
Nuube
Somos una plataforma para mujeres en el arte sonoro que gestiona encuentros para la escucha y la experimentación de forma autogestiva. Nos conformamos por un grupo de múltiples artistas, instrumentistas, creativas, digitales y compositoras de la cuenca de México. Nuube ha estado en varios espacios independientes de la CDMX: Vernacular Institute, Nadadores sin Alberca, textraño, La Mezcalli, 316 centro, Tlatelolco 1008, Conexión 222, Obrera Centro; en espacios institucionales: Museo Casa del Telégrafo y Casa Rafael Galván de la UAM (Universidad Autónoma Metropolitana). En otras ciudades de México: en Puebla (Puebla), en Casa Tripulantes (espacio independiente); en Cuernavaca (Morelos), en el marco de una residencia artística en La Tallera (espacio institucional), y en Morelia (Michoacán), en el CMMAS (Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras). Los ensambles de Nuube se conforman por artistas de la misma plataforma y responden a nuestra búsqueda por colocar al sonido como una herramienta relacional y experienciarlo. Estos ensambles son propuestas curatoriales conformadas por una selección de participantes de la misma plataforma y con el objetivo de realizar un diálogo y producción sonora específica. El ensamble para esta aplicación está compuesto por: Samantha Canchola, Lucia Rodríguez, Albania Juárez y Sara Fernández.
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Electroacoustic Music
Descrição
Somos una plataforma para mujeres en el arte sonoro que gestiona encuentros para la escucha y la experimentación de forma autogestiva. Nos conformamos por un grupo de múltiples artistas, instrumentistas, creativas, digitales y compositoras de la cuenca de México. Nuube ha estado en varios espacios independientes de la CDMX: Vernacular Institute, Nadadores sin Alberca, textraño, La Mezcalli, 316 centro, Tlatelolco 1008, Conexión 222, Obrera Centro; en espacios institucionales: Museo Casa del Telégrafo y Casa Rafael Galván de la UAM (Universidad Autónoma Metropolitana). En otras ciudades de México: en Puebla (Puebla), en Casa Tripulantes (espacio independiente); en Cuernavaca (Morelos), en el marco de una residencia artística en La Tallera (espacio institucional), y en Morelia (Michoacán), en el CMMAS (Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras). Los ensambles de Nuube se conforman por artistas de la misma plataforma y responden a nuestra búsqueda por colocar al sonido como una herramienta relacional y experienciarlo. Estos ensambles son propuestas curatoriales conformadas por una selección de participantes de la misma plataforma y con el objetivo de realizar un diálogo y producción sonora específica. El ensamble para esta aplicación está compuesto por: Samantha Canchola, Lucia Rodríguez, Albania Juárez y Sara Fernández.
Música

Banda Vibrações
Vibrações é uma banda nascida na cidade de Maceió, no estado de Alagoas, Brasil, no ano de 1998. A banda une o reggae original com as mais diversas vertentes musicais brasileiras e da World music. Com 26 anos de carreira e influências diversas, traz na bagagem a sua autenticidade na estrutura rítmica contagiante e letras baseadas na paz, amor e justiça, buscando através da confrontação dos padrões estéticos musicais, criar um estilo próprio e original. Tendo seu trabalho divulgado em todo Brasil e alguns países da América latina, a banda Vibrações teve o privilégio de se apresentar em eventos nos quais compartilharam palco com artistas renomados nacionalmente e internacionalmente, que exerceram forte influência aos componentes da banda, aumentando assim, o seu leque de referências. Vibrações une o entretenimento e desafia o pensamento crítico de seu público, constituindo uma forte banda no que se refere à qualidade musical e intenção libertadora de suas mensagens.
