
El Lunario
A lo largo de nuestra trayectoria, El Lunario ha desarrollado programas de formación artística dirigidos a diferentes edades y niveles de experiencia, creando espacios de aprendizaje donde los estudiantes pueden explorar, experimentar y desarrollar su potencial creativo. Nuestro trabajo combina la enseñanza de técnicas artísticas con procesos de exploración, reflexión y creación, procurando que cada experiencia tenga un vínculo significativo con el estudiante y su contexto. Además de nuestra programación regular, hemos desarrollado proyectos educativos y culturales fuera de nuestro espacio, llevando experiencias de música y artes visuales a distintos centros y comunidades del país. Estas iniciativas nos han permitido acercar las Bellas Artes a nuevos públicos y generar oportunidades de participación artística.
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Descrição
A lo largo de nuestra trayectoria, El Lunario ha desarrollado programas de formación artística dirigidos a diferentes edades y niveles de experiencia, creando espacios de aprendizaje donde los estudiantes pueden explorar, experimentar y desarrollar su potencial creativo. Nuestro trabajo combina la enseñanza de técnicas artísticas con procesos de exploración, reflexión y creación, procurando que cada experiencia tenga un vínculo significativo con el estudiante y su contexto. Además de nuestra programación regular, hemos desarrollado proyectos educativos y culturales fuera de nuestro espacio, llevando experiencias de música y artes visuales a distintos centros y comunidades del país. Estas iniciativas nos han permitido acercar las Bellas Artes a nuevos públicos y generar oportunidades de participación artística.

Caetano Brasil
Caetano Brasil fez de sua maneira de existir uma linguagem. Em seu trabalho, música, imagem, corpo e discurso não ocupam territórios separados: são partes de uma mesma investigação sobre identidade, liberdade e expressão. Uma obra construída a partir da convicção de que a experiência artística acontece MUITO ALÉM DO SOM. Indicado ao Grammy Latino em 2020 e uma das principais vozes do clarinete na música instrumental brasileira contemporânea, Caetano construiu uma trajetória marcada pela recusa aos limites tradicionalmente impostos à figura do instrumentista. A maneira como toca, compõe, se veste ou se posiciona publicamente responde a uma mesma inquietação: quanto de nós mesmos estamos dispostos a negociar para pertencer? Natural de Juiz de Fora, Minas Gerais, Caetano cresceu em um ambiente onde diferentes linguagens artísticas já conviviam. Filho de pais ligados ao teatro, à literatura e às artes visuais, encontrou ainda criança o choro e, aos 12 anos, começou a estudar clarinete de forma autodidata. Aos 15, já atuava profissionalmente no Clube do Choro de Juiz de Fora. Sua formação passou por bandas de baile, grupos de música popular e orquestras sinfônicas, experiências que ajudaram a construir uma relação com a arte pouco interessada em fronteiras rígidas entre repertórios e formas de expressão. À frente de seus próprios projetos desde 2013, Caetano soma quatro álbuns, além de EPs e singles. Em 2019, venceu o XVIII Prêmio Nabor Pires Camargo e foi eleito Melhor Instrumentista no XIX Prêmio BDMG Instrumental. No ano seguinte, Cartografias (2019) recebeu indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum Instrumental. Em 2026, lançou Tataporã, gravado com a Big Band do Conservatório de Tatuí. No mesmo catálogo cabe o single Boiola, parceria com Ever Beatz e Diego Rivera que aproxima o choro do funk e do rap. Da big band ao beat eletrônico, Caetano escolhe não escolher, reflexo de uma personalidade artística que não se deixa domar. Essa mesma personalidade se torna visível antes mesmo que Caetano toque a primeira nota. Sua construção visual é parte da obra: cada escolha de imagem participa do que Caetano deseja dizer. À frente da direção criativa dos próprios projetos, Caetano concebe figurinos e conceitos visuais, articulando estética e significado. O interesse pela semiótica e pela comunicação visual também se desdobra no trabalho com outros artistas, para os quais desenvolve direção de imagem e figurino a partir de suas identidades e propostas artísticas. Homem negro e gay, Caetano reconhece na própria presença a possibilidade de questionar códigos e expectativas. Seu ativismo se estende a palestras, rodas de conversa e intervenções públicas, nas quais aborda questões raciais e LGBTQIAPN+ e as estruturas que ainda determinam quais versões de nós mesmos são socialmente aceitáveis. No Instagram, essa visão de mundo ganha alcance e se transforma em conversa. É ali que Caetano compartilha processos, provoca reflexões e aproxima do cotidiano questões que atravessam sua vida e sua prática artística. Música, imagem, carreira e comportamento convivem sem hierarquia diante de uma comunidade que encontra em seu trabalho não apenas referências estéticas, mas outras possibilidades de existir. Há em toda a trajetória de Caetano uma mesma inquietação: descobrir o que uma carreira pode se tornar quando não se aceita de antemão o que ela deveria ser. Talvez seja por isso que definir Caetano Brasil seja menos interessante do que acompanhá-lo.
