
Banda Os Últimos
Formada por Laura Brandhuber (bateria), Tom Rodrigues (guitarra/voz) e Rogério Madeira (baixo) a banda Os Últimos defende as cores do rock rondoniense desde 2011. Com três discos e um EP, a banda prepara o lançamento do quarto disco, um acústico. O primeiro disco, homônimo, lançado em 2014 colocou a banda em circulação no cenário independente fazendo shows tanto em Rondônia como no Acre, Amazonas, Mato Grosso e São Paulo, tendo ainda participado dos maiores festivais da região norte: Festival Casarão, Ferrovia Festival, Grito Rock, Circuito SOMA, Boto Rock, Rondon Rock Festival, Betoneira Festival e Conexão RO. No ano de 2016, atingiu a marca de 52 shows em Rondônia, dando início às atividades envolvendo meio ambiente, idealizando os projetos Arte no Parque e SARAU OCUPA. Em seguida são contemplados com o Prêmio Cultural Zezinho Maranhão do Estado de Rondônia para executar a turnê Som a Favor do Planeta, onde foi realizada a distribuição de mudas durante a turnê, que passou por cinco cidades. No mesmo ano, são vencedores do Edital Move Amazônia promovido pelos Postos Equador. Ainda no primeiro semestre de 2017 chega a marca de 34 shows e é selecionada pelo edital SICOOB Centro Musical bem como para integrar o Line-up da 10ª edição do Festival Até o Tucupi em Manaus/AM. Em 2018 a banda produziu a turnê CIRCUITO SOMA (SONS DE MÚSICA AUTORAL) que colocou bandas em circulação nas principais cidades de Rondônia. No mesmo ano, promoveu a primeira #distotrip em parceria com a banda Distopia, promovendo uma turnê coletiva em Rondônia. No mesmo ano é contemplada em edital do governo de Rondônia para o lançamento do segundo disco. Até Onde Toca o Horizonte foi lançado em janeiro de 2019, sendo realizada a distribuição de mudas no show de lançamento. No mesmo mês, a banda lançou o disco nos estados do Amazonas, Acre e em Rondônia no mesmo final de semana, realizando ainda uma turnê no Amazonas, realizando cinco shows. Em 2021 lançou o disco DUALIDADE, contemplado por edital cultural proveniente da Lei Aldir Blanc, além de dois shows com o poeta Elizeu Braga. Em 2022 a banda foi novamente contemplada em dois editais e por isso, lançou o quarto disco da carreira, um acústico que compila os maiores sucessos, além de dois EP 'S colaborativos com outros artistas de Rondônia. Músicas, vídeos, videoclipes, bastidores, ensaios, fotos, etc. podem ser encontrados nas redes sociais e plataformas streaming da banda (https://linktr.ee/bandaosultimos). https://www.instagram.com/bandaosultimos/ https://www.facebook.com/bandaosultimos https://www.youtube.com/c/BandaOs%C3%9Altimos
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MPB
Descrição
Formada por Laura Brandhuber (bateria), Tom Rodrigues (guitarra/voz) e Rogério Madeira (baixo) a banda Os Últimos defende as cores do rock rondoniense desde 2011. Com três discos e um EP, a banda prepara o lançamento do quarto disco, um acústico. O primeiro disco, homônimo, lançado em 2014 colocou a banda em circulação no cenário independente fazendo shows tanto em Rondônia como no Acre, Amazonas, Mato Grosso e São Paulo, tendo ainda participado dos maiores festivais da região norte: Festival Casarão, Ferrovia Festival, Grito Rock, Circuito SOMA, Boto Rock, Rondon Rock Festival, Betoneira Festival e Conexão RO. No ano de 2016, atingiu a marca de 52 shows em Rondônia, dando início às atividades envolvendo meio ambiente, idealizando os projetos Arte no Parque e SARAU OCUPA. Em seguida são contemplados com o Prêmio Cultural Zezinho Maranhão do Estado de Rondônia para executar a turnê Som a Favor do Planeta, onde foi realizada a distribuição de mudas durante a turnê, que passou por cinco cidades. No mesmo ano, são vencedores do Edital Move Amazônia promovido pelos Postos Equador. Ainda no primeiro semestre de 2017 chega a marca de 34 shows e é selecionada pelo edital SICOOB Centro Musical bem como para integrar o Line-up da 10ª edição do Festival Até o Tucupi em Manaus/AM. Em 2018 a banda produziu a turnê CIRCUITO SOMA (SONS DE MÚSICA AUTORAL) que colocou bandas em circulação nas principais