
Nicolás Ferreiros
En el marco de la pandemia por covid-19, tras quedar varado en la Guardia Cultural -cuna de la amistad, el arte y la bohemia- entre la incertidumbre y la necesidad de soltar su música, nace el proyecto solista de Nico Ferreiros en el barrio de Almagro de la Ciudad de Buenos Aires. Luego de más de 20 años en la música, tocando y formando parte de bandas como Convido, Pier, Ines Anis y Felipe Barrozo, surge Nico Entre Cuervos y el Diablo en el contexto de la convivencia con amigxs y artistas vinculados a la música; con la producción artística de forma remota de Gonzalo Gamallo y la ingeniería de sonido a cargo de Yuber en Falafel Estudio. Nicolás Ferreiros: voz, coros, bajo y guitarra criolla Pablo San Martín: guitarras Yuber: teclados y batería digital Francisco Valverde: batería Gilda Guichenduc: producción de cuerdas y cello Luli Crhiste: violín Gonzalo Gamallo: producción artística
Ver detallesNicolás Ferreiros
Descripción
En el marco de la pandemia por covid-19, tras quedar varado en la Guardia Cultural -cuna de la amistad, el arte y la bohemia- entre la incertidumbre y la necesidad de soltar su música, nace el proyecto solista de Nico Ferreiros en el barrio de Almagro de la Ciudad de Buenos Aires. Luego de más de 20 años en la música, tocando y formando parte de bandas como Convido, Pier, Ines Anis y Felipe Barrozo, surge Nico Entre Cuervos y el Diablo en el contexto de la convivencia con amigxs y artistas vinculados a la música; con la producción artística de forma remota de Gonzalo Gamallo y la ingeniería de sonido a cargo de Yuber en Falafel Estudio. Nicolás Ferreiros: voz, coros, bajo y guitarra criolla Pablo San Martín: guitarras Yuber: teclados y batería digital Francisco Valverde: batería Gilda Guichenduc: producción de cuerdas y cello Luli Crhiste: violín Gonzalo Gamallo: producción artística

Diego Cavalcanti
Diego Cavalcanti é guitarrista, violonista, compositor, arranjador e educador musical. Nascido no subúrbio do Rio de Janeiro em 1984, começou a tocar guitarra e violão aos 15 anos e em 2004 iniciou seus estudos formais de música. De 2005 a 2008 foi guitarrista, violonista e arranjador da UERJazz Band, grupo com formação de big band mantido pela UERJ, com concertos na Sala Baden Powell, Teatro Odylo Costa, Teatro Noel Rosa, Centro Cultural Furnas, Centro Cultural Light, Forte de Copacabana, etc. De 2008 a 2011 foi guitarrista da Orquestra Cigam, assumindo também a função de diretor musical em shows e gravações. Além disso, tocou em diversos trabalhos de voz e violão e rodas de samba na noite carioca. Em 2008, ao lado de Carlos Malta, Paulo Aragão, Itamar Assiére, entre outros, foi arranjador do álbum “Bonde Folia” (Dubas Music), da Orquestra Popular Céu na Terra, trabalho vencedor do Prêmio da Música Brasileira daquele ano, categoria Canção Popular. Em 2013 iniciou a produção do álbum “Primo-Choro”, seu primeiro trabalho solo, onde tocou guitarra e violão de sete cordas, além de assinar os arranjos e direção musical. Baseado na linguagem do Choro e com repertório majoritariamente autoral, o álbum explorou a instrumentação e os recursos típicos do gênero, mas trazendo a guitarra como solista principal. Com este trabalho Diego foi um dos finalistas do Prêmio Profissionais da Música 2017, concorrendo na categoria Artista Choro. A faixa “Subúrbio” tornou-se música-tema do documentário “Cine Vaz Lobo”, um dos filmes contemplados pelo Prêmio Curta Rio 2015. Desde 2007 realiza intensa atividade como educador musical lecionando em empresas, escolas regulares, ONGs, além de aulas particulares. É professor do Centro Musical Cigam desde 2010, onde leciona violão, guitarra, harmonia funcional e percepção musical. Desenvolveu os cursos de Violão e Guitarra Iniciante e Percepção Iniciante que hoje fazem parte da grade de cursos oferecidos pela escola.
