre de 2017 y 2019 en Saint Paul, Minnesota; Eau Claire, Wisconsin y en Zurich, Bélgica y Suiza en el mes de noviembre de 2021. En mayo de 2024, se presentaron como invitados especiales en el Festival Zamus en Köln, Alemania

La habitación de Ludwig
La lectura de Beethoven como ícono cultural y el sinnúmero de usos variados que tiene su obra, delinean los caracteres del artista moderno, no sólo en la posibilidad de ofrecer una lectura de las tensiones artísticas y sociales de su tiempo, sino también en las proyecciones que -desde él- se perfilan a futuro. Beethoven en este sentido es el compositor paradigmático emergente desde las revoluciones burguesas de los siglos XVIII y XIX, que desde la política y la industria, han conducido la conformación de un mercado global. Beethoven fue uno de los primeros artistas que puso en juego los ideales de la Ilustración y que se volcaron en el ideario revolucionario para la configuración de un nuevo concepto de hombre y ciudadano en la Modernidad. Así la tríada Libertad, igualdad y fraternidad fueron los conceptos que despuntaron desde la revolución francesa como origen de todo un universo de utopías que mostraron su fracaso en todas las violencias que desplegó el siglo XX , y de allí a nuestros días. Si Beethoven fue una de las últimas voces que elevaron su discurso a una humanidad que podría reencontrarse en una totalidad, ¿que nos queda de aquellas viejas ensoñaciones? En segundo lugar la crisis de la experiencia que fuera largamente descripta por la escuela de Frankfurt en dos de sus máximos representantes Walter Benjamin y T.W. Adorno guían nuestro enfoque. Adorno en particular fue uno de los grandes exegetas de la figura de Beethoven. ¿Es posible tener experiencias en el mundo actual? Hoy nuestra cotidianidad mediada por múltiples dispositivos nos traen literalmente el «mundo a la mano» pero no pareciera ser aquél Zuhandenheit (tener a la mano) del que hablaba Martin Heidegger y que fundaba el «saber hacer» del artesano. Tiempo después de estas reflexiones y ante la emergencia de las IA, conceptos como los de creación, sujeto y arte se ven asimismo puestos en cuestión. La habitación de Ludwig es una Opera que se desarrollará en un espacio escénico de caja negra, a la manera de una disco donde los personajes y la pantalla de video puntúan la narración. Dramaturgia: La figura de Beethoven como ícono que es el artista, un historiador y un filósofo además de un soprano cyber como voz para el «Himno a la alegría». Además de una pantalla de video que interactúa con los personajes. Todo este conjunto encerrado en el espacio escénico donde discurren imágenes, música e ideas en una «teoría ficción» … como una suerte de «Cerebro» de Beethoven, es decir: la habitación del compositor. Personajes: Beethoven joven (pianista) (BJ) Malena Levin El filósofo (actor) (F) Germán Retola Beethoven pianista compositor (pianista) (BPC) Juan Pablo Scafidi Beethoven tardío (actor) (B) Ricardo «Mono» Ibarlín El Historiador (actor)(H) José Ielpi Soprano cyber (tenor ligero) (SC) Esteban Manzano Ensamble instrumental: Dos pianos, dos percusionistas. Dispositivo de sonidos electrónicos y pantalla de video. Toda la música ha sido compuesta por el compositor Luis Menacho a excepción de las partes teatrales, de interacción entre (F, H y B) donde se programará dispositivos de IA para la creación de música.
