Autor: Ricardo Gomez Coll

  • Hoje recomendamos a playlist “Shunko Ecuatoriano” criada por Carla Calasanz para Identidades Sonoras II

    Hoje recomendamos a playlist “Shunko Ecuatoriano” criada por Carla Calasanz para Identidades Sonoras II

    É uma experiência sonora que explora a música equatoriana como um espaço de transformação, troca, melancolia e alegria. Por meio de uma alquimia de ritmos e melodias, essa lista de reprodução dissolve gêneros e reinterpreta tradições. Cada música é uma expressão em que o tradicional não permanece estático, mas é transmutado e fundido com novas influências. Conectando o rural e o urbano, o indígena e o global, essas composições transcendem as fronteiras, expandindo e reimaginando as raízes do país. Partimos, mas voltamos, levando e trazendo nossa essência em cada nota. Puro Shunko.

    Artista, cantora, atriz e produtora equatoriana, que conecta seu Equador natal com a Patagônia argentina. Com mais de 10 anos de experiência, sua música funde as raízes equatorianas com a música eletrônica, a cumbia e o sentimento do bolero, criando uma linguagem sonora contemporânea e teatral. Criadora e produtora da La Ría Producciones, Carla liderou e colaborou em renomados projetos artísticos no Equador e na Argentina: Músicas em Patagonia, Semillero Cultural, Grecia Albán’s Sikwanka Composition Residency, Vivi Pozzebón’s Retiro Tamborera Bariloche, Círculo Artes Escénicas, Compañía Antropolis, Cristoph Baumann. Seu trabalho a solo explora o cruzamento de fronteiras culturais e estéticas, colaborando com artistas internacionais. No cinema, é co-protagonista de Samson (2022) e estudou na ENERC, na Argentina, o que ampliou sua visão artística. Carla representa uma voz única que reinventa tradições e conecta culturas por meio de sua música e arte.

    Com Identidades Sonoras, o Programa Ibermúsicas abre um novo diálogo no mundo do streaming, envolvendo-se na conversa sonora mundial e criando um espaço com propostas de audições não hegemônicas que convidam a percorrer novos caminhos. As diferentes expressões musicais que compõem as paisagens sonoras da região encontram-se aqui, em Identidades Sonoras.

    Para esta segunda edição, foram convidadas e convidados músicas e músicos que receberam prêmios da Ibermúsicas em edições recentes de nossos concursos e linhas de apoio.

    O convite consistiu em que cada um propusesse uma lista de 50 canções de artistas musicais de seu próprio país em torno do conceito de “Fronteiras”, abordando essa noção a partir de uma multiplicidade de perspectivas (fronteiras geográficas, culturais, simbólicas, delimitações possíveis ou imaginárias ou invisibilizadas).

  • Ibermúsicas Global, Mercado Musical Ibero-Americano para o Mundo

    Ibermúsicas Global, Mercado Musical Ibero-Americano para o Mundo

    Convidamos todas e todos a conhecer as turnês já programadas por artistas da Ibero-América, às quais se somarão em breve as novas turnês que surgirão a partir dos projetos selecionados pelo Programa Ibermúsicas. Este mapa de itinerários permitirá que programadores, festivais, salas e espaços culturais descubram oportunidades concretas de programação vinculadas a artistas que estarão ativos em diferentes territórios do mundo.

    Por meio desta ferramenta, será possível buscar por país, cidade, região, datas, gênero musical ou tipo de projeto, identificando imediatamente quais artistas estarão próximos de cada lugar e em que momento. Dessa forma, as equipes de programação poderão avaliar possibilidades reais de contratação, otimizando tempos, recursos e agendas.

    O Ibermúsicas Global é uma nova plataforma criada para impulsionar a internacionalização da música ibero-americana, facilitando a conexão direta entre artistas e curadores — programadores, produtores, diretores de festivais, responsáveis por salas, selos discográficos, agregadoras digitais e outros profissionais do setor — interessados em descobrir novas propostas.