cidades de Rondônia. No mesmo ano, promoveu a primeira #distotrip em parceria com a banda Distopia, promovendo uma turnê coletiva em Rondônia. No mesmo ano é contemplada em edital do governo de Rondônia para o lançamento do segundo disco. Até Onde Toca o Horizonte foi lançado em janeiro de 2019, sendo realizada a distribuição de mudas no show de lançamento. No mesmo mês, a banda lançou o disco nos estados do Amazonas, Acre e em Rondônia no mesmo final de semana, realizando ainda uma turnê no Amazonas, realizando cinco shows. Em 2021 lançou o disco DUALIDADE, contemplado por edital cultural proveniente da Lei Aldir Blanc, além de dois shows com o poeta Elizeu Braga. Em 2022 a banda foi novamente contemplada em dois editais e por isso, lançou o quarto disco da carreira, um acústico que compila os maiores sucessos, além de dois EP 'S colaborativos com outros artistas de Rondônia. Músicas, vídeos, videoclipes, bastidores, ensaios, fotos, etc. podem ser encontrados nas redes sociais e plataformas streaming da banda (https://linktr.ee/bandaosultimos). https://www.instagram.com/bandaosultimos/ https://www.facebook.com/bandaosultimos https://www.youtube.com/c/BandaOs%C3%9Altimos
Música

Adriana Fernández
Licenciada en Dirección Coral con mención en Violoncello – Universidad de Especialidades Espíritu Santo en Samborondón-Ecuador. Máster en Interpretación Musical – Western Michigan University (WMU) en Kalamazoo-Michigan. Sus principales maestros fueron Rolando Grijalva, Bruce Uchimura y Dr. Jonathan Ruck. Se ha desempeñado como cellista principal de la Orquesta Sinfónica de Cuenca, Orquesta Sinfónica de WMU y Orquesta Sinfónica de la Universidad Oklahoma (OU). Ha sido miembro de la Orquesta Sinfónica de Guayaquil, del ensamble de música nueva Birds on a Wire, y del ensamble Crouse String Quartet. Ha participado como solista con la Orquesta Sinfónica de Cuenca, la Orquesta Sinfónica de Loja, la Orquesta Sinfónica de WMU, Cuenk ensamble, entre otros. Adriana ha obtenido reconocimientos en concursos organizados por la Orquesta Sinfónica Nacional del Ecuador (Quito), From-A (Cuenca), ganadora del Concerto Competition organizado por WMU (EEUU), segundo lugar en el Donna Turner Smith Memorial Competition organizado por OU (EEUU), segundo lugar en el Primer Concurso Nacional de Música de Cámara Beethoven (Quito). En la actualidad, Adriana es candidata a Doctorado en Artes Musicales en la Universidad de Oklahoma, es integrante de la Orquesta Sinfónica de Cuenca, del Quinteto de Cuerdas Kuntur y docente de las cátedras de Violoncello y Música de Cámara en la Facultad de Artes de la Universidad de Cuenca.
Ver detalhesAdriana Fernández
Descrição
Licenciada en Dirección Coral con mención en Violoncello – Universidad de Especialidades Espíritu Santo en Samborondón-Ecuador. Máster en Interpretación Musical – Western Michigan University (WMU) en Kalamazoo-Michigan. Sus principales maestros fueron Rolando Grijalva, Bruce Uchimura y Dr. Jonathan Ruck. Se ha desempeñado como cellista principal de la Orquesta Sinfónica de Cuenca, Orquesta Sinfónica de WMU y Orquesta Sinfónica de la Universidad Oklahoma (OU). Ha sido miembro de la Orquesta Sinfónica de Guayaquil, del ensamble de música nueva Birds on a Wire, y del ensamble Crouse String Quartet. Ha participado como solista con la Orquesta Sinfónica de Cuenca, la Orquesta Sinfónica de Loja, la Orquesta Sinfónica de WMU, Cuenk ensamble, entre otros. Adriana ha obtenido reconocimientos en concursos organizados por la Orquesta Sinfónica Nacional del Ecuador (Quito), From-A (Cuenca), ganadora del Concerto Competition organizado por WMU (EEUU), segundo lugar en el Donna Turner Smith Memorial Competition organizado por OU (EEUU), segundo lugar en el Primer Concurso Nacional de Música de Cámara Beethoven (Quito). En la actualidad, Adriana es candidata a Doctorado en Artes Musicales en la Universidad de Oklahoma, es integrante de la Orquesta Sinfónica de Cuenca, del Quinteto de Cuerdas Kuntur y docente de las cátedras de Violoncello y Música de Cámara en la Facultad de Artes de la Universidad de Cuenca.