Ver detallesDiego Cavalcanti
Choro
Instrumental / Jazz Brasileiro
Descripción
Diego Cavalcanti é guitarrista, violonista, compositor, arranjador e educador musical. Nascido no subúrbio do Rio de Janeiro em 1984, começou a tocar guitarra e violão aos 15 anos e em 2004 iniciou seus estudos formais de música. De 2005 a 2008 foi guitarrista, violonista e arranjador da UERJazz Band, grupo com formação de big band mantido pela UERJ, com concertos na Sala Baden Powell, Teatro Odylo Costa, Teatro Noel Rosa, Centro Cultural Furnas, Centro Cultural Light, Forte de Copacabana, etc. De 2008 a 2011 foi guitarrista da Orquestra Cigam, assumindo também a função de diretor musical em shows e gravações. Além disso, tocou em diversos trabalhos de voz e violão e rodas de samba na noite carioca. Em 2008, ao lado de Carlos Malta, Paulo Aragão, Itamar Assiére, entre outros, foi arranjador do álbum “Bonde Folia” (Dubas Music), da Orquestra Popular Céu na Terra, trabalho vencedor do Prêmio da Música Brasileira daquele ano, categoria Canção Popular. Em 2013 iniciou a produção do álbum “Primo-Choro”, seu primeiro trabalho solo, onde tocou guitarra e violão de sete cordas, além de assinar os arranjos e direção musical. Baseado na linguagem do Choro e com repertório majoritariamente autoral, o álbum explorou a instrumentação e os recursos típicos do gênero, mas trazendo a guitarra como solista principal. Com este trabalho Diego foi um dos finalistas do Prêmio Profissionais da Música 2017, concorrendo na categoria Artista Choro. A faixa “Subúrbio” tornou-se música-tema do documentário “Cine Vaz Lobo”, um dos filmes contemplados pelo Prêmio Curta Rio 2015. Desde 2007 realiza intensa atividade como educador musical lecionando em empresas, escolas regulares, ONGs, além de aulas particulares. É professor do Centro Musical Cigam desde 2010, onde leciona violão, guitarra, harmonia funcional e percepção musical. Desenvolveu os cursos de Violão e Guitarra Iniciante e Percepção Iniciante que hoje fazem parte da grade de cursos oferecidos pela escola.
Música

Bruno Orgaz
Nuevo Folclor
Electropop
Clásica-Románticista
Descripción
Hago Música instrumental y aparte soy Compositor

Luman
Trova & Feeling
Nueva Trova
Descripción
Musico compositor

Edu Krieger
Edu Krieger é um dos maiores compositores da atualidade. Desde o lançamento do primeiro disco, em 2006, emplacou dezenas de sucessos, nas vozes de Maria Rita (“Novo amor”, “Maria do Socorro” e “Ciranda do mundo”), Ana Carolina (“Combustível”, “Pra tomar três”, “Resposta da Rita”, “Esperta” e “Libido”), Roberta Sá (“Novo amor”), Maria Gadú (“No pé do vento”), Teresa Cristina (“Guardo em mim”), além de Pedro Luís e a Parede, Casuarina, Ara Ketu, Falamansa, Pedro Miranda, Ryta de Cássia, Sururu na Roda, Moyseis Marques, Silvia Machete, Trio Nordestino, Bangalafumenga, Aline Calixto e vários outros. Atualmente, é roteirista de humor de programas da TV Globo como Zorra, Tá No Ar, Escolinha do Professor Raimundo e Fora de Hora. É diretor musical do programa Lady Night, com Tatá Werneck. Tem lançado com frequência em suas redes socias paródias críticas sobre temas gerais da atualidade, alcançando uma visibilidade entusiástica junto ao público. Edu Krieger alcançou projeção mundial em 2014, ao criar um solitário protesto em forma de canção, “Desculpe, Neymar”, um samba seresteiro gravado em voz e violão, no qual critica a realização da Copa do Mundo no Brasil e o famigerado “padrão Fifa”. A música foi replicada em diversos vídeos no youtube, alcançando um total de quase dois milhões de visualizações, tornando-se uma espécie de hino anti-Copa. Edu foi entrevistado pelos principais