
Cila Rocha – Dunyaben Educação Arte & Cultura
O projeto almeja um intercâmbio sociocultural e artístico de 2 semanas na República do Mali, focado na formação e capacitação técnica da musicista, dançarina, arte Educadora e pesquisadora, Cila Rocha. Dessa forma, o intercâmbio propõe a estadia de 2 semanas (24/02 a 10/03), participando no curso de formação em artes integradas (música tradicional mandengue), junto a artista Griot Assetou Diabaté na região do distrito de N'Tomikorobougou, em Siby e comunidade escolar de griots – Escola de Kirina em Bamako, capital da República do Mali. O projeto tem o objetivo de investigar as origens do Kora (harpa -alaúde africana) instrumento musical ancestral e da música tradicional mandengue. Ambos estão diretamente vinculados com os saberes ancestrais expressos pelos (as) griots, ou djeliw, “ mestres artesãos da palavra” que desde a origem do antigo império do Mali, no século XIII, atravessam o tecido social, ainda que em condições diferentes das que havia durante o período pré-colonial, por meio da música e da performance. Por meio de um método de encantamento, vivencial, dialógico e partilhado para a elaboração do conhecimento, registros e criações conjuntas, apresentando a experiência de pesquisa em música e arte educação, o vínculo direto com a ancestralidade do instrumento Kora. O projeto também visa dialogar com desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural, integrando a tradição oral presente na cultura africana mandengue como uma ferramenta de arte educação, em parceria com os artistas (griôs) e com a comunidade para o reconhecimento do lugar social, político e cultural das mestras e mestres na educação de saberes e fazeres. O projeto visa também oferecer como resultado dessa troca cultural um documentário de aproximadamente 20 minutos que remonte o processo de aproximação, capacitação, difusão e de criação conjunta, apontando reflexões sobre metodologias sociais no ensino da musica, a partir de concepções alternativas em cultura e que visam proporcionar novas práticas de cidadania, integrando os saberes ditos comunitários da tradição oral, orientados pelos griôs, com as práticas educativas formais que são realizadas com crianças e adultos. Cila Rocha é bióloga, pedagoga, especialista em história e cultura Indígena e Africana, professora de danças mandengues, arte-educadora da cultura popular brasileira; brincante, musicista, pesquisadora do instrumento Kora africana; produtora cultural, e coordenadora de pesquisa de Dunyaben Educação Arte & cultura e do curso de extensão "Laboratório de Africanidades da Universidade Estadual do Paraná, comunicadora social; com 20 anos de experiência em educação na cidade de Curitiba, PR. Desde 2013, participa de coletivos que buscam valorizar a cultura popular na cidade de Curitiba. Incentivada por mestres, artistas e intérpretes da cultura africana mandengue, Cila Rocha, formou o Coletivo Dunyaben, um grupo informal que desde então vem trabalhando a pesquisa nas músicas, danças, cantos e fundamentos da cultura mandengue (Tronco línguístico da África Ocidental , linguagem artístico cultural das diversas etnias pertencentes ao Império Mandinga, que no século XIII, povoou parte da Guiné-Conacri, Mali, Senegal, Costa do Marfim, Burkina Faso e Serra Leoa. Povos que ensinam a partir da tradição oral suas histórias cotidianas) culturas e a multiplicação e ressignificação das linguagens tradicionais de matriz africana em diálogo com elementos da popular brasileira para constituir novos significados nas artes integradas ( música e dança) que pertençam a todos e todas. O projeto visa investigar os saberes ancestrais da tradição oral que estão presentes na cultura africana mandengue, suas artes e tecnologias universais e a sua relação de parentesco com expressões artísticas da cultura popular brasileira. Por meio de um método de encantamento, vivencial, dialógico e partilhado para a elaboração do conhecimento e de um projeto de metodologia em arte educação que tem como foco a expressão da identidade cultural brasileira, o vínculo direto com a ancestralidade africana, e a valorização da diversidade cultural. O projeto pretende oferecer como contrapartida um documentário de aproximadamente 30 minutos que remonte o processo de aproximação, capacitação, difusão e de criação conjunta, apontando reflexões sobre metodologias sociais no ensino da arte educação, a partir de concepções alternativas em cultura e que visam proporcionar novas práticas de cidadania, integrando os saberes ditos comunitários da tradição oral, orientados pelos griôs, com as práticas educativas formais que são realizadas com crianças jovens e adultos. O projeto tem o objetivo de dialogar com desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural, integrando a tradição oral presente na cultura africana mandengue e na cultura popular brasileira com ensino da arte educação, em parceria com pontos de cultura, artistas (griôs) e comunidade escolar no continente africano para o reconhecimento do lugar social, político e cultural das mestras e mestres na educação de saberes e fazeres.
