
Instituto de Capoeira Angola Alagbedé Tocantins
O Instituto de Capoeira Angola Alagbedé Tocantins é uma instituição cultural e comunitária sediada em Palmas – TO, dedicada à salvaguarda, ensino, pesquisa e difusão da Capoeira Angola e das tradições de matriz africana e afro-brasileira no Estado do Tocantins. Trajetória e Atuação Institucional Preservação do Patrimônio Imaterial: O Instituto atua na salvaguarda dos saberes ancestrais da Capoeira Angola, promovendo a transmissão intergeracional de fundamentos, vivências, cânticos e musicalidade tradicional. Pesquisa e Protagonismo Cultural: Desenvolve projetos de investigação artística e étnico-cultural, destacando a pesquisa percussiva, a regência de orquestra de berimbaus e o papel fundante das mulheres e mestres de tradição oral na manutenção da identidade afro-latino-americana. Ações Formativas e Comunitárias: Realiza oficinas, rodas tradicionais, vivências e intercâmbios comunitários focados na democratização do acesso à cultura, acolhendo prioritariamente crianças, jovens e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Intercâmbios e Conexões Culturais: Mantém articulação e parcerias com núcleos da tradição Angola no Brasil e no exterior (como o Instituto Alagbedé Bahia e iniciativas na América Latina), fortalecendo diálogos interculturais e a difusão do patrimônio afro-brasileiro. Compromisso Social e Inclusão: Pauta suas atividades pelos princípios da igualdade de gênero, diversidade, acessibilidade e respeito aos direitos humanos, consolidando-se como um polo de resistência cultural, formação cidadã e valorização da memória ancestral no Norte do Brasil.
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Descrição
O Instituto de Capoeira Angola Alagbedé Tocantins é uma instituição cultural e comunitária sediada em Palmas – TO, dedicada à salvaguarda, ensino, pesquisa e difusão da Capoeira Angola e das tradições de matriz africana e afro-brasileira no Estado do Tocantins. Trajetória e Atuação Institucional Preservação do Patrimônio Imaterial: O Instituto atua na salvaguarda dos saberes ancestrais da Capoeira Angola, promovendo a transmissão intergeracional de fundamentos, vivências, cânticos e musicalidade tradicional. Pesquisa e Protagonismo Cultural: Desenvolve projetos de investigação artística e étnico-cultural, destacando a pesquisa percussiva, a regência de orquestra de berimbaus e o papel fundante das mulheres e mestres de tradição oral na manutenção da identidade afro-latino-americana. Ações Formativas e Comunitárias: Realiza oficinas, rodas tradicionais, vivências e intercâmbios comunitários focados na democratização do acesso à cultura, acolhendo prioritariamente crianças, jovens e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Intercâmbios e Conexões Culturais: Mantém articulação e parcerias com núcleos da tradição Angola no Brasil e no exterior (como o Instituto Alagbedé Bahia e iniciativas na América Latina), fortalecendo diálogos interculturais e a difusão do patrimônio afro-brasileiro. Compromisso Social e Inclusão: Pauta suas atividades pelos princípios da igualdade de gênero, diversidade, acessibilidade e respeito aos direitos humanos, consolidando-se como um polo de resistência cultural, formação cidadã e valorização da memória ancestral no Norte do Brasil.

Vinicius Moura Mendes de Souza
Descrição
Produtor cultural, Historiador

Gabriel Worm
Gabriel Worm es director de sonido, compositor y tecnólogo creativo radicado en Palmas, Brasil. Su trabajo conecta música experimental, creación audiovisual y tecnología interactiva, con especial interés en la performance en vivo. Ha creado y publicado Ableton RC Setlist —utilizado en directo con Soprü— y Ableton RC Surface, herramientas para Ableton Live: un setlist para operar shows y una superficie de control inalámbrica configurable desde el navegador. Trabaja con Max/MSP, Ableton Live, Hydra, Web Audio y Python. Se graduó en Ciencias y Tecnologías del Sonido por la Universidade Lusófona (Lisboa, 2024). En cine, dirigió el sonido y compuso la banda sonora de O Compositor (2024), ganador del premio a Mejor Cortometraje de Terror Portugués en MOTELX 2025. También realiza diseño sonoro multicanal y producción musical independiente, como el EP Rinoceronte (Luzo Cairo, 2025). Su trabajo de arte sonoro generativo incluye KAKOFONI ORQUESTRA.
