
AÍLA
AÍLA é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém, a artista traz diversidade e inovação na sua trajetória, é cantora, compositora, cineasta, diretora artística e musical, além de criadora de Festivais pioneiros na Região Norte do país, como o Festival MANA, que destaca o protagonismo das mulheres amazônidas no mercado da música. Com letras de amor e temas artivistas, envoltas pela música popular feita nas bordas do país, AÍLA instiga e faz vibrar. Entre referências sonoras e visuais que mesclam o Pará e o mundo, a artista também ecoa reflexões necessárias para o agora, como questões de gênero e feminismo. Com quatro discos lançados, vários singles, e milhões de plays nas plataformas de streaming, suas turnês já circularam por palcos emblemáticos, como Rock in Rio (BRA), Coala Festival (BRA), Central Park (Nova Iorque, EUA) e COP28 (Dubai, Emirados Árabes). Já recebeu indicações a prêmios importantes, como melhor videoclipe no WME Awards. E em 2023, foi a vencedora das categorias "Melhor Autora" e "Melhor Cantora" do Norte do país, em uma das principais premiações do Brasil: Prêmio Profissionais da Música. No disco mais recente, "Sentimental", AÍLA inaugura uma nova fase na sua carreira, uma imersão ainda maior nos ritmos populares brasileiros, sons que ditam a música pop, e que nascem nas periferias do país. A artista exalta a música pop da Amazônia, em um álbum que é uma avalanche rítmica, com brega, calypso, zouk love e pisadinha, fincada na cultura brasileira. Com direção artística e musical da própria Aíla e um time de produtores de destaque, como Baka, Iuri Rio Branco e Gabriel Souto, o álbum tem participações de Rincon Sapiência (SP), Luísa Nascim (RN) e Keila (PA). Atuando em várias frentes, em 2022, foi também diretora musical da NAVE no Rock in Rio, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Em 2023, assinou a direção musical, juntamente com Russo Passapusso, do espetáculo POROROCA, um ato em defesa da Amazônia, que aconteceu em Nova Iorque (EUA), com transmissão pelo canal Multishow. Ainda no mesmo ano, juntamente com a artista visual Roberta Carvalho, criou e assinou a direção artística-musical da intervenção Amazônia: uma experiência imersiva, que aconteceu em Belém, na Cúpula da Amazônia, para presidentes de vários países da amazônia internacional, e posteriormente em uma re-apresentação na COP 28, em Dubai, para chefes de estado do mundo todo. Seu mais recente feito é a direção do filme MESTRAS (2024), o primeiro longa documentário do Pará a entrar no maior festival de cinema do Brasil, o Festival de Gramado. MESTRAS é um mergulho poético na riqueza cultural e na força de mulheres que têm papel fundamental na manutenção das tradições musicais da Amazônia. Uma viagem pelas vertentes sonoras da região, desde o samba de cacete ao carimbó, através de Mestras como Iolanda do Pilão, Miloca, Bigica e Dona Onete. O filme também entrelaça a história de vida da narradora, com um drama pessoal da perda de sua avó que partiu nas águas do mar de uma Amazônia Atlântica que poucos conhecem, convidando-nos a refletir sobre novos destinos, sonhos herdados e resiliência das mulheres.