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Afro
Afrobeat
MPB
Descrição
O projeto almeja um intercâmbio sociocultural e artístico de 2 semanas na República do Mali, focado na formação e capacitação técnica da musicista, dançarina, arte Educadora e pesquisadora, Cila Rocha. Dessa forma, o intercâmbio propõe a estadia de 2 semanas (24/02 a 10/03), participando no curso de formação em artes integradas (música tradicional mandengue), junto a artista Griot Assetou Diabaté na região do distrito de N'Tomikorobougou, em Siby e comunidade escolar de griots – Escola de Kirina em Bamako, capital da República do Mali. O projeto tem o objetivo de investigar as origens do Kora (harpa -alaúde africana) instrumento musical ancestral e da música tradicional mandengue. Ambos estão diretamente vinculados com os saberes ancestrais expressos pelos (as) griots, ou djeliw, “ mestres artesãos da palavra” que desde a origem do antigo império do Mali, no século XIII, atravessam o tecido social, ainda que em condições diferentes das que havia durante o período pré-colonial, por meio da música e da performance. Por meio de um método de encantamento, vivencial, dialógico e partilhado para a elaboração do conhecimento, registros e criações conjuntas, apresentando a experiência de pesquisa em música e arte educação, o vínculo direto com a ancestralidade do instrumento Kora. O projeto também visa dialogar com desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural, integrando a tradição oral presente na cultura africana mandengue como uma ferramenta de arte educação, em parceria com os artistas (griôs) e com a comunidade para o reconhecimento do lugar social, político e cultural das mestras e mestres na educação de saberes e fazeres. O projeto visa também oferecer como resultado dessa troca cultural um documentário de aproximadamente 20 minutos que remonte o processo de aproximação, capacitação, difusão e de criação conjunta, apontando reflexões sobre metodologias sociais no ensino da musica, a partir de concepções alternativas em cultura e que visam proporcionar novas práticas de cidadania, integrando os saberes ditos comunitários da tradição oral, orientados pelos griôs, com as práticas educativas formais que são realizadas com crianças e adultos. Cila Rocha é bióloga, pedagoga, especialista em história e cultura Indígena e Africana, professora de danças mandengues, arte-educadora da cultura popular brasileira; brincante, musicista, pesquisadora do instrumento Kora africana; produtora cultural, e coordenadora de pesquisa de Dunyaben Educação Arte & cultura e do curso de extensão "Laboratório de Africanidades da Universidade Estadual do Paraná, comunicadora social; com 20 anos de experiência em educação na cidade de Curitiba, PR. Desde 2013, participa de coletivos que buscam valorizar a cultura popular na cidade de Curitiba. Incentivada por mestres, artistas e intérpretes da cultura africana mandengue, Cila Rocha, formou o Coletivo Dunyaben, um grupo informal que desde então vem trabalhando a pesquisa nas músicas, danças, cantos e fundamentos da cultura mandengue (Tronco línguístico da África Ocidental , linguagem artístico cultural das diversas etnias pertencentes ao Império Mandinga, que no século XIII, povoou parte da Guiné-Conacri, Mali, Senegal, Costa do Marfim, Burkina Faso e Serra Leoa. Povos que ensinam a partir da tradição oral suas histórias cotidianas) culturas e a multiplicação e ressignificação das linguagens tradicionais de matriz africana em diálogo com elementos da popular brasileira para constituir novos significados nas artes integradas ( música e dança) que pertençam a todos e todas. O projeto visa investigar os saberes ancestrais da tradição oral que estão presentes na cultura africana mandengue, suas artes e tecnologias universais e a sua relação de parentesco com expressões artísticas da cultura popular brasileira. Por meio de um método de encantamento, vivencial, dialógico e partilhado para a elaboração do conhecimento e de um projeto de metodologia em arte educação que tem como foco a expressão da identidade cultural brasileira, o vínculo direto com a ancestralidade africana, e a valorização da diversidade cultural. O projeto pretende oferecer como contrapartida um documentário de aproximadamente 30 minutos que remonte o processo de aproximação, capacitação, difusão e de criação conjunta, apontando reflexões sobre metodologias sociais no ensino da arte educação, a partir de concepções alternativas em cultura e que visam proporcionar novas práticas de cidadania, integrando os saberes ditos comunitários da tradição oral, orientados pelos griôs, com as práticas educativas formais que são realizadas com crianças jovens e adultos. O projeto tem o objetivo de dialogar com desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural, integrando a tradição oral presente na cultura africana mandengue e na cultura popular brasileira com ensino da arte educação, em parceria com pontos de cultura, artistas (griôs) e comunidade escolar no continente africano para o reconhecimento do lugar social, político e cultural das mestras e mestres na educação de saberes e fazeres.
