
Paulo Henrique El Khouri Andolfato
Músico, Produtor Musical, Gravações, Mixagem e Masterização. Trabalhos que participei: Habeas Porkus – 1982 – Primeira banda com aos 12 anos de idade. Cronus – 1983 – evolução natural desta banda, com mudança de alguns integrantes Vega – 1984 a 1985 – Banda de Heavy Metal paulistana autoral. Nostradamus – 1986 – Fizemos alguns ensaios com a banda autoral paulistana. MR Cygni – 1987 a 1991 – Banda autoral e cover de Jimi Hendrix. Carlos Pacini – 1992 – Shows como baixista com o genial músico e cantor goiano. 1993 a 1999 – trabalhos em P.A., estúdio, produções, mixagens e masterizações. Vários excelentes nomes passaram pelo estúdio, entre eles Laia Vunge (Re Existir), Sunroad, Junior Moreno – The Mr. Blue Jeans, Sandro Soares, Adriah Esteves, Roberto Angerosa, DJ Swarup, Ricardo Giuffrida e também fiz músicas e trilhas sonoras para a fábrica de quadrinhos, com destaque para o maravilho Canibytes e etc… 2000 – Finalizamos o excelente CD "Cause I'm Back" de Sandro Soares no qual produzo e toco baixo em duas faixas. 2001 – Finalizamos o CD GPY de mistura de Trance com Rock. Produzi e toquei em várias faixas. 2002 A 2005 – Muitos trabalhos de Produção, Gravação, Mixagem e Masterização. 2006 a 2007 – Shows com a banda Laia Vunje de divulgação do CD "Laia Vunje no país das maravilhas". Participei como baixista. 2002 a 2012 – trabalhos em estúdio variados. 2013 a 2015 – começo e andamento dos trabalhos do meu primeiro Albúm Saga. 2016 lançamento Saga 2016 – início da gravação do meu EP 8 Souls 2017 – início do meu Segundo CD em Português ainda sem nome. 2018 – Mixagem e Masterização do CD Céu da Alma do Violonista e Guitarrista Danilo Verano junto com o seu trio. 2019 – Mixagem e Masterização do CD Trupikando na ladeira do pianista e tecladista Gennyson Ponce. 2019 – lançamento EP 8 Souls 2019 – Gravação e Produção Musical do Álbum Badenianas Brasileiras, do violonista Ravi Sawaya, uma homenagem ao Mestre Baden Powell, com participação do filho do Baden, o excelente violonista Marcel Powell. Criação Junto com Ravi Sawaya da plataforma cooperativa Academia Livre de Violão 2020 – Mixagem e Masterização do álbum Somente Mulheres 1, da Academia Livre de Violão, voltado para o empoderamento feminino na música, mostrando intérpretes e compositoras do Brasil e do Mundo no momento inicial da Pandemia, onde era necessário continuar e dar notoriadade a estas mulheres guerreiras. Neste álbum são executadas 9 faixas de composição de Ravi Sawaya. 2021 – Lançamentto do álbum Somente Mulheres 2021 – Gravação, Mix e Master do segundo álbum de Ravi Sawaya- Uruanã. 2022 – Mix e Master do álbum Tributo a Sebastião Tapajós pela Academia Livre de Violão, lançado do dia que seria o seu aniversário de 80 anos.Este álbum tem participações ilustres de Ravi Sawaya (música em parceria com Tapajós), Jaelson Farias, Flavio Rodrigues,Diego Salvetti, Alessandro Penezzi, Elodie Bouny, Marília Sodré, Andrea Perrone, Fred Andrade, Ricardo Giuffrida, Gilson Peranzzetta, Marcel Powell, Andreson Dourado, Victor Biglione, Paula Borghi e Christiane Mariano (Mawaca, versão de cantiga de ninar brasileira) 2022 – Gravação, Mixagem e Masterização do EP "Maria Haro interpreta Ravi Sawaya" pela Academia Livre de Violão 2022 – Masterização do álbum da cantora Goiana Bebel Roriz – Bebel Roriz Canta Filipe Moreau. Equipamentos de mixagem e masterização O estúdio Experience, que faz todos os álbuns da Academia Livre de Violão e outros, conta com computadores Apple, mesas de som Tascam, pre amplificadores Audient e Focusrite, compressores, exciters e todo o necessário
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Descrição