Jorge Martinez
Compositor, arreglador, Pianista y Docente graduado como Profesor en Composición Musical en la Universidad Nacional de Córdoba (Argentina). Realiza una gran labor como compositor de diversas formaciones instrumentales en el país y en el exterior además de participar como arreglador en múltiples proyectos artísticos grupales o solista de la escena musical argentina actual. En sus producciones podemos encontrar composiciones y arreglos para Orquesta de cuerdas, Orquesta típica, Banda Sinfónica, y múltiples formaciones de cámara como quintetos, cuartetos, tríos y producciones para cantantes. Conforma el Trío MJC desde el año 2006 agrupación con la cual han grabado tres discos, Arreglos (2007) ¨el Viento los amontona¨(2011) y ¨Frutal¨ (2018). Fueron consagración instrumental en el Festival de Cosquín 2013. Han realizado distintas giras por China, España, Holanda, Alemania, Bélgica, Colombia y Brasil además de gran parte de la Argentina. Ha compartido escenarios/proyectos/grabaciones con artistas como: Cecilia Todd, Teresa Parodi, Juan Falú, Daniel ¨Pipi¨ Piazzolla, Hilda Herrera, Raúl Carnota, Chango Spasiuk, Guinga, Néstor Marconi, Walter Ríos, Suna Rocha, Mariana Carrizo, Raly Barrionuevo, Ramón Ayala, Pancho Cabral, Luis Chazarreta, Lilián Saba, Noelia Moncada, Damian Torres y Orquesta Típica Ciriaco.
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Tango
Música de Cámara
Folclor
Descrição
Compositor, arreglador, Pianista y Docente graduado como Profesor en Composición Musical en la Universidad Nacional de Córdoba (Argentina). Realiza una gran labor como compositor de diversas formaciones instrumentales en el país y en el exterior además de participar como arreglador en múltiples proyectos artísticos grupales o solista de la escena musical argentina actual. En sus producciones podemos encontrar composiciones y arreglos para Orquesta de cuerdas, Orquesta típica, Banda Sinfónica, y múltiples formaciones de cámara como quintetos, cuartetos, tríos y producciones para cantantes. Conforma el Trío MJC desde el año 2006 agrupación con la cual han grabado tres discos, Arreglos (2007) ¨el Viento los amontona¨(2011) y ¨Frutal¨ (2018). Fueron consagración instrumental en el Festival de Cosquín 2013. Han realizado distintas giras por China, España, Holanda, Alemania, Bélgica, Colombia y Brasil además de gran parte de la Argentina. Ha compartido escenarios/proyectos/grabaciones con artistas como: Cecilia Todd, Teresa Parodi, Juan Falú, Daniel ¨Pipi¨ Piazzolla, Hilda Herrera, Raúl Carnota, Chango Spasiuk, Guinga, Néstor Marconi, Walter Ríos, Suna Rocha, Mariana Carrizo, Raly Barrionuevo, Ramón Ayala, Pancho Cabral, Luis Chazarreta, Lilián Saba, Noelia Moncada, Damian Torres y Orquesta Típica Ciriaco.

