
Groovin Mood
Jornalismo, pesquisa e curadoria em reggae, dub e cultura sound system Fundado em outubro de 2008, o Groovin Mood é um dos principais canais da internet brasileira dedicados exclusivamente ao reggae, ao dub e à cultura sound system. Criado em um momento em que esses temas tinham pouquíssimo espaço na mídia tradicional e mesmo nos blogs especializados da época, o projeto nasceu com um propósito claro: registrar, investigar e amplificar narrativas que estavam à margem, conectando música, território, política, memória e cultura popular. À frente do Groovin Mood está Dani Pimenta, jornalista, DJ, pesquisadora e produtora cultural. Em um cenário historicamente marcado pelo protagonismo masculino, o Groovin Mood se consolidou como um projeto fundado e conduzido por uma mulher, quando as discussões sobre gênero, representatividade e equidade ainda estavam longe de ser como hoje são no Brasil — especialmente dentro do universo do reggae e do sound system. Desde o início, o Groovin Mood se diferenciou por ir além da cobertura de lançamentos e agendas. O site construiu uma linha editorial própria, com reportagens aprofundadas, entrevistas, listas, especiais e projetos de pesquisa, sempre com foco na cultura sound system, nos movimentos underground, nas conexões entre Brasil, Caribe, América Latina, África e diáspora negra, e nas cenas que se constroem fora do circuito hegemônico. Ao longo de quase duas décadas de atuação contínua, o Groovin Mood se tornou referência nacional para artistas, pesquisadores, coletivos, produtores culturais, jornalistas e instituições interessadas em compreender o reggae como uma linguagem viva, política, comunitária e profundamente ligada aos territórios periféricos. Um dos maiores legados do Groovin Mood é o Mapa Sound System Brasil, projeto criado a partir de uma pesquisa inédita sobre os sistemas de som espalhados pelo país. O levantamento documenta coletivos ativos em diferentes regiões, respeitando as especificidades locais e fortalecendo a memória de uma cultura que historicamente circula de forma oral e pouco registrada. O Mapa Sound System Brasil foi viabilizado por meio de fomento público da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, através do Edital de Linguagem Reggae, e se transformou, em 2019, no livro Mapa Sound System Brasil – Volume 1, o primeiro mapeamento impresso nacional dedicado exclusivamente à cultura sound system. A publicação reúne o registro visual e histórico de mais de 120 sistemas de som brasileiros e hoje é referência documental para pesquisadores, bibliotecas, universidades e agentes culturais. Em 2021, o projeto ganhou também um portal próprio, novamente por meio de fomento público, ampliando seu alcance digital e consolidando o Groovin Mood como um agente ativo na preservação, organização e difusão da memória da cultura reggae no Brasil. Ao longo de sua trajetória, o Groovin Mood construiu credibilidade editorial e uma rede sólida de relações com artistas, coletivos, selos, produtores, festivais, instituições culturais e veículos de comunicação. Seu conteúdo é utilizado como fonte por pesquisadores, jornalistas e iniciativas culturais não só no Brasil, mas também ao redor do mundo. Com quase 20 anos de atuação, o Groovin Mood segue em movimento, reafirmando seu compromisso com a profundidade, a escuta e o respeito às culturas que documenta. Um projeto que nasceu na internet, cresceu junto com a cena reggae brasileira e permanece relevante por unir jornalismo independente, pesquisa de fôlego e sensibilidade curatorial, sempre com olhar crítico e autoral e ajudando a escrever o presente e o futuro dessa cultura no Brasil.