Música

Ania Ivania
.Ania Ivania es el proyecto musical de Neosoul de la versátil cantante y compositora sureña chilena, Ivania Arteaga. Con una pasión por la música desde temprana edad, Ivania ha participado en varios proyectos consolidados de la música chilena, incluyendo Newen Afrobeat, PedroPiedra, Bronko Yotte y Mc Millaray. En 2019, Ivania lanzó su álbum debut "Aire", el cual fue producido por el reconocido compositor Alfredo Tauber. El álbum fue un éxito nacional y Ivania se convirtió en una de las nuevas voces del Soul chileno, presentándose en diversos escenarios a lo largo del país. Al año siguiente, Ivania consolidó su trabajo en vivo con el lanzamiento de su EP "Sesión Inmortal", el cual fue un preludio de su último álbum de larga duración, "1000kaos" (2021). Este LP cuenta con diez canciones que llevan al oyente en un viaje lírico a través de los húmedos paisajes del Sur de Chile, incorporando elementos de R&B, Soul, Reggae y sonidos clásicos. Actualmente, Ivania viene realizando una gira nacional por diferentes ciudades de nuestro país como lo son, Puerto Varas, Santiago, Pucón , Concepción, San Antonio, despidiendo su disco 100kaos, dando paso a una ola de nuevos lanzamientos, de la mano del Neosoul y R&B, que serán la antesala a su nuevo Ep que podremos disfrutar en octubre de este año.
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Neo Soul / Nu Soul
Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Soul Jazz / Jazz Funk
Descrição
.Ania Ivania es el proyecto musical de Neosoul de la versátil cantante y compositora sureña chilena, Ivania Arteaga. Con una pasión por la música desde temprana edad, Ivania ha participado en varios proyectos consolidados de la música chilena, incluyendo Newen Afrobeat, PedroPiedra, Bronko Yotte y Mc Millaray. En 2019, Ivania lanzó su álbum debut "Aire", el cual fue producido por el reconocido compositor Alfredo Tauber. El álbum fue un éxito nacional y Ivania se convirtió en una de las nuevas voces del Soul chileno, presentándose en diversos escenarios a lo largo del país. Al año siguiente, Ivania consolidó su trabajo en vivo con el lanzamiento de su EP "Sesión Inmortal", el cual fue un preludio de su último álbum de larga duración, "1000kaos" (2021). Este LP cuenta con diez canciones que llevan al oyente en un viaje lírico a través de los húmedos paisajes del Sur de Chile, incorporando elementos de R&B, Soul, Reggae y sonidos clásicos. Actualmente, Ivania viene realizando una gira nacional por diferentes ciudades de nuestro país como lo son, Puerto Varas, Santiago, Pucón , Concepción, San Antonio, despidiendo su disco 100kaos, dando paso a una ola de nuevos lanzamientos, de la mano del Neosoul y R&B, que serán la antesala a su nuevo Ep que podremos disfrutar en octubre de este año.
