
SILVÉRIO PESSOA
Silvério Pessoa é cantor, compositor, doutor e professor da Universidade Católica de PE. Foi Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco. Nasceu em Carpina, zona da mata norte de Pernambuco. Sua música é uma síntese das canções da Zona da Mata, Agreste e Sertão, com a sonoridade urbana, contemporânea. É um trabalho que oferece hereditariedade ao gênero tradicional mas conectada à atualidade. Seu último projeto foi lançado em 2022, sendo disco SANGUE DE AMOR. Composições próprias e temática do universo do Amor em suas mais diversas formas. Numa proposta mais conceitual que relembra o Silvério que dialoga com a psicodelia pernambucana e sonoridades do mundo rock-pop. O disco conta com participações de nomes como Fernanda Takai, Natascha Falcão, Marco Polo (Ave Sangria), Bruna Caram, Paulo Miklos, Aelis Lodo e Ylana Queiroga. O cd foi lançado em todas as plataformas de streaming no dia 18 de abril, e teve o show de lançamento no dia 12 de maio no Teatro do Parque, com excelente repercussão. Silvério tem, ao longo de sua carreira, ao todo 08 discos gravados, 01 dvd e 02 livros. Sua carreira profissional teve início com o grupo CASCABULHO, banda que formou em 1994, lançou do disco “FOME DÁ DOR DE CABEÇA” e fez turnês pelo Canadá, E.U.A. e Berlim. Participou do Free Jazz, de 03 versões do Festival Abril pro Rock e recebeu, como compositor, o Prêmio Sharp de Música em 1999, categoria Regional. Após sua saída da banda, Silvério produziu: – CD “BATE O MANCÁ – O Povo dos Canaviais”, com base nas músicas de Jacinto Silva, lançando no Brasil em 2001 e na Europa em 2004. – CD “Batidas Urbanas – Projeto MICRÓBIO DO FREVO”, é uma revisão da obra carnavalesca de Jackson do Pandeiro nas décadas de 50/60. – CD lançado em novembro/2005 chama-se “CABEÇA ELÉTRICA, CORAÇÃO ACÚSTICO”, disco autoral, lançado em 2005. – DVD “CABEÇA ELÉTRICA, CORAÇÃO ACÚSTICO – Ao Vivo”, lançado em março de 2007. – CD NO GRAU e COLLECTIU foram lançados juntos em 2011, o primeiro de canções autorias e o segundo um projeto de gravações com bandas Occitans do sul da França, resultado de pesquisas e dos encontros e amizades feitas em suas turnês. – CD / Álbum FORROCCITANIA lançado em 2012 na Europa. – CD “CABEÇA FEITA – Silvério canta Jackson do Pandeiro”, gravado e lançado em 2015. O primeiro disco solo foi lançado em 2003 na França e teve destaque de 4 estrelas da Revista Le Monde de la Musique, de Paris, sendo selecionado como um dos melhores lançamentos do ano pela redação da Revista Vibrations da França. Seus trabalhos sempre tiveram um bom reconhecimento na mídia. Ganhou o Prêmio TIM de melhor cantor categoria Regional em 2006. Em 2012 foi indicado ao Prêmio de Música Brasileira como melhor cantor regional, tendo sempre reconhecimento pela particularidade e qualidade de sua música, conquistando assim diversos mundos culturais. As turnês no exterior iniciaram em junho / 2003 Silvério e permaneceu numa agenda ativa durante mais de 13 anos, com em temporadas que tinham como base a França. Nesses anos Silvério participou de importantes Festivais, como: o Sfinks Festival e Esperanzah (Bélgica), Roskilde (Dinamarca), Paleo (Suiça), Festival de Sines (Portugal), dentre tantos, expandindo também para outros continentes, como o Rainforest Festival, localizado na Ásia, Malásia, na Ilha de Borneo. Em 2007 chegou ao Japão para 2 apresentações no Centro de Tóquio, Espaço Cultural do Roppongi Hills. Foi selecionado para 3 shows no Europalia Brasil em 2011. Ao longo dessas turnês, Silvério fez diversas participações e teve encontros culturais com bandas francesas tais como: Massilia Sound System, Nux Vomica, Fabulous Trobadors, Bombes 2 Bal e La Talvera, com quem realizou projeto de residência, gravação e lançamento de disco e, festivais do sul da França, envolvendo a cultura Occitania com a nordestina. No Brasil, Silvério Pessoa foi selecionado em 2005 para o Projeto Pixinguinha, participando da Caravana do Sul e Sudeste, por 8 cidades brasileiras. Em 2011, o Itaú Cultural selecionou o Silvério para fazer parte de um projeto chamado “Coletivo”, que consistia em unir músicos e artistas de diversas regiões do Brasil, formando grupos escolhidos pelo próprio Itaú, para criarem e apresentarem um show. Participou no ano de 2013 do “Circuito TRANS-FORME”, projeto aprovado pelo Funcultura de Pernambuco, de circulação e formação de público, com shows e palestras, passando pelas cidades de Natal, João Pessoa, Caruaru e Maceió, em em um caminhão palco sinalizado com o projeto. Projeto “PERNAMBUCO CONVIDA” pela Caixa Cultural, em Brasília, novembro de 2014, Silvério realizou um show autoral, ao lado dos pernambucanos Lula Queiroga e Tibério Azul acompanhados por uma única banda. Apresentando ainda no Marco Zero palco principal do Carnaval de Recife, na mesma noite que Nação Zumbi e O Rappa. CENTENÁRIO DE JACKSON DO PANDEIRO, além do projeto do disco e show Cabeça Feita participou do projeto Janeiro de Grandes Espetáculos de 2019, lançando um show inédito, o SARAU DE JACKSON DO PANDEIRO, Numa formação inusitada de cordas e sopros, e também realizou um grande show de abertura para o FIG (Festival de Inverno de Garanhuns), com importantes convidados como Elba Ramalho, Zélia Duncan, Maciel Salu, Geraldo Maia, dentre tantos. Com o projeto DO FREVO AO FORRÓ ao lado do maestro Spok se apresentaram em 2019 nas cidades de Recife, Curitiba e Salvador, nas unidades da Caixa Cultural. Silvério tem mestrado e doutorado em Ciências da Religião na Universidade Católica, e lá atua como professor pós-graduação e na graduação de pedagogia. Seu mestrado rendeu um livro publicado em 2016 sobre a religiosidade popular do Nordeste e Sul da França. Realiza palestras e aulas shows em espaços educativos, para formadores e grande público.
