
Ezequiel Esquenazi
Compuso piezas para orquesta, ensambles, instrumentos solistas, electroacústicas y mixtas. Sus obras fueron estrenadas y programadas en festivales de diferentes países tales como Suiza, Rusia, Bélgica, Francia, Chile, México, EEUU y España. Sus piezas electroacústicas “Caída, memoria y restitución” (2011) y “Vertiginoso Septiembre Táctil” (2020) recibieron premios en el concurso organizado por las fundación Destellos. Del mismo concurso “Wind1000” (pieza compuesta por encargo del Mixtur Festival de Barcelona) fue finalista en la edición 2018. Desde 2018 es rewiever del ICMC (International Computer Music Conference). También colabora con el New York City Electroacoustic Music Festival. En 2015 Kohlenstoff Records, sello radicado en Montreal (Canadá), dedicado a la música acusmática y experimental, edita su álbum "Conflictos con la Metáfora". Recibió encargos de Marcelo González, Ensamble electroacústico del DAMus (Universidad Nacional de las Artes), Andrés Castellani, Ensamble Tsunami, Sussane Kessel (Alemania), Alkunöir Dúo, entre otros.
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Contemporánea
Descrição
Compuso piezas para orquesta, ensambles, instrumentos solistas, electroacústicas y mixtas. Sus obras fueron estrenadas y programadas en festivales de diferentes países tales como Suiza, Rusia, Bélgica, Francia, Chile, México, EEUU y España. Sus piezas electroacústicas “Caída, memoria y restitución” (2011) y “Vertiginoso Septiembre Táctil” (2020) recibieron premios en el concurso organizado por las fundación Destellos. Del mismo concurso “Wind1000” (pieza compuesta por encargo del Mixtur Festival de Barcelona) fue finalista en la edición 2018. Desde 2018 es rewiever del ICMC (International Computer Music Conference). También colabora con el New York City Electroacoustic Music Festival. En 2015 Kohlenstoff Records, sello radicado en Montreal (Canadá), dedicado a la música acusmática y experimental, edita su álbum "Conflictos con la Metáfora". Recibió encargos de Marcelo González, Ensamble electroacústico del DAMus (Universidad Nacional de las Artes), Andrés Castellani, Ensamble Tsunami, Sussane Kessel (Alemania), Alkunöir Dúo, entre otros.
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Luis Subiabre
Afrobeat
Afro
Soundtrack
Descrição
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Orquestra Aerofônica
RELEASE ORQUESTRA AEROFÔNICA Nascida em Abr/2018, a Orquestra Aerofônica é uma constante fusão sonora, abraçando todos os ritmos e gêneros, sempre mixando tudo com aquele tempero que só tem no Pará. Com um naipe que conta com 5 instrumentos de sopro; somados ao DJ Pro EFx e ao percussa, André S.A, a banda aposta em um repertório autoral instrumental, mas que também flerta com músicas cantadas. Tudo que dá uma "sonzeira boa" é bem-vindo. No primeiro disco da banda, é possível ouvir toda latinidade pop que emana dessa sonoridade que é uma integração de música eletrônica e ritmos brasileiros, especialmente os paraenses, resultando em uma linguagem bem popular, com reggaetons; bregafunks; merengues; carimbós e cúmbias. “Esse disco é sobre a sensação mais comum na vida de quem mora desse lado do mapa: o calor! O paraense é calor nos costumes; no convívio; no linguajar; na dança; no sorriso; na música… somos calorosos como nosso clima pede e amamos ser assim. Vamos levar essa quentura aonde for.” (André S.A, Orquestra Aerofônica) As oito faixas trazem o gingado paraense e conversam com referências do mundo todo. Uma alquimia elaborada pra esquentar as pistas e causar impacto imediato. Manoel Cordeiro participa na faixa “Olá Carlos!”, que é uma homenagem ao grande guitarrista mexicano, Carlos Santana. Também participam do disco: