
Alex Alvear & Wañukta Tonic
Liderados por Alex Alvear, referente innegable del sentir ecuatoriano en tiempos modernos, esta banda los va a sacudir y no tendrán otra alternativa que entregarse a la sorpresa y al deleite. Wañukta, en kichwa, es un golpe intenso que te manda para otro lado, nosotros lo matizamos con tónica, para que resbale. La banda integra dos generaciones de músicos que representan mucho de la efervescencia artística de la escena ecuatoriana contemporánea. Basa su estética en la idea de un encuentro sonoro entre tradición andina y vanguardia universal. Wañukta Tonic es un crucero por los sabores, colores y sonidos de un país que se define en su eclecticismo y diversidad. Alex Alvear es considerado uno de los referentes del desarrollo de la música ecuatoriana de las últimas décadas. Con una trayectoria de más de 30 años, Alvear se ha presentado en escenarios alrededor de Estados Unidos, Ecuador, Europa e India y ha colaborado con artistas de la talla de Celia Cruz, Israel “Cachao” López, Paquito de Rivera, Marta Gómez, entre muchos otros. Su álbum Equatorial, editado en el 2008, es —quizá— uno de los trabajos más relevantes de la música ecuatoriana contemporánea. Wañukta Tonic, su más reciente proyecto, es una reunión intergeneracional entre algunos de los más interesantes músicos de la escena ecuatoriana actual. Con Wañukta Tonic, Alvear ofrece una ecléctica mixtura de música tradicional ecuatoriana con rock, reggae, blues, funk y músicas del mundo. El proyecto revisita sonoridades tradicionales del Ecuador y las integra con las más arriesgadas composiciones y arreglos originales. Alex Alvear voz, guitarra Matías Alvear bajo, voz Juan Ernesto Guerrero guitarra Daniel Herrera teclados Raúl Molina batería
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Folclor Fusión
Folclore Fusión
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descrição
Liderados por Alex Alvear, referente innegable del sentir ecuatoriano en tiempos modernos, esta banda los va a sacudir y no tendrán otra alternativa que entregarse a la sorpresa y al deleite. Wañukta, en kichwa, es un golpe intenso que te manda para otro lado, nosotros lo matizamos con tónica, para que resbale. La banda integra dos generaciones de músicos que representan mucho de la efervescencia artística de la escena ecuatoriana contemporánea. Basa su estética en la idea de un encuentro sonoro entre tradición andina y vanguardia universal. Wañukta Tonic es un crucero por los sabores, colores y sonidos de un país que se define en su eclecticismo y diversidad. Alex Alvear es considerado uno de los referentes del desarrollo de la música ecuatoriana de las últimas décadas. Con una trayectoria de más de 30 años, Alvear se ha presentado en escenarios alrededor de Estados Unidos, Ecuador, Europa e India y ha colaborado con artistas de la talla de Celia Cruz, Israel “Cachao” López, Paquito de Rivera, Marta Gómez, entre muchos otros. Su álbum Equatorial, editado en el 2008, es —quizá— uno de los trabajos más relevantes de la música ecuatoriana contemporánea. Wañukta Tonic, su más reciente proyecto, es una reunión intergeneracional entre algunos de los más interesantes músicos de la escena ecuatoriana actual. Con Wañukta Tonic, Alvear ofrece una ecléctica mixtura de música tradicional ecuatoriana con rock, reggae, blues, funk y músicas del mundo. El proyecto revisita sonoridades tradicionales del Ecuador y las integra con las más arriesgadas composiciones y arreglos originales. Alex Alvear voz, guitarra Matías Alvear bajo, voz Juan Ernesto Guerrero guitarra Daniel Herrera teclados Raúl Molina batería

Nana González
Fernanda González, mejor conocida como Nana González, es pianista, cantante y compositora mexicana de 22 años.
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Indie Pop (Twee)
Descrição
Fernanda González, mejor conocida como Nana González, es pianista, cantante y compositora mexicana de 22 años.