Música

Guillermo Salas Suárez
El violinista barroco costarricense Guillermo Salas Suárez hizo su debut como director con la Orquesta Barroca de Indianápolis en otoño del 2021. Guillermo es Doctor en Artes Musicales especializado en Interpretación Histórica por la Universidad Case Western Reserve de Cleveland, Estados Unidos, donde estudió bajo la tutela de Julie Andrijeski. En demanda como intérprete historicista en Norteamérica, ha tocado con las orquestas barrocas de Atlanta, Austin, Lyra, Apollo’s Fire, The Newberry Consort, lidera los ensambles de cámara CityMusic Cleveland On Period Instruments y Wit's Folly. Ha colaborado y estudiado con figuras seminales de la música antigua como Barthold Kuijken, Jaap ten Linden, Malcolm Bilson, Paolo Pandolfo y Bruce Dickey en los festivales de música antigua de Boston, Bloomington, Bach Oregon (EEUU), Urbino (Italia), Daroca (España), Saintes (Francia) y la Stuttgart Bachwoche (Alemania). Como violinista moderno, ha compartido escenario con directores y solistas modernos como Manfred Honeck, Yefim Bronfman, Jean-Yves Thibaudet, Lang Lang, Midori y Renée Fleming en la Sala São Paulo (Brasil), Festival de Música de Aspen, Severance Hall (EEUU) y los Teatros Nacionales de Costa Rica, Panamá, Nicaragua y Honduras. Como investigador de la música española y mexicana del siglo XVIII, ha presentado su trabajo en las Universidades de Boston, Indiana y Oregon (EEUU) y Early Music America. Actualmente escribe una monografía sobre el violín en España para la Prensa de la Universidad de Indiana. Educador de interpretación histórica en América Latina, Guillermo funge como profesor en el Festival de Musica de Santa Catarina (Brasil) y es invitado a presentar ponencias y talleres en la Academia de Música Antigua de la UNAM (México), Academia de Música Antigua de Medellín (Colombia), la Universidad Nacional, la Universidad de Costa Rica y el Instituto Nacional de la Música.
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Barroca
Descrição
El violinista barroco costarricense Guillermo Salas Suárez hizo su debut como director con la Orquesta Barroca de Indianápolis en otoño del 2021. Guillermo es Doctor en Artes Musicales especializado en Interpretación Histórica por la Universidad Case Western Reserve de Cleveland, Estados Unidos, donde estudió bajo la tutela de Julie Andrijeski. En demanda como intérprete historicista en Norteamérica, ha tocado con las orquestas barrocas de Atlanta, Austin, Lyra, Apollo’s Fire, The Newberry Consort, lidera los ensambles de cámara CityMusic Cleveland On Period Instruments y Wit's Folly. Ha colaborado y estudiado con figuras seminales de la música antigua como Barthold Kuijken, Jaap ten Linden, Malcolm Bilson, Paolo Pandolfo y Bruce Dickey en los festivales de música antigua de Boston, Bloomington, Bach Oregon (EEUU), Urbino (Italia), Daroca (España), Saintes (Francia) y la Stuttgart Bachwoche (Alemania). Como violinista moderno, ha compartido escenario con directores y solistas modernos como Manfred Honeck, Yefim Bronfman, Jean-Yves Thibaudet, Lang Lang, Midori y Renée Fleming en la Sala São Paulo (Brasil), Festival de Música de Aspen, Severance Hall (EEUU) y los Teatros Nacionales de Costa Rica, Panamá, Nicaragua y Honduras. Como investigador de la música española y mexicana del siglo XVIII, ha presentado su trabajo en las Universidades de Boston, Indiana y Oregon (EEUU) y Early Music America. Actualmente escribe una monografía sobre el violín en España para la Prensa de la Universidad de Indiana. Educador de interpretación histórica en América Latina, Guillermo funge como profesor en el Festival de Musica de Santa Catarina (Brasil) y es invitado a presentar ponencias y talleres en la Academia de Música Antigua de la UNAM (México), Academia de Música Antigua de Medellín (Colombia), la Universidad Nacional, la Universidad de Costa Rica y el Instituto Nacional de la Música.
Videos

DJ CRISTIAN DUQUE
CRISTIAN DUQUE Aka EDU DARTICK Dj de la cuidad de Pereira con más de 10 años de experiencia mentor de varios djs de la cuidad . Es un artista influenciado por los sonidos del techno y el house con experiencia y trayectoria,conocido por apoyar los nuevos proyectos en la ciudad , ha sido colaborador de la marca y productora DANCETELEVISIÓN como enlace para Colombia y Track Scout de su sitio web y canal de televisión Europa, actualmente trabajando para Musik Radio Online y Undergrave Musik Lab buscando posicionar estas marcas en la escena colombiana se resalta su técnica y versatilidad a la hora de tocar lo cual siempre hace llenar la pista de mucho baile.