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Descrição
La lectura de Beethoven como ícono cultural y el sinnúmero de usos variados que tiene su obra, delinean los caracteres del artista moderno, no sólo en la posibilidad de ofrecer una lectura de las tensiones artísticas y sociales de su tiempo, sino también en las proyecciones que -desde él- se perfilan a futuro. Beethoven en este sentido es el compositor paradigmático emergente desde las revoluciones burguesas de los siglos XVIII y XIX, que desde la política y la industria, han conducido la conformación de un mercado global. Beethoven fue uno de los primeros artistas que puso en juego los ideales de la Ilustración y que se volcaron en el ideario revolucionario para la configuración de un nuevo concepto de hombre y ciudadano en la Modernidad. Así la tríada Libertad, igualdad y fraternidad fueron los conceptos que despuntaron desde la revolución francesa como origen de todo un universo de utopías que mostraron su fracaso en todas las violencias que desplegó el siglo XX , y de allí a nuestros días. Si Beethoven fue una de las últimas voces que elevaron su discurso a una humanidad que podría reencontrarse en una totalidad, ¿que nos queda de aquellas viejas ensoñaciones? En segundo lugar la crisis de la experiencia que fuera largamente descripta por la escuela de Frankfurt en dos de sus máximos representantes Walter Benjamin y T.W. Adorno guían nuestro enfoque. Adorno en particular fue uno de los grandes exegetas de la figura de Beethoven. ¿Es posible tener experiencias en el mundo actual? Hoy nuestra cotidianidad mediada por múltiples dispositivos nos traen literalmente el «mundo a la mano» pero no pareciera ser aquél Zuhandenheit (tener a la mano) del que hablaba Martin Heidegger y que fundaba el «saber hacer» del artesano. Tiempo después de estas reflexiones y ante la emergencia de las IA, conceptos como los de creación, sujeto y arte se ven asimismo puestos en cuestión. La habitación de Ludwig es una Opera que se desarrollará en un espacio escénico de caja negra, a la manera de una disco donde los personajes y la pantalla de video puntúan la narración. Dramaturgia: La figura de Beethoven como ícono que es el artista, un historiador y un filósofo además de un soprano cyber como voz para el «Himno a la alegría». Además de una pantalla de video que interactúa con los personajes. Todo este conjunto encerrado en el espacio escénico donde discurren imágenes, música e ideas en una «teoría ficción» … como una suerte de «Cerebro» de Beethoven, es decir: la habitación del compositor. Personajes: Beethoven joven (pianista) (BJ) Malena Levin El filósofo (actor) (F) Germán Retola Beethoven pianista compositor (pianista) (BPC) Juan Pablo Scafidi Beethoven tardío (actor) (B) Ricardo «Mono» Ibarlín El Historiador (actor)(H) José Ielpi Soprano cyber (tenor ligero) (SC) Esteban Manzano Ensamble instrumental: Dos pianos, dos percusionistas. Dispositivo de sonidos electrónicos y pantalla de video. Toda la música ha sido compuesta por el compositor Luis Menacho a excepción de las partes teatrales, de interacción entre (F, H y B) donde se programará dispositivos de IA para la creación de música.

Son Palenque
El 30 de agosto de 1979, un grupo de jóvenes de San Basilio de Palenque encabezados por Justo Valdés Cásseres (n. 1951), hijo del tamborero Cecilio Valdés Simanca “Ataole”, dieron vida a una de las agrupaciones más importantes en la mezcla entre la música de la región, la champeta y los sonidos africanos. Cuenta Valdés, pionero de esa aventura, que una madrugada salía de una fiesta en Marbella, en Cartagena, junto con amigos como Luciano Torres, Enrique Tejedor, Ángel Herrera, Lorenzo Díaz “Malanga” y Rafael “El Teniente” Reyes. En plena playa Valdés se puso a entonar un tema propio llamado “Gele Gele (para gozá)”. Así recuerda ese instante: “Cuando empecé a cantar, Luciano se puso a hacer coro y Enrique cogió una lata y empezó a hacer percusión”. Ese fue el inicio de una aventura musical que hoy completa 45 años de existencia. Ya desde su adolescencia en Cartagena, Valdés se había dado a componer canciones. Mientras, se había convertido en un asiduo espectador de los conciertos de cantadoras como Estefanía Caicedo e Irene