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Instrumental / Jazz Brasileiro
Descrição
Caetano Brasil fez de sua maneira de existir uma linguagem. Em seu trabalho, música, imagem, corpo e discurso não ocupam territórios separados: são partes de uma mesma investigação sobre identidade, liberdade e expressão. Uma obra construída a partir da convicção de que a experiência artística acontece MUITO ALÉM DO SOM. Indicado ao Grammy Latino em 2020 e uma das principais vozes do clarinete na música instrumental brasileira contemporânea, Caetano construiu uma trajetória marcada pela recusa aos limites tradicionalmente impostos à figura do instrumentista. A maneira como toca, compõe, se veste ou se posiciona publicamente responde a uma mesma inquietação: quanto de nós mesmos estamos dispostos a negociar para pertencer? Natural de Juiz de Fora, Minas Gerais, Caetano cresceu em um ambiente onde diferentes linguagens artísticas já conviviam. Filho de pais ligados ao teatro, à literatura e às artes visuais, encontrou ainda criança o choro e, aos 12 anos, começou a estudar clarinete de forma autodidata. Aos 15, já atuava profissionalmente no Clube do Choro de Juiz de Fora. Sua formação passou por bandas de baile, grupos de música popular e orquestras sinfônicas, experiências que ajudaram a construir uma relação com a arte pouco interessada em fronteiras rígidas entre repertórios e formas de expressão. À frente de seus próprios projetos desde 2013, Caetano soma quatro álbuns, além de EPs e singles. Em 2019, venceu o XVIII Prêmio Nabor Pires Camargo e foi eleito Melhor Instrumentista no XIX Prêmio BDMG Instrumental. No ano seguinte, Cartografias (2019) recebeu indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum Instrumental. Em 2026, lançou Tataporã, gravado com a Big Band do Conservatório de Tatuí. No mesmo catálogo cabe o single Boiola, parceria com Ever Beatz e Diego Rivera que aproxima o choro do funk e do rap. Da big band ao beat eletrônico, Caetano escolhe não escolher, reflexo de uma personalidade artística que não se deixa domar. Essa mesma personalidade se torna visível antes mesmo que Caetano toque a primeira nota. Sua construção visual é parte da obra: cada escolha de imagem participa do que Caetano deseja dizer. À frente da direção criativa dos próprios projetos, Caetano concebe figurinos e conceitos visuais, articulando estética e significado. O interesse pela semiótica e pela comunicação visual também se desdobra no trabalho com outros artistas, para os quais desenvolve direção de imagem e figurino a partir de suas identidades e propostas artísticas. Homem negro e gay, Caetano reconhece na própria presença a possibilidade de questionar códigos e expectativas. Seu ativismo se estende a palestras, rodas de conversa e intervenções públicas, nas quais aborda questões raciais e LGBTQIAPN+ e as estruturas que ainda determinam quais versões de nós mesmos são socialmente aceitáveis. No Instagram, essa visão de mundo ganha alcance e se transforma em conversa. É ali que Caetano compartilha processos, provoca reflexões e aproxima do cotidiano questões que atravessam sua vida e sua prática artística. Música, imagem, carreira e comportamento convivem sem hierarquia diante de uma comunidade que encontra em seu trabalho não apenas referências estéticas, mas outras possibilidades de existir. Há em toda a trajetória de Caetano uma mesma inquietação: descobrir o que uma carreira pode se tornar quando não se aceita de antemão o que ela deveria ser. Talvez seja por isso que definir Caetano Brasil seja menos interessante do que acompanhá-lo.