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Tecnobrega & Rumba
Descrição
AÍLA é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém, a artista traz diversidade e inovação na sua trajetória, é cantora, compositora, cineasta, diretora artística e musical, além de criadora de Festivais pioneiros na Região Norte do país, como o Festival MANA, que destaca o protagonismo das mulheres amazônidas no mercado da música. Com letras de amor e temas artivistas, envoltas pela música popular feita nas bordas do país, AÍLA instiga e faz vibrar. Entre referências sonoras e visuais que mesclam o Pará e o mundo, a artista também ecoa reflexões necessárias para o agora, como questões de gênero e feminismo. Com quatro discos lançados, vários singles, e milhões de plays nas plataformas de streaming, suas turnês já circularam por palcos emblemáticos, como Rock in Rio (BRA), Coala Festival (BRA), Central Park (Nova Iorque, EUA) e COP28 (Dubai, Emirados Árabes). Já recebeu indicações a prêmios importantes, como melhor videoclipe no WME Awards. E em 2023, foi a vencedora das categorias "Melhor Autora" e "Melhor Cantora" do Norte do país, em uma das principais premiações do Brasil: Prêmio Profissionais da Música. No disco mais recente, "Sentimental", AÍLA inaugura uma nova fase na sua carreira, uma imersão ainda maior nos ritmos populares brasileiros, sons que ditam a música pop, e que nascem nas periferias do país. A artista exalta a música pop da Amazônia, em um álbum que é uma avalanche rítmica, com brega, calypso, zouk love e pisadinha, fincada na cultura brasileira. Com direção artística e musical da própria Aíla e um time de produtores de destaque, como Baka, Iuri Rio Branco e Gabriel Souto, o álbum tem participações de Rincon Sapiência (SP), Luísa Nascim (RN) e Keila (PA). Atuando em várias frentes, em 2022, foi também diretora musical da NAVE no Rock in Rio, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Em 2023, assinou a direção musical, juntamente com Russo Passapusso, do espetáculo POROROCA, um ato em defesa da Amazônia, que aconteceu em Nova Iorque (EUA), com transmissão pelo canal Multishow. Ainda no mesmo ano, juntamente com a artista visual Roberta Carvalho, criou e assinou a direção artística-musical da intervenção Amazônia: uma experiência imersiva, que aconteceu em Belém, na Cúpula da Amazônia, para presidentes de vários países da amazônia internacional, e posteriormente em uma re-apresentação na COP 28, em Dubai, para chefes de estado do mundo todo. Seu mais recente feito é a direção do filme MESTRAS (2024), o primeiro longa documentário do Pará a entrar no maior festival de cinema do Brasil, o Festival de Gramado. MESTRAS é um mergulho poético na riqueza cultural e na força de mulheres que têm papel fundamental na manutenção das tradições musicais da Amazônia. Uma viagem pelas vertentes sonoras da região, desde o samba de cacete ao carimbó, através de Mestras como Iolanda do Pilão, Miloca, Bigica e Dona Onete. O filme também entrelaça a história de vida da narradora, com um drama pessoal da perda de sua avó que partiu nas águas do mar de uma Amazônia Atlântica que poucos conhecem, convidando-nos a refletir sobre novos destinos, sonhos herdados e resiliência das mulheres.
Música

LATINANDO
**Latinandó** es un proyecto de jazz contemporáneo nacido en Cusco, Perú, que explora el diálogo entre el jazz, la improvisación y las diversas tradiciones musicales de la Costa, los Andes y la Amazonía peruana. Su música parte de la investigación de ritmos, melodías y sonoridades locales para transformarlas en un lenguaje propio, contemporáneo y abierto a la experimentación. Formado por músicos vinculados a la escena musical peruana, Latinandó desarrolla una propuesta que combina composición, improvisación y exploración sonora, tomando como punto de partida la diversidad cultural del Perú y la experiencia de crear música desde Cusco, el llamado “ombligo del mundo”. En 2026 presentó su primer álbum, **Latinandó, Jazz desde las alturas**, producido en Cusco y desarrollado a partir de un proceso de convivencia y creación musical.
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Nuevo Folclor
Fusion / Jazz Rock
Descrição
**Latinandó** es un proyecto de jazz contemporáneo nacido en Cusco, Perú, que explora el diálogo entre el jazz, la improvisación y las diversas tradiciones musicales de la Costa, los Andes y la Amazonía peruana. Su música parte de la investigación de ritmos, melodías y sonoridades locales para transformarlas en un lenguaje propio, contemporáneo y abierto a la experimentación. Formado por músicos vinculados a la escena musical peruana, Latinandó desarrolla una propuesta que combina composición, improvisación y exploración sonora, tomando como punto de partida la diversidad cultural del Perú y la experiencia de crear música desde Cusco, el llamado “ombligo del mundo”. En 2026 presentó su primer álbum, **Latinandó, Jazz desde las alturas**, producido en Cusco y desarrollado a partir de un proceso de convivencia y creación musical.