meios de comunicação dos Estados Unidos, Europa e Japão. Ainda em 2014, lançou em seu canal a “Resposta ao funk ostentação”, que viralizou nas redes sociais e atingiu mais de um milhão de visualizações. Atualmente, o compositor se dedica a traduzir em seu violão o “batidão” do funk, aliado às cadências harmônicas da MPB, numa junção completamente original, que gerou elogios de vários críticos e músicos, com destaque para Caetano Veloso. Disponibilizou em seu canal algumas músicas que são fruto da nova pesquisa, “Xeque-mate” e “Bossa funk”. Conhecido pela versatilidade, entre sambas, forrós, cirandas, repentes, choros e baiões, Edu Krieger, na voz e no violão de sete cordas, transforma o show numa grande celebração ao legado da nossa MPB, embarcando ainda numa sonoridade contemporânea, em diálogo com tendências que variam do jazz ao drum n’bass, do carimbó aos ritmos do funk. Reconhecimento É reconhecido ainda pelo talento como intérprete e instrumentista. Levou suas canções em shows por todo o Brasil, nas principais capitais e no interior do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís, Recife, Santa Catarina e Ceará. A obra de Edu Krieger revela uma aguda percepção do cotidiano urbano, traduzida em melodias memoráveis e singelas. As letras, segundo o compositor, “são simples, objetivas e diretas, têm uma construção poética rigorosa, na questão das rimas e de buscar palavras inusitadas, mas são, em geral, de fácil compreensão, e fáceis de cantar”. Fez uma parceria com Oscar Niemeyer, o samba “Tranquilo com a vida”. Entre outros parceiros, destacam-se Geraldo Azevedo, Fernando Brant, Zé Paulo Becker, Rodrigo Maranhão, Roberta do Recife, Marcelo Caldi e Accioly Neto. Em harmonia com as tendências contemporâneas, Krieger partiu do legado da MPB para dialogar com o pop e a música eletrônica. Álbuns “Edu Krieger segue o leito da melhor música brasileira”, resume o crítico Mauro Ferreira. Seu primeiro álbum – “um dos trabalhos mais criativos chegados ao mercado”, conforme João Pimentel – foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte na categoria revelação da MPB e listado entre os dez melhores de 2006 pelo jornal O Globo. “Krieger despontou com um disco moderno, com boas doses de eletrônica, letras arrojadas e melodias repletas de identidade”, escreveu João Pimentel. Nesse CD estão incluídos os sucessos “Maria do Socorro”, “Novo amor” e “Ciranda do mundo”. O segundo CD, “Correnteza”, de 2009, traz uma “ótima safra de doze faixas autorais”, afirma Mauro Ferreira, destaque para a canção-título, além de “Rosa de Açucena” e “Graziela”. Nesse álbum, Krieger “se revela um exímio descendente de Paulinho da Viola, ao equilibrar tradição e inovação nas harmonias e melodias delicadas, costuradas com uma poética forte” diz o crítico Luciano Almeida Filho. O álbum inclui participações especiais de Rildo Hora (“A mais bonita de Copacabana”) e João Donato (“Sobre as mãos”).
Ver detallesEdu Krieger
MPB
Descripción
Edu Krieger é um dos maiores compositores da atualidade. Desde o lançamento do primeiro disco, em 2006, emplacou dezenas de sucessos, nas vozes de Maria Rita (“Novo amor”, “Maria do Socorro” e “Ciranda do mundo”), Ana Carolina (“Combustível”, “Pra tomar três”, “Resposta da Rita”, “Esperta” e “Libido”), Roberta Sá (“Novo amor”), Maria Gadú (“No pé do vento”), Teresa Cristina (“Guardo em mim”), além de Pedro Luís e a Parede, Casuarina, Ara Ketu, Falamansa, Pedro Miranda, Ryta de Cássia, Sururu na Roda, Moyseis Marques, Silvia Machete, Trio Nordestino, Bangalafumenga, Aline Calixto e vários outros. Atualmente, é roteirista de humor de programas da TV Globo como Zorra, Tá