Autor: Ricardo Gomez Coll

  • O compositor uruguaio Juan Chao realizou uma residência criativa no Panamá

    O compositor uruguaio Juan Chao realizou uma residência criativa no Panamá

    Durante 45 dias, Juan Chao desenvolveu dois importantes trabalhos de criação com a Compañía Gramo Danse, na Cidade do Panamá, e com a Banda Independiente de Portobelo. O projeto procurou promover a música local e gerar novas criações no Panamá, conjugando investigação e criação musical.

    Na Cidade do Panamá, desenvolveu a composição de uma obra musical para a companhia de dança contemporânea e aérea Compañía Gramo Danse, destinada ao espetáculo Desautomático, dirigido pela coreógrafa e diretora uruguaia Andrea Arobba.

    Em Portobelo, realizou um projeto de registo e criação com a banda de marcha Banda Independiente de Portobelo, que incluiu a criação conjunta de três composições que integram instrumentos tradicionais, samplers e sintetizadores, a gravação de um álbum e a produção de material audiovisual.

    A proposta contribui para a preservação da música local da região de Colón e da tradição das bandas de marcha, promove a cooperação artística entre o Panamá e o Uruguai e gera material académico e cultural relevante para as comunidades envolvidas.

    Esta residência de Juan Chao no Panamá contou com o apoio do Programa Ibermúsicas, através da linha de Apoio a Artistas e Investigadores para Residências, convocatória de 2025.

  • O ensemble brasileiro de violões Pandora apresenta “Izukata”, um encontro musical entre Brasil e Japão

    O ensemble brasileiro de violões Pandora apresenta “Izukata”, um encontro musical entre Brasil e Japão

    O coletivo artístico Pandora, de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, vinculado à Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), desenvolve uma pesquisa artística e acadêmica em torno do violão percussivo e da música contemporânea de vanguarda.

    Formado por instrumentistas e compositores, o Pandora combina criação, pesquisa e experimentação para ampliar as possibilidades do violão. Seu trabalho incorpora técnicas percussivas, improvisação, indeterminação e recursos eletroacústicos e analógicos, além de instrumentos especiais desenvolvidos em parceria com ateliês de luteria brasileiros.

    Em Tóquio, o coletivo apresentará “Izukata” — “laços”, em japonês —, um espetáculo autoral concebido a partir de obras de um compositor brasileiro radicado no Japão e da compositora japonesa Nanao Yamada, criadas em colaboração com o Pandora. A proposta celebra os vínculos culturais entre Brasil e Japão e a história de suas importantes comunidades migrantes.

    O espetáculo incorpora elementos espaciais e cênicos, além da interação com o público, e propõe uma exploração do violão em diferentes formações e contextos experimentais. A eletrônica, a improvisação livre, a indeterminação e o uso do espaço como elemento musical ampliam as possibilidades sonoras do instrumento.

    “Izukata” também estabelece um diálogo entre as tradições latino-americanistas dos encontros musicais dos anos 1990, o violão percussivo e as experiências contemporâneas surgidas do intercâmbio multicultural entre Brasil e Japão.

    A compositora japonesa Nanao Yamada, nascida em 1997, é doutora em música e especializou-se em composição e música espectral na Universidade de Música de Kunitachi. Participou de diversos cursos internacionais de composição, entre eles o curso de verão de Darmstadt, e estudou com compositores como Toshio Hosokawa, Dai Fujikura, Olga Neuwirth e Clara Iannotta. Suas obras já foram apresentadas no Japão e em diferentes países, e seu trabalho recente inclui projetos de composição colaborativa voltados à exploração de novas possibilidades criativas por meio do intercâmbio entre compositores.

    A circulação de “Izukata” em Tóquio contempla uma apresentação e atividades de intercâmbio com instrumentistas e compositores locais, fortalecendo o diálogo artístico entre as duas culturas.

    Direção geral: Stanley Levi. Violões: Gabriel Neves, Gustavo Ramos, Julia Rocha, Pedro Gilberto, Stanley Levi, Ricardo Jamal e Talmer Oliveira. Eletrônica: Thiago Diniz. Compositores residentes: Renan Fontes [BRA/JAP], Nanao Yamada [JAP], Thiago Diniz e Fábio Janhan. Produção e pesquisa: Ricardo Jamal e Thiago Diniz.