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Ambient
Descrição
Gabriel Worm es director de sonido, compositor y tecnólogo creativo radicado en Palmas, Brasil. Su trabajo conecta música experimental, creación audiovisual y tecnología interactiva, con especial interés en la performance en vivo. Ha creado y publicado Ableton RC Setlist —utilizado en directo con Soprü— y Ableton RC Surface, herramientas para Ableton Live: un setlist para operar shows y una superficie de control inalámbrica configurable desde el navegador. Trabaja con Max/MSP, Ableton Live, Hydra, Web Audio y Python. Se graduó en Ciencias y Tecnologías del Sonido por la Universidade Lusófona (Lisboa, 2024). En cine, dirigió el sonido y compuso la banda sonora de O Compositor (2024), ganador del premio a Mejor Cortometraje de Terror Portugués en MOTELX 2025. También realiza diseño sonoro multicanal y producción musical independiente, como el EP Rinoceronte (Luzo Cairo, 2025). Su trabajo de arte sonoro generativo incluye KAKOFONI ORQUESTRA.

Mariana Bruekers
Mariana Bruekers e Flautista, Eduadora Musical e cantautora, formada no Brasil, com mestrado na Holanda, e especialização nas viagens que tem feito pelas Americas! Após uma jornada épica que atravessou 20 países e transformou sua percepção sobre a vida e a arte, a musicista mineira Mariana Bruekers apresenta seu primeiro Album autoral de canções: RETROVISOR. A bordo da "Chiquinha" — um carro batizado em homenagem a Chiquinha Gonzaga que se tornou seu teto e cúmplice —, Mariana percorreu sozinhas as Américas, do sul ao norte, do Ushuaia (Argentina) ao Alasca (EUA). Mais do que uma viagem geográfica, a travessia foi um mergulho antropofágico. Agora, a artista compartilha o resultado dessa expedição em um Album com canções que compôs durante esta aventura que durou 4 anos e 100.000Km.
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MPB
Descrição
Mariana Bruekers e Flautista, Eduadora Musical e cantautora, formada no Brasil, com mestrado na Holanda, e especialização nas viagens que tem feito pelas Americas! Após uma jornada épica que atravessou 20 países e transformou sua percepção sobre a vida e a arte, a musicista mineira Mariana Bruekers apresenta seu primeiro Album autoral de canções: RETROVISOR. A bordo da "Chiquinha" — um carro batizado em homenagem a Chiquinha Gonzaga que se tornou seu teto e cúmplice —, Mariana percorreu sozinhas as Américas, do sul ao norte, do Ushuaia (Argentina) ao Alasca (EUA). Mais do que uma viagem geográfica, a travessia foi um mergulho antropofágico. Agora, a artista compartilha o resultado dessa expedição em um Album com canções que compôs durante esta aventura que durou 4 anos e 100.000Km.
Videos
Música

alhajillo
Alhajillo es un estudio ecuatoriano de videojuegos y experiencias interactivas que utiliza el videojuego como medio para explorar, reinterpretar y compartir la cultura del Ecuador. Nuestro catálogo incluye proyectos como Supaykuna, Capybara Island y Rongú, obras que parten de distintas temáticas culturales y las transforman en experiencias jugables que acercan estas historias, tradiciones e imaginarios a nuevas audiencias. Nuestra trayectoria también se ha consolidado en escenarios internacionales. Hemos sido dos veces finalistas de Game Jam Plus y, en su última edición, Rongú obtuvo cuatro reconocimientos internacionales: Mejor Juego de Latinoamérica, Mejor Audio, Mejor Pitch y segundo lugar mundial en Game of the Year Paralelamente, trabajamos activamente en el fortalecimiento de la industria nacional. Somos miembros fundadores de la Asociación de Desarrolladores de Videojuegos del Ecuador (ADVEC) y promovemos espacios para conectar y fortalecer a la comunidad, como INDIEGO, festival de playtesting y encuentro de videojuegos ecuatorianos. Este trabajo nos ha llevado a colaborar con desarrolladores, artistas, instituciones y autoridades locales para impulsar espacios de participación, visibilización y nuevas oportunidades para el sector.