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Ambient Techno & Idm (Intelligent Dance Music)
Descrição
CRISTIAN DUQUE Aka EDU DARTICK Dj de la cuidad de Pereira con más de 10 años de experiencia mentor de varios djs de la cuidad . Es un artista influenciado por los sonidos del techno y el house con experiencia y trayectoria,conocido por apoyar los nuevos proyectos en la ciudad , ha sido colaborador de la marca y productora DANCETELEVISIÓN como enlace para Colombia y Track Scout de su sitio web y canal de televisión Europa, actualmente trabajando para Musik Radio Online y Undergrave Musik Lab buscando posicionar estas marcas en la escena colombiana se resalta su técnica y versatilidad a la hora de tocar lo cual siempre hace llenar la pista de mucho baile.
Música

Costa Reggae One Love Festival
Festival de Reggae que surge con la excusa de celebrar el cumpleaños del legendario Bob Marley en Ciudad de la Costa, enclave favorito de las bandas y músicos de reggae nacional que dan a esta ciudad una identidad singular. Una iniciativa de un grupo de artistas y amigos apasionados del género, gestionando de modo colectivo el festival que se transformó en el más importante de su estilo en el país, con más de 15 años de trayectoria. Entre los variados reconocimientos recibidos en estos años, destaca la Mención de Honor en los Premios Graffitti (los más importantes de la industria musical en nuestro país).
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Descrição
Festival de Reggae que surge con la excusa de celebrar el cumpleaños del legendario Bob Marley en Ciudad de la Costa, enclave favorito de las bandas y músicos de reggae nacional que dan a esta ciudad una identidad singular. Una iniciativa de un grupo de artistas y amigos apasionados del género, gestionando de modo colectivo el festival que se transformó en el más importante de su estilo en el país, con más de 15 años de trayectoria. Entre los variados reconocimientos recibidos en estos años, destaca la Mención de Honor en los Premios Graffitti (los más importantes de la industria musical en nuestro país).

Valeria Duarte
Soy Gestora Cultural y Diseñadora (Gráfica & Web). Trabajo en comunicación de proyectos culturales y musicales desde inicios del 2000.
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Latiendo Teatro, Música y Cuentos.
Latiendo Teatro, Música y Cuentos es un grupo dedicado a la creación musical y teatro para niñas, niños y bebés. Desde el 2016 ha desarrollado un trabajo especialmente con y para niñas y niños en sus primeros años, el grupo está en una investigación y estudio permanente de los niños y bebés en cada etapa de su desarrollo, sus modos y medios de percepción, de experimentar y construir sus realidades, comprometidos en generar experiencias artísticas significativas con enfoque recreativo cuyo objetivo es la convivencia familiar a través de la creación de espacios lúdicos, seguros y amorosos. Ha sido parte de la programación de distintos espacios escénicos, públicos, y festivales entre las que se encuentran: • 10° Gran Maratón de Teatro para Niñas, Niños y Jóvenes 2017, ciudad de México • ASSITEJ – International Association of Theatre for Children and Young People 2018 • Festival internacional de teatro para los primeros años FITPA 2017,2019, 2021. Guadalajara, Jalisco. Muestra Estatal de Teatro de Jalisco 2018 • 4to Maratón de Teatro para niños y jóvenes Guadalajara, Jalisco 2018 • Feria Nacional del Libro de León, Guanajuato 2018, 2019, 2022 • Festival Internacional Raíces para Niños y Niñas Guadalajara, Jalisco 2019 • El Helénico en los pinos programa de otoño 2019 Ciudad de México • Festival Imagina 2019 ciudad Matamoros, Tamaulipas, 2019. Arte en Movimiento 2019 León, Guanajuato, 2019. • Festival para la primera Infancia, Morelia, Michoacán, 2019, 2021. • Jornadas de Arte para la Primera