    Esta apresentação do Pandora no Japão conta com o suporte do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à Circulação de Profissionais da Música, convocatória 2025. 14 de outubro: Higashiyamato Humming Hall, Tóquio, Japão.

  • O Coro Alberto Carbonell, da Colômbia, se apresentará na XX edição do Festival Internacional de Coros “Corearte Barcelona 2026”

    O Coro Alberto Carbonell, da Colômbia, se apresentará na XX edição do Festival Internacional de Coros “Corearte Barcelona 2026”

    O Coro Alberto Carbonell é um coro juvenil misto e polifônico a quatro vozes, fundado e dirigido por Rosemberg Cueto Sánchez. É formado por jovens de Puerto Colombia e de diferentes municípios do Departamento do Atlântico. Sua especialidade é a música folclórica da costa caribenha, adaptada em arranjos do Maestro Alberto Carbonell Jimeno (1932-2018).

    A participação do Coro Alberto Carbonell no XX Festival Internacional de Coros “Corearte Barcelona 2026” representa uma oportunidade histórica para celebrar 20 anos de trabalho coral comunitário em Puerto Colombia, Atlántico. Este processo gratuito e inclusivo transformou a vida de jovens em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a identidade musical caribenha por meio da disciplina e do trabalho em equipe.

    Esta participação do Coro Alberto Carbonell no XX Festival Internacional de Coros “Corearte Barcelona 2026” é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à Circulação de Profissionais da Música, convocatória 2025.

    • De 12 a 18 de outubro, em Barcelona, Espanha

  • A banda uruguaia de indie rock Niña Lobo inicia sua turnê pelo México, Guatemala e Costa Rica

    A banda uruguaia de indie rock Niña Lobo inicia sua turnê pelo México, Guatemala e Costa Rica

    Niña Lobo é uma banda uruguaia de indie rock formada por mulheres que entrou com força na cena independente em 2019, sendo recebida com entusiasmo tanto pelo público quanto por colegas do setor.

    Em 2019, lançaram dois EPs, Niña Lobo e Migrar. Em 2020, lançaram o single Fin de Año ft. Santiago Motorizado e, em 2021, publicaram seu primeiro álbum, intitulado Lo Que Duró la Vida de Alguien. A faixa de divulgação do disco, Dentro, ganhou o prêmio de Melhor Single de Rock na edição de 2022 dos Prêmios Graffiti. Em 2025, lançaram o álbum 2025 Montevideo Despierta.

    A banda já conta com 7 anos de experiência, durante os quais alcançou marcos fundamentais para o seu desenvolvimento artístico. Já se apresentou na Argentina, Chile, Colômbia e Espanha. O próximo passo de sua trajetória será esta turnê pelo México, Guatemala e Costa Rica.

    Esta turnê do Niña Lobo é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas por meio da sua linha de Apoio à circulação de profissionais da música, convocatória 2025.

    • 11 de outubro: Rock Al Parque, Bogotá, Colômbia
    • 22 de outubro: Starview, Costa Rica
    • 24 de outubro: El Ataque, Guatemala
    • 28 de outubro: Foro de la Juventud, abrindo para Austin TV, Cidade do México, México
    • 29 de outubro: Chico, Cidade do México, México
    • 6 de novembro: Sala Forum, abrindo para Austin TV, Puebla, México
    • 7 de novembro: The Pit, abrindo para Austin TV, Cuernavaca, México

  • O trio uruguaio Bandoneonas se apresentará na Colômbia

    O trio uruguaio Bandoneonas se apresentará na Colômbia

    Bandoneonas é um ensemble de tango em formato de trio, integrado por três mulheres bandoneonistas de diferentes gerações e territórios do Uruguai. A proposta percorre tangos, milongas e valsas rio-platenses a partir de uma perspectiva contemporânea, combinando arranjos originais, resgate patrimonial e uma sonoridade singular que incorpora o sax barítono e a voz, valorizando o papel da mulher no tango.