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(Roots) Reggae
Descrição
Vibrações é uma banda nascida na cidade de Maceió, no estado de Alagoas, Brasil, no ano de 1998. A banda une o reggae original com as mais diversas vertentes musicais brasileiras e da World music. Com 26 anos de carreira e influências diversas, traz na bagagem a sua autenticidade na estrutura rítmica contagiante e letras baseadas na paz, amor e justiça, buscando através da confrontação dos padrões estéticos musicais, criar um estilo próprio e original. Tendo seu trabalho divulgado em todo Brasil e alguns países da América latina, a banda Vibrações teve o privilégio de se apresentar em eventos nos quais compartilharam palco com artistas renomados nacionalmente e internacionalmente, que exerceram forte influência aos componentes da banda, aumentando assim, o seu leque de referências. Vibrações une o entretenimento e desafia o pensamento crítico de seu público, constituindo uma forte banda no que se refere à qualidade musical e intenção libertadora de suas mensagens.
Música

Manuela Serrano
Hola! Soy Manuela Serrano, una compositora venezolana apasionada por la música contemporánea. Mi proyecto, junto con mi musica, busco crear una plataforma en línea que conecte a jóvenes compositores latinoamericanos con músicos profesionales de todo el mundo, fomentando así la creación de nuevas obras y la colaboración internacional. Con esta beca, podré desarrollar la plataforma y organizar talleres de composición en línea, democratizando el acceso a herramientas y oportunidades para los jóvenes creadores. Creo que Ibermúsicas es la plataforma perfecta para impulsar este proyecto, ya que comparte mi visión de promover la diversidad cultural y fomentar la creación musical en Iberoamérica.
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Folclore
Descrição
Hola! Soy Manuela Serrano, una compositora venezolana apasionada por la música contemporánea. Mi proyecto, junto con mi musica, busco crear una plataforma en línea que conecte a jóvenes compositores latinoamericanos con músicos profesionales de todo el mundo, fomentando así la creación de nuevas obras y la colaboración internacional. Con esta beca, podré desarrollar la plataforma y organizar talleres de composición en línea, democratizando el acceso a herramientas y oportunidades para los jóvenes creadores. Creo que Ibermúsicas es la plataforma perfecta para impulsar este proyecto, ya que comparte mi visión de promover la diversidad cultural y fomentar la creación musical en Iberoamérica.

MENTORIA DA MUSICA
"Mentoria da Música" é um programa que oferece orientação e suporte a artistas emergentes, focando no desenvolvimento de suas habilidades musicais e na estruturação de seus projetos. Através de workshops e mentorías personalizadas, os participantes recebem conhecimentos sobre produção musical, marketing e gestão de carreira, visando profissionalizar suas iniciativas e promover um intercâmbio cultural mais efetivo entre os países de língua portuguesa. Andro Carvalho é o mentor do projecto, também conhecido como “Conductor”, é uma figura central na música lusófona contemporânea. Com mais de 20 anos de carreira, destacou-se como produtor premiado, mentor e líder de movimentos musicais inovadores. A sua participação (também como fundador) no icónico grupo Buraka Som Sistema foi determinante para levar o kuduro — um ritmo nascido nas ruas de Angola — para as pistas de dança globais, criando uma fusão poderosa entre sonoridades africanas e eletrónicas. A proposta da imersão MENTORIA DA MÚSICA é ter a experiência de carreira no mercado fonográfico de Conductor em contato, sobretudo, com jovens artistas de periferias lusófonas. O objetivo central desta iniciativa é promover o intercâmbio cultural tendo a língua portuguesa como poderosa ferramenta de conexão. Neste projeto será oferecido o acompanhamento de uma semana com estes jovens artista, tendo como conteúdo programático: Criação de Produtos Musicais; Gestão de Carreira, Consultoria no Desenvolvimento de Projetos Musicais, Produção Musical (desenvolvimento de letra e música), Valorização da Ancestralidade na Produção da Música Contemporânea; Diferença entre Conector Criativo e Gestor de Projeto. Além de produtor, Andro é educador e ao longo da última década, deu aulas e workshops de produção em vários países de Europa e África, colaborando com grupos como o Erasmus e Piranha/Womex, focados na vertente educacional com base na multiculturalidade. A sua carreira inclui colaborações com artistas de destaque, como Valete, MC Kapa, Kid MC, Azagaia, Sara Tavares, Eva Rap Diva, Vinicius Terra, Marcia, Pongo e Wet Bed Gang, reforçando o seu papel como catalisador de novos sons e movimentos. O legado de Andro vai além dos prémios, refletindo-se na sua capacidade de transformar e conectar culturas através da música. Um verdadeiro embaixador cultural que continua a inspirar novas gerações de músicos, explorando as fronteiras entre o tradicional e o moderno.
