Categoria: Notícias gerais

  • O cantor e compositor panamenho Rodrigo Sánchez y Lara compartilha seu trabalho “Da Canção ao Conhecimento”

    O cantor e compositor panamenho Rodrigo Sánchez y Lara compartilha seu trabalho “Da Canção ao Conhecimento”

    Da Canção ao Conhecimento é uma proposta de criação e gravação de um álbum original por meio da colaboração virtual entre Panamá e Argentina. O projeto integra Rober Fighetti, baterista argentino de renome internacional, e o engenheiro de masterização argentino Pablo Governatori, vencedor de múltiplos prêmios Grammy. Todo o processo é documentado e compartilhado por meio de transmissões ao vivo com fins educativos, juntamente com conteúdos audiovisuais desenvolvidos para redes sociais, permitindo que o público tenha acesso, em tempo real, aos bastidores criativos e técnicos.

    Rodrigo Sánchez y Lara é um cantor e compositor panamenho-brasileiro de música romântica, reconhecido por sua sensibilidade poética. Após obter, em 2003, o Bacharelado em Jazz pela Universidade do Norte do Texas, iniciou sua carreira como escritor e editor da revista Músico Pro, da Music Maker Publications, consolidando seu perfil como criador e divulgador musical.

    Sua obra recebeu importantes distinções internacionais: Prêmio Ibermúsicas de Criação de Canção (2018) e finalista no John Lennon Songwriting Contest (2020).

    Em 2009, lançou a coleção de canções 4 Reasons e fixou residência em Miami, onde recebeu um convite da EMI Music Publishing Latin America para colaborar com alguns de seus autores mais destacados, entre eles Descemer Bueno (vencedor do Grammy), Sebastián De Peyrecave e José Luis Morín (vencedores de prêmios ASCAP).

    Desde 2010, reside no Panamá, onde se consolidou como fundador, principal compositor e guitarrista do duo Monalisa y Rodrigo, projeto que marcou a cena do pop acústico panamenho por mais de 12 anos.

    Além disso, compôs ao lado de figuras de grande relevância, como Grettel Garibaldi (indicada ao Latin Grammy), contribuindo com seu estilo sensível e versátil para propostas musicais que transcendem fronteiras.

    Atualmente, Rodrigo combina sua atuação artística com projetos de cooperação e criação colaborativa na Ibero-América, promovendo a música como ferramenta de inovação cultural, intercâmbio e educação.

    Este projeto foi vencedor da convocatória 2025 de Apoio a Projetos Virtuais do Programa Ibermúsicas.

    Todas as transmissões ao vivo serão realizadas pelas contas oficiais de Rodrigo Sánchez y Lara.

  • A artista argentina Florencia Ruiz celebra os 25 anos do lançamento de seu primeiro disco com uma turnê pela Alemanha, Espanha e Portugal

    A artista argentina Florencia Ruiz celebra os 25 anos do lançamento de seu primeiro disco com uma turnê pela Alemanha, Espanha e Portugal

    Nesta turnê pela Europa, compartilhando concertos e gravações com musicistas e músicos locais, Florencia Ruiz celebra o 25º aniversário do lançamento de seu primeiro disco, Centro, com apresentações em Berlim, Barcelona, Madri, Sevilha, Granada, Lisboa e Zurique. A turnê integra importantes festivais, como o Barnasants e o Festival Abril para Vivir.

    O objetivo da turnê é interagir com músicos de cada uma das cidades anfitriãs, todos representantes das expressões musicais e estéticas de seus locais de residência, com o propósito de gerar uma confluência de linguagens artísticas que una as tradições musicais da Europa e do Rio da Prata, dando a conhecer, por meio desse trabalho de fusão e encontro, a expressão musical desta última região ao público de cada cidade de destino.

    Florencia Ruiz é uma artista musical argentina, criadora de um universo especial e único, que mistura rock, experimentação e pop. Com 16 discos lançados entre trabalhos solo e colaborações, realizou 10 turnês pelo Japão (junto ao grupo Nippon) e também compôs músicas para a FUJI TV. Em carreira solo, realizou turnês por Portugal, França, Espanha, Berlim, Nova York, Cuba, México, Chile e Uruguai. Acaba de lançar seu novo trabalho, que conta com a participação de grandes expoentes da música do Cone Sul: Hugo Fattoruso, Leo Masliah, Quique Sinesi e Fernando Cabrera. Em 2011, iniciou um projeto em duo com o destacado músico Mono Fontana, parceria que continua até hoje.