Jazmin Maria Tiscornia
Jazmín Tiscornia nació en Buenos Aires, donde comenzó sus estudios de piano a los 8 años, ingresando a los 12 al Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires “Astor Piazzolla”, donde se graduó de la cátedra de la profesora Paula Peluso, obteniendo el título de Profesora Superior de Piano y Música de Cámara. Es Licenciada en Artes Musicales (Piano) de la Universidad Nacional del Arte y Licenciada en Sociología por la Universidad de Buenos Aires. Recibió Mención Especial en la 29º Selección de Jóvenes Estudiantes de Música, organizado por el Mozarteum Santa Fe, filial Salzburgo. Obtuvo Segundo Premio en el “Concurso sobre los conciertos de piano de Mozart”, organizado por ALAPP . Fue becada por el Mozarteum Argentino, en el marco del Fondo de Becas 2011. Ha participado en diversos festivales, como el Festival de Música de Santa Catarina (Brasil), el Campus Musical a cargo del Mtro Jordi Mora y el Festival Nacional e Internacional de Pianistas en Mar del Plata. Fue becada para asistir al Primer Encuentro de Piano del Mercosur (Epi), en el Camping Musical Bariloche. En el año 2011 recibió una invitación de la Prof Agathe Leimoni para asistir al 3º Poros Piano Academy y Poros Piano Festival, en la isla de Poros, Grecia, en el cual quedó seleccionada para participar en diversos conciertos como solista. Participó en los cursos de la Fundación Música de Cámara (Argentina) sobre canción francesa y alemana, bajo la tutela del Mtro Guillermo Opitz, y se perfeccionó en interpretación al piano con el maestro Diego Prigollini. Ha realizado presentaciones como solista y parte de grupos de música de cámara en diversas salas del país y el exterior, tales como el Syggro´s Open Aire Theatre (Poros, Grecia) Gran Teatro del SCAR (Jaraguá do Sul, Brasil), Auditorio del Centro Cultural Dardo Rocha (La Plata), Sala principal del Teatro Roma de Avellaneda, Auditorio Jorge L. Borges de la Biblioteca Nacional, Usina del Arte y Salón de Honor y Sala Argentina del CCK, entre otros. Se ha presentado como solista junto a la Sinfonietta Femusc, Orquesta Trapem, y la Orquesta Amadeus de Radio Cultura, bajo la dirección de los maestros Luciano Falcón y Alfredo Corral. Participa como miembro de equipos de investigación en la Universidad Nacional del Arte y el Instituto Nacional de Musicología, mientras cursa la Maestría en Educación en la Universidad Nacional de Quilmes. Es profesora de piano en el Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires y en la EMBA (Quilmes). Se desempeña como pianista de la Cátedra de Canto Disidente de la UNA y también es profesora en la ESEAM “J. P. Esnaola”. Es pianista de la la compañía Ópera Queer y de Ad Libitum Ensamble.
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Música de Cámara
Tango
Descrição
Jazmín Tiscornia nació en Buenos Aires, donde comenzó sus estudios de piano a los 8 años, ingresando a los 12 al Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires “Astor Piazzolla”, donde se graduó de la cátedra de la profesora Paula Peluso, obteniendo el título de Profesora Superior de Piano y Música de Cámara. Es Licenciada en Artes Musicales (Piano) de la Universidad Nacional del Arte y Licenciada en Sociología por la Universidad de Buenos Aires. Recibió Mención Especial en la 29º Selección de Jóvenes Estudiantes de Música, organizado por el Mozarteum Santa Fe, filial Salzburgo. Obtuvo Segundo Premio en el “Concurso sobre los conciertos de piano de Mozart”, organizado por ALAPP . Fue becada por el Mozarteum Argentino, en el marco del Fondo de Becas 2011. Ha participado en diversos festivales, como el Festival de Música de Santa Catarina (Brasil), el Campus Musical a cargo del Mtro Jordi Mora y el Festival Nacional e Internacional de Pianistas en Mar del Plata. Fue becada para asistir al Primer Encuentro de Piano del Mercosur (Epi), en el Camping Musical Bariloche. En el año 2011 recibió una invitación de la Prof Agathe Leimoni para asistir al 3º Poros Piano Academy y Poros Piano Festival, en la isla de Poros, Grecia, en el cual quedó seleccionada para participar en diversos conciertos como solista. Participó en los cursos de la Fundación Música de Cámara (Argentina) sobre canción francesa y alemana, bajo la tutela del Mtro Guillermo Opitz, y se perfeccionó en interpretación al piano con el maestro Diego Prigollini. Ha realizado presentaciones como solista y parte de grupos de música de cámara en diversas salas del país y el exterior, tales como el Syggro´s Open Aire Theatre (Poros, Grecia) Gran Teatro del SCAR (Jaraguá do Sul, Brasil), Auditorio del Centro Cultural Dardo Rocha (La Plata), Sala principal del Teatro Roma de Avellaneda, Auditorio Jorge L. Borges de la Biblioteca Nacional, Usina del Arte y Salón de Honor y Sala Argentina del CCK, entre otros. Se ha presentado como solista junto a la Sinfonietta Femusc, Orquesta Trapem, y la Orquesta Amadeus de Radio Cultura, bajo la dirección de los maestros Luciano Falcón y Alfredo Corral. Participa como miembro de equipos de investigación en la Universidad Nacional del Arte y el Instituto Nacional de Musicología, mientras cursa la Maestría en Educación en la Universidad Nacional de Quilmes. Es profesora de piano en el Conservatorio Superior de Música de la Ciudad de Buenos Aires y en la EMBA (Quilmes). Se desempeña como pianista de la Cátedra de Canto Disidente de la UNA y también es profesora en la ESEAM “J. P. Esnaola”. Es pianista de la la compañía Ópera Queer y de Ad Libitum Ensamble.