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Descripción
Jornalismo, pesquisa e curadoria em reggae, dub e cultura sound system Fundado em outubro de 2008, o Groovin Mood é um dos principais canais da internet brasileira dedicados exclusivamente ao reggae, ao dub e à cultura sound system. Criado em um momento em que esses temas tinham pouquíssimo espaço na mídia tradicional e mesmo nos blogs especializados da época, o projeto nasceu com um propósito claro: registrar, investigar e amplificar narrativas que estavam à margem, conectando música, território, política, memória e cultura popular. À frente do Groovin Mood está Dani Pimenta, jornalista, DJ, pesquisadora e produtora cultural. Em um cenário historicamente marcado pelo protagonismo masculino, o Groovin Mood se consolidou como um projeto fundado e conduzido por uma mulher, quando as discussões sobre gênero, representatividade e equidade ainda estavam longe de ser como hoje são no Brasil — especialmente dentro do universo do reggae e do sound system. Desde o início, o Groovin Mood se diferenciou por ir além da cobertura de lançamentos e agendas. O site construiu uma linha editorial própria, com reportagens aprofundadas, entrevistas, listas, especiais e projetos de pesquisa, sempre com foco na cultura sound system, nos movimentos underground, nas conexões entre Brasil, Caribe, América Latina, África e diáspora negra, e nas cenas que se constroem fora do circuito hegemônico. Ao longo de quase duas décadas de atuação contínua, o Groovin Mood se tornou referência nacional para artistas, pesquisadores, coletivos, produtores culturais, jornalistas e instituições interessadas em compreender o reggae como uma linguagem viva, política, comunitária e profundamente ligada aos territórios periféricos. Um dos maiores legados do Groovin Mood é o Mapa Sound System Brasil, projeto criado a partir de uma pesquisa inédita sobre os sistemas de som espalhados pelo país. O levantamento documenta coletivos ativos em diferentes regiões, respeitando as especificidades locais e fortalecendo a memória de uma cultura que historicamente circula de forma oral e pouco registrada. O Mapa Sound System Brasil foi viabilizado por meio de fomento público da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, através do Edital de Linguagem Reggae, e se transformou, em 2019, no livro Mapa Sound System Brasil – Volume 1, o primeiro mapeamento impresso nacional dedicado exclusivamente à cultura sound system. A publicação reúne o registro visual e histórico de mais de 120 sistemas de som brasileiros e hoje é referência documental para pesquisadores, bibliotecas, universidades e agentes culturais. Em 2021, o projeto ganhou também um portal próprio, novamente por meio de fomento público, ampliando seu alcance digital e consolidando o Groovin Mood como um agente ativo na preservação, organização e difusão da memória da cultura reggae no Brasil. Ao longo de sua trajetória, o Groovin Mood construiu credibilidade editorial e uma rede sólida de relações com artistas, coletivos, selos, produtores, festivais, instituições culturais e veículos de comunicação. Seu conteúdo é utilizado como fonte por pesquisadores, jornalistas e iniciativas culturais não só no Brasil, mas também ao redor do mundo. Com quase 20 anos de atuação, o Groovin Mood segue em movimento, reafirmando seu compromisso com a profundidade, a escuta e o respeito às culturas que documenta. Um projeto que nasceu na internet, cresceu junto com a cena reggae brasileira e permanece relevante por unir jornalismo independente, pesquisa de fôlego e sensibilidade curatorial, sempre com olhar crítico e autoral e ajudando a escrever o presente e o futuro dessa cultura no Brasil.

Rafael Felipe dos Santos
Actualmente realiza una estancia posdoctoral en el Instituto de Artes de la Unesp. Es doctor en Educación Musical por la misma institución, en la línea de investigación Música: Procesos, Prácticas y Teorizaciones en Diálogo. Posee dos posgrados de especialización (lato sensu): uno en Educación Musical, con énfasis en Prácticas Musicales Colectivas, por el Centro Universitario Claretiano; y otro en Formación Didáctico-Pedagógica para Cursos en la Modalidad de Educación a Distancia, por la Universidad Virtual del Estado de São Paulo (Univesp). Es pedagogo y licenciado en Educación Musical, con experiencia en gestión pedagógica. Formó parte del Curso Libre del Grupo de Metales de la Academia de la Osesp, desempeñándose como trompetista entre 2012 y 2013, y realizó estudios de Trompeta Clásica en la Escuela de Música del Estado de São Paulo (Emesp). Se desempeñó como vicepresidente del Consejo de Políticas Culturales del municipio de Jacareí entre 2015 y 2017. Su trayectoria reúne experiencias en la educación básica y en proyectos del tercer sector, abarcando formación pedagógica y musical, interpretación artística, investigación académica, elaboración y emisión de informes técnicos sobre proyectos educativos musicales, además de la participación como miembro de jurados en concursos públicos y universitarios organizados por la Fundación Vunesp. También destaca por su labor en la formación de docentes y educadores artísticos, impartiendo talleres de artes integradas, música, cultura y educación en diversos municipios. Actúa como evaluador y revisor ad hoc de la Revista de la Asociación Brasileña de Etnomusicología (ABET), de la Revista Tulha (USP) y de la Revista Música na Educação Básica (ABEM). Es autor del libro Perspectivas del enfoque Orff-Schulwerk en la enseñanza musical en los primeros años escolares: prácticas e impactos educativos, disponible en Amazon y distribuido en nueve países de habla portuguesa. Fue semifinalista del Premio Arte en 2021 y finalista del Premio Educaweek Nacional en 2022, en la categoría Manifestaciones Artísticas. En 2026, fue finalista del Premio Educación Integral, con experiencias inspiradas por el IEAC en colaboración con la Secretaría Municipal de Educación de Jacareí, a través del proyecto Escuela Cultura en Movimiento: Expresión Corporal y Musicalidad en la Formación Integral de los Estudiantes de la Red Municipal de Jacareí, en el eje Territorios, Culturas y Saberes. Actualmente coordina la Gestión Pedagógica General y Musical de la Orquesta Sinfónica Juvenil Municipal de Jacareí, además de la implementación y formación de docentes para talleres de Educación Musical en catorce escuelas de la red municipal, atendiendo aproximadamente a 6.000 estudiantes.