Música

Azula Cristina Pereira da Silva
.Azula é cantora, compositora, performer, artivista e pesquisadora da musicalidade negra, nascida em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Sua trajetória musical começou ainda na infância, nos coros de igreja, e, aos 22 anos, passou a vivenciar sua corporeidade trans negra, encontrando na música uma linguagem para elaborar experiências, afetos e inquietações. Sua produção artística dialoga com MPB, R&B, jazz e samba, incorporando também referências da música negra e de matrizes afro-brasileiras. Suas composições abordam negritude, travestilidade, ancestralidade, afetividade, autocuidado, amor e as experiências sociais da população negra e LGBTQIAPN+. Em sua pesquisa artística, Azula desenvolve uma perspectiva de memória travesti negra, compreendendo a música como espaço de elaboração de experiências, afirmação de existência e construção de outras narrativas sobre corpos negros e trans. O projeto “Azula – Memória Travesti” apresenta essa dimensão ao articular sonoridades contemporâneas, samba e referências aos toques de Orixá em uma experiência que a artista define como “transcestral”
Ver detalhesAzula Cristina Pereira da Silva
MPB
Descrição
.Azula é cantora, compositora, performer, artivista e pesquisadora da musicalidade negra, nascida em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Sua trajetória musical começou ainda na infância, nos coros de igreja, e, aos 22 anos, passou a vivenciar sua corporeidade trans negra, encontrando na música uma linguagem para elaborar experiências, afetos e inquietações. Sua produção artística dialoga com MPB, R&B, jazz e samba, incorporando também referências da música negra e de matrizes afro-brasileiras. Suas composições abordam negritude, travestilidade, ancestralidade, afetividade, autocuidado, amor e as experiências sociais da população negra e LGBTQIAPN+. Em sua pesquisa artística, Azula desenvolve uma perspectiva de memória travesti negra, compreendendo a música como espaço de elaboração de experiências, afirmação de existência e construção de outras narrativas sobre corpos negros e trans. O projeto “Azula – Memória Travesti” apresenta essa dimensão ao articular sonoridades contemporâneas, samba e referências aos toques de Orixá em uma experiência que a artista define como “transcestral”

Gerson Ortiz
Gerson Ortiz es cantautor, guitarrista, arreglista, educador y artista plástico peruano. Su propuesta musical explora diversos géneros latinoamericanos a través de la guitarra y de composiciones de carácter consciente y social. Su universo artístico reúne influencias del huayno, vals, bolero, pasillo y trova, integrando la música con la educación y la gestión de proyectos culturales. Gerson Ortiz inició su recorrido musical en 2009, formándose en quena, charango y guitarra. Integró Jagannatha Reggae Band y posteriormente el Grupo Musical Voces, participando en la producción del disco “Al Viento”. En 2019 se especializó en el acompañamiento de voz y guitarra junto a la cantautora Carmen Gutiérrez, realizando giras y conciertos a nivel nacional. A lo largo de su trayectoria acompañó a diversos artistas de la música popular peruana, incorporando diferentes géneros a su lenguaje musical. Participó en festivales nacionales e internacionales y en talleres de producción musical. Como cantautor y concertista se presentó en locales musicales, centros culturales, universidades y organizaciones populares. También desarrolla proyectos artístico-culturales como Noche de Cantautores y dirige Wasi Artecitos, taller de enseñanza musical y artes plásticas para niños.