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Descrição
Alhajillo es un estudio ecuatoriano de videojuegos y experiencias interactivas que utiliza el videojuego como medio para explorar, reinterpretar y compartir la cultura del Ecuador. Nuestro catálogo incluye proyectos como Supaykuna, Capybara Island y Rongú, obras que parten de distintas temáticas culturales y las transforman en experiencias jugables que acercan estas historias, tradiciones e imaginarios a nuevas audiencias. Nuestra trayectoria también se ha consolidado en escenarios internacionales. Hemos sido dos veces finalistas de Game Jam Plus y, en su última edición, Rongú obtuvo cuatro reconocimientos internacionales: Mejor Juego de Latinoamérica, Mejor Audio, Mejor Pitch y segundo lugar mundial en Game of the Year Paralelamente, trabajamos activamente en el fortalecimiento de la industria nacional. Somos miembros fundadores de la Asociación de Desarrolladores de Videojuegos del Ecuador (ADVEC) y promovemos espacios para conectar y fortalecer a la comunidad, como INDIEGO, festival de playtesting y encuentro de videojuegos ecuatorianos. Este trabajo nos ha llevado a colaborar con desarrolladores, artistas, instituciones y autoridades locales para impulsar espacios de participación, visibilización y nuevas oportunidades para el sector.

Matías Noreña Muriel
.Matías Noreña Muriel (1999–) is a Colombian composer currently based in the Netherlands. He completed his Master’s degree in Composition at Conservatorium Maastricht, where he studied under the guidance of Vykintas Baltakas. His compositional practice encompasses vocal, chamber, and orchestral music, with works premiered in Colombia, the Netherlands, Belgium, Lithuania, and Switzerland, including performances by the renowned HOPPER! Ensemble. Noreña Muriel’s work explores the intersection between tradition and experimentation, often incorporating extended techniques, graphic notation, modular structures, and extra-musical ideas drawn from philosophy, visual art, literature, and other disciplines. His musical language is shaped by a diverse range of influences, including Renaissance polyphony, Impressionism, Minimalism, and Latin American folk traditions, approaching them as living materials to be reinterpreted, transformed, and placed in dialogue with contemporary musical practices. Alongside composition, he is interested in cultural management and artistic project development, particularly in creating contexts that bring musicians, disciplines, and audiences together. Matías Noreña has participated in a number of concerts and contemporary music initiatives across Europe. In 2025, his music was presented at ContemPLAY in Lithuania, as well as in the Podium Concert Accordion in 2026, featuring the Accordion Class of Anne-Maria Hölscher at Hochschule Luzern, and in the Intro In Situ concert series in Maastricht. These experiences have allowed him to work closely with performers and explore different approaches to contemporary performance, notation, and instrumental collaboration. Outside of music, he enjoys long bike rides through nature, overthinking, watching slightly strange films, and stopping to pet any cat that crosses his path.
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Música Sinfónica
Música de Cámara
Descrição
.Matías Noreña Muriel (1999–) is a Colombian composer currently based in the Netherlands. He completed his Master’s degree in Composition at Conservatorium Maastricht, where he studied under the guidance of Vykintas Baltakas. His compositional practice encompasses vocal, chamber, and orchestral music, with works premiered in Colombia, the Netherlands, Belgium, Lithuania, and Switzerland, including performances by the renowned HOPPER! Ensemble. Noreña Muriel’s work explores the intersection between tradition and experimentation, often incorporating extended techniques, graphic notation, modular structures, and extra-musical ideas drawn from philosophy, visual art, literature, and other disciplines. His musical language is shaped by a diverse range of influences, including Renaissance polyphony, Impressionism, Minimalism, and Latin American folk traditions, approaching them as living materials to be reinterpreted, transformed, and placed in dialogue with contemporary musical practices. Alongside composition, he is interested in cultural management and artistic project development, particularly in creating contexts that bring musicians, disciplines, and audiences together. Matías Noreña has participated in a number of concerts and contemporary music initiatives across Europe. In 2025, his music was presented at ContemPLAY in Lithuania, as well as in the Podium Concert Accordion in 2026, featuring the Accordion Class of Anne-Maria Hölscher at Hochschule Luzern, and in the Intro In Situ concert series in Maastricht. These experiences have allowed him to work closely with performers and explore different approaches to contemporary performance, notation, and instrumental collaboration. Outside of music, he enjoys long bike rides through nature, overthinking, watching slightly strange films, and stopping to pet any cat that crosses his path.