    Esta turnê de Florencia Ruiz é possível graças ao patrocínio da Ibermúsicas, por meio de sua linha de “Apoio à circulação de profissionais da música”, convocatória 2025.

    • 31 de março: sala Rotbart, Berlim, Alemanha, junto com Lucía Boffo e Andrés Marino
    • 3 de abril: oficina de composição de canções na sala Bardo Projektraum, Berlim, Alemanha
    • 4 de abril: sala Bardo Projektraum, Berlim, Alemanha
    • 7 de abril: sala Rotbart, Berlim, Alemanha, duo com Kazuhisa Uchihashi e Gustavo Obligado
    • 10 de abril: Festival Barnasants, organizado pela Fundação Casa América Catalunya, com a participação especial do músico e compositor argentino Quique Sinesi. Sala Sandaru, Barcelona, Espanha
    • 12 de abril: La Parceria, com a participação especial do músico e compositor argentino Quique Sinesi, Madri, Espanha
    • 16 de abril: Teatro Allegro, com a participação especial do músico e compositor argentino Quique Sinesi, Sevilha, Espanha
    • 17 de abril: Festival Abril para Vivir, Granada, Espanha
    • 18 de abril: apresentação em “Ruta de Cantautoras y Cantautores”, dentro do Festival Abril para Vivir, Granada, Espanha
    • 23 de abril: Akadémia Jazz & Espaço Improvisos, Portalegre, Portugal, duo com Ariel Rodríguez
    • 25 de abril: Sociedade Harmonia Evorense, Évora, Portugal, duo com Ariel Rodríguez
    • 26 de abril: BOTA, Lisboa, Portugal, músicos convidados: Ariel Rodríguez, Aixa Figini, Barbara Rodrix, Martín Sued

  • A agrupação portuguesa “La que Sabe” apresenta Tour Latinoamericana 2026

    A agrupação portuguesa “La que Sabe” apresenta Tour Latinoamericana 2026

    La Que Sabe é um concerto-ritual que propõe uma experiência artística imersiva, integrando música original, guitarra flamenca, canto, poesia e performance ritual. O projeto inspira-se na sabedoria ancestral e nos ciclos naturais da vida, afirmando a música como uma linguagem de encontro, escuta e transformação, capaz de criar pontes entre culturas, territórios e comunidades.

    Criado e composto por Maria João Machado (Portugal), com composição de guitarra e arranjos de Fernanda de Córdoba (Argentina), La Que Sabe reúne em palco quatro artistas de percursos distintos e complementares: Maria João Machado (voz), Fernanda de Córdoba (guitarra flamenca e voz) e José Ausina (percussão e voz). Esta diversidade artística constitui uma mais-valia central do projeto, enriquecendo a proposta musical e performativa e reforçando a sua dimensão intercultural e colaborativa.

    O concerto articula referências do flamenco, do folclore latino-americano e da poesia contemporânea, criando uma linguagem própria que dialoga simultaneamente com a tradição e com a criação atual.

    Cada apresentação é concebida como um ritual contemporâneo, no qual o público é convidado a uma escuta ativa e a uma experiência sensível, adaptada ao espaço, ao momento e ao contexto cultural que acolhe o espetáculo. O concerto-ritual abre, assim, um espaço de interação subtil e de diálogo vivo entre artistas, público e território.

    Em 2026, La Que Sabe realiza uma circulação internacional que contempla Colômbia, Brasil e Argentina, afirmando a sua vocação ibero-americana e promovendo o intercâmbio cultural entre diferentes países e comunidades.

    Esta circulação internacional é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, em colaboração com a Direção Geral das Artes do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto de Portugal, através da linha de “Apoio à circulação de profissionais da música” do Programa Ibermúsicas, convocatória 2025.

    – 27 de março: Casa Valhalla, Bogotá, Colômbia
    – 04 de abril: Rincón Andaluz, Buenos Aires, Argentina
    – 11 de abril: Instituto Arcano, São Paulo, Brasil

  • Chega o 22° Festival Internacional de Choro de Paris

    Chega o 22° Festival Internacional de Choro de Paris

    O 22° Festival internacional de Choro de Paris acontecerá na Maison du Brésil (Cité Universitaire, Paris 14ème arrondissement), mantendo a perenidade deste evento, criado e dirigido pela pianista franco-brasileira Maria Inês Guimarães. O Festival é reconhecido por sua alta qualidade pelas autoridades culturais e diplomáticas do Brasil na França e traz excelentes músicos de todo o Brasil e do mundo para o palco da Maison du Brésil, em Paris.

