Autor: Ricardo Gomez Coll

  • O Grupo Serelepe leva música e brincadeiras brasileiras à Feria de las Calacas, no México

    O Grupo Serelepe leva música e brincadeiras brasileiras à Feria de las Calacas, no México

    O Grupo Serelepe, de Belo Horizonte, apresenta o espetáculo Brinquedorias na Feria de las Calacas, realizada pelo programa mexicano Alas y Raíces.

    A Feria de las Calacas é um festival artístico dedicado a crianças, adolescentes e famílias, realizado no contexto das celebrações do Dia dos Mortos. Sua programação reúne espetáculos, oficinas e diferentes manifestações culturais, promovendo o encontro entre arte, tradição e brincadeira.

    Em Brinquedorias, o Serelepe combina música, teatro e jogos tradicionais em uma experiência cênica e lúdica. Em cena, três personagens se envolvem em brincadeiras tradicionais, criando uma mistura afetiva de desafios, pequenas e divertidas competições e parcerias — elementos presentes nas diversas infâncias ao redor do mundo. O espetáculo convida crianças e adultos a soltarem a imaginação e a redescobrirem um repertório de brincadeiras populares.

    Além da apresentação, o grupo realizará uma oficina de jogos e brincadeiras para a infância. A atividade é destinada a cuidadores, docentes e artistas que trabalham com crianças pequenas ou desenvolvem ações voltadas à primeira infância.

    A participação do Grupo Serelepe no México conta com o apoio do Programa Ibermúsicas, através da linha de Apoio à circulação de profissionais da música, convocatória 2024.

    • 30 de outubro: oficina de jogos e brincadeiras no Colegio de San Ildefonso
    • 1º de novembro, 13h: Concerto no Teatro de las Artes, Cidade do México

  • A investigadora portuguesa Magdalena Chambel apresenta “Silenciosas e silenciadas: percursos de cantoras de São Tomé e Príncipe” na Universidade de Cabo Verde (UniCV)

    A investigadora portuguesa Magdalena Chambel apresenta “Silenciosas e silenciadas: percursos de cantoras de São Tomé e Príncipe” na Universidade de Cabo Verde (UniCV)

    Magdalena Chambel, investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa, participará no VIII Encontro Internacional Desporto e Lazer em África – “Sonoridades, performances e dinâmicas de poder”, na Universidade de Cabo Verde (UniCV), apresentando o seu trabalho “Silenciosas e silenciadas: percursos de cantoras de São Tomé e Príncipe”.

    Em 2025, com o apoio do programa Ibermúsicas, a investigadora  portuguesa Magdalena Chambel realizou um estudo dedicado às cantoras atualmente ou recentemente ativas e a viver nas ilhas de São Tomé e Príncipe. Partindo dos resultados desta pesquisa, apresentará uma reflexão sobre os principais motivos da parca presença das mulheres no atual universo musical do arquipélago santomense.

    À análise das vozes das artistas acrescentarei uma discussão em torno de questões metodológicas e éticas, que, ao longo da investigação, se tornaram centrais. A necessidade de alterar o ângulo e alguns dos métodos de pesquisa tornou-se evidente logo nas primeiras semanas de trabalho e foi acompanhada por inquietações éticas, particularmente em relação aos resultados a apresentar.

    Perante a situação encontrada, a autora recorreu, por um lado, às ferramentas que utiliza como produtora na área da música e, por outro, apostou em alargar o debate sobre os silêncios constatados junto de diferentes públicos.

    Tudo isto pode ser entendido como antropologia-ação ou investigação-ação e, no caso desta pesquisa, foi o caminho que considerou mais adequado para a sua conclusão e, futuramente, para a divulgação dos resultados, de acordo com os seus princípios, tanto enquanto investigadora como — e sobretudo — enquanto pessoa.

    • De 28 a 30 de outubro, Universidade de Cabo Verde (UniCV), Praia, Cabo Verde

  • Celebrando 40 anos de vida e 15 de carreira, a cantora brasileira Lorena Nunes continua com sua turnê “Embarcação” pelos palcos de Portugal e da Espanha

    Celebrando 40 anos de vida e 15 de carreira, a cantora brasileira Lorena Nunes continua com sua turnê “Embarcação” pelos palcos de Portugal e da Espanha

    A Cantora cearense Lorena Nunes leva o show “Embarcação” a Portugal, Espanha e Grécia, com repertório dos álbuns “La Mar” e “Ouvi Dizer Que Lá Faz Sol”, celebrando 40 anos de vida e 15 de carreira iniciada em 2011 com o coletivo Comparsas da Vivenda, em Fortaleza.