Paulina Torres
Con más de 25 años de trayectoria, Paulina Torres es cantante, compositora, actriz y docente. En si carrera solista editó más de 5 álbumes y 10 singles —entre ellos Atardeceres, Torres Torres y Josha Bo’. Compone y produce sus propios ciclos musicales, fusionando música, teatro y danza, y ha realizado giras nacionales e internacionales (Argentina, España, Francia, Italia, Dubái, Chile y Uruguay). Desde 2022 integra como cantante y actriz la compañía Los Amados en sus espectáculos Ardientes Gardel y Lepera a ritmo tropical, Rosa de los Vientos: De viento y de rosa y La Bruja Salguero: Caja de Luna, entre otros. Los Amados es una compania multipremiada en Argentina con 35 años de historia, Paulina fue nominada como Mejor Actriz de Music Hall en los Premios Hugo 2023, y formó parte de los espectáculos galardonados con Premios ACE a mejor compañía de teatro musical. Docente universitaria es Profesora de Actuación y de Voz y Movimiento en la EMAD y creadora del método Pausaje: entrenamiento para una voz saludable, libre y expresiva el cual imparte desde su estudio privado.
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Bolero
Folklore Sudamericano
Folclor
Descrição
Con más de 25 años de trayectoria, Paulina Torres es cantante, compositora, actriz y docente. En si carrera solista editó más de 5 álbumes y 10 singles —entre ellos Atardeceres, Torres Torres y Josha Bo’. Compone y produce sus propios ciclos musicales, fusionando música, teatro y danza, y ha realizado giras nacionales e internacionales (Argentina, España, Francia, Italia, Dubái, Chile y Uruguay). Desde 2022 integra como cantante y actriz la compañía Los Amados en sus espectáculos Ardientes Gardel y Lepera a ritmo tropical, Rosa de los Vientos: De viento y de rosa y La Bruja Salguero: Caja de Luna, entre otros. Los Amados es una compania multipremiada en Argentina con 35 años de historia, Paulina fue nominada como Mejor Actriz de Music Hall en los Premios Hugo 2023, y formó parte de los espectáculos galardonados con Premios ACE a mejor compañía de teatro musical. Docente universitaria es Profesora de Actuación y de Voz y Movimiento en la EMAD y creadora del método Pausaje: entrenamiento para una voz saludable, libre y expresiva el cual imparte desde su estudio privado.
Música

Orquestra de Jazz do Algarve
Fundada em 2004, no âmbito do Festival de Jazz de Lagos, a Orquestra de Jazz do Algarve segue o modelo clássico das Grandes Orquestras que marcaram o jazz desde os anos 1920 — como as de Fletcher Henderson, Benny Goodman, Count Basie ou Duke Ellington. Idealizada por Hugo Alves — trompetista, maestro e pedagogo de reconhecido mérito nacional e internacional, Professor Especialista em Jazz (Instituto Politécnico do Porto, 2013) e licenciado em Gestão de Empresas (Universidade do Algarve, 1996) — a Orquestra contou com o apoio inicial do Município de Lagos. Desde o início, o projeto estrutura-se em três eixos fundamentais: Música em Palco, Serviço Educativo e Produção. É uma estrutura artística profissional de referência no panorama nacional e uma das formações de jazz com maior continuidade em Portugal e ao longo de mais de duas décadas de atividade, a Orquestra construiu um percurso marcado pela consistência, pela criação artística, pela programação regular e pela colaboração com músicos e projetos de reconhecido prestígio nacional e internacional. A sua trajetória é acompanhada por importantes reconhecimentos institucionais: é uma entidade de Utilidade