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Cantautor/Música de autor
Folclor
Folclor Fusión
Bolero
Folclore Fusión
Descrição
Gerson Ortiz es cantautor, guitarrista, arreglista, educador y artista plástico peruano. Su propuesta musical explora diversos géneros latinoamericanos a través de la guitarra y de composiciones de carácter consciente y social. Su universo artístico reúne influencias del huayno, vals, bolero, pasillo y trova, integrando la música con la educación y la gestión de proyectos culturales. Gerson Ortiz inició su recorrido musical en 2009, formándose en quena, charango y guitarra. Integró Jagannatha Reggae Band y posteriormente el Grupo Musical Voces, participando en la producción del disco “Al Viento”. En 2019 se especializó en el acompañamiento de voz y guitarra junto a la cantautora Carmen Gutiérrez, realizando giras y conciertos a nivel nacional. A lo largo de su trayectoria acompañó a diversos artistas de la música popular peruana, incorporando diferentes géneros a su lenguaje musical. Participó en festivales nacionales e internacionales y en talleres de producción musical. Como cantautor y concertista se presentó en locales musicales, centros culturales, universidades y organizaciones populares. También desarrolla proyectos artístico-culturales como Noche de Cantautores y dirige Wasi Artecitos, taller de enseñanza musical y artes plásticas para niños.

M Jazz Chile
MJAZZ es el primer mercado iberoamericano dedicado al jazz contemporáneo y las músicas adyacentes. Un punto de encuentro internacional donde artistas, festivales, programadores y profesionales de la industria musical generan redes, acuerdos y nuevas oportunidades de circulación internacional para el jazz iberoamericano.
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MJAZZ es el primer mercado iberoamericano dedicado al jazz contemporáneo y las músicas adyacentes. Un punto de encuentro internacional donde artistas, festivales, programadores y profesionales de la industria musical generan redes, acuerdos y nuevas oportunidades de circulación internacional para el jazz iberoamericano.

Sangre Raiz
**Sangre Raíz** é um projeto musical criado em 2022 na **Ocupação Artística Ouvidor 63**, em São Paulo, reconhecida como uma das maiores ocupações artísticas da América Latina. O grupo nasce do encontro entre a pesquisa das raízes musicais brasileiras e latino-americanas e a experimentação com a música eletrônica contemporânea. A sonoridade do Sangre Raíz parte de ritmos e manifestações da cultura popular, como **capoeira, maracatu, baião, ijeja, salsa, cumbia e diferentes expressões da música latino-americana**, reelaborando esses elementos por meio de beats, texturas e recursos eletrônicos. A proposta é estabelecer um diálogo entre **ancestralidade e modernidade**, mantendo a força rítmica e a identidade das tradições enquanto cria novas possibilidades de linguagem para a música contemporânea. O projeto é formado por um **núcleo de dois músicos**, que funciona como uma formação aberta e colaborativa. A cada apresentação, o Sangre Raíz pode incorporar músicos convidados, criando diferentes configurações instrumentais e estabelecendo uma dinâmica de encontro e intercâmbio com outros artistas. Essa característica faz com que cada apresentação tenha uma formação e uma experiência próprias. Ao longo de sua trajetória, o Sangre Raíz vem construindo sua atuação principalmente no circuito independente e cultural de São Paulo, apresentando-se em festivais, teatros, espaços culturais e ambientes alternativos da cidade. Entre suas participações, destacam-se apresentações no **Festival do Café**, no **Triângulo SP**, além da participação como **finalista do concurso Toca Aí, em 2023**. O grupo também realizou apresentações no **Teatro La Mimo**, dentro da Ocupação Ouvidor 63, e em diferentes espaços da cena cultural independente paulistana. Em 2025, o Sangre Raíz ampliou sua atuação internacional através de um **tour independente pela Europa**, levando sua pesquisa musical para outros públicos e contextos culturais. Durante essa circulação, o projeto realizou uma apresentação em um **festival en Colonia – Alemanha**, estabelecendo uma conexão entre a produção musical independente brasileira e a cena cultural europeia. A trajetória do Sangre Raíz é marcada, portanto, pela circulação entre diferentes territórios e contextos: da ocupação artística e dos espaços independentes de São Paulo aos festivais e circuitos internacionais. Em sua pesquisa, o grupo busca transformar referências ancestrais em uma linguagem musical contemporânea, tendo o ritmo, o encontro entre culturas e a experimentação como elementos centrais de sua identidade.