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Descrição
"Mentoria da Música" é um programa que oferece orientação e suporte a artistas emergentes, focando no desenvolvimento de suas habilidades musicais e na estruturação de seus projetos. Através de workshops e mentorías personalizadas, os participantes recebem conhecimentos sobre produção musical, marketing e gestão de carreira, visando profissionalizar suas iniciativas e promover um intercâmbio cultural mais efetivo entre os países de língua portuguesa. Andro Carvalho é o mentor do projecto, também conhecido como “Conductor”, é uma figura central na música lusófona contemporânea. Com mais de 20 anos de carreira, destacou-se como produtor premiado, mentor e líder de movimentos musicais inovadores. A sua participação (também como fundador) no icónico grupo Buraka Som Sistema foi determinante para levar o kuduro — um ritmo nascido nas ruas de Angola — para as pistas de dança globais, criando uma fusão poderosa entre sonoridades africanas e eletrónicas. A proposta da imersão MENTORIA DA MÚSICA é ter a experiência de carreira no mercado fonográfico de Conductor em contato, sobretudo, com jovens artistas de periferias lusófonas. O objetivo central desta iniciativa é promover o intercâmbio cultural tendo a língua portuguesa como poderosa ferramenta de conexão. Neste projeto será oferecido o acompanhamento de uma semana com estes jovens artista, tendo como conteúdo programático: Criação de Produtos Musicais; Gestão de Carreira, Consultoria no Desenvolvimento de Projetos Musicais, Produção Musical (desenvolvimento de letra e música), Valorização da Ancestralidade na Produção da Música Contemporânea; Diferença entre Conector Criativo e Gestor de Projeto. Além de produtor, Andro é educador e ao longo da última década, deu aulas e workshops de produção em vários países de Europa e África, colaborando com grupos como o Erasmus e Piranha/Womex, focados na vertente educacional com base na multiculturalidade. A sua carreira inclui colaborações com artistas de destaque, como Valete, MC Kapa, Kid MC, Azagaia, Sara Tavares, Eva Rap Diva, Vinicius Terra, Marcia, Pongo e Wet Bed Gang, reforçando o seu papel como catalisador de novos sons e movimentos. O legado de Andro vai além dos prémios, refletindo-se na sua capacidade de transformar e conectar culturas através da música. Um verdadeiro embaixador cultural que continua a inspirar novas gerações de músicos, explorando as fronteiras entre o tradicional e o moderno.

ROCAMADOUR
Rocamadour es un proyecto compuesto por Ariel Acosta (Martín Pescador, Txakur, Baikonur) y Pepa Hidalgo (Población Parlante, Corderolobo), ambos experimentados músicos de la escena musical chilena. Tomando su nombre del personaje clave de la novela Rayuela, de Julio Cortázar, el duo emerge el año 2022 con un sonido que que fusiona los sonidos alternativos con ritmos electrónicos y la atmósfera hipnótica del trip hop. Con una propuesta fresca y vanguardista, crean paisajes sonoros que invitan a la introspección y a la conexión emocional.
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Electropop
Trip Hop
Neo Soul / Nu Soul
Descrição
Rocamadour es un proyecto compuesto por Ariel Acosta (Martín Pescador, Txakur, Baikonur) y Pepa Hidalgo (Población Parlante, Corderolobo), ambos experimentados músicos de la escena musical chilena. Tomando su nombre del personaje clave de la novela Rayuela, de Julio Cortázar, el duo emerge el año 2022 con un sonido que que fusiona los sonidos alternativos con ritmos electrónicos y la atmósfera hipnótica del trip hop. Con una propuesta fresca y vanguardista, crean paisajes sonoros que invitan a la introspección y a la conexión emocional.