  • Tras las pistas del artista: la vida del compositor argentino Julián Aguirre en Madrid y el estudio de las influencias e intercambios musicales entre Argentina y España a comienzos del siglo XX”, trabajo de investigación de la Lic. Prof. Luisina Inés García (Argentina)

    Tras las pistas del artista: la vida del compositor argentino Julián Aguirre en Madrid y el estudio de las influencias e intercambios musicales entre Argentina y España a comienzos del siglo XX”, trabajo de investigación de la Lic. Prof. Luisina Inés García (Argentina)

    Julián Aguirre (1868-1924) fue un músico argentino perteneciente a la llamada Generación del 80 en la música de conciertos, cuyos miembros fueron considerados por la historiografía tradicional como iniciadores de una música culta de inspiración nacional. Una de las características de este grupo de músicos, también llamado los “primeros profesionales”, es la de haberse formado en Europa y haber regresado a la Argentina para fundar en el país sus propias instituciones de enseñanza musical. El caso de Aguirre, no obstante, difiere levemente de las trayectorias de sus contemporáneos. Aguirre creció fuera del país y regresó a sus dieciocho años a Buenos Aires para consolidar en esa ciudad su carrera profesional. Es a causa de su crianza en España que recibe su formación en el Real Conservatorio de Madrid.

    Gracias al apoyo del programa Ibermúsicas, a través de su línea de “Ayuda a artistas e investigadores para residencias”, convocatoria 2024, este proyecto pudo ir más allá de las fronteras de Argentina e incorporar fuentes y materiales de consulta de España, donde se conserva parte importante de la documentación necesaria para la investigación. La iniciativa no se limitó a una búsqueda en archivos y se convirtió en una oportunidad para explorar, desde la socialización de la investigación y el intercambio con pares, la historia de la música argentina y el vínculo artístico-pedagógico entre Argentina y España a comienzos del siglo XX.

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    Informe

  • Estreia no Paraguai a canção vencedora do concurso “A Guarânia – Trilha Sonora do Paraguai para o Mundo”

    Estreia no Paraguai a canção vencedora do concurso “A Guarânia – Trilha Sonora do Paraguai para o Mundo”

    O Ensemble Folclórico da Secretaria Nacional de Cultura estreará a guarânia “Juliana e o pássaro trovão”, da compositora argentina Débora Infante, canção vencedora do concurso ibero-americano “A Guarânia – Trilha Sonora do Paraguai para o Mundo”.

    Em 2022, com o propósito de apoiar e acompanhar a candidatura da Guarânia junto à UNESCO para que fosse integrada à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, Ibermúsicas e a Secretaria Nacional de Cultura do Paraguai lançaram o Concurso Ibero-americano “A Guarânia, trilha sonora do Paraguai para o mundo – Criação de Canção 2022”.

    O júri do concurso, composto por Betty Figueredo, Sergio Cuquejo e Juan Carlos Do Santos, escolheu como vencedora, entre as 25 propostas apresentadas, a canção “Juliana e o Pássaro Trovão” da compositora argentina Débora Infante. Em 3 de dezembro de 2024, a Guarânia foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

    A história fantástica entre Juliana e o Pássaro Trovão recria e coloca em diálogo dois personagens históricos reais com um personagem mitológico. Trata-se de um encontro imaginário em que o pássaro trovão tenta resgatar uma índia guarani chamada Juliana, que havia matado seu karaí (amo e marido) para se libertar do estado de escravidão e violação em que vivia. O pássaro lhe oferece resgate e amor incondicional para protegê-la do dano e da morte que poderiam lhe impor pelo que havia feito. A mulher, com veemência e desespero, aceita e lhe suplica que a leve, prometendo ser sua amada para sempre.

    A guarânia é um gênero musical criado em 1925 pelo músico e compositor paraguaio José Asunción Flores (Assunção 1904 – Buenos Aires 1972). Está profundamente identificada com o país, com sua natureza, com o sentimento do povo paraguaio, com sua condição bilíngue e sua história. É considerada a criação musical mais importante do Paraguai no século XX. Entre seus maiores expoentes estão o próprio José A. Flores, Herminio Giménez, Mauricio Cardozo Ocampo e Demetrio Ortiz.

    A Guarania é, sem dúvida, uma fortíssima marca identitária do país e parte fundamental de seu rico patrimônio cultural, refletindo com clareza e profundidade o ser e o cantar do povo paraguaio.