Ver detallesRafael Felipe dos Santos
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Actualmente realiza una estancia posdoctoral en el Instituto de Artes de la Unesp. Es doctor en Educación Musical por la misma institución, en la línea de investigación Música: Procesos, Prácticas y Teorizaciones en Diálogo. Posee dos posgrados de especialización (lato sensu): uno en Educación Musical, con énfasis en Prácticas Musicales Colectivas, por el Centro Universitario Claretiano; y otro en Formación Didáctico-Pedagógica para Cursos en la Modalidad de Educación a Distancia, por la Universidad Virtual del Estado de São Paulo (Univesp). Es pedagogo y licenciado en Educación Musical, con experiencia en gestión pedagógica. Formó parte del Curso Libre del Grupo de Metales de la Academia de la Osesp, desempeñándose como trompetista entre 2012 y 2013, y realizó estudios de Trompeta Clásica en la Escuela de Música del Estado de São Paulo (Emesp). Se desempeñó como vicepresidente del Consejo de Políticas Culturales del municipio de Jacareí entre 2015 y 2017. Su trayectoria reúne experiencias en la educación básica y en proyectos del tercer sector, abarcando formación pedagógica y musical, interpretación artística, investigación académica, elaboración y emisión de informes técnicos sobre proyectos educativos musicales, además de la participación como miembro de jurados en concursos públicos y universitarios organizados por la Fundación Vunesp. También destaca por su labor en la formación de docentes y educadores artísticos, impartiendo talleres de artes integradas, música, cultura y educación en diversos municipios. Actúa como evaluador y revisor ad hoc de la Revista de la Asociación Brasileña de Etnomusicología (ABET), de la Revista Tulha (USP) y de la Revista Música na Educação Básica (ABEM). Es autor del libro Perspectivas del enfoque Orff-Schulwerk en la enseñanza musical en los primeros años escolares: prácticas e impactos educativos, disponible en Amazon y distribuido en nueve países de habla portuguesa. Fue semifinalista del Premio Arte en 2021 y finalista del Premio Educaweek Nacional en 2022, en la categoría Manifestaciones Artísticas. En 2026, fue finalista del Premio Educación Integral, con experiencias inspiradas por el IEAC en colaboración con la Secretaría Municipal de Educación de Jacareí, a través del proyecto Escuela Cultura en Movimiento: Expresión Corporal y Musicalidad en la Formación Integral de los Estudiantes de la Red Municipal de Jacareí, en el eje Territorios, Culturas y Saberes. Actualmente coordina la Gestión Pedagógica General y Musical de la Orquesta Sinfónica Juvenil Municipal de Jacareí, además de la implementación y formación de docentes para talleres de Educación Musical en catorce escuelas de la red municipal, atendiendo aproximadamente a 6.000 estudiantes.

Dieter Chaves
Soy guitarrista, productor, editor, educador, creador de contenido y gestor cultural con amplia experiencia en la formación musical, la organización de eventos y la dirección de proyectos artísticos. Fundador de la Academia Eureka y promotor del Festival Zephyrus. Recientemente quiero trabajar proyectos de cultura que den a conocer el quehacer del artista en mi país con invitados nacionales e internacionales que visitan Costa Rica.
Ver detallesDieter Chaves
Descripción
Soy guitarrista, productor, editor, educador, creador de contenido y gestor cultural con amplia experiencia en la formación musical, la organización de eventos y la dirección de proyectos artísticos. Fundador de la Academia Eureka y promotor del Festival Zephyrus. Recientemente quiero trabajar proyectos de cultura que den a conocer el quehacer del artista en mi país con invitados nacionales e internacionales que visitan Costa Rica.