No Ar, Escolinha do Professor Raimundo e Fora de Hora. É diretor musical do programa Lady Night, com Tatá Werneck. Tem lançado com frequência em suas redes socias paródias críticas sobre temas gerais da atualidade, alcançando uma visibilidade entusiástica junto ao público. Edu Krieger alcançou projeção mundial em 2014, ao criar um solitário protesto em forma de canção, “Desculpe, Neymar”, um samba seresteiro gravado em voz e violão, no qual critica a realização da Copa do Mundo no Brasil e o famigerado “padrão Fifa”. A música foi replicada em diversos vídeos no youtube, alcançando um total de quase dois milhões de visualizações, tornando-se uma espécie de hino anti-Copa. Edu foi entrevistado pelos principais meios de comunicação dos Estados Unidos, Europa e Japão. Ainda em 2014, lançou em seu canal a “Resposta ao funk ostentação”, que viralizou nas redes sociais e atingiu mais de um milhão de visualizações. Atualmente, o compositor se dedica a traduzir em seu violão o “batidão” do funk, aliado às cadências harmônicas da MPB, numa junção completamente original, que gerou elogios de vários críticos e músicos, com destaque para Caetano Veloso. Disponibilizou em seu canal algumas músicas que são fruto da nova pesquisa, “Xeque-mate” e “Bossa funk”. Conhecido pela versatilidade, entre sambas, forrós, cirandas, repentes, choros e baiões, Edu Krieger, na voz e no violão de sete cordas, transforma o show numa grande celebração ao legado da nossa MPB, embarcando ainda numa sonoridade contemporânea, em diálogo com tendências que variam do jazz ao drum n’bass, do carimbó aos ritmos do funk. Reconhecimento É reconhecido ainda pelo talento como intérprete e instrumentista. Levou suas canções em shows por todo o Brasil, nas principais capitais e no interior do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís, Recife, Santa Catarina e Ceará. A obra de Edu Krieger revela uma aguda percepção do cotidiano urbano, traduzida em melodias memoráveis e singelas. As letras, segundo o compositor, “são simples, objetivas e diretas, têm uma construção poética rigorosa, na questão das rimas e de buscar palavras inusitadas, mas são, em geral, de fácil compreensão, e fáceis de cantar”. Fez uma parceria com Oscar Niemeyer, o samba “Tranquilo com a vida”. Entre outros parceiros, destacam-se Geraldo Azevedo, Fernando Brant, Zé Paulo Becker, Rodrigo Maranhão, Roberta do Recife, Marcelo Caldi e Accioly Neto. Em harmonia com as tendências contemporâneas, Krieger partiu do legado da MPB para dialogar com o pop e a música eletrônica. Álbuns “Edu Krieger segue o leito da melhor música brasileira”, resume o crítico Mauro Ferreira. Seu primeiro álbum – “um dos trabalhos mais criativos chegados ao mercado”, conforme João Pimentel – foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte na categoria revelação da MPB e listado entre os dez melhores de 2006 pelo jornal O Globo. “Krieger despontou com um disco moderno, com boas doses de eletrônica, letras arrojadas e melodias repletas de identidade”, escreveu João Pimentel. Nesse CD estão incluídos os sucessos “Maria do Socorro”, “Novo amor” e “Ciranda do mundo”. O segundo CD, “Correnteza”, de 2009, traz uma “ótima safra de doze faixas autorais”, afirma Mauro Ferreira, destaque para a canção-título, além de “Rosa de Açucena” e “Graziela”. Nesse álbum, Krieger “se revela um exímio descendente de Paulinho da Viola, ao equilibrar tradição e inovação nas harmonias e melodias delicadas, costuradas com uma poética forte” diz o crítico Luciano Almeida Filho. O álbum inclui participações especiais de Rildo Hora (“A mais bonita de Copacabana”) e João Donato (“Sobre as mãos”).