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Música

Felipe González Bustamante
Felipe González Bustamante (Temuco, 1999) es compositor e intérprete en bajo eléctrico. En el año 2021 se gradúa con distinción máxima de la licenciatura en artes con mención en teoría de la música (Universidad de Chile). Actualmente estudia el título superior de composición musical en el Conservatori Liceu (Barcelona) bajo la tutela de Ramon Humet. Además, ha sido aconsejado por Isabel Mundry, Claus-Steffen Mahnkopf, Yann Robin y Hèctor Parra gracias a su participación en diversos cursos y festivales dentro de Europa tales como "Contemporary Insights Summer Academy" y el "Festival Mixtur". Dentro de sus reconocimientos, destaca la obtención de la Beca Ferrer-Salat – Excelencia (España) durante dos años consecutivos. Asimismo, posee la Beca de Honor otorgada por la corporación Amigos del Teatro Municipal (Chile). El enfoque principal de su trabajo radica en la creación de música para formatos de cámara, explorando diversos lenguajes y estéticas dentro del campo asociado al repertorio clásico-contemporáneo. En paralelo, también se ha introducido al jazz, en donde sus aproximaciones consisten en la elaboración de puentes entre dicho género y la música clásica de los últimos cien años. Su música ha sido interpretada en Latinoamérica, Estados Unidos y España mediante estrenos y grabaciones realizadas por diversos ensambles y solistas tales como la Orquesta de Cámara de Valdivia, la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción, el Quinteto de Vientos de la Universidad de Santiago, el Cuarteto Entrequatre, los guitarristas Daniel Salceda y Sebastián Molina, entre otros. En el ámbito del jazz sus obras "Dialéctica", "Progreso Asintomático" y "Penumbra" fueron premiadas con el primer lugar en el concurso de composición "Jazz para Transformar 2020" y con la primera mención honrosa en la convocatoria del "Festival Chile Jazz" en las versiones 2021 y 2023 respectivamente.
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Contemporánea
Música de Cámara
Descrição
Felipe González Bustamante (Temuco, 1999) es compositor e intérprete en bajo eléctrico. En el año 2021 se gradúa con distinción máxima de la licenciatura en artes con mención en teoría de la música (Universidad de Chile). Actualmente estudia el título superior de composición musical en el Conservatori Liceu (Barcelona) bajo la tutela de Ramon Humet. Además, ha sido aconsejado por Isabel Mundry, Claus-Steffen Mahnkopf, Yann Robin y Hèctor Parra gracias a su participación en diversos cursos y festivales dentro de Europa tales como "Contemporary Insights Summer Academy" y el "Festival Mixtur". Dentro de sus reconocimientos, destaca la obtención de la Beca Ferrer-Salat – Excelencia (España) durante dos años consecutivos. Asimismo, posee la Beca de Honor otorgada por la corporación Amigos del Teatro Municipal (Chile). El enfoque principal de su trabajo radica en la creación de música para formatos de cámara, explorando diversos lenguajes y estéticas dentro del campo asociado al repertorio clásico-contemporáneo. En paralelo, también se ha introducido al jazz, en donde sus aproximaciones consisten en la elaboración de puentes entre dicho género y la música clásica de los últimos cien años. Su música ha sido interpretada en Latinoamérica, Estados Unidos y España mediante estrenos y grabaciones realizadas por diversos ensambles y solistas tales como la Orquesta de Cámara de Valdivia, la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción, el Quinteto de Vientos de la Universidad de Santiago, el Cuarteto Entrequatre, los guitarristas Daniel Salceda y Sebastián Molina, entre otros. En el ámbito del jazz sus obras "Dialéctica", "Progreso Asintomático" y "Penumbra" fueron premiadas con el primer lugar en el concurso de composición "Jazz para Transformar 2020" y con la primera mención honrosa en la convocatoria del "Festival Chile Jazz" en las versiones 2021 y 2023 respectivamente.