Músico, Produtor Musical, Gravações, Mixagem e Masterização. Trabalhos que participei: Habeas Porkus – 1982 – Primeira banda com aos 12 anos de idade. Cronus – 1983 – evolução natural desta banda, com mudança de alguns integrantes Vega – 1984 a 1985 – Banda de Heavy Metal paulistana autoral. Nostradamus – 1986 – Fizemos alguns ensaios com a banda autoral paulistana. MR Cygni – 1987 a 1991 – Banda autoral e cover de Jimi Hendrix. Carlos Pacini – 1992 – Shows como baixista com o genial músico e cantor goiano. 1993 a 1999 – trabalhos em P.A., estúdio, produções, mixagens e masterizações. Vários excelentes nomes passaram pelo estúdio, entre eles Laia Vunge (Re Existir), Sunroad, Junior Moreno – The Mr. Blue Jeans, Sandro Soares, Adriah Esteves, Roberto Angerosa, DJ Swarup, Ricardo Giuffrida e também fiz músicas e trilhas sonoras para a fábrica de quadrinhos, com destaque para o maravilho Canibytes e etc… 2000 – Finalizamos o excelente CD "Cause I'm Back" de Sandro Soares no qual produzo e toco baixo em duas faixas. 2001 – Finalizamos o CD GPY de mistura de Trance com Rock. Produzi e toquei em várias faixas. 2002 A 2005 – Muitos trabalhos de Produção, Gravação, Mixagem e Masterização. 2006 a 2007 – Shows com a banda Laia Vunje de divulgação do CD "Laia Vunje no país das maravilhas". Participei como baixista. 2002 a 2012 – trabalhos em estúdio variados. 2013 a 2015 – começo e andamento dos trabalhos do meu primeiro Albúm Saga. 2016 lançamento Saga 2016 – início da gravação do meu EP 8 Souls 2017 – início do meu Segundo CD em Português ainda sem nome. 2018 – Mixagem e Masterização do CD Céu da Alma do Violonista e Guitarrista Danilo Verano junto com o seu trio. 2019 – Mixagem e Masterização do CD Trupikando na ladeira do pianista e tecladista Gennyson Ponce. 2019 – lançamento EP 8 Souls 2019 – Gravação e Produção Musical do Álbum Badenianas Brasileiras, do violonista Ravi Sawaya, uma homenagem ao Mestre Baden Powell, com participação do filho do Baden, o excelente violonista Marcel Powell. Criação Junto com Ravi Sawaya da plataforma cooperativa Academia Livre de Violão 2020 – Mixagem e Masterização do álbum Somente Mulheres 1, da Academia Livre de Violão, voltado para o empoderamento feminino na música, mostrando intérpretes e compositoras do Brasil e do Mundo no momento inicial da Pandemia, onde era necessário continuar e dar notoriadade a estas mulheres guerreiras. Neste álbum são executadas 9 faixas de composição de Ravi Sawaya. 2021 – Lançamentto do álbum Somente Mulheres 2021 – Gravação, Mix e Master do segundo álbum de Ravi Sawaya- Uruanã. 2022 – Mix e Master do álbum Tributo a Sebastião Tapajós pela Academia Livre de Violão, lançado do dia que seria o seu aniversário de 80 anos.Este álbum tem participações ilustres de Ravi Sawaya (música em parceria com Tapajós), Jaelson Farias, Flavio Rodrigues,Diego Salvetti, Alessandro Penezzi, Elodie Bouny, Marília Sodré, Andrea Perrone, Fred Andrade, Ricardo Giuffrida, Gilson Peranzzetta, Marcel Powell, Andreson Dourado, Victor Biglione, Paula Borghi e Christiane Mariano (Mawaca, versão de cantiga de ninar brasileira) 2022 – Gravação, Mixagem e Masterização do EP "Maria Haro interpreta Ravi Sawaya" pela Academia Livre de Violão 2022 – Masterização do álbum da cantora Goiana Bebel Roriz – Bebel Roriz Canta Filipe Moreau. Equipamentos de mixagem e masterização O estúdio Experience, que faz todos os álbuns da Academia Livre de Violão e outros, conta com computadores Apple, mesas de som Tascam, pre amplificadores Audient e Focusrite, compressores, exciters e todo o necessário
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Elisa Guedes
Em1995, comecei a cantar aos 10 anos de idade na igreja dos meus pais. Em 2007 iniciei os estudos em canto popular na Escola de Música Villa-lobos, durante o curso participei como cantora nos grupos da escola: Coral Cantares e Côro de Câmara. De 2007 a 2009 integrei a Cia. Cirandeira Cantando no musical Marías Brasilianas, que realizou turnês pelo Rio e grande Rio. Durante este mesmo período estudei Teatro na Escola Martins Penna, Casa da Gávea, etc… Em 2015 escrevi e gravei as músicas "Mãe Natureza" e "Labirinto", ano quem que estudei Teatro Musical na Escola SESC de Ensino Médio com Reiner Tenente, fundadora da primeira escola de Teatro Musical do Rio de Janeiro. Em 2019 integrei o grupo Carioca Jazz Trio, num projeto de Bossa Nova e Tributo a Elis Regina. Em 2022, gravei escrevi e gravei música e videoclipe "Felcidade pode ser…". Atualmente fundei um Trio Musical no estilo de Jazz, Bossa Nova, MPB e Pop Interncaional.