    O show “Embarcação” reúne o repertório do álbum mais recente da artista, “La Mar” (2020), e os sucessos do disco de estreia “Ouvi Dizer Que Lá Faz Sol” (2014), que projetou Lorena nacionalmente com o hit “Alegria Amarela”. A proposta amplia a presença da música brasileira e nordestina em palcos de destaque na Europa, fortalecendo o processo de internacionalização da artista — iniciado em 2014, e agora abrindo caminhos para o lançamento de seu próximo álbum, previsto para 2026.

    Com influências que transitam pelo soul, reggae, afrobeat, jazz e MPB, Lorena Nunes constrói uma sonoridade autêntica que define como “Afropop Tropical”. A cantora já acumula passagens por países como Cabo Verde, França, Itália e Bélgica, e agora retoma a rota europeia com a força de sua trajetória consolidada.

    Esta turnê de Lorena Nunes é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas por meio da sua linha de Apoio à circulação de profissionais da música, convocatória 2025.

    • 25 a 28 de outubro: MATE Festival, Coimbra, Portugal
    • 30 de outubro: AVANTE, Madrid, Espanha
    • 05 de novembro: Casa da Música, Porto, Portugal

  • O MATE Festival, distinguido com o Prêmio Brasil Ibermúsicas, apresenta uma nova edição em Coimbra, celebrando dez anos de trajetória

    O MATE Festival, distinguido com o Prêmio Brasil Ibermúsicas, apresenta uma nova edição em Coimbra, celebrando dez anos de trajetória

    O MATE Festival | Música, Arte, Tecnologia e Educação celebra 10 anos de conexões que transformam com quatro dias de showcases, performances, concertos, conferências, workshops e mercado criativo.

    Nascido em Porto Alegre, Brasil, em 2016, o MATE parte da integração entre música, artes, tecnologia e educação para criar um ecossistema onde criação artística, economia criativa e formação profissional acontecem de forma articulada, aproximando artistas, profissionais, instituições e público.

    Ao longo de uma década, o MATE esteve presente em cinco cidades de dois continentes — Porto Alegre, São Paulo, Coimbra, Santiago de Compostela e Salónica — reunindo mais de 500 artistas de 25 países, 2.500 profissionais e 500 horas de formação. Dessa trajetória nasceram milhares de conexões, traduzidas em colaborações, coproduções, intercâmbios e novos negócios.

    Desde 2023, o MATE consolidou-se como uma plataforma internacional de cooperação cultural, promovendo processos de criação, aprendizagem e intercâmbio entre artistas, pensadores e profissionais das indústrias criativas. Mais do que um festival, atua como uma rede colaborativa que conecta instituições culturais, universidades, coletivos artísticos e agentes criativos da Europa e da América Latina.

    Sediado em Portugal desde 2022, o MATE encontrou em Coimbra um território fértil para a experimentação e o diálogo cultural ibero-americano. Nas três edições realizadas no país, entre 2023 e 2025, apresentou artistas consagrados e novas vozes da música brasileira contemporânea, além de desenvolver residências, programas formativos e projetos que aproximam arte e tecnologia.

    Com presença também em Espanha e na Grécia, o MATE afirma-se como uma rede criativa transnacional que promove a circulação de artistas, ideias e públicos e fortalece a cooperação cultural entre a América Latina e a Europa.

    O MATE Festival foi distinguido com o Prêmio Brasil Ibermúsicas 2025, distinção que reconhece o impacto e a consistência de iniciativas internacionais que contribuem para a circulação e valorização da música ibero-americana no contexto global.

    O Prêmio Brasil Ibermúsicas distingue festivais e plataformas culturais fora do Brasil que, pela sua trajetória e impacto, promovem a mobilidade, a visibilidade e o diálogo entre artistas ibero-americanos, reforçando o papel da cultura como instrumento de cooperação e integração entre países.