    • Sábado, 13 de dezembro, Feria Palmear, Assunção do Paraguai

  • Chega o concerto de encerramento do 4º Ciclo Anual de Práticas de Choro em Buenos Aires, Argentina

    Chega o concerto de encerramento do 4º Ciclo Anual de Práticas de Choro em Buenos Aires, Argentina

    Será realizado o concerto de encerramento do ciclo de formação “Choro Parceiro Argentina”, que propôs encontros mensais de “Práticas de choro” com a coordenação de um grupo de músicos experientes no gênero, destinados a músicos que desejassem conhecer ou aprofundar seus conhecimentos neste belo gênero musical instrumental tipicamente carioca.

    Mistura & Manda é um grupo de músicos argentinos que se dedica exclusivamente ao choro há 20 anos. A partir de 2020, acrescentaram à sua atividade musical a tarefa de divulgar e ensinar o gênero musical por meio da iniciativa Choro Parceiro Argentina, um projeto que conta com o apoio institucional da Escola Portátil de Música – EPM Rio de Janeiro.

    Na convocatória 2024 do Programa Ibermúsicas, receberam o Prêmio Especial Brasil/Ibermúsicas concedido pela FUNARTE (Fundação Nacional de Arte) do Brasil, somando assim mais um merecido reconhecimento ao seu trabalho, desta vez concedido pela mais alta instituição governamental de cultura do país de origem do choro. Este prêmio especial do Programa Ibermúsicas, em colaboração direta com a FUNARTE, tem como objetivo mapear e ao mesmo tempo reconhecer as iniciativas dedicadas à divulgação, pesquisa e ensino da música brasileira, em qualquer parte do mundo e fora do território nacional.

    • Domingo 14 de dezembro 17h30 no “Bar de Fondo”, Julián Álvarez 1200, Palermo, Buenos Aires, Argentina

  • O Dexfvturv Ritu-Ritu Coletivo do Brasil participa do Festival Internacional de Jazz de Chiloé

    O Dexfvturv Ritu-Ritu Coletivo do Brasil participa do Festival Internacional de Jazz de Chiloé

    O Programa Semanas Culturais de Chiloé apresenta a sexta edição do Festival Internacional de Jazz de Chiloé. Este ano, o festival contará com a presença do renomado grupo Dexfvturv Ritu-Ritu Coletivo, de São Paulo, Brasil. A programação também incluirá a apresentação de grupos de jazz da região, além de artistas nacionais e músicos da Região de Los Lagos, reafirmando o caráter colaborativo e diversificado do encontro.

    Como parte de sua missão formativa, o festival desenvolverá workshops de processo criativo, improvisação e concertos educativos em estabelecimentos artísticos da região, promovendo o acesso de estudantes e jovens músicos a experiências profissionais de alto nível.

    Fundado em 2020, o Festival de Música Chiloé Jazz tem sido um espaço fundamental para a visibilidade, o crescimento e a profissionalização de artistas locais dedicados ao jazz. Com uma programação anual ininterrupta, reuniu artistas provinciais e nacionais de renome, fortalecendo a cena musical chilotense e atraindo um público diversificado.  Seu trabalho contínuo permitiu instalar o jazz na vida cultural do arquipélago, gerando uma proposta de qualidade sem a necessidade de sair da ilha.

    Dexfvturv Ritu-Ritu Coletivo é uma travessia sonora que funde texturas eletrônicas e acústicas, guiando o público por uma imersão vibrante no caos urbano e na incessante busca por propósito. Influenciado por jazz, hip hop, breakbeat, dub, funk e downtempo, o projeto explora a conexão visceral entre homem e máquina, criando uma fusão audaciosa de sons que capturam a urgência e a vulnerabilidade da condição humana. Enquanto sua música instrumental intensa transforma essa jornada em uma explosão sensorial arrebatadora.

    A participação do Dexfvturv Ritu-Ritu Colectivo no Festival Internacional de Jazz de Chiloé é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio à programação musical, convocatória 2024.