    O evento tem 6 concertos e 12 oficinas instrumentais para jovens e adultos: cavaquinho, pandeiro, violão de 7 cordas, piano, cordas, sopros, aulas de improvisação, de composição, de prática de conjunto. Além disso, acontecem diversas rodas de choro, encontros, conferências, exposição de fotos, venda e distribuição gratuita de partituras, CDs, revistas e livros.

    O Festival Internacional de Choro de Paris começou em 2005, criando um palco para o público francês apaixonado ver os maiores artistas brasileiros do gênero. O Festival está sempre abrindo portas, viabilizando aos músicos que chegam e passam, a possibilidade de ir tocar em diversas cidades francesas e outros centros europeus como Londres, Berlim, Colónia, Lisboa, Madrid, Roma e Milão.

    Em 21 edições, o Festival de Choro de Paris acolheu músicos como Paulo Moura, Yamandu Costa, Nó em Pingo d’água, Reco do Bandolim e grupo Choro Livre, Juarez Moreira, Raïssa Anastásia, Toca de Tatu, Murmurando e Adelson Viana, Alexandre Rodrigues, Choro e Seresta, Matheus Donato e Laís Sandy, Adriana Arnaud, Roee Ben Sira, O Mercado do Choro, Yotam Silberstein, Trio Bola Preta, Daniela Rezende, Quatro a Zero, Trio Carioca (Maurício Carrilho, Paulo Aragão, Pedro Paes), Trio Madeira Brasil, Aurélie & Vérioca, Carlinhos Patriolino, Assanhado Quarteto, Claire Luzi e Cristiano Nascimento e muitos outros.

    O Festival conta com a parceria do Club de Choro de Paris (CCP) e do Cebramusik, e com os apoios da Embaixada do Brasil na França e da Maison du Brésil.

    Na convocatória 2025 do Programa Ibermúsicas, receberam o Prêmio Especial Brasil/Ibermúsicas concedido pela FUNARTE (Fundação Nacional de Arte) do Brasil. Trata-se de um prêmio de trajetória concedido pela mais alta instituição governamental de cultura do país de origem do choro. Este prêmio especial do Programa Ibermúsicas, em colaboração direta com a FUNARTE, tem como objetivo mapear e ao mesmo tempo reconhecer as iniciativas dedicadas à divulgação, pesquisa e ensino da música brasileira, em qualquer parte do mundo e fora do território nacional.

    • 27 a 29 de março, Maison du Brésil, Cidade Universitária, 14º arrondissement, Paris, França

  • Apresenta-se “Encuentro en Buenos Aires” o maravilhoso trabalho de piano a quatro mãos de Edith Fischer (Chile) e José Luis Juri (Argentina)

    Apresenta-se “Encuentro en Buenos Aires” o maravilhoso trabalho de piano a quatro mãos de Edith Fischer (Chile) e José Luis Juri (Argentina)

    Este projeto documenta o primeiro encontro discográfico a quatro mãos entre José Luis Juri e Edith Fischer, registrando a gravação do álbum recentemente realizada em Buenos Aires, que será lançado pelo selo Virtuoso e distribuído pela Naxos, com o seguinte repertório:

    • 6 Épigraphes Antiques – Claude Debussy
    • Fantasia em fá menor – Franz Schubert
    • L’Isle joyeuse – Claude Debussy
    • 2 Mazurcas – Frédéric Chopin

    Edith Fischer nasceu em 1935, em Santiago do Chile, no seio de uma família de músicos reconhecidos. Como criança prodígio, suas numerosas apresentações em recitais e música de câmara culminaram, aos doze anos, com a interpretação do Concerto KV 453, de Mozart, com a Orquestra Sinfônica do Chile, sob a regência do célebre maestro Hermann Scherchen.

    As recomendações entusiásticas de personalidades como Ormandy, Busch e Kleiber permitiram-lhe obter uma bolsa dos Estados Unidos para viajar a Nova York, onde integrou o seleto grupo de discípulos de seu compatriota, o grande mestre Claudio Arrau.

    Atraída pela Europa, foi laureada com o Prêmio Dinu Lipatti, em Londres, e com o primeiro prêmio no Concurso Internacional de Munique. Suas atividades estenderam-se à América do Norte, América do Sul e Ásia, atuando como solista com as principais orquestras e maestros, em recitais, música de câmara, gravações e masterclasses.