Infancia de Alas y Raíces • Chihuahua, 2021. • “Navidad para las y los súper héroes" del Gobierno de Jalisco 2021. • Feria Internacional del libro de Oaxaca-FILO 2021. • Centro Cultural Tijuana-CECUT 2021 • Encuentro Internacional de Artes Escénicas para los primeros años- Tijuana, Baja California 2021 • Centro Estatal de Fomento a la Lectura 2019, 2021 • Small Size Days (Tiempo y espacio para los más pequeños) 2022 de la red Small Size • Festival Estatal del Libro de Irapuato 2023 Ha ofrecido talleres para diversos rangos de edades entre los que se encuentran: • “Latiendo juegos y Ritmos” Taller de recursos lúdico-musicales para primera infancia, dirigido a docentes, bibliotecarios y todo el interesado en el trabajo para los primeros años, este taller se ha impartido dentro del Festival “IMAGINA” en Matamoros, Tamaulipas, 2020. “La experiencia artística de los primeros años dentro del aula”, San Luis Potosí, 2020 • Jornadas de Arte para la Primera Infancia, Chihuahua, 2021. • Encuentro Internacional de Artes Escénicas para los primeros años- Tijuana, Baja California, 2021. • Programa permanente de capacitación para profesionales del Centro • Cultural Tijuana-CECUT en Tijuana, Baja California, 2021. • Seminario "Cantar, escuchar, leer, decir y jugar con los más pequeños" Chiapas, 2021. • Feria Internacional del libro de Oaxaca-FILO 2021 Seleccionados con el concierto “Al son bebé” para el Encuentro de las Artes Escénicas – ENARTES 2021-2022. -Seleccionados por Alas y Raíces Federal para del dentro del programa de Narraciones y tradición Oral, 2021 y 2022 -Seleccionados para el programa Contigo a la distancia, cultura desde casa del Sistema de Apoyos a la Creación y Proyectos Culturales-FONCA, 2020. -Seleccionados en el Programa de Sistema de Apoyos a la Creación y Proyectos Culturales FONCA, 2021, con el proyecto “Al son bebé concierto acústico para los primeros años”. – Seleccionados dentro de la Programación Cultural 2022 en municipios y zonas de atención prioritarias en el país de Alas y Raíces Federal. El grupo forma parte de Vincular Red Latinoamericana De Creación Escénica Para Los Primeros Años y de la RED MIRADAS, red mexicana de creadoras y creadores de Teatro para Infancias y Juventudes.
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Afrobrasileiro
Mambo & Chachacha
Infantil
Descrição
Latiendo Teatro, Música y Cuentos es un grupo dedicado a la creación musical y teatro para niñas, niños y bebés. Desde el 2016 ha desarrollado un trabajo especialmente con y para niñas y niños en sus primeros años, el grupo está en una investigación y estudio permanente de los niños y bebés en cada etapa de su desarrollo, sus modos y medios de percepción, de experimentar y construir sus realidades, comprometidos en generar experiencias artísticas significativas con enfoque recreativo cuyo objetivo es la convivencia familiar a través de la creación de espacios lúdicos, seguros y amorosos. Ha sido parte de la programación de distintos espacios escénicos, públicos, y festivales entre las que se encuentran: • 10° Gran Maratón de Teatro para Niñas, Niños y Jóvenes 2017, ciudad de México • ASSITEJ – International Association of Theatre for Children and Young People 2018 • Festival internacional de teatro para los primeros años FITPA 2017,2019, 2021. Guadalajara, Jalisco. Muestra Estatal de Teatro de Jalisco 2018 • 4to Maratón de Teatro para niños y jóvenes Guadalajara, Jalisco 2018 • Feria Nacional del Libro de León, Guanajuato 2018, 2019, 2022 • Festival Internacional Raíces para Niños y Niñas Guadalajara, Jalisco 2019 • El Helénico en los pinos programa de otoño 2019 Ciudad de México • Festival Imagina 2019 ciudad Matamoros, Tamaulipas, 2019. Arte en Movimiento 2019 León, Guanajuato, 2019. • Festival para la primera Infancia, Morelia, Michoacán, 2019, 2021. • Jornadas de Arte para la Primera