Música

Julianna
Julianna se ha especializado en la fusión de percusiones y melodía explorando géneros y uniendo la vieja escuela con las nuevas gemas del futuro: techno-breaks, trip-funk y house para crear experiencias sonoras únicas. Sus sets de DJ se destacan por su habilidad para crear transiciones fluidas entre géneros, guiando a la audiencia en un viaje de trance musical que refleja su visión artística dentro de la escena electrónica nacional. Ha hecho parte activa de la escena electronica de colombia por mas de 15 años, colaborando en diferentes proyectos importantes de la region que van desde el activismo hasta la curaduria de noches y con presentaciones en instituciones como Berghain, Tresor y Robert Jhonson además de presentaciones por toda Europa, Estados Unidos, Norte, Centro y Suramérica. Actualmente, lidera el proyecto BAMBA, el cual tiene como objetivo inspirar a las generaciones futuras a explorar las infinitas posibilidades del sonido en la pista de baile en unión con las comunidades
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Electro
Descrição
Julianna se ha especializado en la fusión de percusiones y melodía explorando géneros y uniendo la vieja escuela con las nuevas gemas del futuro: techno-breaks, trip-funk y house para crear experiencias sonoras únicas. Sus sets de DJ se destacan por su habilidad para crear transiciones fluidas entre géneros, guiando a la audiencia en un viaje de trance musical que refleja su visión artística dentro de la escena electrónica nacional. Ha hecho parte activa de la escena electronica de colombia por mas de 15 años, colaborando en diferentes proyectos importantes de la region que van desde el activismo hasta la curaduria de noches y con presentaciones en instituciones como Berghain, Tresor y Robert Jhonson además de presentaciones por toda Europa, Estados Unidos, Norte, Centro y Suramérica. Actualmente, lidera el proyecto BAMBA, el cual tiene como objetivo inspirar a las generaciones futuras a explorar las infinitas posibilidades del sonido en la pista de baile en unión con las comunidades

Achillea Quartet
L' Achillea , una piccola e semplice pianta selvatica dalle foglie rotonde e bianche, dotata di una forza e una resistenza quasi telluriche, dà il suo bellissimo nome al quartetto d'archi di recente formazione, nato nel 2024, composto da musicisti professionisti di grande esperienza che si sono uniti con il desiderio di condividere con il pubblico una visione variegata della musica portoghese nelle sue diverse sfaccettature e tradizioni. Achillea è nato quindi come un laboratorio di sperimentazione sonora, offrendo un'interpretazione contemporanea di temi noti o inediti del nostro repertorio musicale. Attingendo alla musica popolare tradizionale, ai canti rurali tradizionali, al fado, alle cantigas de amigo (canti d'amicizia), alla musica di corte o persino a creazioni del tutto inedite, l'Achillea Quartet tenta di reinventare il programma di musica da camera, sfuggendo alla consolidata tradizione classica del repertorio per quartetto d'archi (già così ben rappresentato da rinomati gruppi nazionali e internazionali), avventurandosi in un mondo di suoni diversi, sfumando i confini, creando una propria espressione e identità distintiva e aprendo un nuovo spazio di ascolto. La scoperta di un nuovo repertorio radicato nella musica portoghese e il riascolto di opere celebri e apprezzate della nostra cultura sono i pilastri di Achillea, che si propone di condividere una nuova esperienza sonora. Attrarre un nuovo pubblico attraverso una visione rinnovata della formazione centenaria del quartetto d'archi, proponendo un programma inedito, è inoltre, va sottolineato, uno degli obiettivi dell'ensemble. Le collaborazioni che si stanno instaurando con diversi artisti visivi e plastici, attraverso la creazione di paesaggi sonori ispirati agli aspetti più belli e delicati, ma anche tellurici e di forte impatto, del nostro Paese e delle sue tradizioni, contribuiscono a colorare questo prisma musicale in tutta la sua diversità, talvolta separando, talvolta mescolando colori, suoni e atmosfere.