MARIA CONSUELO DE PAULA
.CONSUELO DE PAULA – Cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical de seus próprios trabalhos e de outros artistas. Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002), Dança das Rosas (2004), seus três primeiros discos, considerados referências pela crítica, estão articulados a partir de uma unidade conceitual que compõem uma trilogia. Em 2008, foi produzida e lançada no Japão a coletânea Patchworck, formada por canções dessa trilogia. Em 2019, ela produziu sua sétima obra, Maryákoré (em fase de lançamento). O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é seu primeiro nome), koré (flecha na língua paresi-haliti, família aruak), oré (nós, em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Nesse trabalho seu próprio violão é o instrumento de composição e de comando dos ritmos, revelando a artista inquieta, sempre em busca do aprofundamento em seu ofício. Consuelo participou também de importantes CDs e DVDs: Senhor Brasil (cantando ao lado de Rolando Boldrin); Prata da Casa (Sesc SP); Divas do Brasil (Disco de Prata em Portugal que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert, Bebel Gilberto, Zizi Possi e outras); e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Ela também assina o roteiro do CD Velho Chico – Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta a canção “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias, no jornal O Estado de S. Paulo. Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte), Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD), livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo sobre os 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil, comandado por Rolando Boldrin, Consuelo está entre os 120 artistas que representam esse projeto cultural de grande significado para o país). Ao longo de sua trajetória, participou de diversos programas: Ensaio (direção Fernando Faro, TV Cultura), Sr. Brasil (de Rolando Boldrin), Talentos (Giovani Souza), A Voz Popular (Luís Antônio Giron), TV Câmara de Brasília, TV Brasil e DiscoTeca (de Teca Lima – Rádio Cultura Brasil), Letra e Música (de Pascoale Cipro Neto), Contacto Brasil (Rádio Jazz – Venezuela), Club Brasil (Juan Trasmonte – Buenos Aires). Já fez shows no Theatro Municipal de São Paulo, Auditório Ibirapuera, Itaú Cultural, CCBB São Paulo (ao lado de Rolando Boldrin, Chico Pinheiro e Heródoto Barbeiro) e Brasília (com artistas da Ilha da Madeira e do Timor Leste), unidades do Sesc SP. Levou também sua música a diversas outras cidades do Brasil (Curitiba, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Velho, Rio Branco, Manaus, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, Goiânia e outras).
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Descrição
.CONSUELO DE PAULA – Cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical de seus próprios trabalhos e de outros artistas. Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002), Dança das Rosas (2004), seus três primeiros discos, considerados referências pela crítica, estão articulados a partir de uma unidade conceitual que compõem uma trilogia. Em 2008, foi produzida e lançada no Japão a coletânea Patchworck, formada por canções dessa trilogia. Em 2019, ela produziu sua sétima obra, Maryákoré (em fase de lançamento). O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é seu primeiro nome), koré (flecha na língua paresi-haliti, família aruak), oré (nós, em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Nesse trabalho seu próprio violão é o instrumento de composição e de comando dos ritmos, revelando a artista inquieta, sempre em busca do aprofundamento em seu ofício. Consuelo participou também de importantes CDs e DVDs: Senhor Brasil (cantando ao lado de Rolando Boldrin); Prata da Casa (Sesc SP); Divas do Brasil (Disco de Prata em Portugal que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert, Bebel Gilberto, Zizi Possi e outras); e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Ela também assina o roteiro do CD Velho Chico – Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta a canção “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias, no jornal O Estado de S. Paulo. Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte), Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD), livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo sobre os 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil, comandado por Rolando Boldrin, Consuelo está entre os 120 artistas que representam esse projeto cultural de grande significado para o país). Ao longo de sua trajetória, participou de diversos programas: Ensaio (direção Fernando Faro, TV Cultura), Sr. Brasil (de Rolando Boldrin), Talentos (Giovani Souza), A Voz Popular (Luís Antônio Giron), TV Câmara de Brasília, TV Brasil e DiscoTeca (de Teca Lima – Rádio Cultura Brasil), Letra e Música (de Pascoale Cipro Neto), Contacto Brasil (Rádio Jazz – Venezuela), Club Brasil (Juan Trasmonte – Buenos Aires). Já fez shows no Theatro Municipal de São Paulo, Auditório Ibirapuera, Itaú Cultural, CCBB São Paulo (ao lado de Rolando Boldrin, Chico Pinheiro e Heródoto Barbeiro) e Brasília (com artistas da Ilha da Madeira e do Timor Leste), unidades do Sesc SP. Levou também sua música a diversas outras cidades do Brasil (Curitiba, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Velho, Rio Branco, Manaus, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, Goiânia e outras).