    Em 1989 criou o festival “Semaine Internationale de Piano de Blonay-St.-Légier”, na Suíça, juntamente com o “Cours international”, realizado simultaneamente.

    Seu repertório, reunindo compositores de todas as épocas, inclui, entre muitas obras, a integral das sonatas de Beethoven, a obra completa de Ravel, bem como obras contemporâneas.

    José Luis Juri nasceu em Buenos Aires, Argentina, e iniciou seus estudos musicais aos quatro anos de idade. Estudou com Irene Saralegui, Cristina Kofoed, Juan Carlos Arabián, Elsa Berner, Juan Francisco Giacobbe, Ángel Lasala e outros grandes músicos argentinos.

    Radicado na Itália, estudou na Accademia Chigiana de Siena com Paul Badura-Skoda e Rudolf Buchbinder, e posteriormente aperfeiçoou-se na Suíça com Edith Fischer durante quatro anos.

    Desenvolve intensa atividade concertística em mais de quinze países. Destacam-se suas apresentações na Itália (Teatro alla Scala de Milão, Festivais de Savona e Chiavari, RAI); na Suíça (Festival de Blonay e Radio de la Suisse Romande); na Espanha (Orquestra de Alcalá de Henares); no Egito (Ópera do Cairo e Ópera de Alexandria); na Tunísia (Festival de Cartago); no México (Palácio de Belas Artes e Festival Cervantino); em Cuba (Gran Teatro de La Habana); no Brasil (Memorial da América Latina); no Uruguai (Teatro Solís); e na Argentina (Teatro Colón de Buenos Aires, Mozarteum Argentino, CCK), além dos principais teatros e festivais do país.

    Gravou para o selo italiano New Day e, na Argentina, para os selos Tradition e Virtuoso Records, tendo sido condecorado Cavaliere della Repubblica Italiana.

    É professor na UNA – Universidad Nacional de las Artes, no Conservatório da Cidade de Buenos Aires e no ISA – Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Há treze anos é diretor artístico do EPI – Encontros Internacionais de Piano.

    “Encuentro en Buenos Aires” será editado pela Virtuoso Records e distribuído pela Naxos internacionalmente. Estará disponível em todas as plataformas digitais.

    Esta produção discográfica e documental é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio a Projetos Virtuais, convocatória 2025.

    • Lançamento: 27 de março

  • A grande mestra Nidia Góngora, guardiã da tradição do Pacífico sul colombiano, realiza uma nova turnê pelos Estados Unidos

    A grande mestra Nidia Góngora, guardiã da tradição do Pacífico sul colombiano, realiza uma nova turnê pelos Estados Unidos

    A Mestra Nidia Góngora é a cantora de maior reconhecimento e uma referência da música do Pacífico colombiano. Ao longo de seus mais de 25 anos de experiência como compositora e intérprete, a Mestra Nidia tem conseguido construir pontes entre a música tradicional de sua cidade natal, Timbiquí (Cauca), e outros gêneros das músicas do mundo.

    É a grande portadora da tradição inata herdada de seus mais velhos: sua mãe, a matriarca Libia Oliva Bonilla; sua professora Elizabeth Sinisterra; seu pai, Isaac Góngora; e os cantores e cantoras de referência de sua comunidade.

    Diretora, fundadora e voz principal do grupo musical Canalón de Timbiquí, que venceu em diversas ocasiões o Festival de Música do Pacífico “Petronio Álvarez”, eternizando sua voz em hinos do Pacífico colombiano. Sua versatilidade a consolidou como referência tanto entre comunidades de músicos tradicionais quanto na cena afrolatina, levando-a a se apresentar em inúmeros palcos internacionais na Europa, Ásia e Estados Unidos. Recentemente, recebeu reconhecimento como uma das 100 novas lideranças da Colômbia pelo Grupo Prisa e pela Caracol Radio.

    Em 2023, o Ministério do Meio Ambiente da Colômbia e o Parques Nacionales de Colombia batizaram uma espécie de orquídea descoberta nos Farallones de Cali com o nome de Lepanthes nidiagongorana, em homenagem a essa mulher que dedicou sua vida à salvaguarda e à promoção dos cantos tradicionais do Pacífico.

    É licenciada em Educação Infantil, cantora e pesquisadora da música tradicional do Pacífico sul colombiano. Há 12 anos desenvolve um trabalho permanente de formação musical com crianças em contextos escolares e comunitários em áreas rurais e urbanas do Cauca e do Valle del Cauca, por meio da Fundação Escuela Canalón, um projeto que resgata e preserva os valores da identidade cultural da região.