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Bossa Nova
MPB
Dance Pop
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Em1995, comecei a cantar aos 10 anos de idade na igreja dos meus pais. Em 2007 iniciei os estudos em canto popular na Escola de Música Villa-lobos, durante o curso participei como cantora nos grupos da escola: Coral Cantares e Côro de Câmara. De 2007 a 2009 integrei a Cia. Cirandeira Cantando no musical Marías Brasilianas, que realizou turnês pelo Rio e grande Rio. Durante este mesmo período estudei Teatro na Escola Martins Penna, Casa da Gávea, etc… Em 2015 escrevi e gravei as músicas "Mãe Natureza" e "Labirinto", ano quem que estudei Teatro Musical na Escola SESC de Ensino Médio com Reiner Tenente, fundadora da primeira escola de Teatro Musical do Rio de Janeiro. Em 2019 integrei o grupo Carioca Jazz Trio, num projeto de Bossa Nova e Tributo a Elis Regina. Em 2022, gravei escrevi e gravei música e videoclipe "Felcidade pode ser…". Atualmente fundei um Trio Musical no estilo de Jazz, Bossa Nova, MPB e Pop Interncaional.

INSTITUTO MUNICIPAL DE TURISMO, CULTURA Y FOMENTO
El Instituto Municipal de Turismo, Cultura y Fomento de Girardot cuenta con más de 18 años de experiencia en la organización y desarrollo de eventos, festivales, muestras, actividades, encuentros y exposiciones culturales con participación local, regional y nacional. Dentro de los principales eventos desarrollados por la entidad se pueden mencionar: Encuentro Nacional de Música Llanera, Encuentro Nacional de música Andina, Festival de Rock, conciertos de música clásica, evento Semillas de Colombia con participación de niños, niñas y adolescentes para la zona Andina, Muestra Artesanal "Pueblito Girardoteño", conversatorios académicos, seminarios y talleres de capacitación en temas culturales, exposición de artes plásticas, entre otros.
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Descrição
El Instituto Municipal de Turismo, Cultura y Fomento de Girardot cuenta con más de 18 años de experiencia en la organización y desarrollo de eventos, festivales, muestras, actividades, encuentros y exposiciones culturales con participación local, regional y nacional. Dentro de los principales eventos desarrollados por la entidad se pueden mencionar: Encuentro Nacional de Música Llanera, Encuentro Nacional de música Andina, Festival de Rock, conciertos de música clásica, evento Semillas de Colombia con participación de niños, niñas y adolescentes para la zona Andina, Muestra Artesanal "Pueblito Girardoteño", conversatorios académicos, seminarios y talleres de capacitación en temas culturales, exposición de artes plásticas, entre otros.

Daniela
Egresada de Licenciatura en Música de la Universidad del Pacífico, titulada en tecnología musical con mención en generación de contenidos musicales Desde el año 2013 que me desempeño en el rubro de la música, trabajando como cantante, corista y tambien en el area de producción, he musicalizado cortometrajes y realizado jingles y música para radio y television.
Ver detalhesDaniela
Urban Soul / Pop (Nu R&B I)
Neo Soul / Nu Soul
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Egresada de Licenciatura en Música de la Universidad del Pacífico, titulada en tecnología musical con mención en generación de contenidos musicales Desde el año 2013 que me desempeño en el rubro de la música, trabajando como cantante, corista y tambien en el area de producción, he musicalizado cortometrajes y realizado jingles y música para radio y television.

Los Tinguiritas
.“Los Tinguiritas” es un grupo de artistas dedicados a la creación y presentación de espectáculos escénico-musicales para toda la familia, y al dictado de talleres para niños y adultos,. Actualmente radicados algunos en Concordia y otros en Córdoba, Los Tinguiritas tienen cinco obras en cartel y ofrecen tres talleres de capacitación. Sus propuestas se han llevado a innumerables escenarios nacionales e internacionales, en giras por Argentina, Brasil, Colombia, Uruguay, Chile, Bolivia, Perú, Ecuador, Venezuela y México. Son de destacar las participaciones en la Fiesta Nacional del Teatro de Argentina (2014 y 2016), en los Encuentros de la Canción Infantil Latinoamericana y Caribeña (2001, 3003, 2005, 2007, 2011, 2013 y 2017) y en tres ediciones del Encuentro Iberamericano de Teatro Infantil, Bogotá-Colombia, así como las presentaciones en salas de renombre como Sala “Jorge Eliecer Gaitán” y Teatro Mayor “Julio Mario Santo Domingo”, Bogotá-Colombia; Teatro del Zócalo, DF-México; Auditorio y Sala de Cámara de la Usina del Arte y en la Sala La “La Argentina” del CCK, CABA-Argentina entre otras. El grupo cuenta con dos producciones propias: “Zapatanga” y “Caleidoscópico”- y una mesa de CDs y libros y de otros artistas dedicados también a crear y reflexionar a partir del universo de la infancia.