Marco André e Iara Mê, na faixa “Qualé?!”; Bruna BG, em “Vai ter rolê!”; Anna Suav, em “Belém Brega Surf Night; Lirys Catharina (DF), em “Scattazilla”; e Mestre Feijão; como músico convidado em todas as faixas. “Sinuosa”; “Xacundum” e “Toró” completam o repertório de músicas autorais. A OA, além de produzir suas próprias festas, também figura em vários eventos pelo estado, sempre buscando fazer parcerias com artistas de diversos gêneros musicais, como: Manoel Cordeiro; Keila; Raidol; Jeff Moraes; Thais Badu e Bruna BG, multiplicando e fortalecendo a cena da música feita no Pará. A banda coleciona show importantes, como: Festival Sonido (Jun/2019); Circuito Mangueirosa (Fev/2020); Festival Se Rasgum São Paulo (Mar/2020), onde dividiram o palco com o grande guitarrista e produtor musical, Manoel Cordeiro; Se Rasgum TV Show (Dez/2020) e Festival BR 135 Instrumental, em São Luís-MA (Mai/2022), com elogiada apresentação, Festival de Ourém (Jul/2022) onde foi a atração do 2º dia de festival e o Festival Ambienta (Out/2022) onde estavam no mesmo line que Criolo e Marcelo Falcão. No início de 2023 a Orquestra Aerofônica foi convidada pela Rede Cultura para criar e produzir o jingle do Campeonato Paraense de Futebol de 2023! Nasceu assim a música "Sede de gol" que é interpretada pela cantora Nirah Duarte e, claro, pela própria banda! Do jingle nasceu um super clipe que foi lançado junto com o Parazão numa grande festa com presença de autoridades de governo e dos dirigentes dos clubes. O resultado está disponível no canal do Youtube da banda e também no Portal Cultura. Ainda em 2023, tiveram grande destaque no Mangueirosa e Projeto Circular, além de sempre realizarem seus eventos próprios em casas noturnas de Belém.
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Tecnobrega & Rumba
Descrição
RELEASE ORQUESTRA AEROFÔNICA Nascida em Abr/2018, a Orquestra Aerofônica é uma constante fusão sonora, abraçando todos os ritmos e gêneros, sempre mixando tudo com aquele tempero que só tem no Pará. Com um naipe que conta com 5 instrumentos de sopro; somados ao DJ Pro EFx e ao percussa, André S.A, a banda aposta em um repertório autoral instrumental, mas que também flerta com músicas cantadas. Tudo que dá uma "sonzeira boa" é bem-vindo. No primeiro disco da banda, é possível ouvir toda latinidade pop que emana dessa sonoridade que é uma integração de música eletrônica e ritmos brasileiros, especialmente os paraenses, resultando em uma linguagem bem popular, com reggaetons; bregafunks; merengues; carimbós e cúmbias. “Esse disco é sobre a sensação mais comum na vida de quem mora desse lado do mapa: o calor! O paraense é calor nos costumes; no convívio; no linguajar; na dança; no sorriso; na música… somos calorosos como nosso clima pede e amamos ser assim. Vamos levar essa quentura aonde for.” (André S.A, Orquestra Aerofônica) As oito faixas trazem o gingado paraense e conversam com referências do mundo todo. Uma alquimia elaborada pra esquentar as pistas e causar impacto imediato. Manoel Cordeiro participa na faixa “Olá Carlos!”, que é uma homenagem ao grande guitarrista mexicano, Carlos Santana. Também participam do disco: Marco André e Iara Mê, na faixa “Qualé?!”; Bruna BG, em “Vai ter rolê!”; Anna Suav, em “Belém Brega Surf Night; Lirys Catharina (DF), em “Scattazilla”; e Mestre Feijão; como músico convidado em todas as faixas. “Sinuosa”; “Xacundum” e “Toró” completam o repertório de músicas autorais. A OA, além de produzir suas próprias festas, também figura em vários eventos pelo estado, sempre buscando fazer parcerias com artistas de diversos gêneros musicais, como: Manoel Cordeiro; Keila; Raidol; Jeff Moraes; Thais Badu e Bruna BG, multiplicando e fortalecendo a