Música

Carlos Grijalva
Músico-cantor ecuatoriano (desde 1998) que encuentra su lugar en la música ecuatoriana. Apasionado de la cultura del Ecuador, recorre su geografía para entender a su gente. Viajante trabajador de la música ha vivido en Buenos Aires-Argentina donde se abrió puertas importantes para sus presentaciones, con destacados músicos del país que lo recibió. Las críticas y espacios de difusión en los medios de comunicación, en todos los lugares donde ha actuado, afirman que es una de las figuras más destacadas de la música ecuatoriana en los últimos tiempos. Asiduo invitado en varias ediciones en diversos festivales como: 45vo Festival Mono Núñez en Colombia, VI Festival Musical Internacional Virtual de Caldas en Colombia, Festival Homenaje, “Déjame que te cante Chabuca” en Merida- Yucatán en México, 4to Festival Festival Internacional de Música de Alturas FIMA en Perú, Festival Homenaje a las Marías en Otavalo, Feria Quitumbe en Quito, Festival del Pasacalle en el Coliseo Rumiñahui y Festival en el Parque Bicentenario. Ha puesto en escena su trabajo junto a agrupaciones del más alto prestigio local y nacional, como: las Orquestas Sinfónicas Nacional y de Guayaquil, Orquesta de Instrumentos Andinos, Banda Sinfónica del Municipio de Quito, entre otros. Así mismo compartió escenario con estrellas de la talla internacional como: Orquesta Buena Vista Social Club, Diego “El Cigala”, Cecilia Todd, Segundo Rosero, Paulina Tamayo, Los Reales, Paulina Aguirre, Hermanos Núñez, Quimera, Margarita Laso, Juan Fernando Velasco, entre otros. Este artista, cantante, investigador y compositor hoy representa una nueva forma de acercamiento a las músicas del Ecuador y por tal razón hoy es referente para las nuevas generaciones no solo en el canto si no en la responsabilidad de su acercamiento. Tiene en su proyecto EnClave Ecuador que consiste en su vinculación a las diversas culturas del Ecuador a través de la MÚSICA, lo cual le plantea un nuevo reto dentro de lo ecuatoriano. Esto le ha permitido hacer varias composiciones de música con ritmos tradicionales ecuatorianos, pero con su estilo y letra del mundo actual. Su pasillo “El Abrazo” es parte de la banda sonora de la película de Sebastián Cordero “Sin muertos no hay Carnaval” y su sanjuanito “A Octavas” ha sido bailado y tocado en las fiestas de Cayambe. Ganó el Premio Sayce 2020 para componer tres nuevos temas ecuatorianos. ¡Tenemos un cantante que suena a Ecuador!!! Las producciones discográficas son: • CD “Descubriendo” música latinoamericana, 2001. • CD “Perfidia” bolero-jazz, 2005. • CD “Carlos Grijalva se Viste de Tango”, 2007. • CD “Porque cantando se alegra la vida” música peruana-ecuatoriana, 2012. • CD “Reflejos” música ecuatoriana, 2012. • Single “Quiteños” albazo con letra y música Carlos Grijalva, 2017 • CD “Viaje Ecuatoriano”, músicas del Ecuador, 2018. • Single “Vuela Cantando” pasillo con letra y música Carlos Grijalva, 2020
Ver detalhesCarlos Grijalva
Folclor
Nuevo Folclore
Descrição