Música

Emiliano Serradell
Murga
Nuevo Folclor
Descripción
En esta cuarentena empece a componer mis propias canciones

LuLeónLuna
Folklore Sudamericano
Descripción
Chola-China musical
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Música

Eddu Porto
EDDU PORTO é o projeto solo do multiinstrumentista, compositor, cantor, booker e empresário Eduardo Porto. A mescla entre o universo analógico e o digital permeia seu trabalho de estreia. Com base em seu interesse profundo por música brasileira e seus desdobramentos entre Bossa Nova e Tropicália, essa sonoridade fica evidente nos acordes e progressões no violão, aliado a sua pesquisa da música eletrônica, por meio do uso de sintetizadores, utilizados como elementos melódicos, além de beats eletrônicos misturados à bateria acústica, bem como o uso da própria voz em diversas camadas, o que confere uma atmosfera melancólica, sensível e intensa a esse projeto. Mais detalhes: É músico, produtor cultural e sócio-proprietário da agência Let’s GIG – Booking & Music Services, localizada em São Carlos. Ganhadora do Prêmio Profissionais da Música em 2018 e 2019, a empresa tem experiência com circulação de bandas, produção radiofônica e festivais, feiras nacionais e internacionais, como SIM/SP, Womex, Primavera Sound, Circulart, MIL. Atuante desde 2015 na área de agenciamento e gestão de carreira artística da cena independente contemporânea brasileira, faz parte de seu casting artistas como Liniker e os Caramelows, Luedji Luna, Tuyo, Amanda Magalhães, Giovani Cidreira, Luê, ATR, Mel, Davi Sabbag, Pedro Salomão, entre outros. Também é baterista e produtor musical da banda ATR, a qual tem um histórico de mais de 400 shows pelo Brasil e América Latina somado a duas turnês pela Europa, além de importantes feiras e festivais como Semana Internacional da Música SIM/SP, Festival PIB (São Paulo), Festival Sonido (Belém), e Universo Paralello (Bahia), Festival Bananada (Goiânia), Festival ViraPop (Amares/Portugal) Primavera Sound (Barcelona/Espanha) e Feira Circulart (Colômbia). Em 2020, o trio ATR lançou Mundi, segundo disco da banda, com vocais e participações de várias regiões do mundo, como Carolina Camacho (República Dominicana), Billy Pilgrim (EUA), Vox Sambou (Haiti/Canadá), Michu Mendez (Argentina) e os brasileiros Luedji Luna e Donatinho. Além disso já acompanhou artistas como Tássia Reis, Otto, Liniker, Zé Vito e o haitiano Vox Sambou, e produziu a banda Bavid, lançada pelo selo Virtual Dream Plaza. Também é comunicador nas áreas de fotografia e design. Atua na comunicação e realização do CONTATO – Festival Multimídia Colaborativo desde 2012.
Ver detallesEddu Porto
MPB
Tropicalia
Synth / Electronica
Descripción
EDDU PORTO é o projeto solo do multiinstrumentista, compositor, cantor, booker e empresário Eduardo Porto. A mescla entre o universo analógico e o digital permeia seu trabalho de estreia. Com base em seu interesse profundo por música brasileira e seus desdobramentos entre Bossa Nova e Tropicália, essa sonoridade fica evidente nos acordes e progressões no violão, aliado a sua pesquisa da música eletrônica, por meio do uso de sintetizadores, utilizados como elementos melódicos, além de beats eletrônicos misturados à bateria acústica, bem como o uso da própria voz em diversas camadas, o que confere uma atmosfera melancólica, sensível e intensa a esse projeto. Mais detalhes: É músico, produtor cultural e sócio-proprietário da agência Let’s GIG – Booking & Music Services, localizada em São Carlos. Ganhadora do Prêmio Profissionais da Música em 2018 e 2019, a empresa tem experiência com circulação de bandas, produção radiofônica e festivais, feiras nacionais e internacionais, como SIM/SP, Womex, Primavera Sound, Circulart, MIL. Atuante desde 2015 na área de agenciamento e gestão de carreira artística da cena independente contemporânea brasileira, faz parte de seu casting artistas como Liniker e os Caramelows, Luedji Luna, Tuyo, Amanda Magalhães, Giovani Cidreira, Luê, ATR, Mel, Davi Sabbag, Pedro Salomão, entre outros. Também é baterista e produtor musical da banda ATR, a qual tem um histórico de mais de 400 shows pelo Brasil e América Latina somado a duas turnês pela Europa, além de importantes feiras e festivais como Semana Internacional da Música SIM/SP, Festival PIB (São Paulo), Festival Sonido (Belém), e Universo Paralello (Bahia), Festival Bananada (Goiânia), Festival ViraPop (Amares/Portugal) Primavera Sound (Barcelona/Espanha) e Feira Circulart (Colômbia). Em 2020, o trio ATR lançou Mundi, segundo disco da banda, com vocais e participações de várias regiões do mundo, como Carolina Camacho (República Dominicana), Billy Pilgrim (EUA), Vox Sambou (Haiti/Canadá), Michu Mendez (Argentina) e os brasileiros Luedji Luna e Donatinho. Além disso já acompanhou artistas como Tássia Reis, Otto, Liniker, Zé Vito e o haitiano Vox Sambou, e produziu a banda Bavid, lançada pelo selo Virtual Dream Plaza. Também é comunicador nas áreas de fotografia e design. Atua na comunicação e realização do CONTATO – Festival Multimídia Colaborativo desde 2012.

Na hora certa
MPB
Descripción
Música autoral feita na quarentena, e sobre a quarentena.
19694 Resultados – Página 1308 de 1970