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Forró
Manguebeat
Cantautor/Música de autor
Descrição
Silvério Pessoa é cantor, compositor, doutor e professor da Universidade Católica de PE. Foi Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco. Nasceu em Carpina, zona da mata norte de Pernambuco. Sua música é uma síntese das canções da Zona da Mata, Agreste e Sertão, com a sonoridade urbana, contemporânea. É um trabalho que oferece hereditariedade ao gênero tradicional mas conectada à atualidade. Seu último projeto foi lançado em 2022, sendo disco SANGUE DE AMOR. Composições próprias e temática do universo do Amor em suas mais diversas formas. Numa proposta mais conceitual que relembra o Silvério que dialoga com a psicodelia pernambucana e sonoridades do mundo rock-pop. O disco conta com participações de nomes como Fernanda Takai, Natascha Falcão, Marco Polo (Ave Sangria), Bruna Caram, Paulo Miklos, Aelis Lodo e Ylana Queiroga. O cd foi lançado em todas as plataformas de streaming no dia 18 de abril, e teve o show de lançamento no dia 12 de maio no Teatro do Parque, com excelente repercussão. Silvério tem, ao longo de sua carreira, ao todo 08 discos gravados, 01 dvd e 02 livros. Sua carreira profissional teve início com o grupo CASCABULHO, banda que formou em 1994, lançou do disco “FOME DÁ DOR DE CABEÇA” e fez turnês pelo Canadá, E.U.A. e Berlim. Participou do Free Jazz, de 03 versões do Festival Abril pro Rock e recebeu, como compositor, o Prêmio Sharp de Música em 1999, categoria Regional. Após sua saída da banda, Silvério produziu: – CD “BATE O MANCÁ – O Povo dos Canaviais”, com base nas músicas de Jacinto Silva, lançando no Brasil em 2001 e na Europa em 2004. – CD “Batidas Urbanas – Projeto MICRÓBIO DO FREVO”, é uma revisão da obra carnavalesca de Jackson do Pandeiro nas décadas de 50/60. – CD lançado em novembro/2005 chama-se “CABEÇA ELÉTRICA, CORAÇÃO ACÚSTICO”, disco autoral, lançado em 2005. – DVD “CABEÇA ELÉTRICA, CORAÇÃO ACÚSTICO – Ao Vivo”, lançado em março de 2007. – CD NO GRAU e COLLECTIU foram lançados juntos em 2011, o primeiro de canções autorias e o segundo um projeto de gravações com bandas Occitans do sul da França, resultado de pesquisas e dos encontros e amizades feitas em suas turnês. – CD / Álbum FORROCCITANIA lançado em 2012 na Europa. – CD “CABEÇA FEITA – Silvério canta Jackson do Pandeiro”, gravado e lançado em 2015. O primeiro disco solo foi lançado em 2003 na França e teve destaque de 4 estrelas da Revista Le Monde de la Musique, de Paris, sendo selecionado como um dos melhores lançamentos do ano pela redação da Revista Vibrations da França. Seus trabalhos sempre tiveram um bom reconhecimento na mídia. Ganhou o Prêmio TIM de melhor cantor categoria Regional em 2006. Em 2012 foi indicado ao Prêmio de Música Brasileira como melhor cantor regional, tendo sempre reconhecimento pela particularidade e qualidade de sua música, conquistando assim diversos mundos culturais. As turnês no exterior iniciaram em junho / 2003 Silvério e permaneceu numa agenda ativa durante mais de 13 anos, com em temporadas que tinham como base a França. Nesses anos Silvério participou de importantes Festivais, como: o Sfinks Festival e Esperanzah (Bélgica), Roskilde (Dinamarca), Paleo (Suiça), Festival de Sines (Portugal), dentre tantos, expandindo também para outros continentes, como o Rainforest Festival, localizado na Ásia, Malásia, na Ilha de Borneo. Em 2007 chegou ao Japão para 2 apresentações no Centro de Tóquio, Espaço Cultural do Roppongi Hills. Foi selecionado para 3 shows no Europalia Brasil em 2011. Ao longo dessas turnês, Silvério fez diversas participações e teve encontros culturais com bandas francesas tais como: Massilia Sound System, Nux Vomica, Fabulous Trobadors, Bombes 2 Bal e La Talvera, com quem realizou projeto de residência, gravação e lançamento de disco e, festivais do sul da França, envolvendo a cultura Occitania com a nordestina. No Brasil, Silvério Pessoa foi selecionado em 2005 para o Projeto Pixinguinha, participando da Caravana do Sul e Sudeste, por 8 cidades brasileiras. Em 2011, o Itaú Cultural selecionou o Silvério para fazer parte de um projeto chamado “Coletivo”, que consistia em unir músicos e artistas de diversas regiões do Brasil, formando grupos escolhidos pelo próprio Itaú, para criarem e apresentarem um show. Participou no ano de 2013 do “Circuito TRANS-FORME”, projeto aprovado pelo Funcultura de Pernambuco, de circulação