Pública, está enquadrada no regime de Mecenato Cultural e detém a Declaração de Elevado Interesse Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura. Desde 2006, conta com Apoio Sustentado da Direção-Geral das Artes (DGArtes), constituindo uma das estruturas artísticas com maior continuidade de apoio público no setor do jazz em Portugal. Com residência artística em Lagoa desde 2014, a Orquestra desenvolve uma atividade regular que cruza concertos, criação artística, educação, formação e produção cultural. A sua ação tem uma forte implantação territorial, contando com o apoio da maioria dos Municípios Algarvios, ao mesmo tempo que mantém uma crescente dimensão nacional e internacional. Ao longo da sua história, a Orquestra de Jazz do Algarve tem-se afirmado também como uma plataforma de encontro entre diferentes gerações, linguagens e geografias do jazz. A Orquestra apresentou-se ao lado de alguns dos mais relevantes nomes do jazz e da música contemporânea internacional, entre os quais Jane Monheit, Polly Gibbons, Tom Harrell, Benny Golson, Silje Nergaard, Rick Margitza, Dena DeRose, Tutu Puoane, Silvia Donati, Max Ionata, Andrej Olenijack, Florelie Escano, Tom Fitzpatrick, Javier Ortiz, Céline Rudolph, Bobby Medina, Alaíde Costa, Ed Motta, Amaro Freitas, Ola Onabulé e Stefan S. Stefánsson, entre muitos outros. Igualmente significativa é a extensa colaboração com músicos nacionais e artistas residentes em Portugal, incluindo Maria João, Maria Anadon, Kiko Pereira, Ana Rita Inácio, Sónia Pinto, Jeff Davis, Michael Lauren, Mário Delgado, Desidério Lázaro, Vânia Fernandes, Paula Oliveira, Domingos Caetano, Marisa Liz, Rita Redshoes, Carolina Deslandes, Áurea, Ricardo Ribeiro e Sara Miguel, entre muitos outros. Esta experiência acumulada traduz-se numa sólida capacidade de produção, acolhimento e criação de projetos artísticos em colaboração, tornando a Orquestra de Jazz do Algarve um parceiro com experiência comprovada para intercâmbios, coproduções, residências, digressões, programação e projetos internacionais. A dimensão de produção da Orquestra estende-se igualmente à criação e dinamização de festivais e ciclos de programação. Desde 2020, produz anualmente o Algarve All Jazz, festival itinerante dedicado ao jazz, e, desde 2019, coproduz o Beliche Jazz. Ao longo dos anos, esteve também na origem de projetos como Jazz on the Move (desde 2018), Jazz Full Circle (desde 2019), Concertos Eco Jazz (desde 2019), Jazz em Cachopo (2022–2023), Algarve Jazz Gourmet Moments Festival (2017–2020), OJA Jazz Fest (2011–2012), Festival Lagos Jazz (2005–2010). A vertente educativa constitui igualmente uma dimensão estruturante da sua identidade. O projeto Jazz na Escola, desenvolvido desde 1998, promove o contacto direto de crianças e jovens com o jazz e com a prática musical, tendo sido reconhecido pelo Ministério da Educação e assumindo-se como uma referência de continuidade na área da educação artística. Com mais de vinte anos de percurso, uma rede consolidada de parceiros e uma vasta experiência de colaboração artística, a Orquestra de Jazz do Algarve afirma-se hoje como uma estrutura com capacidade para estabelecer novas pontes entre artistas, instituições e territórios, levando o jazz produzido a partir do Algarve a novos públicos e contextos, em Portugal e além-fronteiras. A sua atividade conta ainda com o patrocínio de três marcas de referência internacional no setor da música: Denis Wick (Londres), Eastman Winds (EUA) e Schilke Music Products (EUA).