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MPB
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**Sangre Raíz** é um projeto musical criado em 2022 na **Ocupação Artística Ouvidor 63**, em São Paulo, reconhecida como uma das maiores ocupações artísticas da América Latina. O grupo nasce do encontro entre a pesquisa das raízes musicais brasileiras e latino-americanas e a experimentação com a música eletrônica contemporânea. A sonoridade do Sangre Raíz parte de ritmos e manifestações da cultura popular, como **capoeira, maracatu, baião, ijeja, salsa, cumbia e diferentes expressões da música latino-americana**, reelaborando esses elementos por meio de beats, texturas e recursos eletrônicos. A proposta é estabelecer um diálogo entre **ancestralidade e modernidade**, mantendo a força rítmica e a identidade das tradições enquanto cria novas possibilidades de linguagem para a música contemporânea. O projeto é formado por um **núcleo de dois músicos**, que funciona como uma formação aberta e colaborativa. A cada apresentação, o Sangre Raíz pode incorporar músicos convidados, criando diferentes configurações instrumentais e estabelecendo uma dinâmica de encontro e intercâmbio com outros artistas. Essa característica faz com que cada apresentação tenha uma formação e uma experiência próprias. Ao longo de sua trajetória, o Sangre Raíz vem construindo sua atuação principalmente no circuito independente e cultural de São Paulo, apresentando-se em festivais, teatros, espaços culturais e ambientes alternativos da cidade. Entre suas participações, destacam-se apresentações no **Festival do Café**, no **Triângulo SP**, além da participação como **finalista do concurso Toca Aí, em 2023**. O grupo também realizou apresentações no **Teatro La Mimo**, dentro da Ocupação Ouvidor 63, e em diferentes espaços da cena cultural independente paulistana. Em 2025, o Sangre Raíz ampliou sua atuação internacional através de um **tour independente pela Europa**, levando sua pesquisa musical para outros públicos e contextos culturais. Durante essa circulação, o projeto realizou uma apresentação em um **festival en Colonia – Alemanha**, estabelecendo uma conexão entre a produção musical independente brasileira e a cena cultural europeia. A trajetória do Sangre Raíz é marcada, portanto, pela circulação entre diferentes territórios e contextos: da ocupação artística e dos espaços independentes de São Paulo aos festivais e circuitos internacionais. Em sua pesquisa, o grupo busca transformar referências ancestrais em uma linguagem musical contemporânea, tendo o ritmo, o encontro entre culturas e a experimentação como elementos centrais de sua identidade.

VARO
VARO é a contração dos nomes de Heitor Vallim e Felipe Romano, uma dupla brasileira de música popular instrumental latino-americana. O show traz a diversidade cultural e rítmica dos povos latino-americanos de forma dançante, apresenta gêneros como cumbia, coco, piseiro, baião, ritmos cubanos, além de maracatus e sambas, em composições autorais executadas em trio ou duo. A dupla santista já realizou apresentações relevantes no cenário internacional, em Havana, Cuba, no projeto La Jeringa e no festival PaCuba, juntamente com o grupo Vita Kara; e em Portugal, no festival Gliding Barnacles, no festival Mariachi da RUC em Coimbra, no espaço cultural Mirari em Lisboa e no Hangfive em Peniche. Já no Brasil, se apresentaram no tradicional Santos Jazz Festival e no projeto A Granel com Felipe Cordeiro no SESC Santos. Felipe Romano é multi-instrumentista – baixista, percussionista, baterista –, além de compositor, produtor e mestre do maracatu Quiloa há 21 anos. Heitor Vallim é guitarrista, compositor de trilhas sonoras, designer e curador musical da Seventy.
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Descrição
VARO é a contração dos nomes de Heitor Vallim e Felipe Romano, uma dupla brasileira de música popular instrumental latino-americana. O show traz a diversidade cultural e rítmica dos povos latino-americanos de forma dançante, apresenta gêneros como cumbia, coco, piseiro, baião, ritmos cubanos, além de maracatus e sambas, em composições autorais executadas em trio ou duo. A dupla santista já realizou apresentações relevantes no cenário internacional, em Havana, Cuba, no projeto La Jeringa e no festival PaCuba, juntamente com o grupo Vita Kara; e em Portugal, no festival Gliding Barnacles, no festival Mariachi da RUC em Coimbra, no espaço cultural Mirari em Lisboa e no Hangfive em Peniche. Já no Brasil, se apresentaram no tradicional Santos Jazz Festival e no projeto A Granel com Felipe Cordeiro no SESC Santos. Felipe Romano é multi-instrumentista – baixista, percussionista, baterista –, além de compositor, produtor e mestre do maracatu Quiloa há 21 anos. Heitor Vallim é guitarrista, compositor de trilhas sonoras, designer e curador musical da Seventy.