Martínez, y además se interesó en la danza tras conocer a Delia Zapata Olivella. Algunas de las inspiraciones tempranas del cantante y compositor palenquero, como “El sapo” y “Dame un trago” se convirtieron luego en parte fundamental del repertorio de lo que se llamaría, desde esa improvisación en la playa hasta hoy, Son Palenque. Con más de 12 trabajos discográficos a su haber y una carrera que los ha llevado por diferentes lugares del mundo, la agrupación Son Palenque es un semillero de artistas dedicados a la champeta en la ciudad de Cartagena. Por sus filas pasaron Viviano Torres (Anne Swing), Charles King. Melchor Pérez y Casimiro Valdés “el Kassiva”. Todos ellos son conscientes de la importancia que tuvo para su carrera el paso por la institución. Así reseñaba el espíritu de las primeras presentaciones del grupo el periodista Rubén Darío Álvarez Pacheco en su libro “La fuga del esplendor: Conversación con la música cartagenera de los años 80”: “En un principio no hubo aplausos ni gritos de aprobación, lo cual no significaba desprecio o indiferencia. Todo lo contrario, la propuesta de Son Palenque extasiaba por lo alegre de su sonido percutivo, sin las gaitas o los clarinetes que acompañan a otras manifestaciones musicales del Caribe colombiano. La cadencia, la profundidad y el lamento de la música palenquera eran poco conocidos en las tarimas del entretenimiento cartagenero, y mucho menos en las programaciones radiales de aquellos tiempos”. Desde 1980, Valdés y compañía han grabado con sellos como Fonobosa, CBS, Felito Records y Palenque Records. Álbumes como “Los trotamundos del sabor” (1983), “Larepa’sa” (1984), “Ane jue” (1985), “Afric erotic” (1986), “Dame un trago” (1996) y “Kutu Prieta pa Saranguia” (2017) hacen parte ya del patrimonio musical caribe colombiano. Los llamados "kamajanes de la música palenquera" siguen dándole vida a una agrupación de referencia en nuestra historia. Movido por el agradecimiento a la Fundación Transformemos, que le enseñó a leer y a escribir hace algunos años, Justo Valdés suele lanzar producciones discográficas a nombre de dicha fundación, y también mantiene lazos estrechos con el productor Lucas Silva y su sello, Palenque Records, gracias al cual ha logrado que su música se escuche en todo el mundo por medio de alianzas con sellos como el español Vampi Soul y el inglés Soundway, que han reeditado en esos lugares la música de Son Palenque. Como nunca antes en sus 45 años de existencia, Justo Valdés y compañía están llenos de planes y actividades. Hoy continúan trabajando con una nueva nómina que incluye los hijos del propio Justo y en ocasiones a su hermano, Pánfilo Valdés, miembro fundador del colectivo. Y en la celebración de este aniversario han prometido el lanzamiento de una nueva producción discográfica en vinilo con 15 temas, de regreso a ese formato en el cual lanzaron buena parte de sus producciones desde principios de la década del 80 hasta mediados de los años 90. El 30 de agosto se cumplen 45 años de la formación de Son Palenque, agrupación pionera de la champeta criolla.
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Afro
Folclor
Descrição
El 30 de agosto de 1979, un grupo de jóvenes de San Basilio de Palenque encabezados por Justo Valdés Cásseres (n. 1951), hijo del tamborero Cecilio Valdés Simanca “Ataole”, dieron vida a una de las agrupaciones más importantes en la mezcla entre la música de la región, la champeta y los sonidos africanos. Cuenta Valdés, pionero de esa aventura, que una madrugada salía de una fiesta en Marbella, en Cartagena, junto con amigos como Luciano Torres, Enrique Tejedor, Ángel Herrera, Lorenzo Díaz “Malanga” y Rafael “El Teniente” Reyes. En plena playa Valdés se puso a entonar un tema propio llamado “Gele Gele (para gozá)”. Así recuerda ese instante: “Cuando empecé a cantar, Luciano se puso a hacer coro y Enrique cogió una lata y empezó a hacer percusión”. Ese fue el inicio de una aventura musical que hoy completa 45 años de existencia. Ya desde su adolescencia en Cartagena, Valdés se había dado a componer canciones. Mientras, se había convertido en un asiduo espectador de los conciertos de cantadoras como Estefanía Caicedo e Irene Martínez, y además se interesó en la danza tras