Ver detalhesAchillea Quartet
Descrição
L' Achillea , una piccola e semplice pianta selvatica dalle foglie rotonde e bianche, dotata di una forza e una resistenza quasi telluriche, dà il suo bellissimo nome al quartetto d'archi di recente formazione, nato nel 2024, composto da musicisti professionisti di grande esperienza che si sono uniti con il desiderio di condividere con il pubblico una visione variegata della musica portoghese nelle sue diverse sfaccettature e tradizioni. Achillea è nato quindi come un laboratorio di sperimentazione sonora, offrendo un'interpretazione contemporanea di temi noti o inediti del nostro repertorio musicale. Attingendo alla musica popolare tradizionale, ai canti rurali tradizionali, al fado, alle cantigas de amigo (canti d'amicizia), alla musica di corte o persino a creazioni del tutto inedite, l'Achillea Quartet tenta di reinventare il programma di musica da camera, sfuggendo alla consolidata tradizione classica del repertorio per quartetto d'archi (già così ben rappresentato da rinomati gruppi nazionali e internazionali), avventurandosi in un mondo di suoni diversi, sfumando i confini, creando una propria espressione e identità distintiva e aprendo un nuovo spazio di ascolto. La scoperta di un nuovo repertorio radicato nella musica portoghese e il riascolto di opere celebri e apprezzate della nostra cultura sono i pilastri di Achillea, che si propone di condividere una nuova esperienza sonora. Attrarre un nuovo pubblico attraverso una visione rinnovata della formazione centenaria del quartetto d'archi, proponendo un programma inedito, è inoltre, va sottolineato, uno degli obiettivi dell'ensemble. Le collaborazioni che si stanno instaurando con diversi artisti visivi e plastici, attraverso la creazione di paesaggi sonori ispirati agli aspetti più belli e delicati, ma anche tellurici e di forte impatto, del nostro Paese e delle sue tradizioni, contribuiscono a colorare questo prisma musicale in tutta la sua diversità, talvolta separando, talvolta mescolando colori, suoni e atmosfere.

Cássio Sá
cássio sá (cantor /percussionista) Cássio Sá é percussionista e cantor, músico profissional desde 1999. Iniciou sua trajetória no Rio de Janeiro como fundador da banda de forró pé de serra DomquiXote, destacando-se também como freelancer ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Elba Ramalho e Daniel Gonzaga, participando de shows e gravações. Em 2002, integrou a coletânea Danado de Bom, da Warner Music, e em 2003 lançou o primeiro CD da banda, com estreia marcante no Ballroom (RJ). A partir de 2010, assumiu os vocais do Trio Ustrês, com apresentações internacionais e lançamentos relevantes, incluindo álbum com participação de Flávio José. Desde 2012 faz parte da Banda Daladeira, onde canta e toca zabumba, tendo se apresentado em diversos palcos da cidade do Rio de Janeiro, como 3 vezes no Circo Voador.
Ver detalhesCássio Sá
Descrição
cássio sá (cantor /percussionista) Cássio Sá é percussionista e cantor, músico profissional desde 1999. Iniciou sua trajetória no Rio de Janeiro como fundador da banda de forró pé de serra DomquiXote, destacando-se também como freelancer ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Elba Ramalho e Daniel Gonzaga, participando de shows e gravações. Em 2002, integrou a coletânea Danado de Bom, da Warner Music, e em 2003 lançou o primeiro CD da banda, com estreia marcante no Ballroom (RJ). A partir de 2010, assumiu os vocais do Trio Ustrês, com apresentações internacionais e lançamentos relevantes, incluindo álbum com participação de Flávio José. Desde 2012 faz parte da Banda Daladeira, onde canta e toca zabumba, tendo se apresentado em diversos palcos da cidade do Rio de Janeiro, como 3 vezes no Circo Voador.