Jùlia Costa Moreira de Lima
Nascida na Zona Leste da cidade de São Paulo. Renascida na Bahia, filha do Terreiro Caxuté de Valença e residente no território de Serra Grande BA. Júlia é pesquisadora da Corpa, entusiasta da música e cultura popular, amante de capoeira. Mulher preta, de sangue indigena e bandeira LGBTQI+ Formada pela EDASP – Escola de Dança de São Paulo (Fundação Teatro Municipal de São Paulo), em 2015. Entre 2016 e 2020 percorre o cenário profissional da dança na mesma cidade em cias como: Núcleo de Pesquisa Mercearia de Ideias (2016 – 2020); Dentre Nós cia de Dança (2016 – 2019); Menos1invisível (2019 – 2020). Desenvolvendo Obras no âmbito da dança contemporânea/contato improvisação/performance, como: "Breve compêndio para pequenas felicidades e sabedorias diminutas" (2017); "Singularidades" (2018-2019); dois trabalhos apoiados pelo Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. A performance "Meltdown" com FTMM (2019 e 2024); "A la Carte" (2019 -2020) e seu único solo "Investigação do Eu corruptível enquanto Água" (2018), em contato com a companhia Fragmento de dança. Tem vivência no âmbito musical/popular através da participação de grupos percussivos como “Zumbiido”, “Batuque Urbano” e “Maracatu Estrela de Serra”. E também trabalha como arte educadora desde 2018. A partir de 2020, sai de São Paulo, e percorre a caminhada autônoma como artista, desembocando no estudo de "Corpo Elemental", em parceria com Sarah Maria (Ventre em Voz) e Tambor&Alecrim. Percorrendo caminhos do corpo integral. Na Bahia, essa jornada se configura através do aprofundar com a cultura popular e na conexão espiritual de matriz africana e indígena. Onde nossos Nkisis e Orixás, são cada um desses elementos. Dentro de nós e ao nosso redor. Trabalha na performatividade do corpo-territorio, atualmente em conexão com a Artista bahiana Inaê Moreira (2023 – atualmente). Faz parte da Teia dos Povos Bahia, em formação no curso “Construtores e Defensores de Território”, do grupo de Capoeira conduzido pelo CM Romeu Fumaça (2022 – atualmente). Nesse momento participa da criação e captação sonora do Doc. “Guardia do Cacau”, narra Nara, empreendedora preta Baiana, idealizadora do “Mimos da Mata”.
Ver detalhesJùlia Costa Moreira de Lima
Descrição
Nascida na Zona Leste da cidade de São Paulo. Renascida na Bahia, filha do Terreiro Caxuté de Valença e residente no território de Serra Grande BA. Júlia é pesquisadora da Corpa, entusiasta da música e cultura popular, amante de capoeira. Mulher preta, de sangue indigena e bandeira LGBTQI+ Formada pela EDASP – Escola de Dança de São Paulo (Fundação Teatro Municipal de São Paulo), em 2015. Entre 2016 e 2020 percorre o cenário profissional da dança na mesma cidade em cias como: Núcleo de Pesquisa Mercearia de Ideias (2016 – 2020); Dentre Nós cia de Dança (2016 – 2019); Menos1invisível (2019 – 2020). Desenvolvendo Obras no âmbito da dança contemporânea/contato improvisação/performance, como: "Breve compêndio para pequenas felicidades e sabedorias diminutas" (2017); "Singularidades" (2018-2019); dois trabalhos apoiados pelo Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. A performance "Meltdown" com FTMM (2019 e 2024); "A la Carte" (2019 -2020) e seu único solo "Investigação do Eu corruptível enquanto Água" (2018), em contato com a companhia Fragmento de dança. Tem vivência no âmbito musical/popular através da participação de grupos percussivos como “Zumbiido”, “Batuque Urbano” e “Maracatu Estrela de Serra”. E também trabalha como arte educadora desde 2018. A partir de 2020, sai de São Paulo, e percorre a caminhada autônoma como artista, desembocando no estudo de "Corpo Elemental", em parceria com Sarah Maria (Ventre em Voz) e Tambor&Alecrim. Percorrendo caminhos do corpo integral. Na Bahia, essa jornada se configura através do aprofundar com a cultura popular e na conexão espiritual de matriz africana e indígena. Onde nossos Nkisis e Orixás, são cada um desses elementos. Dentro de nós e ao nosso redor. Trabalha na performatividade do corpo-territorio, atualmente em conexão com a Artista bahiana Inaê Moreira (2023 – atualmente). Faz parte da Teia dos Povos Bahia, em formação no curso “Construtores e Defensores de Território”, do grupo de Capoeira conduzido pelo CM Romeu Fumaça (2022 – atualmente). Nesse momento participa da criação e captação sonora do Doc. “Guardia do Cacau”, narra Nara, empreendedora preta Baiana, idealizadora do “Mimos da Mata”.