    Nidia Góngora também é empresária e ativista, reconhecida como uma das mulheres líderes e empreendedoras da região, graças à sua criatividade em projetos como “Viche Positivo”, sua reconhecida marca de bebidas tradicionais do Pacífico; sua casa-hostel “La Bella Sofía”, em Timbiquí; e o festival “Arrullo en el Barrio”.

    Esta nova turnê de Nidia Góngora pelos Estados Unidos conta com o apoio do Ibermúsicas e do Mid Atlantic Arts.

    • Sábado 21 de março: Esperanza Center – Filadélfia – Pensilvânia
    • Segunda-feira 23 de março: West Branch Consortium – Williamsport – Pensilvânia
    • Terça-feira 24 de março: West Branch Consortium – Williamsport – Pensilvânia
    • Quarta-feira 25 de março: West Branch Consortium – Williamsport – Pensilvânia
    • Quinta-feira 26 de março: West Branch Consortium – Williamsport – Pensilvânia
    • Sexta-feira 27 de março: West Branch Consortium – Williamsport – Pensilvânia
    • Domingo 29 de março: Flushing Town Hall – Queens – Nova York
    • Segunda-feira 30 de março: Flushing Town Hall – Queens – Nova York
    • Terça-feira 31 de março: Manny’s – State College – Pensilvânia
    • Quinta-feira 2 de abril: Musical Instrument Museum – Phoenix – Arizona
    • Sexta-feira 3 de abril: Winchester Dondero Center – Las Vegas – Nevada
    • Sábado 4 de abril: Forbes Center – Harrisonburg – Virgínia
    • Domingo 5 de abril: Clement’s Place – Newark – Nova Jersey
    • Segunda-feira 6 de abril: Passim – Cambridge – Massachusetts
    • Quinta-feira 9 de abril: Lebanon Opera House – Lebanon – Nova Hampshire
    • Sábado 11 de abril: Calliope – Pittsburgh – Pensilvânia
    • Quarta-feira 15 de abril: Old Town – Chicago – Illinois
    • Quinta-feira 16 de abril: The Freighthouse – Ypsilanti – Michigan
    • Sexta-feira 17 de abril: The Freighthouse – Ypsilanti – Michigan
    • Domingo 19 de abril: Radio East – Austin – Texas
    • Quinta-feira 23 de abril: JazzFest – Nova Orleans – Luisiana

  • A 13a Maratona Cultural de Florianópolis convida a agurpação uruguaia Cuatro Pesos de Propina

    A 13a Maratona Cultural de Florianópolis convida a agurpação uruguaia Cuatro Pesos de Propina

    Show do grupo Uruguaio Cuatro Pesos de Propina dentro da Programação musical da 12a Maratona Cultural e a realização de uma atividade educativa que será um Pocket Show com intervalos de conversa sobre a cena musical na América Latinal, destinada à artistas, produtores, estudantes e curiosos do mundo musical, com o objetivo de ampliar o impacto artístico do projeto, enriquecer o diálogo cultural ibero-americano e fortalecer o intercâmbio entre cenas musicais. Tudo isso, dentro de uma vasta programação gratuita e em espaço público, que democratiza o acesso e a fruição à bens culturais.

    Cuatro Pesos de Propina é uma das bandas mais representativas da música independente do Uruguai nas últimas duas décadas. Fundada em Montevidéu no início dos anos 2000, a banda consolidou uma trajetória marcada pela fusão de gêneros musicais e um compromisso com a autogestão, a independência artística e o engajamento social, tornando-se referência no circuito alternativo latino-americano.

    Com mais de duas décadas de trajetória, Cuatro Pesos de Propina tornou-se um símbolo da música independente no Uruguai, articulando com excelência criação artística, inovação sonora e compromisso social. Seu trabalho é reconhecido não apenas por sua qualidade musical, mas também pelo modelo de autogestão, que inspira outros coletivos na América Latina.

    A 12a Maratona Cultural de Florianópolis foi vencedora da convocatória 2025 do Programa Ibermúsicas na linha de Apoio à programação musical.