e formação de público, com shows e palestras, passando pelas cidades de Natal, João Pessoa, Caruaru e Maceió, em em um caminhão palco sinalizado com o projeto. Projeto “PERNAMBUCO CONVIDA” pela Caixa Cultural, em Brasília, novembro de 2014, Silvério realizou um show autoral, ao lado dos pernambucanos Lula Queiroga e Tibério Azul acompanhados por uma única banda. Apresentando ainda no Marco Zero palco principal do Carnaval de Recife, na mesma noite que Nação Zumbi e O Rappa. CENTENÁRIO DE JACKSON DO PANDEIRO, além do projeto do disco e show Cabeça Feita participou do projeto Janeiro de Grandes Espetáculos de 2019, lançando um show inédito, o SARAU DE JACKSON DO PANDEIRO, Numa formação inusitada de cordas e sopros, e também realizou um grande show de abertura para o FIG (Festival de Inverno de Garanhuns), com importantes convidados como Elba Ramalho, Zélia Duncan, Maciel Salu, Geraldo Maia, dentre tantos. Com o projeto DO FREVO AO FORRÓ ao lado do maestro Spok se apresentaram em 2019 nas cidades de Recife, Curitiba e Salvador, nas unidades da Caixa Cultural. Silvério tem mestrado e doutorado em Ciências da Religião na Universidade Católica, e lá atua como professor pós-graduação e na graduação de pedagogia. Seu mestrado rendeu um livro publicado em 2016 sobre a religiosidade popular do Nordeste e Sul da França. Realiza palestras e aulas shows em espaços educativos, para formadores e grande público.
Música

Otros Aires
.OTROS AIRES fue creado entre los puertos de Barcelona y Buenos Aires por el músico, arquitecto y video artista argentino Miguel Di Genova en el año 2003. Basándose en las raíces de la cultura porteña como sustento artístico y filosófico, pero con la visión puesta en las corrientes artísticas de este siglo. – 20 años de trayectoria. FOTOS: www.otrosaires.com/gallery – 8 álbumes de estudio, 1 disco en vivo, 1 DVD documental www.otrosaires.com/music – Cerca de 40 giras por Europa, América del Norte y América del Sur (Mas de 250 ciudades recorridas) www.otrosaires.com/bio – Nombrado de ¨Interés cultural por la ciudad de Buenos Aires¨ en noviembre de 2018 www.otrosaires.com/bio – Concierto apertura para la prensa del G20 Argentina (2018). – Su música fue parte de programas de TV tales como ¨Dancing with the stars¨(USA), ¨America´s Got Talent¨ (USA) y ¨Strictly Come Dancing¨ (UK y es parte de importantísimos shows de tango tales como ¨Break the Tango¨ en Suiza y ¨Esa Mujer es Tango¨ de Mora Godoy (actualmente en Mar del Plata) – Participaron en algunos de los escenarios mas importantes del mundo tales como el del Lincoln Center (NYC), Dublin National Concert Hall (Dublin, Irlanda), Bardentreffen Festival (Nuremberg, Alemania), Amsterdam Roots Festival (Amsterdam, Paises Bajos), Greensound Festival (Bucarest), Pirineos Sur (España), Mar de Músicas (España) y el festival de Tango de Buenos Aires (en varias oportunidades) entre otros.
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Tango
Electro Folclórico
Electroacoustic Music
Descrição
.OTROS AIRES fue creado entre los puertos de Barcelona y Buenos Aires por el músico, arquitecto y video artista argentino Miguel Di Genova en el año 2003. Basándose en las raíces de la cultura porteña como sustento artístico y filosófico, pero con la visión puesta en las corrientes artísticas de este siglo. – 20 años de trayectoria. FOTOS: www.otrosaires.com/gallery – 8 álbumes de estudio, 1 disco en vivo, 1 DVD documental www.otrosaires.com/music – Cerca de 40 giras por Europa, América del Norte y América del Sur (Mas de 250 ciudades recorridas) www.otrosaires.com/bio – Nombrado de ¨Interés cultural por la ciudad de Buenos Aires¨ en noviembre de 2018 www.otrosaires.com/bio – Concierto apertura para la prensa del G20 Argentina (2018). – Su música fue parte de programas de TV tales como ¨Dancing with the stars¨(USA), ¨America´s Got Talent¨ (USA) y ¨Strictly Come Dancing¨ (UK y es parte de importantísimos shows de tango tales como ¨Break the Tango¨ en Suiza y ¨Esa Mujer es Tango¨ de Mora Godoy (actualmente en Mar del Plata) – Participaron en algunos de los escenarios mas importantes del mundo tales como el del Lincoln Center (NYC), Dublin National Concert Hall (Dublin, Irlanda), Bardentreffen Festival (Nuremberg, Alemania), Amsterdam Roots Festival (Amsterdam, Paises Bajos), Greensound Festival (Bucarest), Pirineos Sur (España), Mar de Músicas (España) y el festival de Tango de Buenos Aires (en varias oportunidades) entre otros.