    O ensemble é formado por Abril Farolini (bandoneón), Alejandra Genta (bandoneón, saxofones) e Sandra González (bandoneón e voz), três musicistas com ampla trajetória na cena nacional e internacional, vinculadas a orquestras, projetos educativos e formações de música popular uruguaia.

    Bandoneonas propõe um espetáculo centrado na sonoridade e na capacidade expressiva do bandoneón, percorrendo tangos, milongas e valsas do repertório do tango rio-platense. Durante o espetáculo, propõe-se uma nova sonoridade por meio da multi-instrumentação, que enriquece e diversifica o caráter do ensemble ao incorporar o saxofone barítono, o saxofone alto e a voz, resultando em uma proposta única e versátil. Os arranjos foram realizados pelos músicos Néstor Marconi, Ramiro Boero, Edison Bordón, Matías Craciun e pelas próprias Bandoneonas.

    As três musicistas são dedicadas pesquisadoras do gênero e resgataram de arquivos algumas composições inéditas, ou muito pouco conhecidas, que ressaltam a participação das mulheres no tango.

    Em 2024, gravaram em estúdio seu primeiro EP, intitulado “La Enmascarada”, disponível em todas as plataformas digitais. Atualmente, estão gravando seu próximo álbum, que será lançado ao longo de 2026.

    No âmbito de sua participação na Colômbia, Bandoneonas realizará uma série de concertos e atividades formativas que buscam aproximar o público do tango a partir de uma perspectiva contemporânea, integrando a interpretação ao vivo com momentos de intercâmbio com músicos e estudantes locais.

    Esta turnê colombiana de Bandoneonas é possível graças ao suporte do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à circulação de profissionais da música, convocatória 2025.

    • Domingo, 11 de outubro: Concerto no Festival Simplemente Tango, Teatro Fundadores, Manizales, Colômbia
    • Terça-feira, 13 de outubro: Oficina formativa e apresentação ao vivo na Universidad de Caldas, Manizales, Colômbia
    • Sábado, 17 de outubro: Concerto no Teatro Unión, Honda, Tolima, Colômbia

  • O Quarteto de Guitarras da Costa Rica se apresentará no Festival Terras sem Sombra, na Universidade do Minho e no Teatro Cinema de Fafe, em Portugal

    O Quarteto de Guitarras da Costa Rica se apresentará no Festival Terras sem Sombra, na Universidade do Minho e no Teatro Cinema de Fafe, em Portugal

    Guitarra Mestiza é um projeto do Quarteto de Guitarras da Costa Rica que propõe um espaço de encontro entre identidades, tradições e estéticas da música latino-americana contemporânea. Nesta digressão por Portugal, o ensemble apresenta um programa constituído maioritariamente por obras de compositores costa-riquenhos e latino-americanos, evidenciando a diversidade, a vitalidade e a atualidade da criação musical da região.

    Fundado em 2008 e integrado por Nicolás Alvarado, Manuel Durán, Julio Monge e Edmundo Núñez, o Quarteto de Guitarras da Costa Rica é reconhecido como um dos mais destacados ensembles de música de câmara do país. O seu trabalho artístico tem-se concentrado na criação, estreia e difusão de novo repertório para quarteto de guitarras, com especial atenção à música da América Latina.

    Distinguido com o Prémio Nacional de Música da Costa Rica “Carlos Enrique Vargas” e detentor de uma sólida carreira internacional, o Quarteto apresentou-se em importantes salas de concerto e festivais da Europa, das Américas e do Médio Oriente. Guitarra Mestiza sintetiza a identidade artística do ensemble: um diálogo sonoro onde convivem tradição e contemporaneidade, reafirmando a guitarra como um instrumento profundamente ligado às expressões culturais latino-americanas.

    As apresentações do Quarteto de Guitarras da Costa Rica em Portugal são possíveis graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à Circulação de Profissionais da Música, convocatória 2025.