Los Kamer
Los Kamer es una banda fusión que combina ritmos latinos con música balcánica en composiciones originales. Fundada en Ixtapaluca México, han sido nómadas musicales cuyo sonido ha llegado a Europa, donde han realizado 7 exitosas giras entre 2015 y 2023
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Briela Ojeda
Briela Ojeda es una talentosa cantautora colombiana de 29 años, nacida en Londres y criada en Pasto, reconocida por su estilo musical que fusiona géneros como el surf rock, la música tradicional andina y la canción de autor. Es una cantautora comprometida con la transformación social a través de su música y su arte. Sus letras abordan temas como la igualdad de género, el respeto por la naturaleza y la construcción de futuros donde las voces femeninas sean protagonistas. Mas allá de la música, Briela ha consolidado un proyecto de merchandising sostenible, utilizando tintas ecológicas y marteriales como el corcho, promoviendo el consumo consciente y el cuidado del medio ambiente. Su trabajo busca generar un impacto positivo en la sociedad, inspirando a sus seguidores a ser parte del cambio. Su álbum, Templo Komodo (2021), grabado durante la pandemia, marcó un hito en su carrera, posicionándose como una figura clave en la música contemporánea. Fue invitada por Jorge Drexler para abrir su concierto en el Movistar Arena en Bogotá y ha participado en importantes festivales como Estéreo Picnic, Festival Cordillera, Festival Altavoz, Corona Sunset en Colombia y Bahidorá en México. Además, ha llevado su música a ciudades como Londres, Río de Janeiro, Barcelona, entre otros, consolidando su presencia en escenarios internacionales. Briela destaca por su compromiso con temas como la igualdad de género y el cuidado de la naturaleza, imaginando futuros donde las voces femeninas tienen mayor protagonismo en la música. Es conocida también por su palabreo y su particular manera de componer, jugando con el cine mental a partir de su voz quebrada y su guitarra. Actualmente, trabaja en su próximo álbum, Andariega, con lanzamiento previsto para abril de 2025, mientras se prepara para una gira que promete llevar su propuesta artística a nuevos horizontes en América y Europa.