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Infantil
Other
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.“Los Tinguiritas” es un grupo de artistas dedicados a la creación y presentación de espectáculos escénico-musicales para toda la familia, y al dictado de talleres para niños y adultos,. Actualmente radicados algunos en Concordia y otros en Córdoba, Los Tinguiritas tienen cinco obras en cartel y ofrecen tres talleres de capacitación. Sus propuestas se han llevado a innumerables escenarios nacionales e internacionales, en giras por Argentina, Brasil, Colombia, Uruguay, Chile, Bolivia, Perú, Ecuador, Venezuela y México. Son de destacar las participaciones en la Fiesta Nacional del Teatro de Argentina (2014 y 2016), en los Encuentros de la Canción Infantil Latinoamericana y Caribeña (2001, 3003, 2005, 2007, 2011, 2013 y 2017) y en tres ediciones del Encuentro Iberamericano de Teatro Infantil, Bogotá-Colombia, así como las presentaciones en salas de renombre como Sala “Jorge Eliecer Gaitán” y Teatro Mayor “Julio Mario Santo Domingo”, Bogotá-Colombia; Teatro del Zócalo, DF-México; Auditorio y Sala de Cámara de la Usina del Arte y en la Sala La “La Argentina” del CCK, CABA-Argentina entre otras. El grupo cuenta con dos producciones propias: “Zapatanga” y “Caleidoscópico”- y una mesa de CDs y libros y de otros artistas dedicados también a crear y reflexionar a partir del universo de la infancia.
Música

Ensamble y Colectivo BorTex
El Ensamble y Colectivo BorTex, fue constituido en 2019 con un enfoque de interpretación de música nueva de compositores vivos latinoamericanos como también obras del siglo XX y XXI del repertorio académico. El ensamble es ecléctico en sus montajes y proyectos, abarcando una diversa gama de obras de diferentes estilos y elecciones estéticas dentro del ámbito de la música contemporánea. En 2019 fue premiado con la Beca para la sustentabilidad de redes y asociaciones del campo musical otorgada por el Ministerio de Cultura en el marco de las Convocatorias de Estímulos, también ha recibido apoyos a proyectos virtuales en 2021 y 2022 por parte de IBERMÚSICAS en proyectos internacionales latinoamericanos con México, Argentina y Chile y ha colaborado y participado en festivales de música contemporánea y experimental en la ciudad de Bogotá. Ha funcionado como un grupo constituido, direccionando sus esfuerzos en la gestión y producción de conciertos de música contemporánea y experimental de cámara, acusmática, mixta, investigación, exploración en inteligencia artificial y proyectos multimedia. Fundado y dirigido por los compositores Jorge Leiseca y Camilo Espinosa, junto a otros compositores e intérpretes que han venido realizando conciertos y eventos para el estreno de obras. foros, apoyo para la creación y difusión de obras sonoras y musicales que utilizan medios electrónicos, sensores, instalaciones sonoras interactivas, programación en lenguajes como Python, Javascript y sistemas de inteligencia artificial. El interés que se ha dejado ver por parte de diversos públicos por esta iniciativa, ha motivado a la agrupación a seguir en la búsqueda de espacios, compositores, creadores, intérpretes, luthiers digitales, experimentadores entre otros para la generación de audiencias interesadas en la música contemporánea y experimental con diálogos diversos con el contexto actual.
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Descrição
El Ensamble y Colectivo BorTex, fue constituido en 2019 con un enfoque de interpretación de música nueva de compositores vivos latinoamericanos como también obras del siglo XX y XXI del repertorio académico. El ensamble es ecléctico en sus montajes y proyectos, abarcando una diversa gama de obras de diferentes estilos y elecciones estéticas dentro del ámbito de la música contemporánea. En 2019 fue premiado con la Beca para la sustentabilidad de redes y asociaciones del campo musical otorgada por el Ministerio de Cultura en el marco de las Convocatorias de Estímulos, también ha recibido apoyos a proyectos virtuales en 2021 y 2022 por parte de IBERMÚSICAS en proyectos internacionales latinoamericanos con México, Argentina y Chile y ha colaborado y participado en festivales de música contemporánea y experimental en la ciudad de Bogotá. Ha funcionado como un grupo constituido, direccionando sus esfuerzos en la gestión y producción de conciertos de música contemporánea y experimental de cámara, acusmática, mixta, investigación, exploración en inteligencia artificial y proyectos multimedia. Fundado y dirigido por los compositores Jorge Leiseca y Camilo Espinosa, junto a otros compositores e intérpretes que han venido realizando conciertos y eventos para el estreno de obras. foros, apoyo para la creación y difusión de obras sonoras y musicales que utilizan medios electrónicos, sensores, instalaciones sonoras interactivas, programación en lenguajes como Python, Javascript y sistemas de inteligencia artificial. El interés que se ha dejado ver por parte de diversos públicos por esta iniciativa, ha motivado a la agrupación a seguir en la búsqueda de espacios, compositores, creadores, intérpretes, luthiers digitales, experimentadores entre otros para la generación de audiencias interesadas en la música contemporánea y experimental con diálogos diversos con el contexto actual.