Eber Prado Ferreira
Produtor cultural, músico, compositor, arte educador e produtor executivo. Trabalha como produtor e diretor de palco no Festival Demo Sul, músico e produtor executivo nas bandas Abacate Contemporâneo e Londrina Ska Clube. Além disso, atua como arte educador para crianças jovens e adultos no ensino de violão.
Ver detallesEber Prado Ferreira
Alternative Rock / Indie Ii
Ska Revival (2-Tone), Ska Punk & Skacore
MPB
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Produtor cultural, músico, compositor, arte educador e produtor executivo. Trabalha como produtor e diretor de palco no Festival Demo Sul, músico e produtor executivo nas bandas Abacate Contemporâneo e Londrina Ska Clube. Além disso, atua como arte educador para crianças jovens e adultos no ensino de violão.
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Eugenio Taicuz
Desde Ibarra, Ecuador, llega el músico de música electrónica y tech house Eugenio Taicuz. En el ámbito de la música electrónica, Taicuz se ha labrado una reputación gracias a su pasión por la música y su talento para crear ritmos contagiosos. Su sonido distintivo combina elementos de house, techno y minimal para crear una estética emocionante y cautivadora. Los ritmos hipnóticos y las líneas de bajo vibrantes de la música de Taicuz brindan a los oyentes una experiencia absorbente y estimulante. Posee un don para componer canciones con melodías complejas y arreglos desafiantes, pero a la vez lo suficientemente sencillos como para bailar, sin dejar de ser complejos. Taicuz se está consolidando rápidamente como uno de los músicos electrónicos más interesantes y vanguardistas de Ecuador y del mundo, con una base de fans en constante crecimiento y un repertorio musical en continuo expansión. Sus ritmos contagiosos y su sonido inconfundible mantendrán al público bailando y pidiendo más.
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Descripción
Desde Ibarra, Ecuador, llega el músico de música electrónica y tech house Eugenio Taicuz. En el ámbito de la música electrónica, Taicuz se ha labrado una reputación gracias a su pasión por la música y su talento para crear ritmos contagiosos. Su sonido distintivo combina elementos de house, techno y minimal para crear una estética emocionante y cautivadora. Los ritmos hipnóticos y las líneas de bajo vibrantes de la música de Taicuz brindan a los oyentes una experiencia absorbente y estimulante. Posee un don para componer canciones con melodías complejas y arreglos desafiantes, pero a la vez lo suficientemente sencillos como para bailar, sin dejar de ser complejos. Taicuz se está consolidando rápidamente como uno de los músicos electrónicos más interesantes y vanguardistas de Ecuador y del mundo, con una base de fans en constante crecimiento y un repertorio musical en continuo expansión. Sus ritmos contagiosos y su sonido inconfundible mantendrán al público bailando y pidiendo más.
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Las Cantoras de la Costa
.Las Cantoras de la Costa es un ensamble vocal femenino y de percusión integrado por diez mujeres provenientes de diferentes partes del mundo que han elegido residir en la Costa de Oaxaca, principalmente en el Pueblo Mágico de Mazunte. El proyecto nació en 2019 como agrupación coral bajo la dirección de Isabel Tercero. Tras su fallecimiento en 2022, el grupo continuó su camino artístico de manera independiente, desarrollando una identidad propia que dio origen al ensamble que es hoy. Su repertorio abarca el folklore latinoamericano y músicas tradicionales de diversas culturas del mundo, interpretadas a través de arreglos vocales y percusivos tanto propios como de grandes arreglistas, que reflejan la diversidad cultural de sus integrantes. A lo largo de su trayectoria, se ha presentado en distintos escenarios de la República Mexicana y ha participado en festivales y encuentros de relevancia internacional, entre ellos el Festival Internacional de Jazz de Mazunte y el Festival Internacional de Coros Femeninos de Latinoamérica (FICFE 2023). Las Cantoras de la Costa conciben la música como una herramienta de encuentro, inspiración y transformación social. Su trabajo promueve la colaboración, la diversidad cultural y el fortalecimiento de las voces femeninas a través de la creación artística colectiva. Desde el sur de México, el ensamble teje puentes entre culturas y territorios a través de la voz, la percusión y el intercambio artístico entre mujeres de distintas procedencias.
