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Festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L


Brasil

Festival

EXTRA! EXTRA! 2020 chegando e nós aqui sentindo a necessidade de reforçar o que foi notícia 2 mil anos atrás: A TERRA É RE-DON-DA! 🌍 (e muito mais interessante e divertida do que a terra chata que existe nas cabeças de gente por aí). Em fevereiro de 2020 o S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L! completa 10 voltas em torno do sol com 12 horas de festa e mais de 30 atrações. 💫 Vem com a gente celebrar o óbvio e festejar a terra do jeitinho que ela deve ser: livre, múltipla e PLENA! 🌈 Convidamos você a jogar pensamentos primitivos pro espaço, abraçar a atração entre os corpos e deixar o sol entrar pra iluminar as ideias e aquecer o pré-carnaval de BH! 🌞 Vamos juntas fazer uma realidade mais SENSACIONAL! 🌍S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L! 10 ANOS 🌍08 DE FEVEREIRO DE 2020 🌍ESPLANADA DO MINEIRÃO 🌍INGRESSOS: https://sympla.com/festivalsensacional

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Hernan Jacinto Trio


Argentina

Compositor

Hernán Jacinto trio se trata de grandes artistas argentinos, reconocidos y galardonados en múltiples oportunidades y muy queridos por el público. El grupo está integrado por Hernán Jacinto (piano), Jerónimo Carmona (contrabajo) y Daniel “Pipi” Piazzolla (batería). Los tres son de los artistas más reconocidos y destacados en la escena del jazz, tanto en Argentina como en América Latina. Con una estética definida y una vasta experiencia internacional, Jacinto, Piazzolla y Carmona proponen un mundo sonoro único, permitiéndonos un vuelo de improvisación y musicalidad que acapara nuestros sentidos.

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Irene Atienza


Brasil

Solista

Folclor Fusión

A cantora e compositora espanhola Irene Atienza presenta seu primeiro disco autoral, “Salitre”. Sua carreira musical começou na Europa á mais de dez anos e após cinco residindo no Brasil, suas raíces ibéricas adquiriram influencias da música popular brasileira, dando continuidade ao trabalho da cantora por aproximar ambas culturas. O nome do disco, “Salitre”, faz referencia a esa mistura, é a sal do mar que fica na pele depois de mergulhar. Suas composições, que nasceram entre Espanha e Brasil, ficaram com o sal de outros mares, da música onde Irene mergulhou. O que elas têm em comum é o salitre que ficou na pele delas. Esse salitre que pretende ser mostrado neste disco. Sete musicas autorais, em espanhol e portugues, e cuatro versões, cada uma de um país por onde a cantora passou. Espanha (Joaquín Sabina), Brasil (Dorival Caymmi), Argentina (Atahualpa Yupanqui) e Cuba (Silvio Rodríguez). O disco conta com a participação especial do Lenine, artista consagrado da música brasileira contemporánea, que gravou a música “Grãos de Sal” de autoria da cantora. O disco foi gravado no estudio Space Blues em São Paulo, entre julho e agosto de 2017. Formação: Douglas Lora (Violão 7), Swami Jr (Violão 7), Jony Gonçalves (Violão Flamenco), Pepe Cisneros (Piano), Danilo Penteado (Baixo acústico) e Kabé Pînheiro (Percussão). Produção Musical : Swami Jr Arranjos: Douglas Lora e Swami Jr. Ingeniero de som: Alexandre Fontanetti

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Suite Brasileira


Brasil

Compositor

Música Sinfónica

Solistas

Música composta para Banda Sinfônica explorando vários ritmos brasileiro, como: Bossa Nova, Jongo, Baião e Maracatu. A obra funde duas vertentes da música de concerto, a erudita e a popular, apresentando células rítmicas e escalas características do Brasil.