Eduardo Papa Angiolucci
Comecei a escrever poesias e sentia necessidade de musicá-las. Aprendi a tocar violão para isso e hoje em dia consigo transformar minhas poesias e letras em músicas.
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Luísa de Lourdes
Luisa é cantora, atriz em formação, terapeuta ocupacional e professora de línguas. Trabalha como cantora intérprete, fazendo releituras de músicas brasileiras. Em 2017 criou o bloco e a banda Acorda, Amor, que homenageia o cantor e compositor Chico Buarque de Holanda. Também já cantou no grupo de projeções folclóricas Aruanda, onde teve a oportunidade de cantar em diversos lugares do Brasil e em festivais em Portugal e na Inglaterra. Luisa es cantante, actriz en formación, terapeuta ocupacional y profesora de idiomas. Trabaja como cantante interprete, haciendo versiones de músicas brasileñas. En 2017 he criado el bloco de Carnaval y banda "Acorda Amor", homenageando el cantante y compositor Chico Buarque de Holanda. Tambien ya he cantado en el grupo de folclore Aruanda, donde tuve la oportunidad de cantar en varios lugares de Brasil y en festivales en Portugal y Inglaterra.
Ver detalhesLuísa de Lourdes
Samba
MPB
Descrição
Luisa é cantora, atriz em formação, terapeuta ocupacional e professora de línguas. Trabalha como cantora intérprete, fazendo releituras de músicas brasileiras. Em 2017 criou o bloco e a banda Acorda, Amor, que homenageia o cantor e compositor Chico Buarque de Holanda. Também já cantou no grupo de projeções folclóricas Aruanda, onde teve a oportunidade de cantar em diversos lugares do Brasil e em festivais em Portugal e na Inglaterra. Luisa es cantante, actriz en formación, terapeuta ocupacional y profesora de idiomas. Trabaja como cantante interprete, haciendo versiones de músicas brasileñas. En 2017 he criado el bloco de Carnaval y banda "Acorda Amor", homenageando el cantante y compositor Chico Buarque de Holanda. Tambien ya he cantado en el grupo de folclore Aruanda, donde tuve la oportunidad de cantar en varios lugares de Brasil y en festivales en Portugal y Inglaterra.

Colores de candombe
Colores de candombe es un trio que indaga en la música afromericana a través de clásicos del jazz, el candombe y el folclore, como de músicas originales. Washington, Liber y Aníbal se reúnen para celebrar sus raices y llevar la música afrouruguaya al mundo. Colores de Candombe propone un espectáculo de jazz fusión, vibrante, profundo y con una sonoridad de vanguardia anclada en el sonido ancestral del tambor.
Ver detalhesColores de candombe
Candombe
Hard Bop
Soul Jazz / Jazz Funk
Folclor Fusión
Afrobeat
Descrição
Colores de candombe es un trio que indaga en la música afromericana a través de clásicos del jazz, el candombe y el folclore, como de músicas originales. Washington, Liber y Aníbal se reúnen para celebrar sus raices y llevar la música afrouruguaya al mundo. Colores de Candombe propone un espectáculo de jazz fusión, vibrante, profundo y con una sonoridad de vanguardia anclada en el sonido ancestral del tambor.