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Surf Rock / Instrumental
Música Andina
Folclore Fusión
Cantautor/Música de autor
Descrição
Briela Ojeda es una talentosa cantautora colombiana de 29 años, nacida en Londres y criada en Pasto, reconocida por su estilo musical que fusiona géneros como el surf rock, la música tradicional andina y la canción de autor. Es una cantautora comprometida con la transformación social a través de su música y su arte. Sus letras abordan temas como la igualdad de género, el respeto por la naturaleza y la construcción de futuros donde las voces femeninas sean protagonistas. Mas allá de la música, Briela ha consolidado un proyecto de merchandising sostenible, utilizando tintas ecológicas y marteriales como el corcho, promoviendo el consumo consciente y el cuidado del medio ambiente. Su trabajo busca generar un impacto positivo en la sociedad, inspirando a sus seguidores a ser parte del cambio. Su álbum, Templo Komodo (2021), grabado durante la pandemia, marcó un hito en su carrera, posicionándose como una figura clave en la música contemporánea. Fue invitada por Jorge Drexler para abrir su concierto en el Movistar Arena en Bogotá y ha participado en importantes festivales como Estéreo Picnic, Festival Cordillera, Festival Altavoz, Corona Sunset en Colombia y Bahidorá en México. Además, ha llevado su música a ciudades como Londres, Río de Janeiro, Barcelona, entre otros, consolidando su presencia en escenarios internacionales. Briela destaca por su compromiso con temas como la igualdad de género y el cuidado de la naturaleza, imaginando futuros donde las voces femeninas tienen mayor protagonismo en la música. Es conocida también por su palabreo y su particular manera de componer, jugando con el cine mental a partir de su voz quebrada y su guitarra. Actualmente, trabaja en su próximo álbum, Andariega, con lanzamiento previsto para abril de 2025, mientras se prepara para una gira que promete llevar su propuesta artística a nuevos horizontes en América y Europa.
Música

Quatrotango
Quatrotango es un cuarteto instrumental de cámara que combina la música popular de Buenos Aires, el tango, con el lenguaje de la música de cámara académica. Producido y dirigido por sus dos miembros fundadores, el pianista Gabriel Clenar y el violinista Marcelo Rebuffi, quienes también participan en los arreglos musicales y la composición de obras nuevas especialmente dedicadas al ensamble, el grupo se completa actualmente con Ramiro Boero en bandoneón y Pedro Salerno en contrabajo. Quatrotango cumplió veinte años de actividad ininterrumpida en 2020. A lo largo de este tiempo ha desarrollado treinta giras internacionales, tocando en más de doscientas ciudades de todo el mundo. El grupo tiene varios registros discográficos (https://quatrotango.bandcamp.com) que muestran una evolución y alternancia que lleva de las formas más tradicionales de la música porteña a elaboraciones camarísticas y programáticas de gran formato, marcadas por un elaborado lenguaje académico, donde el mismo orgánico de piano, violín, bandonéon y contrabajo utilizado en las interpretaciones tanguísticas se convierte en vehículo para el desarrollo de composiciones que, al mismo tiempo que se adentran en la composición contemporánea, continúan remitiendo a una sonoridad identificable con la cultura e identidad de la Ciudad de Buenos Aires.
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Contemporánea
Música de Cámara
Tango
Descrição
Quatrotango es un cuarteto instrumental de cámara que combina la música popular de Buenos Aires, el tango, con el lenguaje de la música de cámara académica. Producido y dirigido por sus dos miembros fundadores, el pianista Gabriel Clenar y el violinista Marcelo Rebuffi, quienes también participan en los arreglos musicales y la composición de obras nuevas especialmente dedicadas al ensamble, el grupo se completa actualmente con Ramiro Boero en bandoneón y Pedro Salerno en contrabajo. Quatrotango cumplió veinte años de actividad ininterrumpida en 2020. A lo largo de este tiempo ha desarrollado treinta giras internacionales, tocando en más de doscientas ciudades de todo el mundo. El grupo tiene varios registros discográficos (https://quatrotango.bandcamp.com) que muestran una evolución y alternancia que lleva de las formas más tradicionales de la música porteña a elaboraciones camarísticas y programáticas de gran formato, marcadas por un elaborado lenguaje académico, donde el mismo orgánico de piano, violín, bandonéon y contrabajo utilizado en las interpretaciones tanguísticas se convierte en vehículo para el desarrollo de composiciones que, al mismo tiempo que se adentran en la composición contemporánea, continúan remitiendo a una sonoridad identificable con la cultura e identidad de la Ciudad de Buenos Aires.
19712 Resultados – Página 280 de 1972






