conocer a Delia Zapata Olivella. Algunas de las inspiraciones tempranas del cantante y compositor palenquero, como “El sapo” y “Dame un trago” se convirtieron luego en parte fundamental del repertorio de lo que se llamaría, desde esa improvisación en la playa hasta hoy, Son Palenque. Con más de 12 trabajos discográficos a su haber y una carrera que los ha llevado por diferentes lugares del mundo, la agrupación Son Palenque es un semillero de artistas dedicados a la champeta en la ciudad de Cartagena. Por sus filas pasaron Viviano Torres (Anne Swing), Charles King. Melchor Pérez y Casimiro Valdés “el Kassiva”. Todos ellos son conscientes de la importancia que tuvo para su carrera el paso por la institución. Así reseñaba el espíritu de las primeras presentaciones del grupo el periodista Rubén Darío Álvarez Pacheco en su libro “La fuga del esplendor: Conversación con la música cartagenera de los años 80”: “En un principio no hubo aplausos ni gritos de aprobación, lo cual no significaba desprecio o indiferencia. Todo lo contrario, la propuesta de Son Palenque extasiaba por lo alegre de su sonido percutivo, sin las gaitas o los clarinetes que acompañan a otras manifestaciones musicales del Caribe colombiano. La cadencia, la profundidad y el lamento de la música palenquera eran poco conocidos en las tarimas del entretenimiento cartagenero, y mucho menos en las programaciones radiales de aquellos tiempos”. Desde 1980, Valdés y compañía han grabado con sellos como Fonobosa, CBS, Felito Records y Palenque Records. Álbumes como “Los trotamundos del sabor” (1983), “Larepa’sa” (1984), “Ane jue” (1985), “Afric erotic” (1986), “Dame un trago” (1996) y “Kutu Prieta pa Saranguia” (2017) hacen parte ya del patrimonio musical caribe colombiano. Los llamados "kamajanes de la música palenquera" siguen dándole vida a una agrupación de referencia en nuestra historia. Movido por el agradecimiento a la Fundación Transformemos, que le enseñó a leer y a escribir hace algunos años, Justo Valdés suele lanzar producciones discográficas a nombre de dicha fundación, y también mantiene lazos estrechos con el productor Lucas Silva y su sello, Palenque Records, gracias al cual ha logrado que su música se escuche en todo el mundo por medio de alianzas con sellos como el español Vampi Soul y el inglés Soundway, que han reeditado en esos lugares la música de Son Palenque. Como nunca antes en sus 45 años de existencia, Justo Valdés y compañía están llenos de planes y actividades. Hoy continúan trabajando con una nueva nómina que incluye los hijos del propio Justo y en ocasiones a su hermano, Pánfilo Valdés, miembro fundador del colectivo. Y en la celebración de este aniversario han prometido el lanzamiento de una nueva producción discográfica en vinilo con 15 temas, de regreso a ese formato en el cual lanzaron buena parte de sus producciones desde principios de la década del 80 hasta mediados de los años 90. El 30 de agosto se cumplen 45 años de la formación de Son Palenque, agrupación pionera de la champeta criolla.
Música

Dúo Maldonado Bosco
Agrupación emergente que ha trabajado la composición, arreglo e interpretación de música original dentro del estilo de música de cantautor, con canciones que presentan elementos de ritmos latinoamericanos, alusiones a la trova y la nueva canción chilena y arreglos instrumentales para piano y guitarra. Ambos artistas cuentan con una trayectoria que combina la composición, interpretación e investigación en estos estilos, además de una amplia formación instrumental en la tradición clásica, el jazz y la música popular.
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Nueva Trova
Canción Melódica
Descrição
Agrupación emergente que ha trabajado la composición, arreglo e interpretación de música original dentro del estilo de música de cantautor, con canciones que presentan elementos de ritmos latinoamericanos, alusiones a la trova y la nueva canción chilena y arreglos instrumentales para piano y guitarra. Ambos artistas cuentan con una trayectoria que combina la composición, interpretación e investigación en estos estilos, además de una amplia formación instrumental en la tradición clásica, el jazz y la música popular.
20201 Resultados – Página 415 de 2021