    • Terça-feira, 6 de outubro: Universidade do Minho, Braga, Portugal
    • Quarta-feira, 7 de outubro: Teatro Cinema de Fafe, Braga, Portugal
    • Sábado, 10 de outubro: Festival Terras sem Sombra, Fronteira, Portugal

  • Da Guiné-Bissau, Karyna Gomes leva ao Brasil “Cantar para Melhor Agir”

    Da Guiné-Bissau, Karyna Gomes leva ao Brasil “Cantar para Melhor Agir”

    A cantora e compositora guineense apresenta no Brasil um espetáculo inspirado no legado de Amílcar Cabral, enquanto prossegue em Lisboa a apresentação do seu mais recente trabalho, “Kantigas di Liberdadi”.

    Karyna Gomes prepara a sua ida ao Brasil com “Cantar para Melhor Agir”, um projeto musical dedicado à memória, ao pensamento e ao legado de Amílcar Cabral, figura central da história das independências africanas e uma referência incontornável para a própria artista.

    O projeto propõe um encontro entre música, poesia, memória e identidade, aproximando diferentes geografias da lusofonia através das canções e das palavras que acompanharam os processos de libertação africanos.

    No Brasil, Karyna Gomes apresentará este repertório em diálogo com artistas convidados, num espetáculo que cruza a sua identidade guineense com as diferentes expressões musicais do espaço lusófono. “Cantar para Melhor Agir” nasce também da ligação profunda de Karyna ao legado de Cabral e da sua própria trajetória entre África, América Latina e Europa.

    A passagem pelo Brasil acontece num momento particularmente importante da carreira da artista. Em 2026, Karyna Gomes lançou “Kantigas di Liberdadi”, o seu terceiro álbum de originais, um trabalho enraizado na música da Guiné-Bissau e cantado maioritariamente em crioulo guineense. O álbum revisita memórias, ritmos e tradições musicais do país, cruzando o gumbé e a tina com influências de soul, rumba, música popular brasileira e outras sonoridades que fazem parte do percurso da cantora.

    “Kantigas di Liberdadi” continuará a ser apresentado em Lisboa e noutros palcos, enquanto “Cantar para Melhor Agir” abre uma nova etapa internacional, levando ao Brasil uma proposta artística construída a partir da memória e da música como instrumentos de diálogo entre povos.

    Nascida em Bissau, Karyna Gomes construiu uma carreira marcada pelo cruzamento de culturas. Viveu e estudou em São Paulo, onde iniciou o seu percurso musical no gospel, integrou posteriormente o histórico grupo guineense Super Mama Djombo e estabeleceu-se em Portugal em 2011. Desde então, editou três álbuns de originais — Mindjer (2014), N’na (2021) e Kantigas di Liberdadi (2026) — afirmando uma voz própria na música contemporânea da Guiné-Bissau.

    Para Karyna Gomes, levar “Cantar para Melhor Agir” ao Brasil é também uma forma de continuar a fazer circular uma memória que permanece atual: a de que a cultura, a música e a palavra podem ser espaços de consciência, encontro e transformação.

    “Cantar para Melhor Agir” é uma iniciativa contemplada pelo programa Ibermúsicas, no âmbito da convocatória Viagens pela Música da Lusofonia 2025, promovida pelo Programa Ibermúsicas, FUNARTE, DGARTES e CPLP.

    • 8 de outubro: TBA, Sines, Portugal
    • 9 de outubro: TBA, Lisboa, Portugal
    • 16 de outubro: Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra, Portugal
    • 21 de outubro: TBA, São Paulo, Brasil
    • 22 de outubro: TBA, São Paulo, Brasil

  • A companhia “Ópera: Nuestra Herencia Olvidada” leva a Espanha e à França “Raigambre. Compositoras mexicanas do período romântico”, com um álbum dedicado à obra inédita de 16 compositoras mexicanas

    A companhia “Ópera: Nuestra Herencia Olvidada” leva a Espanha e à França “Raigambre. Compositoras mexicanas do período romântico”, com um álbum dedicado à obra inédita de 16 compositoras mexicanas

    O projeto da Ópera: Nuestra Herencia Olvidada levará a obra de compositoras mexicanas dos séculos XIX e início do XX a cinco importantes espaços culturais, acadêmicos e diplomáticos da Europa.