Segundo Bercetche
Segundo es un músico, artista sonoro y cineasta de Buenos Aires. Explora la relación entre lo humano y lo no humano, intentando habitar una realidad menos antropocéntrica y creando obras que apuntan hacia territorios y perspectivas desconocidos. Su trabajo incluye performances sonoras y documentales que son variables y poéticos, e involucran a las personas de manera participativa. A medida que crea su obra en respuesta a paisajes y comunidades específicos, también ha colaborado con niños, agricultores, artistas, terapeutas y científicos. Desde el 2004, como cantautor editó 10 discos bajo el nombre de Siro Bercetche. Realizó varias giras por Europa. En Octubre del año 2010 telonea los shows del cantautor norteamericano Jonathan Richman en Casa America (Madrid) y Sala Apolo (Barcelona). Comenzó realizando sus propios videoclips para dirigir más de 20 videos para distintos músicos de la escena local e internacional. En 2010 creó con Laura Kalauz un espectáculo de danza, música y video llamado ¨Disculpe usted podría coreografearme¨ (Disculpe, ¿podría ser mi coreógrafo?) La estructura de trabajo se basa en un diálogo entre “bailarines profesionales” y personas sin experiencia previa en teatro, danza o performance (transeúntes ocasionales, en este caso) que se ofrecen para asumir el papel de “coreógrafos por primera vez”. Esta conversación finalmente dará como resultado un acto coreográfico.La obra se estrenó en Buenos Aires y luego en Madrid y Jaén (2010, España, con el apoyo de Iberescena) y Salvador da Bahia (2012, Brasil). Desde el 2015 es parte de Lujo Asiático, trío que hace "música electrónica" sin máquinas ni computadoras: sólo con batería, sintetizadores y samplers. Lujo Asiático realizó una gira por Japón en octubre y noviembre de 2017, regresando con la edición en vinilo de su primer disco. En 2021, lanzaron su segundo vinilo “Ganbare”. En el 2022 editaron “After Ashram” en vinilo con el sello Australiano Rumble Records. En el 2012, el proyecto "Buenos Aires Rap" despertó su interés por el cine documental enfocado en la música. Esta realización narra los comienzos de la música rap en Buenos Aires y las distintas formas de apropiación y resignificación de esta cultura norteamericana por parte de los artistas locales. El film fue estrenado en el Festival de Cine Independiente de Buenos Aires (BAFICI, Argentina, 2014) otros fesivales: -Afro American Women in Cinema Festival (NYC, USA, 2014) -Festival Internacional de Cine de Guadalajara (Méjico, Marzo 2015) -Festival Internacional de Cine Uruguay (Montevideo, 2015) -Festival Internacional de Cine de Ituzaingó (Argentina, 2015) PREMIO MEJOR PELÍCULA -Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de Buenos Aires (Argentina, 2015) -Festival MIRA de Cine Latinoamericano (Bonn, Alemania, 2015) -North Carolina Latin American Films Festival (USA, 2016) En el 2017 realiza "No va llegar", una "horse movie" protagonizada por el bandoneonista y cantante Tomi Lebrero. A pesar del desaliento de su madre, que lo incita a abandonar esa "Odisea del espacio", Tomi se larga a la aventura junto a sus dos caballos y un potro que irá domando en el camino. Un viaje psicodélico por el territorio argentino. El documental fue presentado en el BAFICI 2017. Entre otros festivales internacionales, la película fue presentada en el Festival de Yamagata, Japón. Durante los meses de marzo, abril y mayo del 2018 la película fue exhibida en el cine del prestigioso Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA). En abril, mayo y junio del 2019, Segundo Bercetche viajó a Vila Sul, la primera residencia del Goethe-Institut en el hemisferio sur (Salvador do Bahia, Brasil). Grabó y procesó en tiempo real al compositor y acordeonista Patrick Giguère, compañero residente de la residencia Goethe en Bahía. Patrick trajo con él un acordeón tradicional del área canadiense francesa, donde fue criado. Intentamos mezclar un acordeón (interpretado por Patrick Giguère) con elementos de música electrónica como bucles en vivo, reverberaciones, sidechains, pitch y delay para crear una grabación ambiental que introduzca lentamente un ritmo, elementos de percusión y sintetizador. En el año 2021, colabora con el bandoneonista Tomi Lebrero desarrollando una performance para el Forecast Festival (festival de perfomances en Berlin , Alemania) con la mentoría de Du Yun, artista china radicada en NYC,USA. La performance se llama “Eternal Procession” En 2022 ganó el Fondo de Coproducción del Instituto de Goethe.En 2022 realizaron un pequeño viaje por Alemania investigando sobre el origen del bandoneón. Los resultados de esta investigaciónse se estrenaron en Buenos Aires (Chela, Abril, 2023). Para este mismo proyecto, en octubre de 2022 tuvo una residencia en Karlsruhe Staattheater (Alemania) durante dos semanas y presentó un WIP en el teatro. En mayo y junio de 2021 participó en la Residencia de Fleetstreet Theater en Hamburgo. Creó un proyecto llamado "Feed the river" con el artista local Paul Speckman. El proyecto se basa en el concepto de que los ríos son seres vivos y como todos los seres necesitan nutrirse, en este caso nutrirse de la música, inspirado en los conceptos de Animismo y el concepto andino de la Pacha Mama. El Teatro Fleetstreet está rodeado de canales y es bastante interesante escuchar cómo viajaban y cambiaban los sonidos a lo largo del canal. Están desarrollando una performance ubicando a diferentes músicos a lo largo del canal e intentando un diálogo usando el río como medio sonoro. Con el apoyo del instituto Goethe editó todo el material que se grabó en Hamburgo y creó una película sobre los conceptos e ideas que hay detrás de esta performance. trailer 3 minutos En agosto 2023, regresó a la residencia Fleestreet Theater para realizar la performance Feed the River en el marco del festival Kampnagel Summer Festival. Ubicó a diferentes músicos a lo largo del canal Stadtbrucke e intentaron un diálogo usando el río como medio sonoro.
