SIGSEGV – Quando a falha se torna resistência é um projeto sonoro e performático desenvolvido pela artista Fenna Frei que explora a tensão entre o orgânico e o digital por meio da improvisação, da música eletrônica e da performance. Durante a residência, a artista desenvolverá duas peças predominantemente instrumentais, trabalhando com voz, síntese (granular e subtrativa), sequências e live looping.
O processo inclui pesquisa artística sobre os impactos sociais, culturais e ambientais das novas tecnologias, colaboração a distância com uma artista visual para o desenvolvimento de elementos visuais que serão integrados à obra, e a realização de uma live session ou concerto como encerramento da residência. Como atividade educativa complementar, será oferecida uma oficina gratuita à comunidade local.
Fenna Frei é o nome artístico de Candela Cibrián. É cantora, compositora, produtora musical, técnica em produção musical (UCA) e performer argentina radicada na Cidade do México. Seu trabalho transita entre o pop experimental, a eletrônica emocional, o IDM e a performance sonora. Possui mais de 10 anos de experiência em produção musical e live sets eletrônicos. Também tem formação em atuação e experiência cênica, com dois anos como atriz em musicais na Calle Corrientes, e provém de uma família de reconhecida trajetória no cinema e no teatro, Cibrián Campoy. Sua obra propõe narrativas sonoras imersivas nas quais a voz, os sintetizadores e o corpo funcionam como um único instrumento, com foco na visibilização das mulheres no campo do som e da produção musical.
Este projeto de Fenna Frei foi contemplado na linha de “Ajuda a artistas e pesquisadores para residências” do Programa Ibermúsicas, convocatória 2025.
- De 4 a 29 de maio, na Fish Factory – Creative Centre, Stöðvarfjörður, Islândia