Infancia de Alas y Raíces • Chihuahua, 2021. • “Navidad para las y los súper héroes" del Gobierno de Jalisco 2021. • Feria Internacional del libro de Oaxaca-FILO 2021. • Centro Cultural Tijuana-CECUT 2021 • Encuentro Internacional de Artes Escénicas para los primeros años- Tijuana, Baja California 2021 • Centro Estatal de Fomento a la Lectura 2019, 2021 • Small Size Days (Tiempo y espacio para los más pequeños) 2022 de la red Small Size • Festival Estatal del Libro de Irapuato 2023 Ha ofrecido talleres para diversos rangos de edades entre los que se encuentran: • “Latiendo juegos y Ritmos” Taller de recursos lúdico-musicales para primera infancia, dirigido a docentes, bibliotecarios y todo el interesado en el trabajo para los primeros años, este taller se ha impartido dentro del Festival “IMAGINA” en Matamoros, Tamaulipas, 2020. “La experiencia artística de los primeros años dentro del aula”, San Luis Potosí, 2020 • Jornadas de Arte para la Primera Infancia, Chihuahua, 2021. • Encuentro Internacional de Artes Escénicas para los primeros años- Tijuana, Baja California, 2021. • Programa permanente de capacitación para profesionales del Centro • Cultural Tijuana-CECUT en Tijuana, Baja California, 2021. • Seminario "Cantar, escuchar, leer, decir y jugar con los más pequeños" Chiapas, 2021. • Feria Internacional del libro de Oaxaca-FILO 2021 Seleccionados con el concierto “Al son bebé” para el Encuentro de las Artes Escénicas – ENARTES 2021-2022. -Seleccionados por Alas y Raíces Federal para del dentro del programa de Narraciones y tradición Oral, 2021 y 2022 -Seleccionados para el programa Contigo a la distancia, cultura desde casa del Sistema de Apoyos a la Creación y Proyectos Culturales-FONCA, 2020. -Seleccionados en el Programa de Sistema de Apoyos a la Creación y Proyectos Culturales FONCA, 2021, con el proyecto “Al son bebé concierto acústico para los primeros años”. – Seleccionados dentro de la Programación Cultural 2022 en municipios y zonas de atención prioritarias en el país de Alas y Raíces Federal. El grupo forma parte de Vincular Red Latinoamericana De Creación Escénica Para Los Primeros Años y de la RED MIRADAS, red mexicana de creadoras y creadores de Teatro para Infancias y Juventudes.

Elchen
CRISTIAN LEIVA: MUSICO, PROFESOR DE MUSICA. DOMINA INSTRUMENTOS COMO EL CHARANGO, VIOLIN, GUITARRA, ETC. A VIAJADO A LO LARGO DE CHILE – Y EN EL EXTRANJERO, PAISES COMO: GALES, FRANCIA, INGLATERRA, PRESENTANDO SU MUSICA Y TALENTO. GANADOR DEL 2º LUGAR EN EL FESTIVAL DEL CHARANGO, EN BOLIVIA – AIQUILE 2009. Actualmente compone e interpreta canciones de su nuevo disco “CHARANGO ROTO”
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Folclor Fusión
Folclor
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descrição
CRISTIAN LEIVA: MUSICO, PROFESOR DE MUSICA. DOMINA INSTRUMENTOS COMO EL CHARANGO, VIOLIN, GUITARRA, ETC. A VIAJADO A LO LARGO DE CHILE – Y EN EL EXTRANJERO, PAISES COMO: GALES, FRANCIA, INGLATERRA, PRESENTANDO SU MUSICA Y TALENTO. GANADOR DEL 2º LUGAR EN EL FESTIVAL DEL CHARANGO, EN BOLIVIA – AIQUILE 2009. Actualmente compone e interpreta canciones de su nuevo disco “CHARANGO ROTO”
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Músico independiente
Integrante del grupo de música popular latinoamericana "Tiempo Nuevo", Investigador Musical del Instituto Andino de Artes Populares, IADAP-Convenio Andrés Bello. Músico independiente orientado a la búsqueda de fusiones de diferentes estilos musicales.
Ver detalhesMúsico independiente
Descrição
Integrante del grupo de música popular latinoamericana "Tiempo Nuevo", Investigador Musical del Instituto Andino de Artes Populares, IADAP-Convenio Andrés Bello. Músico independiente orientado a la búsqueda de fusiones de diferentes estilos musicales.

19799 Resultados – Página 609 de 1980


