    • 20 a 23 de março, Arena Floripa, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

  • Chega um novo episódio da série audiovisual “Cumbia a dos tierras”, uma colaboração entre México e Colômbia

    Chega um novo episódio da série audiovisual “Cumbia a dos tierras”, uma colaboração entre México e Colômbia

    A palavra cumbia refere-se a uma multiplicidade de expressões sonoras que foram se transformando ao longo do tempo. Essas músicas têm funcionado como um vaso comunicante entre as culturas da Colômbia e do México, dando origem a diversas formas de apropriação e adaptação, desde os formatos de big band, como os de Lucho Bermúdez, até a revitalização de suas formas mais tradicionais, como a música de gaita. A partir desse percurso surge “Cumbia a dos tierras”.

    Trata-se de uma série audiovisual, um projeto de difusão, pesquisa e ensino musical que, nesta primeira etapa, desenvolve uma série de dez cápsulas audiovisuais e materiais complementares para plataformas digitais, tomando como ponto de partida os ritmos que chegaram da Colômbia ao México ao longo do século XX.

    A partir de fevereiro, a série será publicada com periodicidade mensal e é concebida como um ponto de partida para dar continuidade à exploração, ampliar o mapa sonoro e consolidar uma plataforma dedicada à difusão e à análise musical da cumbia no âmbito ibero-americano. O projeto é dirigido ao público em geral interessado nas músicas populares latino-americanas, assim como a músicos em formação, instituições e músicos profissionais interessados em explorar o tema.

    Cumbia a dos tierras é desenvolvido por uma dupla binacional formada por Camilo Barrero (Colômbia), percussionista e pesquisador responsável pela abordagem musical, e Guaipy Marroquín (México), produtora e gestora cultural encarregada da produção, edição e circulação dos conteúdos; juntos somam mais de trinta anos de experiência em suas respectivas áreas. Com este projeto, buscam contribuir para a circulação de saberes musicais e para o fortalecimento do diálogo cultural no espaço ibero-americano.

    Este projeto é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de “Apoio a projetos virtuais”, chamada 2025.

    • Episódio 2: quarta-feira, 18 de março

    em https://www.youtube.com/@Cumbiologyhttps://www.tiktok.com/@cumbiology e https://www.instagram.com/cumbiology/

  • Chega à Costa Rica a edição especial do Tambor CR Fest, com foco na cultura afro-cubana e no intercâmbio musical

    Chega à Costa Rica a edição especial do Tambor CR Fest, com foco na cultura afro-cubana e no intercâmbio musical

    O Tambor CR Fest · CFS é um encontro cultural e musical que fortalece o intercâmbio artístico entre Cuba e Costa Rica, com foco na tradição afro-cubana, na percussão e nos processos formativos para músicos, percussionistas e o público em geral.

    Este projeto foi concebido como um espaço de aprendizagem, diálogo e criação coletiva, onde a transmissão de saberes musicais convive com propostas contemporâneas da cena artística.

    Os mestres convidados são Alain Pérez (mestre músico e referência internacional da música e da tradição cubana) e Bárbaro “Machito” Crespo (mestre percussionista cubano, com ampla trajetória artística e pedagógica). Ambos compartilharão aulas magnas, residências musicais e apresentações artísticas, transformando esta edição em uma experiência cultural única para a comunidade musical regional.

    O enfoque cultural e os objetivos do encontro consistem em:

    • Valorizar a herança afro-cubana e seu impacto na América Latina
    • Impulsionar o intercâmbio pedagógico e artístico entre países
    • Fortalecer redes entre músicos, percussionistas, gestores e estudantes
    • Gerar espaços de convivência cultural abertos ao público

    Esta edição especial do Tambor CR Fest é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à Programação Musical, convocatória 2025.

    • 17 de março: Jazz Café, San José, Costa Rica

  • O grupo “Calypso de Costa Rica” inicia a gravação do seu primeiro álbum

    O grupo “Calypso de Costa Rica” inicia a gravação do seu primeiro álbum

    Calypso de Costa Rica é um grupo musical nascido em San José, Costa Rica, em 2015, que se concentra em promover e manter viva a cultura caribenha da Costa Rica através da música e das letras de suas canções. Com quase uma década de trajetória, o grupo se apresentou em festivais de música tradicional e eventos corporativos em todo o país, consolidando-se como uma referência neste gênero.

    A história da música calypso na Costa Rica remonta ao final do século XIX, quando imigrantes afro-caribenhos chegaram a Limón. Esse gênero musical, originário de Trinidad e Tobago, se adaptou e evoluiu na Costa Rica, tornando-se parte essencial da identidade cultural afrodescendente do país.

    A gravação deste primeiro álbum do “Calypso de Costa Rica” é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas através de sua linha de Apoio a projetos virtuais, convocatória 2025.