Versos de Ida y Vuelta
Versos de Ida y Vuelta es un colectivo de creadores que buscan investigar, difundir y formar en la poesía popular cantada presente en diversos ritmos latinoamericanos. A través de la vivencia de la rueda entendemos la música como un espacio colectivo de experimentación y resistencia cultural, que incentiva el intercambio efectivo entre artistas y sus públicos al punto de difuminar la línea que los separa. En la rueda no hay escenario. Diversos saberes, ritos y valores han sido conservados a través de la oralidad y muchas comunidades los han compartido cantando en círculos, en "ruedas". La poesía cantada forma parte de las identidades de los pueblos y funciona como registro documental de una época determinada. El Encuentro de Versos de ida y vuelta surge a partir de la necesidad de abrir espacios de diálogo e intercambio entre las culturas musicales que comparten formas poéticas y de sociabilización activas en Chile, permitiendo establecer puente en cultoras y cultores que cultivan diversos ritmos latinoamericanos en Chile y los cultores de estos ritmos en sus respectivos países de origen. Durante el 2019 se realizo el primer encuentro de Versos de Ida y Vuelta, en un espacio auto-gestionado de Villa Los Alerces. La instancia contó con una instancia formativa en donde se realizo una taller de escritura de coplas, las cuales posteriormente pudieron se probadas en melodías de diversos ritmos latinoamericanos. La noche estuvo coronada por 4 presentaciones musicales que expusieron virtuosamente cada ritmo. En la Paya, nos acompañaron los payadores Luciano Fuentes, Pepita Muñoz, Camila Rojas y Alex Chinga. En el Son Jarocho, fue la Colectiva de Jaraneras la encargada de mostrar y encantar con este ritmo mexicano. En la Cueca, el grupo "De Improviso" deleitó con su propuesta de poesía y cueca urbana. Finalmente el encargado de cerrar la fiesta fue el Bullerengue, a cargo del grupo "Pregón y Tambor". Una vez finalizadas las presentaciones, se abrió el espacio para que tanto público como músicos pudieran intercambiar versos en una gran rueda que convocaba a todos los ritmos. El segundo encuentro fue realizado el 1 y 2 de octubre en el Centro Cultural Teatro Cerrano, de Melipilla. Contó con el financiamiento del fondo de las culturas, las artes y el patrimonio. Previo a ello se realizaron charlas magistrales de diversos cultores y cultoras internacionales (Venezuela, México, Colombia y Perú) y un conservatorio sobre las diversa culturas musicales en latinoamérica. El Encuentro contó con la participación de las agrupaciones La Algarrobina, De Improviso, Son de Ayün, Pregón y tambor, Jarana con Araucano, Payadoras y payadores, Paria, Belencha Mena y Nano Stern. Cada Jornada finalizó con una rueda de ruedas, espacio abierto a la participación y bajo en escenario en donde conviven y se integran los diversos ritmos latinoamericanos. Desde 2020, han publicado más de 15 pliegos de poesía, en formato Lira Popular, donde reunen versos de destacadas verseadoras latinoamericanas. El tercer encuentro de versos de ida y vuelta se realizará el 6 7 y 8 de octubre de 2023, en Stgo de Chile. Entre las actividades destacan "Encuentro Internacional de Payadoras" "Encuentro Versos de Ida y Vuelta" "Rueda de ruedas" Contando con dos días de presentaciones artísticas y una jornada de rueda de ruedas en donde se relizaran intervenciones musicales abiertas y comunitarias en torno a la cueca urbana, la marinera limeña, el son jarocho, bailes cantaos y gaitas colombianas, entre otros. También como preparación del encuentro se proyectan talleres de improvisación y de introducción a diversos ritmos latinoamericanos.