Ver detalhesSegundo Bercetche
Synth / Electronica
Tango
Canción Melódica
Descrição
Segundo es un músico, artista sonoro y cineasta de Buenos Aires. Explora la relación entre lo humano y lo no humano, intentando habitar una realidad menos antropocéntrica y creando obras que apuntan hacia territorios y perspectivas desconocidos. Su trabajo incluye performances sonoras y documentales que son variables y poéticos, e involucran a las personas de manera participativa. A medida que crea su obra en respuesta a paisajes y comunidades específicos, también ha colaborado con niños, agricultores, artistas, terapeutas y científicos. Desde el 2004, como cantautor editó 10 discos bajo el nombre de Siro Bercetche. Realizó varias giras por Europa. En Octubre del año 2010 telonea los shows del cantautor norteamericano Jonathan Richman en Casa America (Madrid) y Sala Apolo (Barcelona). Comenzó realizando sus propios videoclips para dirigir más de 20 videos para distintos músicos de la escena local e internacional. En 2010 creó con Laura Kalauz un espectáculo de danza, música y video llamado ¨Disculpe usted podría coreografearme¨ (Disculpe, ¿podría ser mi coreógrafo?) La estructura de trabajo se basa en un diálogo entre “bailarines profesionales” y personas sin experiencia previa en teatro, danza o performance (transeúntes ocasionales, en este caso) que se ofrecen para asumir el papel de “coreógrafos por primera vez”. Esta conversación finalmente dará como resultado un acto coreográfico.La obra se estrenó en Buenos Aires y luego en Madrid y Jaén (2010, España, con el apoyo de Iberescena) y Salvador da Bahia (2012, Brasil). Desde el 2015 es parte de Lujo Asiático, trío que hace "música electrónica" sin máquinas ni computadoras: sólo con batería, sintetizadores y samplers. Lujo Asiático realizó una gira por Japón en octubre y noviembre de 2017, regresando con la edición en vinilo de su primer disco. En 2021, lanzaron su segundo vinilo “Ganbare”. En el 2022 editaron “After Ashram” en vinilo con el sello Australiano Rumble Records. En el 2012, el proyecto "Buenos Aires Rap" despertó su interés por el cine documental enfocado en la música. Esta realización narra los comienzos de la música rap en Buenos Aires y las distintas formas de apropiación y resignificación de esta cultura norteamericana por parte de los artistas locales. El film fue estrenado en el Festival de Cine Independiente de Buenos Aires (BAFICI, Argentina, 2014) otros fesivales: -Afro American Women in Cinema Festival (NYC, USA, 2014) -Festival Internacional de Cine de Guadalajara (Méjico, Marzo 2015) -Festival Internacional de Cine Uruguay (Montevideo, 2015) -Festival Internacional de Cine de Ituzaingó (Argentina, 2015) PREMIO MEJOR PELÍCULA -Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de Buenos Aires (Argentina, 2015) -Festival MIRA de Cine Latinoamericano (Bonn, Alemania, 2015) -North Carolina Latin American Films Festival (USA, 2016) En el 2017 realiza "No va llegar", una "horse movie" protagonizada por el bandoneonista y cantante Tomi Lebrero. A pesar del desaliento de su madre, que lo incita a abandonar esa "Odisea del espacio", Tomi se larga a la aventura junto a sus dos caballos y un potro que irá domando en el camino. Un viaje psicodélico por el territorio argentino. El documental fue presentado en el BAFICI 2017. Entre otros festivales internacionales, la película fue presentada en el Festival de Yamagata, Japón. Durante los meses de marzo, abril y mayo del 2018 la película fue exhibida en el cine del prestigioso Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA). En abril, mayo y junio del 2019, Segundo Bercetche viajó a Vila Sul, la primera residencia del Goethe-Institut en el hemisferio sur (Salvador do Bahia, Brasil). Grabó y procesó en tiempo real al compositor y acordeonista Patrick Giguère, compañero residente de la residencia Goethe en Bahía. Patrick trajo con él un acordeón tradicional del área canadiense francesa, donde fue criado. Intentamos mezclar un acordeón (interpretado por Patrick Giguère) con elementos de música electrónica como bucles en vivo, reverberaciones, sidechains, pitch y delay para crear una grabación ambiental que introduzca lentamente un ritmo, elementos de percusión y sintetizador. En el año 2021, colabora con el bandoneonista Tomi Lebrero desarrollando una performance para el Forecast Festival (festival de perfomances en Berlin , Alemania) con la mentoría de Du Yun, artista china radicada en NYC,USA. La performance se llama “Eternal Procession” En 2022 ganó el Fondo de Coproducción del Instituto de Goethe.En 2022 realizaron un pequeño viaje por Alemania investigando sobre el origen del bandoneón. Los resultados de esta investigaciónse se estrenaron en Buenos Aires (Chela, Abril, 2023). Para este mismo proyecto, en octubre de 2022 tuvo una residencia en Karlsruhe Staattheater (Alemania) durante dos semanas y presentó un WIP en el teatro. En mayo y junio de 2021 participó en la Residencia de Fleetstreet Theater en Hamburgo. Creó un proyecto llamado "Feed the river" con el artista local Paul Speckman. El proyecto se basa en el concepto de que los ríos son seres vivos y como todos los seres necesitan nutrirse, en este caso nutrirse de la música, inspirado en los conceptos de Animismo y el concepto andino de la Pacha Mama. El Teatro Fleetstreet está rodeado de canales y es bastante interesante escuchar cómo viajaban y cambiaban los sonidos a lo largo del canal. Están desarrollando una performance ubicando a diferentes músicos a lo largo del canal e intentando un diálogo usando el río como medio sonoro. Con el apoyo del instituto Goethe editó todo el material que se grabó en Hamburgo y creó una película sobre los conceptos e ideas que hay detrás de esta performance. trailer 3 minutos En agosto 2023, regresó a la residencia Fleestreet Theater para realizar la performance Feed the River en el marco del festival Kampnagel Summer Festival. Ubicó a diferentes músicos a lo largo del canal Stadtbrucke e intentaron un diálogo usando el río como medio sonoro.