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Swing / Big Band
Soul Jazz / Jazz Funk
Contemporánea
Moderna
Descrição
Fundada em 2004, no âmbito do Festival de Jazz de Lagos, a Orquestra de Jazz do Algarve segue o modelo clássico das Grandes Orquestras que marcaram o jazz desde os anos 1920 — como as de Fletcher Henderson, Benny Goodman, Count Basie ou Duke Ellington. Idealizada por Hugo Alves — trompetista, maestro e pedagogo de reconhecido mérito nacional e internacional, Professor Especialista em Jazz (Instituto Politécnico do Porto, 2013) e licenciado em Gestão de Empresas (Universidade do Algarve, 1996) — a Orquestra contou com o apoio inicial do Município de Lagos. Desde o início, o projeto estrutura-se em três eixos fundamentais: Música em Palco, Serviço Educativo e Produção. É uma estrutura artística profissional de referência no panorama nacional e uma das formações de jazz com maior continuidade em Portugal e ao longo de mais de duas décadas de atividade, a Orquestra construiu um percurso marcado pela consistência, pela criação artística, pela programação regular e pela colaboração com músicos e projetos de reconhecido prestígio nacional e internacional. A sua trajetória é acompanhada por importantes reconhecimentos institucionais: é uma entidade de Utilidade Pública, está enquadrada no regime de Mecenato Cultural e detém a Declaração de Elevado Interesse Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura. Desde 2006, conta com Apoio Sustentado da Direção-Geral das Artes (DGArtes), constituindo uma das estruturas artísticas com maior continuidade de apoio público no setor do jazz em Portugal. Com residência artística em Lagoa desde 2014, a Orquestra desenvolve uma atividade regular que cruza concertos, criação artística, educação, formação e produção cultural. A sua ação tem uma forte implantação territorial, contando com o apoio da maioria dos Municípios Algarvios, ao mesmo tempo que mantém uma crescente dimensão nacional e internacional. Ao longo da sua história, a Orquestra de Jazz do Algarve tem-se afirmado também como uma plataforma de encontro entre diferentes gerações, linguagens e geografias do jazz. A Orquestra apresentou-se ao lado de alguns dos mais relevantes nomes do jazz e da música contemporânea internacional, entre os quais Jane Monheit, Polly Gibbons, Tom Harrell, Benny Golson, Silje Nergaard, Rick Margitza, Dena DeRose, Tutu Puoane, Silvia Donati, Max Ionata, Andrej Olenijack, Florelie Escano, Tom Fitzpatrick, Javier Ortiz, Céline Rudolph, Bobby Medina, Alaíde Costa, Ed Motta, Amaro Freitas, Ola Onabulé e Stefan S. Stefánsson, entre muitos outros. Igualmente significativa é a extensa colaboração com músicos nacionais e artistas residentes em Portugal, incluindo Maria João, Maria Anadon, Kiko Pereira, Ana Rita Inácio, Sónia Pinto, Jeff Davis, Michael Lauren, Mário Delgado, Desidério Lázaro, Vânia Fernandes, Paula Oliveira, Domingos Caetano, Marisa Liz, Rita Redshoes, Carolina Deslandes, Áurea, Ricardo Ribeiro e Sara Miguel, entre muitos outros. Esta experiência acumulada traduz-se numa sólida capacidade de produção, acolhimento e criação de projetos artísticos em colaboração, tornando a Orquestra de Jazz do Algarve um parceiro com experiência comprovada para intercâmbios, coproduções, residências, digressões, programação e projetos internacionais. A dimensão de produção da Orquestra estende-se igualmente à criação e dinamização de festivais e ciclos de programação. Desde 2020, produz anualmente o Algarve All Jazz, festival itinerante dedicado ao jazz, e, desde 2019, coproduz o Beliche Jazz. Ao longo dos anos, esteve também na origem de projetos como Jazz on the Move (desde 2018), Jazz Full Circle (desde 2019), Concertos Eco Jazz (desde 2019), Jazz em Cachopo (2022–2023), Algarve Jazz Gourmet Moments Festival (2017–2020), OJA Jazz Fest (2011–2012), Festival Lagos Jazz (2005–2010). A vertente educativa constitui igualmente uma dimensão estruturante da sua identidade. O projeto Jazz na Escola, desenvolvido desde 1998, promove o contacto direto de crianças e jovens com o jazz e com a prática musical, tendo sido reconhecido pelo Ministério da Educação e assumindo-se como uma referência de continuidade na área da educação artística. Com mais de vinte anos de percurso, uma rede consolidada de parceiros e uma vasta experiência de colaboração artística, a Orquestra de Jazz do Algarve afirma-se hoje como uma estrutura com capacidade para estabelecer novas pontes entre artistas, instituições e territórios, levando o jazz produzido a partir do Algarve a novos públicos e contextos, em Portugal e além-fronteiras. A sua atividade conta ainda com o patrocínio de três marcas de referência internacional no setor da música: Denis Wick (Londres), Eastman Winds (EUA) e Schilke Music Products (EUA).