    Para o MATE Festival, esta distinção reflete o reconhecimento de uma visão que transcende fronteiras e geografias, um projeto que se consolidou como plataforma europeia de criação e intercâmbio, onde a música, a arte, a tecnologia e a educação se cruzam para repensar o lugar da cultura contemporânea no espaço ibero-americano.

    • 24 a 27 de outubro em Coimbra, Portugal

  • O músico peruano Miguel Ganggini inicia a residência “Territórios Sonoros – Jazzfolk Tacneño” em Waka Kuyuy, Argentina

    O músico peruano Miguel Ganggini inicia a residência “Territórios Sonoros – Jazzfolk Tacneño” em Waka Kuyuy, Argentina

    O músico, compositor e educador peruano Miguel Ganggini inicia na Argentina a residência artística “Territórios Sonoros – Jazzfolk Tacneño”, um processo de investigação, criação e intercâmbio que procura explorar os vínculos entre a música andina, as músicas afro e crioulas do Pacífico e do Caribe, e o jazz.

    A partir de Tacna, território fronteiriço entre o Peru, o Chile e a Bolívia, Ganggini desenvolve uma proposta que denomina “Jazzfolk Tacneño”, uma linguagem musical em constante construção que integra elementos do folclore latino-americano, do jazz e do pop, dando forma a paisagens sonoras quentes, íntimas e envolventes.

    A sua música transita pela nostalgia, pela introspeção, pela identidade cultural e pela memória. Através de letras carregadas de poesia, aborda temas como o amor, as raízes, as experiências pessoais e a saúde mental, transformando a canção num espaço de reflexão e encontro.

    A residência Waka Kuyuy 2026, localizada na Quebrada de Humahuaca, na província de Jujuy, Argentina, propõe um laboratório de aprendizagem, investigação e intercâmbio artístico. Neste contexto, “Territórios Sonoros – Jazzfolk Tacneño” procura gerar um diálogo entre distintas tradições musicais e territórios, tomando como ponto de partida a experiência de Ganggini em Tacna e os seus vínculos com o Brasil e outros espaços da América Latina.

    O projeto propõe uma investigação sobre as possibilidades de construir uma linguagem musical híbrida, regional e interterritorial, pondo em diálogo as sonoridades do jazz com as tradições andinas e as músicas afro e crioulas do Pacífico e do Caribe. O processo contempla o intercâmbio com músicos, artistas e comunidades do território, bem como a exploração de novas formas de criação e circulação.

    A Residência Waka Kuyuy consolidou-se como um espaço de referência no intercâmbio intercultural em artes cénicas e musicais na região andina do norte argentino. O seu trabalho com comunidades originárias, a sua curadoria inclusiva e o seu ênfase no acompanhamento de processos criativos tornam-na no espaço ideal para desenvolver esta investigação. Do mesmo modo, o desenvolvimento de linguagens que se conectam com espaços alternativos e com a comunidade que vive e defende o território permite gerar propostas em consonância com as legítimas exigências e necessidades da população de Humahuaca.

    A residência representa também uma oportunidade para ampliar a investigação do Jazzfolk Tacneño para além das suas fronteiras de origem, estabelecendo ligações entre territórios andinos e fortalecendo redes de colaboração artística na América do Sul.

    Miguel Ganggini, nascido em Tacna, conta com uma trajetória como cantautor, compositor, instrumentista e educador. O seu percurso artístico e formativo levou-o a desenvolver experiências de criação e ensino no Peru, Brasil, Costa Rica e outros países da América Latina.

    Esta residência de Miguel Ganggini no norte argentino torna-se possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas através da sua linha de “Apoio a artistas e investigadores para residências”, convocatória de 2025.

    • 23 de outubro: Jujuy, Argentina
    • 10 de dezembro: Rosário, Argentina
    • 12 de dezembro: La Plata, Argentina
    • 17 de dezembro: Buenos Aires, Argentina
    • 14 de janeiro: Montevideu, Uruguai

  • A cantora costarriquenha Elsa Castro e seu trio levam ao Chile e à Argentina o espetáculo “Bolero Costarriquenho, da alma à modernidade”

    A cantora costarriquenha Elsa Castro e seu trio levam ao Chile e à Argentina o espetáculo “Bolero Costarriquenho, da alma à modernidade”

    “Bolero costarriquenho: da alma à modernidade” é uma proposta da cantora Elsa Castro, ao lado de Fabricio Barquero (violão), Ricardo Alvarado (percussão) e Pedro García (contrabaixo).