cena da música feita no Pará. A banda coleciona show importantes, como: Festival Sonido (Jun/2019); Circuito Mangueirosa (Fev/2020); Festival Se Rasgum São Paulo (Mar/2020), onde dividiram o palco com o grande guitarrista e produtor musical, Manoel Cordeiro; Se Rasgum TV Show (Dez/2020) e Festival BR 135 Instrumental, em São Luís-MA (Mai/2022), com elogiada apresentação, Festival de Ourém (Jul/2022) onde foi a atração do 2º dia de festival e o Festival Ambienta (Out/2022) onde estavam no mesmo line que Criolo e Marcelo Falcão. No início de 2023 a Orquestra Aerofônica foi convidada pela Rede Cultura para criar e produzir o jingle do Campeonato Paraense de Futebol de 2023! Nasceu assim a música "Sede de gol" que é interpretada pela cantora Nirah Duarte e, claro, pela própria banda! Do jingle nasceu um super clipe que foi lançado junto com o Parazão numa grande festa com presença de autoridades de governo e dos dirigentes dos clubes. O resultado está disponível no canal do Youtube da banda e também no Portal Cultura. Ainda em 2023, tiveram grande destaque no Mangueirosa e Projeto Circular, além de sempre realizarem seus eventos próprios em casas noturnas de Belém.
Música

Beats-e-Tambores Brasil
BEATS-E-TAMBORES (B-T) é uma iniciativa político-cultural iniciada em 2019 e estabelecida em duas diferentes regiões do Brasil (Sul e Nordeste) que reconhece, valoriza, conecta e articula linguagens e agentes culturais de matriz afroindígena. Espacialmente localizados e em suas características distintivas, tambores regionais e hip hop local possuem força de tradições percussivas, potência de inovações criativas e condições de subalternidade para serem articuladas de forma a configurar contribuições de possibilidades estéticas, de debates de organização sociopolítica e de produções artísticas. A iniciativa Beats-e-Tambores nasce impulsado a partir de pesquisa-ação pós-doutoral que estabelece como terreno teórico o desenvolvimento e a contenda epistemológica e metodológica ao redor da proposição de “articulações subalternas” (Aguilar-Antunes, 20191), e engendra um debate de organização sociopolítica através da arte – centrada no tambor regional enquanto um instrumento não só musical, mas de pedagogia e de lutas, e da cultura hip hop local não só como cena, mas como um movimento – num processo teoricamente informado e fundamentado, politicamente consciente e propositivo e artisticamente audacioso e inovador.
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Descrição
BEATS-E-TAMBORES (B-T) é uma iniciativa político-cultural iniciada em 2019 e estabelecida em duas diferentes regiões do Brasil (Sul e Nordeste) que reconhece, valoriza, conecta e articula linguagens e agentes culturais de matriz afroindígena. Espacialmente localizados e em suas características distintivas, tambores regionais e hip hop local possuem força de tradições percussivas, potência de inovações criativas e condições de subalternidade para serem articuladas de forma a configurar contribuições de possibilidades estéticas, de debates de organização sociopolítica e de produções artísticas. A iniciativa Beats-e-Tambores nasce impulsado a partir de pesquisa-ação pós-doutoral que estabelece como terreno teórico o desenvolvimento e a contenda epistemológica e metodológica ao redor da proposição de “articulações subalternas” (Aguilar-Antunes, 20191), e engendra um debate de organização sociopolítica através da arte – centrada no tambor regional enquanto um instrumento não só musical, mas de pedagogia e de lutas, e da cultura hip hop local não só como cena, mas como um movimento – num processo teoricamente informado e fundamentado, politicamente consciente e propositivo e artisticamente audacioso e inovador.