    “Raigambre. Compositoras mexicanas do período romântico” é o segundo álbum da companhia Ópera: Nuestra Herencia Olvidada, fundada pelos artistas mexicanos Carlos Reynoso e Ana Rosalía Ramos, dedicado ao resgate, à interpretação e à difusão da obra de compositoras mexicanas dos séculos XIX e início do XX.

    O projeto busca reivindicar a participação das mulheres na criação musical mexicana e contribuir para a recuperação de um repertório que, apesar de sua riqueza artística e histórica, permaneceu durante décadas à margem dos circuitos de interpretação e das narrativas tradicionais da história musical do México.

    O álbum reúne 18 obras inéditas para piano solo e para voz e piano, escritas por 16 compositoras mexicanas, e oferece um percurso por diferentes gêneros, linguagens e sensibilidades da vida musical mexicana do período romântico. O repertório abrange desde peças de salão e obras pianísticas até romances e canções de arte, recuperando tanto a produção de criadoras praticamente esquecidas quanto a de compositoras de maior reconhecimento histórico.

    A turnê será realizada graças ao apoio do Ibermúsicas, por meio de sua linha de Ajuda à circulação de profissionais da música, e em colaboração com a UNAM-Espanha e a UNAM-França, entre outras instituições de prestígio. Contará com a participação da soprano Ana Rosalía Ramos, da mezzo-soprano Rosa Muñoz e do pianista Fernando Saint Martin, além da participação da musicóloga Montserrat Pérez Lima, responsável pela pesquisa, curadoria e contextualização histórica do repertório. O projeto fonográfico foi realizado em colaboração com o selo Urtext, sob a direção da flautista e empresária Marisa Canales.

    A turnê contempla cinco apresentações em espaços de especial relevância cultural, acadêmica, diplomática e institucional na França e na Espanha.

    Por meio dessas apresentações, Raigambre levará ao palco o repertório recuperado no álbum, transformando o trabalho de pesquisa e recuperação patrimonial em uma experiência musical viva e acessível a públicos diversos. Nesse sentido, a turnê busca não apenas divulgar um álbum, mas também ativar e devolver ao espaço público um patrimônio musical que, durante muito tempo, permaneceu fora do cânone e dos circuitos habituais de programação.

    Com esta turnê, Ópera: Nuestra Herencia Olvidada reafirma seu compromisso com a recuperação e a difusão do patrimônio musical mexicano e com a construção de novas narrativas em torno da história da música no México, particularmente aquelas que permitam reconhecer e dar visibilidade à contribuição das mulheres para a nossa tradição musical.

    Esta proposta foi vencedora da convocatória 2025 do Programa Ibermúsicas, na linha de Ajuda à circulação de profissionais da música.

    • Terça-feira, 6 de outubro, 19h: Maison du Mexique, em Paris, França
    • Quinta-feira, 8 de outubro: Escritório Consular do México no Parlamento, em Estrasburgo, França
    • Sábado, 10 de outubro, 19h: Casa de México, em Madri, Espanha
    • Segunda-feira, 12 de outubro, 12h: Consulado do México, em Barcelona, Espanha
    • Quinta-feira, 15 de outubro, 19h: Universidade de Granada, Espanha

  • O músico brasileiro Allan Abbadia se apresentará nos Estados Unidos com o convite do Consórcio Da Diáspora Africana

    O músico brasileiro Allan Abbadia se apresentará nos Estados Unidos com o convite do Consórcio Da Diáspora Africana

    African Diaspore Consortium (ADC), organização social nos EE. UU. que tem a missão de impactar positivamente a educação, economia, arte e saúde e assistência médica a população negra em toda diáspora Africana e Allan Abbadia, artista multi-instrumentista, trombonista, compositor e arranjador Brasileiro se unem para disseminar a música brasileira, com o propósito de fortalecer laços culturais das diásporas Africanas.

    As atividades serão aulas ministradas pelo artista para alunos e artistas locais.  O registro desse intercâmbio será um produto audiovisual captado ao longo de todo o processo.