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Jonas Hocherman


Brasil

Agrupación

Contemporánea

Música de Cámara

MPB

Instrumental / Jazz Brasileiro

O Jonas Hocherman Septeto junto da cantora Beth Dau fazem um passeio pela música popular brasileira, trazendo suas belas canções para uma formação camerística nada convencional. Ao som de um quinteto de cordas e dois trombones, Beth Dau faz uma releitura poética dessas obras que são arranjadas e adaptadas para a formação por Jonas Hocherman. O projeto nasceu do encontro musical entre a sonoridade única do grupo Jonas Hocherman Septeto e da expressiva voz de Beth Dau. Com a intenção de traduzir essa confluência sonora e poética para o público, o projeto apresenta em seu repertório músicas de autores consagrados como Dori Caymmi, Edu Lobo, Hermeto Pascoal, Villa Lobos, Milton Nascimento, além de obras inéditas de compositoras e compositores da cena musical atual.

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O violeiro e a Cantora | Edição: Portugal/Brasil


Brasil

Compositor

MPB

Folklore Sudamericano

Worldbeat

Uma residência entre a brasileira Déa Trancoso e o português Pedro Mestre em uma imersão na cultura regional dos 2 artistas tendo como instrumento a viola campaniça e como modo de cantar o cante Alentejano feminino.

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A DITA CURVA


Brasil

Agrupación

MPB

Dez mulheres se redescobrem em um repertório autoral de canções costuradas por poesias, dança e música instrumental. Ao som de violino, percussão, violão, viola e teclado, se apresenta o coletivo e sua singularidade expressiva

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Circulação America do Sul Ibermusicas


Brasil

Solista

Moderna

Afrobrasileiro

Projeto de circulação por 6 países da América do Sul – encontro , oficinas e apresentação com musicos locais. REgistro destas experiencias em audio e video.

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João Carreño


Brasil

Compositor

Contemporánea

Electro-Industrial / Aggreppo

João Carreño (1989) é compositor, produtor cultural e educador musical nascido em Campos do Jordão – São Paulo e residente na cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais – Brasil. Sua formação musical passa por orquestras jovens no interior de São Paulo como violoncelista e o Conservatório Maestro Fego Camargo (Taubaté – São Paulo) onde cursou piano. É bacharel em composição musical pela Universidade Federal de Minas Gerais e foi orientado pelos compositores João Pedro Oliveira, Sérgio Freire e Rogério Vasconcelos com os quais estou composição, orquestração, eletroacústica, prática da música contemporânea, contraponto palestriniano e bachiano entre outras disciplinas. Em dezembro de 2019 conclui seu mestrado em Educação Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde pesquisa processos criativo-colaborativos para a formação de professores de música orientado pela Drª Heloisa Feichas. Participou de festivais e masterclasses pelo Brasil com professores e palestrantes como: Ronaldo Miranda, Januíbe Tejera, Krzysztof Penderecki, Guilherme Ripper, Achille Picchi, entre outros. Suas obras têm sido tocadas no Brasil e no exterior, já teve obras estreadas por Ana Claudia Assis, Elise Pittenger, Annelise Dias, Alef Caetano entre outros. Em 2019 compôs seu primeiro ballet encomendado do Ballet Jovem de Minas Gerais, também já produziu obras para cenas de teatro e animações e pequenos projetos de jogos digitais. Segue carreira como produtor cultural, tendo desenvolvido projetos com grandes grupos, eventos e intérpretes de Belo Horizonte como o Coral Ars Nova (produtor), Coral Concentus Musicum de Belo Horizonte (produtor), Orquestra Mutiplayer (intérprete, arranjador e produtor), Camerata Horizontes (intérprete e produtor) e a pianista Ana Claudia Assis (compositor e produtor). Produziu dezenas de concertos por Minas Gerais e também uma pequena turnê em Paris (Dezembro de 2017) com o Grupo de Câmara Multiplayer Pocket. Produziu operas, festivais, CDs, turnês e eventos acadêmicos diversos desde 2012. Gravou seu primeiro álbum, como compositor e produtor em 2017 – com o apoio da Lei Municipal de Incentivo de Belo Horizonte. O disco “Vertentes” da pianista Ana Claudia Assis é uma coletânea de compositores contemporâneos belorizontinos e foi muito bem recebido no Brasil e no exterior por seu alto nível musical e fino projeto de produção. Também produziu mais duas gravações de álbuns de música antiga e barroca com o coral Ars Nova e Concentus Musicum de Belo Horizonte que ainda estão em fases de produção. As obras de João Carreño são, em sua maioria, voltadas a questões LGBT. Sua canção têm textos de Oscar Wilde e Walt Withman. Obras de câmara baseadas em Jean Genet e Valério Pereliéchin e obras orquestrais com textos próprios. Carreño se preocupa nas relações entre o intérprete, a voz e o texto, elaborando formas de valorizar aspectos criativos entre performers e compositores. Já compôs também obras em japonês, eletroacústica e música popular. Atualmente trabalha com textos de Florbela Espanca e tem encomendas de obras para voz e orquestra nos Estados Unidos.