Mano Rick
Mano Rick é rapper, compositor, produtor musical, oficineiro e produtor cultural nascido no loteamento Dunas, em Pelotas/RS. Atuante no movimento hip-hop desde 2005, desenvolve uma sonoridade marcada pela fusão entre boom bap, R&B e MPB, abordando temas sociais, raciais, íntimos e motivacionais. Licenciado em Geografia pela Universidade Federal de Pelotas e pós-graduando em Produção Cultural, é fundador do selo independente Selo 4Passo e idealizador da marca Além do Tecido. Começou a rimar ainda na infância e subiu ao palco pela primeira vez aos 8 anos de idade. Participou de coletivos como Dunas Rap e ministrou oficinas voltadas à produção musical e à formação artística em projetos como Ciclo de Oficinas Hip-Hop (CDD-Dunas) e Base Forte (Selo 4Passo), fortalecendo sua atuação dentro e fora dos palcos. Na discografia, lançou o EP Fatos e Fatos (2013), o álbum Do Dunas Pro Mundo (2017), o EP O Exceder do Silêncio (2021) e o álbum In-Fluência (2022), reunindo participações regionais e nacionais. Em 2020 lançou o videoclipe Além do Tecido, parceria internacional com os artistas angolanos Stimemasa e Marley do Beat. Já em 2024 apresentou AMPLIFICA, projeto que une rap clássico e guitarra elétrica, levando suas performances a teatros, festivais e espaços comunitários. Seu lançamento mais recente é o single Em mente sempre uma ideia II, trabalho independente do Selo 4Passo que reforça sua conexão com o boom bap clássico em uma abordagem contemporânea marcada por reflexões sobre persistência e autoconfiança.
Ver detalhesMano Rick
Descrição
Mano Rick é rapper, compositor, produtor musical, oficineiro e produtor cultural nascido no loteamento Dunas, em Pelotas/RS. Atuante no movimento hip-hop desde 2005, desenvolve uma sonoridade marcada pela fusão entre boom bap, R&B e MPB, abordando temas sociais, raciais, íntimos e motivacionais. Licenciado em Geografia pela Universidade Federal de Pelotas e pós-graduando em Produção Cultural, é fundador do selo independente Selo 4Passo e idealizador da marca Além do Tecido. Começou a rimar ainda na infância e subiu ao palco pela primeira vez aos 8 anos de idade. Participou de coletivos como Dunas Rap e ministrou oficinas voltadas à produção musical e à formação artística em projetos como Ciclo de Oficinas Hip-Hop (CDD-Dunas) e Base Forte (Selo 4Passo), fortalecendo sua atuação dentro e fora dos palcos. Na discografia, lançou o EP Fatos e Fatos (2013), o álbum Do Dunas Pro Mundo (2017), o EP O Exceder do Silêncio (2021) e o álbum In-Fluência (2022), reunindo participações regionais e nacionais. Em 2020 lançou o videoclipe Além do Tecido, parceria internacional com os artistas angolanos Stimemasa e Marley do Beat. Já em 2024 apresentou AMPLIFICA, projeto que une rap clássico e guitarra elétrica, levando suas performances a teatros, festivais e espaços comunitários. Seu lançamento mais recente é o single Em mente sempre uma ideia II, trabalho independente do Selo 4Passo que reforça sua conexão com o boom bap clássico em uma abordagem contemporânea marcada por reflexões sobre persistência e autoconfiança.
Música


EVANDRO OKÀN
.Evandro Okàn — anteriormente conhecido como Evandro Fióti — é cantor, compositor, consultor, mentor e diretor artístico e vem construindo uma trajetória singular na música brasileira contemporânea. Em 2025, adotou o novo nome artístico, que significa “homem de coração bom”, reforçando sua conexão com a ancestralidade e os valores que atravessam sua obra. Seu trabalho une lirismo, identidade e propósito, com forte influência da música da diáspora negra, da cultura hip hop e da MPB. Em 2016, lançou o elogiado EP Gente Bonita que este ano completa 10 anos e, desde então, vem se apresentando em palcos e projetos que reafirmam seu compromisso com a arte e com o coletivo. Em agosto de 2025, se apresentou na 39ª edição do SummerStage, no Central Park, em Nova York, ampliando sua presença internacional. Além da carreira musical, também é reconhecido por sua atuação nos bastidores da cena cultural. Como empresário musical e diretor artístico, assinou shows de artistas como Liza Lou (Rock in Rio 2024) e Drik Barbosa (Lollapalooza Brasil 2025). Em novembro de 2025, lançou seu novo empreendimento musical a Label "Okan Sounds" em parceria com a Virgin Music Group, da Universal Music. O primeiro lançamento da parceria foi o single "Se Acolhe" , faixa que traz a última gravação em vida de sua mãe, Dona Jacira — uma de suas principais referências pessoais e artísticas —, reforçando a dimensão íntima e ancestral presente em sua obra. Evandro está finalizando seu primeiro álbum autoral e os próximos singles deste projeto serão lançados ainda no segundo semestre de 2026, e o álbum em 2027.