Músico-cantor ecuatoriano (desde 1998) que encuentra su lugar en la música ecuatoriana. Apasionado de la cultura del Ecuador, recorre su geografía para entender a su gente. Viajante trabajador de la música ha vivido en Buenos Aires-Argentina donde se abrió puertas importantes para sus presentaciones, con destacados músicos del país que lo recibió. Las críticas y espacios de difusión en los medios de comunicación, en todos los lugares donde ha actuado, afirman que es una de las figuras más destacadas de la música ecuatoriana en los últimos tiempos. Asiduo invitado en varias ediciones en diversos festivales como: 45vo Festival Mono Núñez en Colombia, VI Festival Musical Internacional Virtual de Caldas en Colombia, Festival Homenaje, “Déjame que te cante Chabuca” en Merida- Yucatán en México, 4to Festival Festival Internacional de Música de Alturas FIMA en Perú, Festival Homenaje a las Marías en Otavalo, Feria Quitumbe en Quito, Festival del Pasacalle en el Coliseo Rumiñahui y Festival en el Parque Bicentenario. Ha puesto en escena su trabajo junto a agrupaciones del más alto prestigio local y nacional, como: las Orquestas Sinfónicas Nacional y de Guayaquil, Orquesta de Instrumentos Andinos, Banda Sinfónica del Municipio de Quito, entre otros. Así mismo compartió escenario con estrellas de la talla internacional como: Orquesta Buena Vista Social Club, Diego “El Cigala”, Cecilia Todd, Segundo Rosero, Paulina Tamayo, Los Reales, Paulina Aguirre, Hermanos Núñez, Quimera, Margarita Laso, Juan Fernando Velasco, entre otros. Este artista, cantante, investigador y compositor hoy representa una nueva forma de acercamiento a las músicas del Ecuador y por tal razón hoy es referente para las nuevas generaciones no solo en el canto si no en la responsabilidad de su acercamiento. Tiene en su proyecto EnClave Ecuador que consiste en su vinculación a las diversas culturas del Ecuador a través de la MÚSICA, lo cual le plantea un nuevo reto dentro de lo ecuatoriano. Esto le ha permitido hacer varias composiciones de música con ritmos tradicionales ecuatorianos, pero con su estilo y letra del mundo actual. Su pasillo “El Abrazo” es parte de la banda sonora de la película de Sebastián Cordero “Sin muertos no hay Carnaval” y su sanjuanito “A Octavas” ha sido bailado y tocado en las fiestas de Cayambe. Ganó el Premio Sayce 2020 para componer tres nuevos temas ecuatorianos. ¡Tenemos un cantante que suena a Ecuador!!! Las producciones discográficas son: • CD “Descubriendo” música latinoamericana, 2001. • CD “Perfidia” bolero-jazz, 2005. • CD “Carlos Grijalva se Viste de Tango”, 2007. • CD “Porque cantando se alegra la vida” música peruana-ecuatoriana, 2012. • CD “Reflejos” música ecuatoriana, 2012. • Single “Quiteños” albazo con letra y música Carlos Grijalva, 2017 • CD “Viaje Ecuatoriano”, músicas del Ecuador, 2018. • Single “Vuela Cantando” pasillo con letra y música Carlos Grijalva, 2020
Música

Dúo Manzanares
Dúo Manzanares de Chile es una propuesta de música de raíz y fusión latinoamericana integrada por César Villagrán y Marilyn Lizama. Con 12 años de historia, el proyecto investiga el folklore latinoamericano, crea canciones originales fusionando géneros como el joropo, son jarocho, chacarera, landó y cumbia colombiana, entre otros, e interpreta y pone en valor obras clásicas para difundir la cultura del continente. Desde sus inicios han realizado viajes de investigación y exploración sonora a diversos países de Latinoamérica, destacando en 2017 su gira internacional por todo el continente con su primer álbum titulado Oye mi negra. Fueron dos años y un mes de viaje por 17 países, donde realizaron 230 conciertos desde México hasta la Patagonia chilena. Actualmente se encuentran trabajando en su segundo disco titulado “Colibrí” financiado por el Fondo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el patrimonio que se origina en esta gira por el continente.