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Descrição
Versos de Ida y Vuelta es un colectivo de creadores que buscan investigar, difundir y formar en la poesía popular cantada presente en diversos ritmos latinoamericanos. A través de la vivencia de la rueda entendemos la música como un espacio colectivo de experimentación y resistencia cultural, que incentiva el intercambio efectivo entre artistas y sus públicos al punto de difuminar la línea que los separa. En la rueda no hay escenario. Diversos saberes, ritos y valores han sido conservados a través de la oralidad y muchas comunidades los han compartido cantando en círculos, en "ruedas". La poesía cantada forma parte de las identidades de los pueblos y funciona como registro documental de una época determinada. El Encuentro de Versos de ida y vuelta surge a partir de la necesidad de abrir espacios de diálogo e intercambio entre las culturas musicales que comparten formas poéticas y de sociabilización activas en Chile, permitiendo establecer puente en cultoras y cultores que cultivan diversos ritmos latinoamericanos en Chile y los cultores de estos ritmos en sus respectivos países de origen. Durante el 2019 se realizo el primer encuentro de Versos de Ida y Vuelta, en un espacio auto-gestionado de Villa Los Alerces. La instancia contó con una instancia formativa en donde se realizo una taller de escritura de coplas, las cuales posteriormente pudieron se probadas en melodías de diversos ritmos latinoamericanos. La noche estuvo coronada por 4 presentaciones musicales que expusieron virtuosamente cada ritmo. En la Paya, nos acompañaron los payadores Luciano Fuentes, Pepita Muñoz, Camila Rojas y Alex Chinga. En el Son Jarocho, fue la Colectiva de Jaraneras la encargada de mostrar y encantar con este ritmo mexicano. En la Cueca, el grupo "De Improviso" deleitó con su propuesta de poesía y cueca urbana. Finalmente el encargado de cerrar la fiesta fue el Bullerengue, a cargo del grupo "Pregón y Tambor". Una vez finalizadas las presentaciones, se abrió el espacio para que tanto público como músicos pudieran intercambiar versos en una gran rueda que convocaba a todos los ritmos. El segundo encuentro fue realizado el 1 y 2 de octubre en el Centro Cultural Teatro Cerrano, de Melipilla. Contó con el financiamiento del fondo de las culturas, las artes y el patrimonio. Previo a ello se realizaron charlas magistrales de diversos cultores y cultoras internacionales (Venezuela, México, Colombia y Perú) y un conservatorio sobre las diversa culturas musicales en latinoamérica. El Encuentro contó con la participación de las agrupaciones La Algarrobina, De Improviso, Son de Ayün, Pregón y tambor, Jarana con Araucano, Payadoras y payadores, Paria, Belencha Mena y Nano Stern. Cada Jornada finalizó con una rueda de ruedas, espacio abierto a la participación y bajo en escenario en donde conviven y se integran los diversos ritmos latinoamericanos. Desde 2020, han publicado más de 15 pliegos de poesía, en formato Lira Popular, donde reunen versos de destacadas verseadoras latinoamericanas. El tercer encuentro de versos de ida y vuelta se realizará el 6 7 y 8 de octubre de 2023, en Stgo de Chile. Entre las actividades destacan "Encuentro Internacional de Payadoras" "Encuentro Versos de Ida y Vuelta" "Rueda de ruedas" Contando con dos días de presentaciones artísticas y una jornada de rueda de ruedas en donde se relizaran intervenciones musicales abiertas y comunitarias en torno a la cueca urbana, la marinera limeña, el son jarocho, bailes cantaos y gaitas colombianas, entre otros. También como preparación del encuentro se proyectan talleres de improvisación y de introducción a diversos ritmos latinoamericanos.

Ulises Silva
Ganador del primer puesto de un concurso en la categoría de cantautores en programa "Camino al éxito del Canal 13" Cuenta con más de 3 álbumes grabados, que llevan por título "La polka del asfalto", "Chile y Azara", "Buenos Días Paraguay". Posee más de 100 composiciones con canciones que son muy difundidas en los medios masivos como Buenos Días Paraguay, Soy paraguayo y qué y otros, llevándolos a escenarios internacionales tanto en América como en Europa. Actualmente se encuentra enfocado en grabar 10 composiciones nuevas en ritmo de Guarania.
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Nuevo Folclore
Folclore Fusión
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Ganador del primer puesto de un concurso en la categoría de cantautores en programa "Camino al éxito del Canal 13" Cuenta con más de 3 álbumes grabados, que llevan por título "La polka del asfalto", "Chile y Azara", "Buenos Días Paraguay". Posee más de 100 composiciones con canciones que son muy difundidas en los medios masivos como Buenos Días Paraguay, Soy paraguayo y qué y otros, llevándolos a escenarios internacionales tanto en América como en Europa. Actualmente se encuentra enfocado en grabar 10 composiciones nuevas en ritmo de Guarania.

Amanda Carpenedo
Amanda Carpenedo é Mestra em Música no ramo da Performance pela Universidade de Aveiro, Portugal, e possui os títulos de Bacharelado em Violão e Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo obtido o diploma de Láurea Acadêmica em ambas as graduações. É professora substituta de violão no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e também atua como professora no projeto AACAMUS vinculado à Casa da Música de Porto Alegre. Participou de diversos festivais de músicas nacionais e internacionais, nos quais teve aulas com músicos consagrados como Álvaro Pierri, Eduardo Fernandez, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Paulo Martelli, Eduardo Isaac e Thomas Viloteau. Integrou o trio "Damas do Violão" com Flávia Domingues Alves e Fernanda Kruger, de 2014 a 2018 e também foi membro da Camerata Violões de Porto, em Porto Alegre, RS, desde a formação original em 2017 até 2018. Como violonista solo atuou em diversos países como Brasil, Argentina, Portugal, França e Espanha e foi ganhadora do 1º lugar no I concurso de violão Fábio Lima – Homenagem a Henrique Pinto em Curitiba, PR. Em 2019 realizou importantes concertos com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, com destaque para a turnê europeia com a qual se apresentou em cinco países e um concerto na prestigiada Casa da Música no Porto, PT. Além de seus trabalhos nas áreas da performance, Amanda também atua nas áreas da educação, investigação, criação e produção.