    O projeto resgata e atualiza o legado dos compositores costarriquenhos de bolero, cujas obras marcaram gerações por seu lirismo e emotividade. O bolero costarriquenho constitui um acervo musical de enorme valor histórico e sentimental, com compositores que criaram obras de grande qualidade, muitas vezes ofuscadas por repertórios internacionais mais difundidos. Ao colocar esses autores no centro do palco, o projeto contribui para dar a eles a visibilidade que merecem e para inseri-los no diálogo com o restante da Ibero-América.

    A voz lírica de Elsa, combinada com arranjos modernos e um formato intimista de trio, cria pontes entre gerações e regiões, convidando a um diálogo cultural entre a Costa Rica e o Chile.

    A soprano costarriquenha Elsa Castro construiu uma carreira na qual convergem o bolero e a ópera. Formada pela Universidad Nacional de Costa Rica, representou a Costa Rica em palcos nacionais e internacionais. Sua proposta artística une a disciplina lírica à sensibilidade do bolero costarriquenho e latino-americano.

    Esta turnê sul-americana de Elsa Castro é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à circulação de profissionais da música, convocatória 2025.

    • 23 de outubro: Puerto Montt
    • 24 de outubro: Puerto Varas
    • 25 de outubro: Puerto Varas
    • 26 de outubro: Castro
    • 28 de outubro: Pudahuel
    • 29 de outubro: Santiago do Chile
    • 30 de outubro: Santiago do Chile
    • 31 de outubro: Viña del Mar
    • 1º de novembro: Santiago do Chile

  • O guitarrista português Ricardo Barceló leva ao México o seu programa “Espanha e Uruguai em uma só guitarra”

    O guitarrista português Ricardo Barceló leva ao México o seu programa “Espanha e Uruguai em uma só guitarra”

    O guitarrista, docente, compositor e investigador Ricardo Barceló se apresentará no México com concertos comentados de guitarra clássica, com repertório representativo de compositores espanhóis e uruguaios; masterclasses de guitarra clássica para alunos de todos os níveis; e conferências.

    Ricardo Barceló é Doutorado e Agregado em Música pela Universidade de Aveiro, Mestre pela Escola Superior de Música e Dança de Roterdão, Licenciado pelo Real Conservatório Superior de Música de Madrid e Investigador integrado do CEHUM – Universidade do Minho. Foi laureado em diferentes concursos, como guitarrista e compositor. É autor de vários livros e os seus artigos têm sido publicados em diversas revistas internacionais especializadas em música. Atualmente é professor na Licenciatura em Música do Departamento de Música da ELACH, no Mestrado em Ensino e no Doutoramento em Ciências da Cultura da Universidade do Minho – Portugal.

    Estas apresentações de Ricardo Barceló no México contam com o apoio do programa Ibermúsicas por meio da sua linha de Ajuda à circulação de profissionais da música, convocatória 2025.

    • 19 de outubro: Masterclass, Centro de las Artes de Hidalgo, México
    • 20 de outubro: Concerto, Centro de las Artes de Hidalgo, México
    • 21 de outubro: Masterclass, Centro de las Artes de Hidalgo, México
    • 21 de outubro: Apresentação de livros e conferência, Centro de las Artes de Hidalgo, México

  • De Portugal, o produtor musical Rodrigo Lana apresenta a masterclass online gratuita “Arranjo: O sucesso da mix”

    De Portugal, o produtor musical Rodrigo Lana apresenta a masterclass online gratuita “Arranjo: O sucesso da mix”

    Rodrigo Lana é pianista, produtor musical e engenheiro de áudio. Ganhador de vários prêmios, se apresentou em Portugal e estrangeiro, em diferentes contextos. Criador e gestor de uma produtora musical, gravou, misturou e masterizou vários artistas.

    Ensina produção musical, sempre com foco em tecnologia. Atende clientes em vários países, seja com criações e gravações de pianos ou demais serviços de produção.

    É coautor do livro “Conhecimentos de Áudio para Cantores”. Leva conhecimentos sobre produção musical gratuitamente para o público através de diferentes projetos educacionais sobre música e tecnologia, especialmente por meio de um canal no Youtube com mais de 63 mil seguidores e 9 milhões de visualizações.