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Folclor Fusión
Descrição
Dúo Manzanares de Chile es una propuesta de música de raíz y fusión latinoamericana integrada por César Villagrán y Marilyn Lizama. Con 12 años de historia, el proyecto investiga el folklore latinoamericano, crea canciones originales fusionando géneros como el joropo, son jarocho, chacarera, landó y cumbia colombiana, entre otros, e interpreta y pone en valor obras clásicas para difundir la cultura del continente. Desde sus inicios han realizado viajes de investigación y exploración sonora a diversos países de Latinoamérica, destacando en 2017 su gira internacional por todo el continente con su primer álbum titulado Oye mi negra. Fueron dos años y un mes de viaje por 17 países, donde realizaron 230 conciertos desde México hasta la Patagonia chilena. Actualmente se encuentran trabajando en su segundo disco titulado “Colibrí” financiado por el Fondo de Fomento de la Música Nacional del Ministerio de las Culturas, las Artes y el patrimonio que se origina en esta gira por el continente.
Música

Nataniel de Oliveira
Nataniel de Oliveira é músico, arranjador e trompetista. Iniciou sua carreira, ainda na década de 90, nas bandas fanfarras da Escola, em Maceió, local esse em que aprendeu a ler partituras. Em seguida, gravou com Cristina Mel e Sergio Lópes. Em sua trajetória, foi morar em São Paulo, no ínicio dos anos 2000, lá trabalhou com grandes nomes da música brasileira como: Baby do Brasil, Elza Soares, Ed Mota. Com o seu destacado trabalho gravou as trilhas sonoras de "Viver a Vida" e "Flor do Caribe", novelas da Rede Globo. Ainda, participou de programas como JÔ Soares e Altas Horas. Em sua carreira autoral, até o presente momento, lançou o disco instrumental " Swimbá" e a canção " Embolada no Coco". Natan, atualmente, é trompetista da banda Racionais Mcs e seu trabalho é de suma importância para a cultura brasileira.
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MPB
Forró
Afrobeat
Swing / Big Band
Descrição
Nataniel de Oliveira é músico, arranjador e trompetista. Iniciou sua carreira, ainda na década de 90, nas bandas fanfarras da Escola, em Maceió, local esse em que aprendeu a ler partituras. Em seguida, gravou com Cristina Mel e Sergio Lópes. Em sua trajetória, foi morar em São Paulo, no ínicio dos anos 2000, lá trabalhou com grandes nomes da música brasileira como: Baby do Brasil, Elza Soares, Ed Mota. Com o seu destacado trabalho gravou as trilhas sonoras de "Viver a Vida" e "Flor do Caribe", novelas da Rede Globo. Ainda, participou de programas como JÔ Soares e Altas Horas. Em sua carreira autoral, até o presente momento, lançou o disco instrumental " Swimbá" e a canção " Embolada no Coco". Natan, atualmente, é trompetista da banda Racionais Mcs e seu trabalho é de suma importância para a cultura brasileira.
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MÚSICA MOTIVACIONAL
A temática do projeto é de inclui uma mensagem positiva, composta por uma melodia intimista e ao mesmo tempo alegre. Com o intuito de levar o ouvinte, a refletir sobre si. É possível sentir e ver a beleza da arte musical e poética, emanando dos acordes harmônicos, aos versos simétricos da canção. Energizada de paz, de amor e esperança; para quem a ouve como quem aprecia uma obra de arte.