    • 12 e 13 de dezembro na Plaza de Armas de Castro, Chiloé, Chile
    • Transmissão ao vivo: https://www.facebook.com/share/1BW5

  • A cantora e compositora panamenha Yek Gamboa participará da residência “Cancioneras del Abya Yala”, que reunirá cantautoras da América Latina no México

    A cantora e compositora panamenha Yek Gamboa participará da residência “Cancioneras del Abya Yala”, que reunirá cantautoras da América Latina no México

    Yek Gamboa é uma talentosa cantautora, compositora e multi-instrumentista de origem panamenha e chinesa. Sua carreira musical começou em 2010, e em 2014 lançou seu primeiro álbum, intitulado “Nada es imposible”, que a consolidou como uma das mulheres mais destacadas na cena do rock de seu país. Sua trajetória musical a levou a compartilhar palcos com grandes artistas, como a cantautora espanhola Russian Red, além de ter participado de importantes festivais como o Panama Jazz Festival e o Festival MUPA.

    Além de sua carreira como intérprete, Yek Gamboa foi nomeada embaixadora da Fundación Danilo Pérez, refletindo seu compromisso com a música e com sua comunidade. Também compôs e produziu trilhas sonoras para o cinema, participando do Festival de Cannes em 2017 com a trilha do curta-metragem Aves de papel.

    Com dois discos de estúdio — Nada es imposible (2014) e Mística (2021) —, Gamboa demonstra sua versatilidade e profundidade como artista. Sua música transita entre o rock e sonoridades mais introspectivas, com influências do jazz e do folk. Yek segue dedicada ao ensino musical, contribuindo para o crescimento de novos talentos e realizando apresentações ao vivo em eventos culturais.

    Esse importante encontro reunirá destacadas cantoras de diversos países latino-americanos — entre eles Chile, Bolívia, Paraguai, Panamá, Brasil, Argentina, México, Peru e Cuba — para criar obras musicais originais a partir de uma perspectiva de gênero e territorial, destacando a diversidade linguística e musical das regiões, além da produção de uma canção acompanhada de seu respectivo videoclipe.

    “Cancioneras del Abya Yala” é um projeto que, por meio da música, busca preservar e difundir o patrimônio cultural, fomentar o desenvolvimento econômico local e sustentável, fortalecer as identidades culturais, promover a igualdade de gênero e democratizar o acesso à cultura.

    A participação de Yek Gamboa na residência “Cancioneras del Abya Yala” é possível graças ao apoio do Programa Ibermúsicas, por meio de sua linha de Apoio a artistas e pesquisadores para residências, convocatória 2024.

    • De 7 a 20 de dezembro: Residência na Cidade do México
    • De 12 a 14 de dezembro: Acampamento musical em Comachuén, estado de Michoacán, México
    • 18 de dezembro: Concerto no Foro del Tejedor, Cidade do México

  • Do México, Habitar la Ruina, o projeto colaborativo do Projeto Ars Nova, Sexteto Místico e Violeta Morales, apresenta os resultados do seu trabalho

    Do México, Habitar la Ruina, o projeto colaborativo do Projeto Ars Nova, Sexteto Místico e Violeta Morales, apresenta os resultados do seu trabalho

    Habitar la Ruina é um projeto colaborativo de criação impulsionado pelo Projeto Ars Nova (coletivo mexicano de criação musical e diálogo interdisciplinar) em colaboração com o Sexteto Místico (conjunto musical mexicano baseado na obra homônima de Heitor Villa-Lobos) e Violeta Morales (artista visual chilena que explora a relação entre resíduos, memória e espaço social).

    No dia 6 de dezembro, as dinâmicas executadas no projeto serão replicadas num espaço aberto a todo o público interessado através da plataforma Zoom. Este evento inclui os workshops “Som imagem – configurando significados”, ministrado por Violeta Morales, e “A poesia que ouve e a palavra que dita”, ministrado por Tamara Miller e Onír García.

    No dia 29 de dezembro, será lançado o álbum “Habitar la Ruina”, que poderá ser apreciado em formato audiovisual no canal do YouTube do Projeto Ars Nova. Este álbum conta com a participação das compositoras e dos compositores: Eunice Shanti, Lucía Rodríguez Blanco, Gonzalo T. Alonso, Rodolfo Rogel e Jes Bernal. Conta também com a participação do Sexteto Místico, composto por: Emilia Castañeda, Daniela Sierra, Eduardo Muñóz, Carlos Chimal, Sariah Flores, Ezequiel González e Fernando M. Cueto. Os visuais são da responsabilidade dos compositores, em colaboração com Violeta Morales.