    Rodrigo criou o seu próprio curso de mistura e master, que já formou alunos em diferentes países de língua portuguesa.

    Em outubro de 2026 lança a masterclass online gratuita “Arranjo: o sucesso da mix”, um projeto educativo que propõe uma reflexão prática e aprofundada sobre a relação direta entre arranjo e mixagem no processo de produção musical. A iniciativa destaca como decisões criativas bem estruturadas influenciam de forma determinante a qualidade técnica e artística de uma produção final.

    Destinada a músicos, compositores, produtores e engenheiros de áudio, a masterclass apresenta conceitos e práticas fundamentais para o desenvolvimento de arranjos eficientes, capazes de potencializar a mix e ampliar as possibilidades estéticas da música contemporânea. Além de Rodrigo Lana, participam como convidados o engenheiro de áudio Kiko Klaus, residente na Espanha, e o artista, produtor e arranjador Luiz Otávio, do Brasil, promovendo um intercâmbio técnico e cultural ibero-americano.

    Projeto realizado com o suporte do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio a projetos virtuais, convocatória 2025.

  • Ibermúsicas amplia suas redes de cooperação internacional no RADAR, Womex e BIME

    Ibermúsicas amplia suas redes de cooperação internacional no RADAR, Womex e BIME

    Durante o mês de outubro, a Ibermúsicas desenvolverá uma intensa agenda internacional com sua participação no RADAR Madrid, Womex Gran Canaria e BIME Bilbao, três encontros de referência para o setor musical.

    Esta participação responde a uma linha estratégica central do Programa: a articulação, cooperação e projeção internacional do espaço musical ibero-americano. Seu objetivo é consolidar alianças e mecanismos de cooperação que permitam conectar a Ibero-América a atores, oportunidades e circuitos estratégicos em escala global.

    Os mercados internacionais constituem, neste sentido, espaços privilegiados para colocar em contato as capacidades e a diversidade musical da região com novas redes de programação, circulação e cooperação.

    Além de apresentar as ferramentas que a Ibermúsicas oferece para acompanhar a internacionalização de artistas e projetos, o Programa manterá reuniões com organismos públicos, instituições culturais, redes profissionais, festivais, mercados e outros parceiros internacionais.

    Estes encontros permitirão dar continuidade a alianças já existentes e explorar novas formas de cooperação capazes de gerar mais oportunidades de circulação, intercâmbio e desenvolvimento para o setor musical ibero-americano.

    Desta maneira, a Ibermúsicas continua fortalecendo seu papel como plataforma multilateral capaz de representar, conectar e projetar internacionalmente o espaço musical ibero-americano.

    • 19 a 21 de outubro – RADAR Madrid
    • 21 a 26 de outubro – Womex 2026, Gran Canaria
    • 27 a 30 de outubro – BIME Bilbao

  • O compositor uruguaio Juan Chao realizou uma residência criativa no Panamá

    O compositor uruguaio Juan Chao realizou uma residência criativa no Panamá

    Durante 45 dias, Juan Chao desenvolveu dois importantes trabalhos de criação com a Compañía Gramo Danse, na Cidade do Panamá, e com a Banda Independiente de Portobelo. O projeto procurou promover a música local e gerar novas criações no Panamá, conjugando investigação e criação musical.

    Na Cidade do Panamá, desenvolveu a composição de uma obra musical para a companhia de dança contemporânea e aérea Compañía Gramo Danse, destinada ao espetáculo Desautomático, dirigido pela coreógrafa e diretora uruguaia Andrea Arobba.

    Em Portobelo, realizou um projeto de registo e criação com a banda de marcha Banda Independiente de Portobelo, que incluiu a criação conjunta de três composições que integram instrumentos tradicionais, samplers e sintetizadores, a gravação de um álbum e a produção de material audiovisual.

    A proposta contribui para a preservação da música local da região de Colón e da tradição das bandas de marcha, promove a cooperação artística entre o Panamá e o Uruguai e gera material académico e cultural relevante para as comunidades envolvidas.

    Esta residência de Juan Chao no Panamá contou com o apoio do Programa Ibermúsicas, através da linha de Apoio a Artistas e Investigadores para Residências, convocatória de 2025.