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André Marques


Brasil

Compositor

Folclor Fusión

MPB

ANDRÉ MARQUES “Considero André Marques um gênio”. Milton Nascimento “O dom deste camarada é a Música. Ele veio para ficar. Vestido de harmonia, ritmo, bom gosto, técnica e, além de tudo, uma pessoa maravilhosa. Eu tô falando deste genial pianista: André Marques!” Hermeto Pascoal. “Sem dúvida, André Marques se posiciona como um dos melhores músicos de sua geração.” ] Amílton Godoy Pianista, compositor e arranjador, André Marques faz parte do grupo de Hermeto Pascoal desde 1994. Com ele, excursionou por todo o mundo, participou dos mais importantes Festivais de Jazz e teve sua atuação comentada em jornais como “The New York Times”(EUA) e “The Guardian”(Inglaterra), entre outros. Em homenagem a Hermeto, André está realizando um projeto de gravação de 4 CDs com grandes nomes da música mundial. O primeiro foi gravado em 2014 e lançado em 2015, pelo selo Borandá, com John Patitucci no baixo e Brian Blade na bateria (Em julho de 2015, fez um show de lançamento em Buenos Aires dentro do Festival Piano Piano, com Clarence Penn na bateria). Fora o seu trabalho com Hermeto, André já tem uma sólida carreira através de várias formações musicais (como Trio Curupira, Vintena Brasileira, André Marques Sexteto, entre outros) que já lhe renderam um total de 18 CDs gravados. Nascido em São Paulo, iniciou-se na música aos onze anos. Dentre outros lugares, estudou na Escola de Piano Wilson Curia e no CLAM (onde também teve aulas com Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio). Com o Trio Curupira já tem 5 CDs lançados e realizou shows pelo Brasil, Argentina, EUA e Europa, tendo como destaque a última edição do lendário Free Jazz Festival, em 2001, e o Rock in Rio edição Lisboa, em 2004. O seu terceiro CD “Pés no Brasil, cabeça no mundo” também foi lançado na Argentina, pelo selo MDR Records, lançamento que foi marcado em 2008 por uma turnê em 12 cidades daquele país, com muita repercussão da imprensa local. O CD obteve uma indicação para o Grammy Latino desse mesmo ano e para o Prêmio de Música Brasileira de 2009 (antigo Prêmio TIM). Com o André Marques Sexteto, aprofundou ainda mais a sua pesquisa sobre os ritmos brasileiros e participou de importantes festivais pelo Brasil e América do Sul. Já tem 3 CDs gravados com essa formação. Como arranjador, destacam-se seus trabalhos nos projetos “Obra Viva – Homenagem a Tom Jobim” e “Trilhando”, ambos realizados pelo SESC Pompéia (São Paulo – SP), nos quais fez a direção musical e todos os arranjos que tiveram como intérpretes Danilo Caymmi, Rosa Passos, Elza Soares, Thalma de Freitas, Nelson Ayres, Simoninha, Fafá de Belém, entre outros. Em 2012, também como arranjador, foi vencedor do I Festival “Ars Brasilis”, que premiava os melhores arranjos instrumentais de músicas de Milton Nascimento para Big Bands. Em 2010 foi convidado para uma participação como solista da Orquestra a Base de Cordas de Curitiba, tocando músicas de sua autoria e de Hermeto Pascoal. Em 2017 dirigiu a Hermeto Pascoal Big Band na gravação de seu primeiro CD, que teve a direção musical geral do próprio Hermeto e ganhou o Grammy Latino de melhor albúm de Jazz, em 2018. Como