Pedro Indio Negro
Pedro Indio Negro (nome de batismo) é cantor, compositor e ilustrador natural da capital Paraibana. Vindo de uma família de expressiva atuação no cenário musical de João Pessoa, ele cresceu rodeado dessas influências e aos 21 anos criou sua primeira banda de canções autorais, a Flor de pedra. Seu trabalho autoral se caracteriza conceitualmente pela cultura popular afro-nordestina, ao mesmo tempo bebendo de uma fonte distinta como o rock lisérgico feito na Inglaterra e nos Estados Unidos, nos anos 60-70. Pedro já se apresentou nas cidades de Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Orleans (Louisiana) e Jackson (Mississipi). Integrou a banda do II, IV e V Festival de Música da Paraíba e já fez participações em shows de nomes importantes da MPB, como: Chico César, Teatro Mágico, Cátia de França, Seu Pereira e Coletivo 401, Jaguaribe Carne, entre outros. Atualmente integra o grupo vocal "Quadrilha". Em 2023 fez residência artística nos Estados Unidos pelo programa OneBeat. Tem 4 EPs lançados com músicas autorais – Flor de pedra (2017), Quadrilha (2019), Quadrilha – Pra já (2021), Duo Pedrada (2019) e em 2022 lançou seu primeiro disco solo, "Livrai-nos do mal".
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Descrição
Pedro Indio Negro (nome de batismo) é cantor, compositor e ilustrador natural da capital Paraibana. Vindo de uma família de expressiva atuação no cenário musical de João Pessoa, ele cresceu rodeado dessas influências e aos 21 anos criou sua primeira banda de canções autorais, a Flor de pedra. Seu trabalho autoral se caracteriza conceitualmente pela cultura popular afro-nordestina, ao mesmo tempo bebendo de uma fonte distinta como o rock lisérgico feito na Inglaterra e nos Estados Unidos, nos anos 60-70. Pedro já se apresentou nas cidades de Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Orleans (Louisiana) e Jackson (Mississipi). Integrou a banda do II, IV e V Festival de Música da Paraíba e já fez participações em shows de nomes importantes da MPB, como: Chico César, Teatro Mágico, Cátia de França, Seu Pereira e Coletivo 401, Jaguaribe Carne, entre outros. Atualmente integra o grupo vocal "Quadrilha". Em 2023 fez residência artística nos Estados Unidos pelo programa OneBeat. Tem 4 EPs lançados com músicas autorais – Flor de pedra (2017), Quadrilha (2019), Quadrilha – Pra já (2021), Duo Pedrada (2019) e em 2022 lançou seu primeiro disco solo, "Livrai-nos do mal".

Yamil Isaac
Yamil Isaac es un músico oriundo de la ciudad de Paraná. Instrumentista y compositor, ha formado parte de diversas agrupaciones a lo largo de su trayectoria. El proyecto personal en el que se aventura actualmente se enmarca dentro de la “canción de autor”, con una sonoridad emparentada con el rock fusión. Durante 2022 Yamil Isaac lanzó en todas las plataformas digitales el disco “En el film”, su primer trabajo como solista. Las ocho canciones que componen este viaje creativo e introspectivo reflejan un proceso de formación y trabajo. Luego de nutrirse siendo parte de una gran cantidad de agrupaciones de distintos géneros musicales, el artista decidió encauzar un proyecto personal, fusionando distintas ramas del rock, entre otros elementos. Se destaca en el álbum una versión propia de “Lo que has hecho siempre: quererme”, canción del grupo santafesino Sig Ragga. La placa fue lanzada a través del sello Acqua, compartiendo catálogo con Fernando Cabrera, Cecilia Todd y Ramon Ayala, entre otros grandes artistas.
Ver detalhesYamil Isaac
Descrição
Yamil Isaac es un músico oriundo de la ciudad de Paraná. Instrumentista y compositor, ha formado parte de diversas agrupaciones a lo largo de su trayectoria. El proyecto personal en el que se aventura actualmente se enmarca dentro de la “canción de autor”, con una sonoridad emparentada con el rock fusión. Durante 2022 Yamil Isaac lanzó en todas las plataformas digitales el disco “En el film”, su primer trabajo como solista. Las ocho canciones que componen este viaje creativo e introspectivo reflejan un proceso de formación y trabajo. Luego de nutrirse siendo parte de una gran cantidad de agrupaciones de distintos géneros musicales, el artista decidió encauzar un proyecto personal, fusionando distintas ramas del rock, entre otros elementos. Se destaca en el álbum una versión propia de “Lo que has hecho siempre: quererme”, canción del grupo santafesino Sig Ragga. La placa fue lanzada a través del sello Acqua, compartiendo catálogo con Fernando Cabrera, Cecilia Todd y Ramon Ayala, entre otros grandes artistas.