N. Hardem
Activo desde el 2011 e influenciado principalmente por el sonido y la narrativa del rap underground de a partir de los años 90, elabora un proyecto a partir de la búsqueda de la voz y el sonido propios tomando como referencia sus orígenes sociales y geográficos. ’N’ prevalece soportado por un alto estándar de calidad, cuidado en el detalle y sustento creativo que se aprecia al primer contacto estableciéndose como una referencia obligada del Rap Latinoamericano del siglo XXI. Hace parte de la fértil escena de música independiente colombiana en un continuo afán por traspasar fronteras, tender puentes y construir comunidad sea con el hip-hop, aproximaciones al jazz, sonidos tradicionales o experimentales. Cuenta con 7 piezas en su discografía y numerosas colaboraciones con artistas de distintas partes del mundo.
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Jazz Rap / Native Tongue
Descrição
Activo desde el 2011 e influenciado principalmente por el sonido y la narrativa del rap underground de a partir de los años 90, elabora un proyecto a partir de la búsqueda de la voz y el sonido propios tomando como referencia sus orígenes sociales y geográficos. ’N’ prevalece soportado por un alto estándar de calidad, cuidado en el detalle y sustento creativo que se aprecia al primer contacto estableciéndose como una referencia obligada del Rap Latinoamericano del siglo XXI. Hace parte de la fértil escena de música independiente colombiana en un continuo afán por traspasar fronteras, tender puentes y construir comunidad sea con el hip-hop, aproximaciones al jazz, sonidos tradicionales o experimentales. Cuenta con 7 piezas en su discografía y numerosas colaboraciones con artistas de distintas partes del mundo.
Música

Orquesta de Cámara del Auditorio de Zaragoza (Grupo Enigma)
La Orquesta de Cámara del Auditorio de Zaragoza "Grupo Enigma" (OCAZ-Enigma) fue fundada por el compositor y director de orquesta canario Juan José Olives, que fue su director artístico titular hasta su fallecimiento en diciembre de 2018. La orquesta dio su concierto de presentación el 21 de noviembre de 1995. Desde sus inicios ha trabajado con rigor y ha evolucionado cohesionando un grupo de cámara centrado, principalmente, en la interpretación de música del siglo XX y de la estrictamente contemporánea, sin por ello renunciar a obras cronológicamente anteriores y ampliar el elenco para interpretar música sinfónica.
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Contemporánea
Descrição
La Orquesta de Cámara del Auditorio de Zaragoza "Grupo Enigma" (OCAZ-Enigma) fue fundada por el compositor y director de orquesta canario Juan José Olives, que fue su director artístico titular hasta su fallecimiento en diciembre de 2018. La orquesta dio su concierto de presentación el 21 de noviembre de 1995. Desde sus inicios ha trabajado con rigor y ha evolucionado cohesionando un grupo de cámara centrado, principalmente, en la interpretación de música del siglo XX y de la estrictamente contemporánea, sin por ello renunciar a obras cronológicamente anteriores y ampliar el elenco para interpretar música sinfónica.