Música

Red Mexicana de Composición
La Red Mexicana de Composición es una plataforma independiente de gestión cultural, investigación y vinculación artística fundada en septiembre de 2024. Reúne a más de setenta compositoras y compositores mexicanos, e impulsa la creación, circulación y preservación del repertorio contemporáneo del país. Su trabajo se organiza en cuatro ejes: laboratorios de creación, que vinculan a compositores con intérpretes y ensambles para producir obra nueva; enlace intérprete-compositor, mediante convocatorias y residencias; fondo editorial y archivo, dedicado a la edición, catalogación y preservación digital de partituras; y gestión institucional, a través de convenios con recintos públicos, bibliotecas y conservatorios. Ha realizado cuatro laboratorios de creación, dedicados al clarinete bajo, al piano solo, al quinteto de alientos y al trío de piano, violín y clarinete, de los que ha resultado obra nueva estrenada y publicada. La edición del primer laboratorio, con prólogo de la Dra. Gladys Zamora Pineda, fue donada a la biblioteca del Conservatorio Nacional de Música. Ha presentado su trabajo en la Biblioteca Vasconcelos, el Museo Soumaya, el Museo de las Constituciones de la UNAM, la Casa Rafael Galván y la Casa del Tiempo de la UAM, el Alcázar de Chapultepec, y en sedes de Puebla y Morelia. Mantiene colaboración con el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras y con el Tecnológico de Monterrey para la grabación profesional de música contemporánea.
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Descrição
La Red Mexicana de Composición es una plataforma independiente de gestión cultural, investigación y vinculación artística fundada en septiembre de 2024. Reúne a más de setenta compositoras y compositores mexicanos, e impulsa la creación, circulación y preservación del repertorio contemporáneo del país. Su trabajo se organiza en cuatro ejes: laboratorios de creación, que vinculan a compositores con intérpretes y ensambles para producir obra nueva; enlace intérprete-compositor, mediante convocatorias y residencias; fondo editorial y archivo, dedicado a la edición, catalogación y preservación digital de partituras; y gestión institucional, a través de convenios con recintos públicos, bibliotecas y conservatorios. Ha realizado cuatro laboratorios de creación, dedicados al clarinete bajo, al piano solo, al quinteto de alientos y al trío de piano, violín y clarinete, de los que ha resultado obra nueva estrenada y publicada. La edición del primer laboratorio, con prólogo de la Dra. Gladys Zamora Pineda, fue donada a la biblioteca del Conservatorio Nacional de Música. Ha presentado su trabajo en la Biblioteca Vasconcelos, el Museo Soumaya, el Museo de las Constituciones de la UNAM, la Casa Rafael Galván y la Casa del Tiempo de la UAM, el Alcázar de Chapultepec, y en sedes de Puebla y Morelia. Mantiene colaboración con el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras y con el Tecnológico de Monterrey para la grabación profesional de música contemporánea.

Manuela Ocampo
Manuela Ocampo es una voz emergente de la nueva ola musical colombiana, que experimenta y reinterpreta la música folclórica y la canción latinoamericana. Con un timbre puro y un color único, su voz crea atmósferas íntimas que impulsan a una escucha profunda. La poesía en sus letras dibuja paisajes sonoros oníricos y etéreos, y nos adentra en ellos. Su búsqueda crea un sonido reconfortante y delicado al oído y lo destaca dentro de su propia escena.
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Cueca
Descrição
Manuela Ocampo es una voz emergente de la nueva ola musical colombiana, que experimenta y reinterpreta la música folclórica y la canción latinoamericana. Con un timbre puro y un color único, su voz crea atmósferas íntimas que impulsan a una escucha profunda. La poesía en sus letras dibuja paisajes sonoros oníricos y etéreos, y nos adentra en ellos. Su búsqueda crea un sonido reconfortante y delicado al oído y lo destaca dentro de su propia escena.

Meio Fio
Instrumental / Jazz Brasileiro
Descrição
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