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Música

Jessica Pérez
Combino la lutería experimental y la composición, con el objetivo de trabajar el sonido como materia, moldear sonoridades y crear paisajes sonoros. Graduada de la escuela de Bellas Artes en Arte y Diseño Contemporaneo de Saint-Étienne en Francia. Soy pianista, cellista, y estudio composición de música contemporánea con la compositora Pascale Jakubowski, y electroacústica con el artista y compositor Diego Losa en el conservatorio Massenet de Saint-Étienne en Francia. He realizado prácticas sonoras con el artista Leonel Vásquez en Colombia, y con "La voix du Luthier" en Francia 2024. Participé en la exposición "Recto Verso" en la "Cité du Design" de Saint-Étienne, y en la exposición "Service Compris" en la "BHVP" durante la "ParisDesignWeek" en Paris 2026.
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Musique Concrete
Electroacoustic Music
Contemporánea
Descrição
Combino la lutería experimental y la composición, con el objetivo de trabajar el sonido como materia, moldear sonoridades y crear paisajes sonoros. Graduada de la escuela de Bellas Artes en Arte y Diseño Contemporaneo de Saint-Étienne en Francia. Soy pianista, cellista, y estudio composición de música contemporánea con la compositora Pascale Jakubowski, y electroacústica con el artista y compositor Diego Losa en el conservatorio Massenet de Saint-Étienne en Francia. He realizado prácticas sonoras con el artista Leonel Vásquez en Colombia, y con "La voix du Luthier" en Francia 2024. Participé en la exposición "Recto Verso" en la "Cité du Design" de Saint-Étienne, y en la exposición "Service Compris" en la "BHVP" durante la "ParisDesignWeek" en Paris 2026.

Ensamble Cañas y Compañía
El Ensamble Cañas y Compañía define una nueva frontera sonora mediante la hibridación musical. Su propuesta vincula la rigurosidad de la música académica con la calidez del folclore latinoamericano, logrando una identidad única basada en la versatilidad del trio de cañas y la integración de instrumentos como el bandoneón, piano, guitarra y percusión. Luego de diez años de recopilar arreglos, estrenar obras y generar conciertos en espacios convencionales y no convencionales con un repertorio popular y académico latinoamericano, sus integrantes Alejandra Barreto -oboe, Julieta Ugartemendia- clarinete y Julieta Di Fede- fagot, profesionales de las principales orquestas de Argentina logran su sonido único junto a artistas locales invitados. Desde 2025 el Ensamble forma parte del catálogo de agrupaciones destacadas de Cultura de la Cancillería Argentina. Ha grabado material con el apoyo del INAMU, realizado giras nacionales y mantiene una activa agenda didáctica. Para este año, proyectan su gira internacional a Bolivia y República Dominicana.
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Música de Cámara
Milonga
Regional
Descrição
El Ensamble Cañas y Compañía define una nueva frontera sonora mediante la hibridación musical. Su propuesta vincula la rigurosidad de la música académica con la calidez del folclore latinoamericano, logrando una identidad única basada en la versatilidad del trio de cañas y la integración de instrumentos como el bandoneón, piano, guitarra y percusión. Luego de diez años de recopilar arreglos, estrenar obras y generar conciertos en espacios convencionales y no convencionales con un repertorio popular y académico latinoamericano, sus integrantes Alejandra Barreto -oboe, Julieta Ugartemendia- clarinete y Julieta Di Fede- fagot, profesionales de las principales orquestas de Argentina logran su sonido único junto a artistas locales invitados. Desde 2025 el Ensamble forma parte del catálogo de agrupaciones destacadas de Cultura de la Cancillería Argentina. Ha grabado material con el apoyo del INAMU, realizado giras nacionales y mantiene una activa agenda didáctica. Para este año, proyectan su gira internacional a Bolivia y República Dominicana.
Música
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