Música


LoMaasBello
Artista Afro trans de rap y música tradicional del Pacífico colombiano. Lleva aproximadamente 3 años haciendo música y arte audiovisual. En 2022 lanzó su primer EP, titulado Marica Negra, donde habla de las vivencias de las cuerpas trans racializadas
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Trap & Drill
Descrição
Artista Afro trans de rap y música tradicional del Pacífico colombiano. Lleva aproximadamente 3 años haciendo música y arte audiovisual. En 2022 lanzó su primer EP, titulado Marica Negra, donde habla de las vivencias de las cuerpas trans racializadas

A Swingueira
A Swingueira es un grupo de 21 mujeres que interpreta Sambareggae y Samba Afro desde Buenos Aires – Argentina. Apasionadas por este estilo musical, unen fuerzas con un mismo objetivo: visibilizar la participación de la mujer en el mundo de la percusión sin dejar de lado la cultura ancestral y la raíz histórica de este género originario de Salvador de Bahía – Brasil. Desde su fundación en el año 2016, A Swingueira se consolidó como referente de la percusión dentro del ámbito feminista, llevando adelante tanto proyectos artísticos como sociales. En el año 2018 el grupo estrenó un documental de producción independiente llamado "La Fuerza Ancestral" que relata, mediante entrevistas a referentes del género musical, la historia del Samba – Reggae. Fue dirigido y editado por Luciana Rodrigues Dacunto, filmado durante el mes de enero en Salvador de Bahía, Brasil. Durante ese año, se presentó la pieza audiovisual en distintos puntos del país, como Mendoza, Rosario, La Plata y en el Centro Cultural Kirchner en el marco de "Nosotras Movemos el Mundo" A lo largo de estos 6 años de trayectoria A Swingueira se ha presentado en distintos espacios culturales de Buenos Aires., Santa Fe y Salvador de Bahía, Brasil. Tanto en festivales, celebraciones municipales, carnavales, y fechas de la agenda feminista. Entre mediados y fines del 2018 la banda comenzó la escuela de "Talleres A Swingueira", con la intención de generar un espacio de aprendizaje y de interacción social a través del ensamble percusivo. Desarrollando sus actividades de manera autogestiva e independiente, la escuela cuenta con instrumentos propios, y más de 60 alumnxs distribuidxs en diferentes talleres. Durante los primeros 3 meses del año 2020 el grupo incorporó un equipo de Intérpretes de Lengua de Señas Argentina – Español, para la inclusión de 4 alumnas sordas que asistían al taller de percusión. La escuela de A Swingueira ha organizado talleres intensivos, seminarios y workshops dentro de distintas instituciones y empresas, como Google Argentina (2019) y programas nacionales como "Nosotras movemos el mundo" (del Min. de la Mujer y Género de la Nación – 2020) y Gestionar Futuro (del Min. de Cultura de la Nación, desarrollado en distintos barrios vulnerados y villas porteñas de CABA – 2022).
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Afrobrasileiro
Descrição
A Swingueira es un grupo de 21 mujeres que interpreta Sambareggae y Samba Afro desde Buenos Aires – Argentina. Apasionadas por este estilo musical, unen fuerzas con un mismo objetivo: visibilizar la participación de la mujer en el mundo de la percusión sin dejar de lado la cultura ancestral y la raíz histórica de este género originario de Salvador de Bahía – Brasil. Desde su fundación en el año 2016, A Swingueira se consolidó como referente de la percusión dentro del ámbito feminista, llevando adelante tanto proyectos artísticos como sociales. En el año 2018 el grupo estrenó un documental de producción independiente llamado "La Fuerza Ancestral" que relata, mediante entrevistas a referentes del género musical, la historia del Samba – Reggae. Fue dirigido y editado por Luciana Rodrigues Dacunto, filmado durante el mes de enero en Salvador de Bahía, Brasil. Durante ese año, se presentó la pieza audiovisual en distintos puntos del país, como Mendoza, Rosario, La Plata y en el Centro Cultural Kirchner en el marco de "Nosotras Movemos el Mundo" A lo largo de estos 6 años de trayectoria A Swingueira se ha presentado en distintos espacios culturales de Buenos Aires., Santa Fe y Salvador de Bahía, Brasil. Tanto en festivales, celebraciones municipales, carnavales, y fechas de la agenda feminista. Entre mediados y fines del 2018 la banda comenzó la escuela de "Talleres A Swingueira", con la intención de generar un espacio de aprendizaje y de interacción social a través del ensamble percusivo. Desarrollando sus actividades de manera autogestiva e independiente, la escuela cuenta con instrumentos propios, y más de 60 alumnxs distribuidxs en diferentes talleres. Durante los primeros 3 meses del año 2020 el grupo incorporó un equipo de Intérpretes de Lengua de Señas Argentina – Español, para la inclusión de 4 alumnas sordas que asistían al taller de percusión. La escuela de A Swingueira ha organizado talleres intensivos, seminarios y workshops dentro de distintas instituciones y empresas, como Google Argentina (2019) y programas nacionales como "Nosotras movemos el mundo" (del Min. de la Mujer y Género de la Nación – 2020) y Gestionar Futuro (del Min. de Cultura de la Nación, desarrollado en distintos barrios vulnerados y villas porteñas de CABA – 2022).
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