    Este projeto foi premiado pela Ibermúsicas na sua linha de “Apoio a projetos virtuais”, convocatória 2024.

    • 6 de dezembro, das 10h às 13h: transmissão via Zoom. Inscrição em becjesus@gmail.com
    • 29 de dezembro, 19h: Estreia no YouTube (@_Proyecto_Ars_Nova)

  • Chega a primeira edição do Festival Indómito: Um dia de jazz internacional em Guadalajara

    Chega a primeira edição do Festival Indómito: Um dia de jazz internacional em Guadalajara

    O Festival Indómito é um encontro que reunirá em Guadalajara figuras de destaque do jazz contemporâneo de diferentes partes do mundo. Participarão artistas de alto nível, como a baixista e cantora Magalí Datzira (Espanha) em dueto com o guitarrista Manu Estrach (Argentina), o poderoso conjunto Henry Cole on Drums (Porto Rico) Ft. a Lari Ruvel e Emiliano Coronel e a apresentação do grupo local Clase A (México) com corridos tumbados e regional mexicano.

    Além disso, o festival contará com a presença de Tindarí Sgro (Itália) e Paulina Mercado (México), que oferecerão palestras sobre gestão musical, trazendo uma perspectiva valiosa sobre as dinâmicas atuais da indústria e a gestão artística independente. Haverá também um workshop sobre como tocar e cantar, ministrado por Magalí Datzira e Manu Estrach.

    Como parte do espírito formativo do Indómito, serão realizadas atividades durante os dias que antecedem o festival, fortalecendo a troca de conhecimentos entre músicos, gestores e o público interessado no desenvolvimento cultural e profissional do setor.

    O Festival Indómito marca o encerramento do ciclo “Sesiones Indómito 2025”, um programa de concertos que ao longo do ano impulsionou o intercâmbio artístico entre o México e outras latitudes. Organizado pela Promotora Tercera Raíz e Jazzatlán. O festival conta com o apoio da Ibermúsicas através de sua linha de Apoio à programação musical.

    • 6 de dezembro, Foro Diez, Semillero Estudios, Priv. Andrés Terán 31, Col Americana, 44600, Guadalajara, Jalisco, México
  • “Colômbia Soa em Madri” apresenta a atividade de encerramento do ciclo 2025

    “Colômbia Soa em Madri” apresenta a atividade de encerramento do ciclo 2025

    O ciclo “Colômbia Soa em Madri” apresenta sua última atividade de 2025 com uma roda de conversa sobre como a Colômbia soa em Madri por meio de processos comunitários e situados, com a participação de: Johan Posada, Ronal Balanta (Chambimbe), Javier Peña e Valeria Minot. Colômbia Soa em Madri é um ciclo para ouvir, pensar e celebrar as músicas da diáspora colombiana.

    A La Parcería, associação cultural dedicada à criação, pesquisa e difusão de práticas artísticas e comunitárias em diálogo com a diáspora de Abya Yala, desenvolve na cidade o programa Colômbia Soa em Madri, um ciclo que articula concertos, oficinas e espaços de reflexão dedicados a tornar visíveis a riqueza, a diversidade e a potência contemporânea das músicas colombianas na Espanha.

    Ao longo de sua edição de 2025, o ciclo reuniu artistas, pesquisadoras/es, crianças, famílias e a comunidade migrante em uma série de atividades que entrelaçam circulação artística, transmissão de saberes, festa, memória e diálogo intercultural.

    O programa incluiu atividades de mediação e formação, como a oficina para crianças “Brincar, Dançar, Viajar”, facilitada por Rico Saoco, e o laboratório para o público geral “Ensamble La Parcería”, no qual musicistas da comunidade exploraram ritmos e técnicas provenientes das tradições e experimentações colombianas.

    Este projeto da Associação Cultural La Parcería foi um dos cinco projetos vencedores do Prêmio Colômbia no Mundo 2024, uma proposta do Ministério da Cultura da Colômbia em conjunto com o Programa Ibermúsicas, que premiou iniciativas que trabalham e divulgam a música colombiana em outras partes do mundo. Sexta-feira 5 de dezembor, 19h