professor, leciona no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí-SP e na Faculdade Souza Lima, em São Paulo – SP, além de ministrar diversas oficinas musicais (Mendoza, Rosário, La Plata – Argentina, Santiago – Chile, Mercedes – Uruguai, São Paulo – SESC Vila Mariana, Curitiba, Ouro Preto, Itajaí, Jericoacoara, Joinville, Maringá, Tatuí, Bauru, Florianópolis, Botucatu, S. José do Rio Preto, Barra Grande, entre outras). De uma dessas oficinas nasceu a Vintena Brasileira, uma orquestra de vinte e um músicos e que está lançando o seu 4º CD. Em 2019, fundou a sua própria escola, em cima dos conceitos que aprendeu com o seu convívio no grupo de Hermeto Pascoal – o Centro de Vivência da Música Universal (CEVIMU). Em 2008, lançou seu primeiro CD de piano solo, intitulado “SOLO”. Em 2018 lançou os CDs “Latino Klassik” – de repertório erudito latino-americano, em duo com a soprano chilena Esperanza Restucci; e “Rio-São Paulo”, lançado pelo selo Blaxtream, ao lado de Márcio Bahia, Michael Pipoquinha, Eduardo Neves, Jota P e Beth Dau e com as participações de Joana Queiróz e Renata Neves. André Marques teve participações ao lado de grandes nomes da música como Hermeto Pascoal e grupo, John Patitucci, Brian Blade, Ari Hoenig, Clarence Penn, Hamílton de Holanda, Natan Marques, Arismar do Espírito Santo, Jane Duboc, Luciana Souza, Mônica Salmaso, Sérgio Santos, Roberto Sion, Gabriel Grossi, Daniel Santiago, Thiago do Espírito Santo, Adonis Rose, Ithamara Koorax, Arrigo Barnabé, Danilo Caymmi, Yamandú Costa, Toninho Ferragutti, Lea Freire, Daniel D’Alcântara, Izabel Padovani, Dominguinhos, Kiko Freitas, Heraldo do Monte, Marcos Lobo, Carlos Malta, Elza Soares, Renato Teixeira, Nenê, Tiki Cantero, Marcos Archetti, Hernán Jacinto, Célio Barros, Mestre Salustiano, entre outros. DISCOGRAFIA – Curupira – Trio Curupira – 1999 – JAM Music – Mundo Verde Esperança – Hermeto Pascoal e grupo – 2002 – Rádio MEC – Desinventado – Trio Curupira – 2003 – JAM Music – Solo – André Marques piano solo – 2006 – Independente – De Baque às Avessas – Vintena Brasileira – 2006 – Independente – Pés no Brasil, Cabeça no Mundo – Trio Curupira – 2007 – MDR Records (Argentina)/Independente (Brasil) – Livre – André Marques Quarteto – 2008 – Unwritten Music (só digital) – Labirinto – Vintena Brasileira – 2010 – Independente – Sexteto – André Marques Sexteto – 2012 – Independente – Bituca – Vintena Brasileira – 2013 – Independente – Janela – Trio Curupira – 2013 – Independente – Viva Hermeto – André Marques, John Patitucci & Brian Blade – 2014 – Borandá – Plural – André Marques Sexteto – 2015 – Independente – Vinte – Trio Curupira – 2016 – Independente – DiverCidades – André Marques Sexteto – 2017 – Independente – No Mundo dos Sons – Hermeto Pascoal e grupo – 2017 – Selo SESC – Choro Universal – André Marques Trio – 2017 – Independente (só digital) – Natureza Universal – Hermeto Pascoal & Big Band – 2017 (como diretor da Big Band) – Natura – (r)existir – Vintena Brasileira – 2018 – Matraca Records – Latino Klassik – André Marques e Esperanza Restucci – 2018 – Independente – Rio-São Paulo – 2018 – Blaxtream AINDA NÃO LANÇADOS – Forró de piano – 2018 – Independente

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