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MPB
Descrição
.Evandro Okàn — anteriormente conhecido como Evandro Fióti — é cantor, compositor, consultor, mentor e diretor artístico e vem construindo uma trajetória singular na música brasileira contemporânea. Em 2025, adotou o novo nome artístico, que significa “homem de coração bom”, reforçando sua conexão com a ancestralidade e os valores que atravessam sua obra. Seu trabalho une lirismo, identidade e propósito, com forte influência da música da diáspora negra, da cultura hip hop e da MPB. Em 2016, lançou o elogiado EP Gente Bonita que este ano completa 10 anos e, desde então, vem se apresentando em palcos e projetos que reafirmam seu compromisso com a arte e com o coletivo. Em agosto de 2025, se apresentou na 39ª edição do SummerStage, no Central Park, em Nova York, ampliando sua presença internacional. Além da carreira musical, também é reconhecido por sua atuação nos bastidores da cena cultural. Como empresário musical e diretor artístico, assinou shows de artistas como Liza Lou (Rock in Rio 2024) e Drik Barbosa (Lollapalooza Brasil 2025). Em novembro de 2025, lançou seu novo empreendimento musical a Label "Okan Sounds" em parceria com a Virgin Music Group, da Universal Music. O primeiro lançamento da parceria foi o single "Se Acolhe" , faixa que traz a última gravação em vida de sua mãe, Dona Jacira — uma de suas principais referências pessoais e artísticas —, reforçando a dimensão íntima e ancestral presente em sua obra. Evandro está finalizando seu primeiro álbum autoral e os próximos singles deste projeto serão lançados ainda no segundo semestre de 2026, e o álbum em 2027.

Mauricio Moquillaza
Mauricio Moquillaza es un músico, artista sonoro y gestor cultural peruano referente en la escena contemporánea de música experimental, noise y síntesis modular en Lima. Su propuesta artística combina secuencias rítmicas, contrapunto y minimalismo con la maleabilidad de instrumentos tradicionales procesados, como el charango eléctrico, basados en la improvisación libre. Es fundador de la plataforma Deshumanización y del Espacio Cultural N!, proyectos autogestionados que dinamizan el circuito artístico local. Además de su catálogo solista editado por Buh Records, colidera proyectos como Paundra y el colectivo audiovisual #ffffff, y compone para teatro y danza. Con una filosofía independiente, ha llevado su propuesta en vivo por el interior del Perú, México y Europa en giras totalmente DIY
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Minimalism
Noise Music
Ambient Techno & Idm (Intelligent Dance Music)
Descrição
Mauricio Moquillaza es un músico, artista sonoro y gestor cultural peruano referente en la escena contemporánea de música experimental, noise y síntesis modular en Lima. Su propuesta artística combina secuencias rítmicas, contrapunto y minimalismo con la maleabilidad de instrumentos tradicionales procesados, como el charango eléctrico, basados en la improvisación libre. Es fundador de la plataforma Deshumanización y del Espacio Cultural N!, proyectos autogestionados que dinamizan el circuito artístico local. Además de su catálogo solista editado por Buh Records, colidera proyectos como Paundra y el colectivo audiovisual #ffffff, y compone para teatro y danza. Con una filosofía independiente, ha llevado su propuesta en vivo por el interior del Perú, México y Europa en giras totalmente DIY

Onda Nueva Trio
La agrupación Onda Nueva Trío rescata esta premisa estética desde una perspectiva contemporánea. El ensamble no concibe el repertorio como un archivo histórico estático, sino como un catálogo vivo propicio para la relectura, el arreglo camarístico de alta exigencia técnica y la experimentación rítmica.
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Bossa Nova
Descrição
La agrupación Onda Nueva Trío rescata esta premisa estética desde una perspectiva contemporánea. El ensamble no concibe el repertorio como un archivo histórico estático, sino como un catálogo vivo propicio para la relectura, el arreglo camarístico de alta exigencia técnica y la experimentación rítmica.
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