Música

Uf Dog / Ufboys
Galardonado con el premio a la creación joven (Instituto de la Juventud – España) en 2021 por su proyecto Ufboys Worldwide, este rapero nacido en el noroeste de España ha conseguido junto a su equipo de trabajo llamar la atención de artistas altamente reconocidos dentro del panorama español y latinoamericano. En 2022 presentaba precisamente el albúm Ufboys Worldwide desarrollado con la ayuda del instituto de la juventud que se encargó de financiar parcialmente dicho album, para arrancar una gira en 2023 que ha incluido 9 ciudades de España donde se encuentran ciudades como Madrid, Barcelona o Valencia. En 2024, coincidiendo con el lanzamiento de su próximo trabajo de larga duración (LP), busca organizar una gira en México que incluya artistas y teloneros locales para, de esta forma, crear un corredor cultural y de colaboración Méxicanoespañol.
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Descrição
Galardonado con el premio a la creación joven (Instituto de la Juventud – España) en 2021 por su proyecto Ufboys Worldwide, este rapero nacido en el noroeste de España ha conseguido junto a su equipo de trabajo llamar la atención de artistas altamente reconocidos dentro del panorama español y latinoamericano. En 2022 presentaba precisamente el albúm Ufboys Worldwide desarrollado con la ayuda del instituto de la juventud que se encargó de financiar parcialmente dicho album, para arrancar una gira en 2023 que ha incluido 9 ciudades de España donde se encuentran ciudades como Madrid, Barcelona o Valencia. En 2024, coincidiendo con el lanzamiento de su próximo trabajo de larga duración (LP), busca organizar una gira en México que incluya artistas y teloneros locales para, de esta forma, crear un corredor cultural y de colaboración Méxicanoespañol.
Música

Flow Up Agency
Somos una agencia de representación y producción de eventos de reciente creación formada por profesionales de la industria musical con un largo recorrido y experiencia en diferentes áreas de la industria musical, así como en reconocidas empresas dentro de la industria. Una de las características de Flow Up Agency es la búsqueda de talento con independencia de su procedencia, raza o género, lo cual nos ha llevado a construir un roster de artistas donde podemos encontrar personas procedentes de Uruguay, Kenia, Chile o Uganda. Uno de nuestros últimos hitos como agencia ha sido la nominación de "Canto a la Imaginación", album presentado por Marina Tuset – artista representada por nosotros – a los Latin Grammys que terán lugar en Sevilla.
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Descrição
Somos una agencia de representación y producción de eventos de reciente creación formada por profesionales de la industria musical con un largo recorrido y experiencia en diferentes áreas de la industria musical, así como en reconocidas empresas dentro de la industria. Una de las características de Flow Up Agency es la búsqueda de talento con independencia de su procedencia, raza o género, lo cual nos ha llevado a construir un roster de artistas donde podemos encontrar personas procedentes de Uruguay, Kenia, Chile o Uganda. Uno de nuestros últimos hitos como agencia ha sido la nominación de "Canto a la Imaginación", album presentado por Marina Tuset – artista representada por nosotros – a los Latin Grammys que terán lugar en Sevilla.

Festival Leni Alexander
El festival Música Nueva Leni Alexander es una actividad impulsada por el Colectivo de Mujeres en la Música Resonancia Femenina. Se instaura el año 2017 gracias al financiamiento del Fondo de la Música. Su misión es promover, difundir y visibilizar el trabajo de las mujeres en la música en sus diferentes áreas disciplinares.
Ver detalhesFestival Leni Alexander
Descrição
El festival Música Nueva Leni Alexander es una actividad impulsada por el Colectivo de Mujeres en la Música Resonancia Femenina. Se instaura el año 2017 gracias al financiamiento del Fondo de la Música. Su misión es promover, difundir y visibilizar el trabajo de las mujeres en la música en sus diferentes áreas disciplinares.