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Instrumental / Jazz Brasileiro
Descrição
Amanda Carpenedo é Mestra em Música no ramo da Performance pela Universidade de Aveiro, Portugal, e possui os títulos de Bacharelado em Violão e Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo obtido o diploma de Láurea Acadêmica em ambas as graduações. É professora substituta de violão no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e também atua como professora no projeto AACAMUS vinculado à Casa da Música de Porto Alegre. Participou de diversos festivais de músicas nacionais e internacionais, nos quais teve aulas com músicos consagrados como Álvaro Pierri, Eduardo Fernandez, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Paulo Martelli, Eduardo Isaac e Thomas Viloteau. Integrou o trio "Damas do Violão" com Flávia Domingues Alves e Fernanda Kruger, de 2014 a 2018 e também foi membro da Camerata Violões de Porto, em Porto Alegre, RS, desde a formação original em 2017 até 2018. Como violonista solo atuou em diversos países como Brasil, Argentina, Portugal, França e Espanha e foi ganhadora do 1º lugar no I concurso de violão Fábio Lima – Homenagem a Henrique Pinto em Curitiba, PR. Em 2019 realizou importantes concertos com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, com destaque para a turnê europeia com a qual se apresentou em cinco países e um concerto na prestigiada Casa da Música no Porto, PT. Além de seus trabalhos nas áreas da performance, Amanda também atua nas áreas da educação, investigação, criação e produção.
Música

Diego González Herrera
Simon (proyecto solista de Diego G. Herrera n. 1986 São Paulo SP). De padres uruguayos, radicados en Brasil desde la década del 70 en la capital paulista donde vivieron hasta 1988 año en que volvieron a la capital Uruguaya, Diego se crió como uruguayo, pero siempre en contacto directo con São Paulo, veraneando de chico y estudiando más adelante. Inició sus estudios musicales de forma autodidacta a los diez años y formalmente a los diecisiete con varios guitarristas uruguayos, Juan Ignacio Rivero, Regina Carrizo, Pablo Traverso, Nicolás Mora y finalmente dentro de la EUM UdelaR, con todos los compañeros y profesores. Primero en la guitarra popular, el folklore rioplatense y la MPB, bossa nova. Luego en guitarra “clásica” cuando ingresa en la EUM en las carreras de intérprete y composición. En 2008 comienza a estudiar violonchelo de forma autodidacta y el año siguiente en la EUM UdelaR con Lucrecia Basaldúa. Desde 2008 funda e integra hasta la fecha, la banda instrumental de Montevideo Mushi Mushi Orquesta tocando principalmente el cello pero también Saxo y guitarra y componiendo varias de las músicas del grupo. Es con esta banda que Diego se integra a la escena musical Uruguaya compartiendo escenario o tocando de invitado de varias bandas locales y solistas como Milongas Extremas, Buenos Muchachos, Ojos del Cielo (banda instrumental paralela de buenos muchachos), Daniel Drexler, Fernando Cabrera, Mauricio Ubal, entre tantos otros amigos, y con la que se presenta en los principales escenarios como el auditorio Adela Reta del SODRE, sala Zitarrosa y el Teatro Solís y también en en el interior del país, como la casa de la cultura de Maldonado, el castillo Pitamiglio, el Teatro municipal de Paysandú. En 2011 viajó a Brasil para estudiar en la (escola de música do estado de Sao Paulo) EMESP "Tom Jobim" donde ganó una beca para estudiar violonchelo. Ingresó mediante audición a la primera fila de los violonchelos de la “Orquestra Jovem do Estado” de São Paulo, actuando en la Sala São Paulo y en el festival internacional de invierno de Campos do Jordao. También en ese año comenzó a estudiar saxofón soprano de forma autodidacta. En 2012 regresa a Uruguay para tocar con la Orquesta Nacional Juvenil del SODRE, realizando una gira por Estados Unidos y Panamá entre enero y febrero de 2013. En 2015, se aventura a buscar su propia voz solista. Fue entonces cuando nació Simön. Ese año editó su primer disco "En Un Punto" se casó, viajó y se radicó en la capital paulista. Del 2016 al 2021 vivieron con su compañera en varios barrios de “la pauliceia”, principalmente en la zona oeste y la región de Pinheiros, Vila Madalena, donde se relacionó conectando profundamente con la escena musical y sus actores. Asi participó de varios grupos como invitado, de concursos de marchinhas de carnaval, festivales de rock and roll como el loolapaRúa y se presentó tocando en los escenarios más destacados del indie y el under de la cultura paulista, como Casa do Mancha, Ó do borogodó etc. Entabló amistad con sus pares cancionistas y también con músicos de la escena erudita y del folklore brasileiro. Al mismo tiempo, ha incursionado cada vez más en la composición instrumental para cine y teatro, participando en producciones nacionales y en el extranjero como instrumentista, compositor e intérprete. Simon cuenta con dos trabajos de estudio disponibles en todas las plataformas, el primero un álbum con once pistas que lo desvisten y dejan ver todas sus facetas, titulado “En un punto” y editado con el apoyo de FONAM en 2015 y relanzado en brasil por el sello Alcalina Records en 2020 y un EP titulado “Sao Paulo 1986” (Alcalina Rec.2022) producido por Ignacio Pérez Traverso (ARG) y masterizado en sao paulo por Eduardo Arrjelian (BR).