    Este intercâmbio reforça os laços históricos e culturais da diáspora africana, valorizando a conexão entre o berço do jazz em Nova Orleans e a riqueza da música brasileira. O projeto busca criar experiências transformadoras tanto para os artistas quanto para os jovens e comunidades locais, ampliando a compreensão da herança comum e da potência criativa compartilhada entre continentes.

    Este projeto conta com o apoio do Programa Ibermúsicas por meio de sua linha de Ajuda à Circulação de Profissionais da Música, convocatória 2025.

    • De 4 a 11 de outubro em Nova Orleans, Estados Unidos

  • Ajayu dúo, da Espanha, realiza uma turnê pela Colômbia e pelo México

    Ajayu dúo, da Espanha, realiza uma turnê pela Colômbia e pelo México

    O Ajayu dúo dedica-se exclusivamente à criação de música infantil respeitosa e de qualidade para a primeira infância. Seu trabalho se articula em três linhas: criação cênica (teatro musical, oficinas e concertos), criação musical (discografia própria) e formação pedagógica. Cada proposta é fundamentada na Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon e em pedagogias ativas que entendem o bebê como sujeito pleno, sensível e ativo.

    O Ajayu dúo nasceu em 2019, em Quintana de Valdivielso (Burgos, Espanha), do encontro entre Rocío Gordillo e Fernando Pulido. Conta com mais de 200 apresentações na Espanha, França e América Latina (Honduras, Argentina, Uruguai e México) e foi selecionado pelo FETEN26, ElPetit 2026, pelo catálogo PLATEA/INAEM (Instituto Nacional das Artes Cênicas e da Música da Espanha) e pela RedEscena (Caderno nº 61 de Espetáculos Recomendados).

    Rocío Gordillo Cabezas é musicista, educadora e etnomusicóloga. Possui formação superior em Pedagogia Musical (Real Conservatorio Superior de Música de Madrid), graduação em Musicologia (Universidad Complutense de Madrid), mestrado em Criação e Interpretação Musical (Universidad Rey Juan Carlos) e graduação em Educação Primária, com habilitação em Música (UCJC). É especializada em educação musical para a primeira infância (IGEME, Musica in Culla), facilitadora de Canto Pré-Natal e Improvisação Livre, com mais de 10 anos de experiência docente.

    Fernando Pulido Hernando é músico, musicoterapeuta e gestor cultural. Possui dupla graduação em Fisioterapia e Ciências da Atividade Física e do Esporte (Universidad Europea de Madrid), especialização em Fisioterapia das Artes Cênicas (CPAE) e mestrado em Musicoterapia (IMAP). Baixista e percussionista com experiência em bandas nacionais e internacionais, é também especialista em gestão cultural.

    Quatorze atividades, dois países, um mesmo compromisso com a primeira infância. Esta turnê é possível graças ao Ibermúsicas por meio da sua linha de Apoioj à circulação de profissionais da música, chamada 2025.

    • 3 de outubro: Teatro Pablo Tobón Uribe, Medellín, Colômbia
    • 4 de outubro: Festival Imagina, Medellín, Colômbia
    • 8 de outubro: Liceo Rafael Pombo, Palmira, Colômbia
    • 9 de outubro: Auditorio Comfandi, Palmira, Colômbia
    • 10 de outubro: CC Comfandi, Cali, Colômbia
    • 17 de outubro: Centro Cultural de España en México, Cidade do México
    • 18 e 19 de outubro: Museo Morelense de Arte Contemporáneo, Cuernavaca, Morelos, México
    • 20 de outubro: Teatro Ocampo, Cuernavaca, Morelos, México
    • 22 de outubro: Conjunto Santander de Artes Escénicas, Guadalajara, México
    • 23 de outubro: Conjunto Santander de Artes Escénicas, Guadalajara, México
    • 27 e 30 de outubro: Escuela de Iniciación Artística Núm. 4, Esmeralda, Cidade do México
    • 31 de outubro: Teatro de las Artes, Feria de las Calacas, Cidade do México
    • 1º de novembro: Festival Miquixtli, Cuernavaca, Morelos, México