João Barradas Trio
João Barradas é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais para o seu instrumento na área da música erudita, dos quais se destacam, entre outros, o Troféu Mundial de Acordeão (CMA), que vence por duas vezes, o Coupe Mondale de Acordeão (CIA), o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Okud Istra International Competition. Barradas tem-se apresentado, enquanto solista, nas seguintes salas: Het Concertgebouw Amsterdam, Wiener Konzerthaus, Elbphilharmonie Hamburg, Kolner Philharmonie, Tonhalle Maag Zurich, Philharmonie Luxembourg, Fundação Calouste Gulbenkian Lisboa, Casa da Música Porto, Philharmonie de Paris, Konzerthaus Dortmund, L’Auditori Barcelona, Mupa Budapest, La Moanaie/De Munt, Sage Gasteshead, Stuttgart Opera House, Bozar Brussels, Sadlers’s Wells Theatre London, Onassis Cultural Center Athens, L’Arsenal Metz, Sava Center Belgrade, Centro Cultural de Belém, Tribeca Performing Arts Center New York. Enquanto intérprete teve a seu cargo dezenas de estreias mundiais para acordeão solo escritas para ele por alguns dos mais destacados compositores europeus. Em 2016 grava, com a editora nova iorquina Inner Circle Music, o seu primeiro álbum enquanto líder, “Directions”, que conta com a produção de Greg Osby e foi considerado um dos melhores álbuns do ano pela revista Downbeat, aparecendo na sua prestigiada lista “Best Albums of The Year”. Ao mesmo tempo, começa a ser mencionado por alguns dos maiores nomes do Jazz Americano, como Joe Lovano, Nicholas Payton, Randy Brecker, Lenny White ou Walter Smith III. João Barradas tem colaborado com diversos músicos de renome, nomeadamente com Greg Osby, Mark Turner, Peter Evans, Aka Moon, Mike Stern, Rufus Reid, Gil Goldstein, Fabrizio Cassol, Jacob Sacks, Miles Okasaki, Jerome Jennings, Ben Van Gelder, Francesco Cafiso, Federico Malaman, Stephanne Galland, Fabian Fiorini, Michel Hatzigeorgiou, entre muitos outros. Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization para a temporada 2019/2020. Nessa mesma temporada a prestigiada BBC Music Magazine nomeou João Barradas como um dos seus Rising Stars. Desde criança, o seu ouvido absoluto, facilidade de leitura, extrema capacidade técnica e a vontade de trabalhar essas mesmas capacidades, revelaram-se como principal motivo para a sua exploração na área da docência. Actualmente frequenta o 2º ano do Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa e lecciona na Universidade Lusíada de Lisboa. Tem dado Masterclasses em algumas das mais prestigiadas Instituições do meio musical, tais como: Mupa Budapeste, Conservatório Municipal de Barcelona, Sage Gasteshead, Fundação Calouste Gulbenkian, Philharmonie Luxembourg, Sata-Hame Soi International Festival, Conservatório de Ghent, entre muitos outros. Em 2020, João Barradas obteve o 2º Prémio do Concurso de Composição SPA|/Antena 2 com a sua obra “The Edge of the Sea” para Orquestra Sinfónica.
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João Barradas é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais para o seu instrumento na área da música erudita, dos quais se destacam, entre outros, o Troféu Mundial de Acordeão (CMA), que vence por duas vezes, o Coupe Mondale de Acordeão (CIA), o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Okud Istra International Competition. Barradas tem-se apresentado, enquanto solista, nas seguintes salas: Het Concertgebouw Amsterdam, Wiener Konzerthaus, Elbphilharmonie Hamburg, Kolner Philharmonie, Tonhalle Maag Zurich, Philharmonie Luxembourg, Fundação Calouste Gulbenkian Lisboa, Casa da Música Porto, Philharmonie de Paris, Konzerthaus Dortmund, L’Auditori Barcelona, Mupa Budapest, La Moanaie/De Munt, Sage Gasteshead, Stuttgart Opera House, Bozar Brussels, Sadlers’s Wells Theatre London, Onassis Cultural Center Athens, L’Arsenal Metz, Sava Center Belgrade, Centro Cultural de Belém, Tribeca Performing Arts Center New York. Enquanto intérprete teve a seu cargo dezenas de estreias mundiais para acordeão solo escritas para ele por alguns dos mais destacados compositores europeus. Em 2016 grava, com a editora nova iorquina Inner Circle Music, o seu primeiro álbum enquanto líder, “Directions”, que conta com a produção de Greg Osby e foi considerado um dos melhores álbuns do ano pela revista Downbeat, aparecendo na sua prestigiada lista “Best Albums of The Year”. Ao mesmo tempo, começa a ser mencionado por alguns dos maiores nomes do Jazz Americano, como Joe Lovano, Nicholas Payton, Randy Brecker, Lenny White ou Walter Smith III. João Barradas tem colaborado com diversos músicos de renome, nomeadamente com Greg Osby, Mark Turner, Peter Evans, Aka Moon, Mike Stern, Rufus Reid, Gil Goldstein, Fabrizio Cassol, Jacob Sacks, Miles Okasaki, Jerome Jennings, Ben Van Gelder, Francesco Cafiso, Federico Malaman, Stephanne Galland, Fabian Fiorini, Michel Hatzigeorgiou, entre muitos outros. Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization para a temporada 2019/2020. Nessa mesma temporada a prestigiada BBC Music Magazine nomeou João Barradas como um dos seus Rising Stars. Desde criança, o seu ouvido absoluto, facilidade de leitura, extrema capacidade técnica e a vontade de trabalhar essas mesmas capacidades, revelaram-se como principal motivo para a sua exploração na área da docência. Actualmente frequenta o 2º ano do Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa e lecciona na Universidade Lusíada de Lisboa. Tem dado Masterclasses em algumas das mais prestigiadas Instituições do meio musical, tais como: Mupa Budapeste, Conservatório Municipal de Barcelona, Sage Gasteshead, Fundação Calouste Gulbenkian, Philharmonie Luxembourg, Sata-Hame Soi International Festival, Conservatório de Ghent, entre muitos outros. Em 2020, João Barradas obteve o 2º Prémio do Concurso de Composição SPA|/Antena 2 com a sua obra “The Edge of the Sea” para Orquestra Sinfónica.
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