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Música


Independiente
Fotografa y videasta artistica. Trabajo en el area de la fotografia analogica artistica y como film marker radicada en Argentina y trabajando independientemente desde el año 2000. http://www.linktr.ee/Paulamarchesini
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Descrição
Fotografa y videasta artistica. Trabajo en el area de la fotografia analogica artistica y como film marker radicada en Argentina y trabajando independientemente desde el año 2000. http://www.linktr.ee/Paulamarchesini

LosPetitFellas
La primera vez que LosPetitFellas publicaban un cartel, lo anunciaban para tocar en Bogotá, Colombia el 26 de mayo de 2012. Un EP, tres discos después y un nuevo álbum en las calles los posiciona como uno de los proyectos independientes de música más interesantes de latinoamérica. Tres partes conforman su más reciente producción discográfica, que lleva por nombre 777, un tríptico de 21 canciones presentado entre 2020 y 2021. En este 2023, lanzaron un disco en vivo en formato filarmónico en conjunto con la Orquesta Filarmónica de Medellín, llamado “Fellarmónico”. Es imposible catalogarlos en un sólo género, pues mezclan soul, hip hop, rock, jazz, han logrado construir su propio estilo. Su más reciente álbum lo acompañan artistas como Goyo (ChobQuibTown), Apache, Lido pimienta, Mabiland, Roberto Musso (Cuarteto de Nos) Juan Pablo Vega, Lee Eye y Bruses. En la producción los han acompañado Eduardo Cabra, Mosty, Pedro Rovetto, entre otros artistas. LosPetitFellas han realizado más de 300 conciertos y han participado en el Festival Cordillera, Festival Estéreo Picnic, La Solar, Pal' Norte, Vive Latino, Festival Machaca, Festival Selvámonos, Formato Big Band y Filarmónicos, junto con visitas a Perú, Ecuador y México. Consecuencia del reconocimiento a su trabajo musical y puesta en escena. En el año 2018 fueron nominados a los Latin Grammy en la categoría Mejor Artista Nuevo.
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Fusion / Jazz Rock
Descrição
La primera vez que LosPetitFellas publicaban un cartel, lo anunciaban para tocar en Bogotá, Colombia el 26 de mayo de 2012. Un EP, tres discos después y un nuevo álbum en las calles los posiciona como uno de los proyectos independientes de música más interesantes de latinoamérica. Tres partes conforman su más reciente producción discográfica, que lleva por nombre 777, un tríptico de 21 canciones presentado entre 2020 y 2021. En este 2023, lanzaron un disco en vivo en formato filarmónico en conjunto con la Orquesta Filarmónica de Medellín, llamado “Fellarmónico”. Es imposible catalogarlos en un sólo género, pues mezclan soul, hip hop, rock, jazz, han logrado construir su propio estilo. Su más reciente álbum lo acompañan artistas como Goyo (ChobQuibTown), Apache, Lido pimienta, Mabiland, Roberto Musso (Cuarteto de Nos) Juan Pablo Vega, Lee Eye y Bruses. En la producción los han acompañado Eduardo Cabra, Mosty, Pedro Rovetto, entre otros artistas. LosPetitFellas han realizado más de 300 conciertos y han participado en el Festival Cordillera, Festival Estéreo Picnic, La Solar, Pal' Norte, Vive Latino, Festival Machaca, Festival Selvámonos, Formato Big Band y Filarmónicos, junto con visitas a Perú, Ecuador y México. Consecuencia del reconocimiento a su trabajo musical y puesta en escena. En el año 2018 fueron nominados a los Latin Grammy en la categoría Mejor Artista Nuevo.
Música
19799 Resultados – Página 606 de 1980
