Ver detalhesDiego González Herrera
Descrição
Simon (proyecto solista de Diego G. Herrera n. 1986 São Paulo SP). De padres uruguayos, radicados en Brasil desde la década del 70 en la capital paulista donde vivieron hasta 1988 año en que volvieron a la capital Uruguaya, Diego se crió como uruguayo, pero siempre en contacto directo con São Paulo, veraneando de chico y estudiando más adelante. Inició sus estudios musicales de forma autodidacta a los diez años y formalmente a los diecisiete con varios guitarristas uruguayos, Juan Ignacio Rivero, Regina Carrizo, Pablo Traverso, Nicolás Mora y finalmente dentro de la EUM UdelaR, con todos los compañeros y profesores. Primero en la guitarra popular, el folklore rioplatense y la MPB, bossa nova. Luego en guitarra “clásica” cuando ingresa en la EUM en las carreras de intérprete y composición. En 2008 comienza a estudiar violonchelo de forma autodidacta y el año siguiente en la EUM UdelaR con Lucrecia Basaldúa. Desde 2008 funda e integra hasta la fecha, la banda instrumental de Montevideo Mushi Mushi Orquesta tocando principalmente el cello pero también Saxo y guitarra y componiendo varias de las músicas del grupo. Es con esta banda que Diego se integra a la escena musical Uruguaya compartiendo escenario o tocando de invitado de varias bandas locales y solistas como Milongas Extremas, Buenos Muchachos, Ojos del Cielo (banda instrumental paralela de buenos muchachos), Daniel Drexler, Fernando Cabrera, Mauricio Ubal, entre tantos otros amigos, y con la que se presenta en los principales escenarios como el auditorio Adela Reta del SODRE, sala Zitarrosa y el Teatro Solís y también en en el interior del país, como la casa de la cultura de Maldonado, el castillo Pitamiglio, el Teatro municipal de Paysandú. En 2011 viajó a Brasil para estudiar en la (escola de música do estado de Sao Paulo) EMESP "Tom Jobim" donde ganó una beca para estudiar violonchelo. Ingresó mediante audición a la primera fila de los violonchelos de la “Orquestra Jovem do Estado” de São Paulo, actuando en la Sala São Paulo y en el festival internacional de invierno de Campos do Jordao. También en ese año comenzó a estudiar saxofón soprano de forma autodidacta. En 2012 regresa a Uruguay para tocar con la Orquesta Nacional Juvenil del SODRE, realizando una gira por Estados Unidos y Panamá entre enero y febrero de 2013. En 2015, se aventura a buscar su propia voz solista. Fue entonces cuando nació Simön. Ese año editó su primer disco "En Un Punto" se casó, viajó y se radicó en la capital paulista. Del 2016 al 2021 vivieron con su compañera en varios barrios de “la pauliceia”, principalmente en la zona oeste y la región de Pinheiros, Vila Madalena, donde se relacionó conectando profundamente con la escena musical y sus actores. Asi participó de varios grupos como invitado, de concursos de marchinhas de carnaval, festivales de rock and roll como el loolapaRúa y se presentó tocando en los escenarios más destacados del indie y el under de la cultura paulista, como Casa do Mancha, Ó do borogodó etc. Entabló amistad con sus pares cancionistas y también con músicos de la escena erudita y del folklore brasileiro. Al mismo tiempo, ha incursionado cada vez más en la composición instrumental para cine y teatro, participando en producciones nacionales y en el extranjero como instrumentista, compositor e intérprete. Simon cuenta con dos trabajos de estudio disponibles en todas las plataformas, el primero un álbum con once pistas que lo desvisten y dejan ver todas sus facetas, titulado “En un punto” y editado con el apoyo de FONAM en 2015 y relanzado en brasil por el sello Alcalina Records en 2020 y un EP titulado “Sao Paulo 1986” (Alcalina Rec.2022) producido por Ignacio Pérez Traverso (ARG) y masterizado en sao paulo por Eduardo Arrjelian (BR).
19987 Resultados – Página 800 de 1999