Ver detalhesMÚSICA MOTIVACIONAL
MPB
Descrição
A temática do projeto é de inclui uma mensagem positiva, composta por uma melodia intimista e ao mesmo tempo alegre. Com o intuito de levar o ouvinte, a refletir sobre si. É possível sentir e ver a beleza da arte musical e poética, emanando dos acordes harmônicos, aos versos simétricos da canção. Energizada de paz, de amor e esperança; para quem a ouve como quem aprecia uma obra de arte.

Basilio Seh
Beiradeiro do Velho Chico, cedo iniciou a profissão, influenciado por seus familiares e por músicos brasileiros como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Gilberto Gil, entre outros. Quando criança gostava de observar urubus no céu, hábito que acabou contribuindo para a caracterização de sua performance, chamando-a posteriormente de “melodia em voo livre”. A partir daí, suas criações ganharam independência, na prática, observadas no canto, na composição, enfim, em todas as atividades desenvolvidas no campo da música. Oco do Mundo; DNA Caeté, Boca de Sapo (infanto-juvenil), Rádio Cabeça, Urubuano (DVD); a coleção Janela Singular (com três discos distintos), são os trabalhos da carreira até o momento. Outras produções como o CD, Viçosa do Nosso Brasi; a trilha sonora do filme documentário 1912 O Quebra de Xangô; a direção musical do 1° e do 2° CD Palco, entre outros, levam sua assinatura. MPB Petrobrás, Pixinguinha, Maceió Verão 2014, Canta Nordeste, FEMUCIC são alguns dos eventos importantes em que esteve presente. Estão também em seus registros históricos, as participações especiais nos shows de Hermeto Pascoal e Chico César, grandes nomes da música popular brasileira.
Ver detalhesBasilio Seh
MPB
Descrição
Beiradeiro do Velho Chico, cedo iniciou a profissão, influenciado por seus familiares e por músicos brasileiros como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Gilberto Gil, entre outros. Quando criança gostava de observar urubus no céu, hábito que acabou contribuindo para a caracterização de sua performance, chamando-a posteriormente de “melodia em voo livre”. A partir daí, suas criações ganharam independência, na prática, observadas no canto, na composição, enfim, em todas as atividades desenvolvidas no campo da música. Oco do Mundo; DNA Caeté, Boca de Sapo (infanto-juvenil), Rádio Cabeça, Urubuano (DVD); a coleção Janela Singular (com três discos distintos), são os trabalhos da carreira até o momento. Outras produções como o CD, Viçosa do Nosso Brasi; a trilha sonora do filme documentário 1912 O Quebra de Xangô; a direção musical do 1° e do 2° CD Palco, entre outros, levam sua assinatura. MPB Petrobrás, Pixinguinha, Maceió Verão 2014, Canta Nordeste, FEMUCIC são alguns dos eventos importantes em que esteve presente. Estão também em seus registros históricos, as participações especiais nos shows de Hermeto Pascoal e Chico César, grandes nomes da música popular brasileira.
Música

LAERCIO BASTOS DA COSTA REIS FILHO
A 78 Rotações Produções é a agência de management do produtor e empresário artístico, Laercio Costa. Criada em 2011, a " 78 " foi responsável por realizar algumas giras nacionais e internacionais , de artistas como: Amaro Freitas, João Bosco, Arnaldo Antunes, dentre outros.
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Descrição
A 78 Rotações Produções é a agência de management do produtor e empresário artístico, Laercio Costa. Criada em 2011, a " 78 " foi responsável por realizar algumas giras nacionais e internacionais , de artistas como: Amaro Freitas, João Bosco, Arnaldo Antunes, dentre outros.

Luis Arnaldo Lecarnaqué
Ska
Descrição
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19805 Resultados – Página 739 de 1981



