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Folclore
Vocal/Coral
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.Las Cantoras de la Costa es un ensamble vocal femenino y de percusión integrado por diez mujeres provenientes de diferentes partes del mundo que han elegido residir en la Costa de Oaxaca, principalmente en el Pueblo Mágico de Mazunte. El proyecto nació en 2019 como agrupación coral bajo la dirección de Isabel Tercero. Tras su fallecimiento en 2022, el grupo continuó su camino artístico de manera independiente, desarrollando una identidad propia que dio origen al ensamble que es hoy. Su repertorio abarca el folklore latinoamericano y músicas tradicionales de diversas culturas del mundo, interpretadas a través de arreglos vocales y percusivos tanto propios como de grandes arreglistas, que reflejan la diversidad cultural de sus integrantes. A lo largo de su trayectoria, se ha presentado en distintos escenarios de la República Mexicana y ha participado en festivales y encuentros de relevancia internacional, entre ellos el Festival Internacional de Jazz de Mazunte y el Festival Internacional de Coros Femeninos de Latinoamérica (FICFE 2023). Las Cantoras de la Costa conciben la música como una herramienta de encuentro, inspiración y transformación social. Su trabajo promueve la colaboración, la diversidad cultural y el fortalecimiento de las voces femeninas a través de la creación artística colectiva. Desde el sur de México, el ensamble teje puentes entre culturas y territorios a través de la voz, la percusión y el intercambio artístico entre mujeres de distintas procedencias.

NO ONE
Noone es una agrupación musical formada en Cali en el año 2018. Un power trío conformado por Juan en guitarra y voz, Diego en bajo y coros y David en batería. La banda nos ofrece un estilo hard rock alternativo con influencias derivadas de las distintas ramas del Rock. Ha tocado en importantes festivales a nivel departamental, como LA DOMINGUERA en el año 2024 junto a las 1280 ALMAS, y ha hecho parte de circuitos de conciertos en la capital vallecaucana en tarimas como las de PUB LEGEND, EL FARO, SAGA ROCK BAR, WARHOL, y en estos momentos se encuentra esperando las segunda fase de clasificación del FIURA 2026, el festival internacional de rock más importante de la ciudad. En diciembre del 2023 la banda lanzó oficialmente su single “CELEBRATE”, el cual abre las puertas a su álbum “TRUST NO ONE”.
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Hard Rock
Garage & Post-Punk Revivals / Nu-Rawk
Garage Rock
Descripción
Noone es una agrupación musical formada en Cali en el año 2018. Un power trío conformado por Juan en guitarra y voz, Diego en bajo y coros y David en batería. La banda nos ofrece un estilo hard rock alternativo con influencias derivadas de las distintas ramas del Rock. Ha tocado en importantes festivales a nivel departamental, como LA DOMINGUERA en el año 2024 junto a las 1280 ALMAS, y ha hecho parte de circuitos de conciertos en la capital vallecaucana en tarimas como las de PUB LEGEND, EL FARO, SAGA ROCK BAR, WARHOL, y en estos momentos se encuentra esperando las segunda fase de clasificación del FIURA 2026, el festival internacional de rock más importante de la ciudad. En diciembre del 2023 la banda lanzó oficialmente su single “CELEBRATE”, el cual abre las puertas a su álbum “TRUST NO ONE”.
Música

Los Músicos de José
Desde hace más de 30 años, Jazz Funk Latino original desde la Ciudad de México. En 1996 surgió una banda que al poco tiempo no paró de tocar en fiestas caseras y reventones de todo tipo, creando un movimiento underground de acid jazz y funk latino instrumental en la Ciudad de México. Al día de hoy, Los Músicos de José tienen cinco discos de estudio y uno doble de remezclas, han participado en muchos festivales nacionales e internacionales principalmente de jazz, pero también de world music, rock y música latina. Actualmente el hip hop, el afrobeat y el mambo nutren también las influencias de la banda. Este 2026 están publicando un nuevo EP, Sesiones Boogaloo, un álbum que recoge el lado más latino de la banda y rinde homenaje a los orígenes del jazz latino. Han compartido escenario con bandas como Kool & the Gang, Ms. Lauryn Hill, Tower of Power, Los Amigos Invisibles, Sargento García, Groove Collective, Steel Pulse, Easy Star All-Stars, Jarabe de Palo, entre muchas otras. Su música les ha permitido llegar a diferentes escenarios, desde festivales de jazz, rock o world music hasta fiestas latinas y auditorios culturales. Han tenido la oportunidad de presentarse en foros de EUA, Chile, Francia, Indonesia y Costa Rica, así como en todo México.
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Acid Jazz / Jazzdance
Go-Go (& Bounce Beat)
Boogaloo
Descripción
Desde hace más de 30 años, Jazz Funk Latino original desde la Ciudad de México. En 1996 surgió una banda que al poco tiempo no paró de tocar en fiestas caseras y reventones de todo tipo, creando un movimiento underground de acid jazz y funk latino instrumental en la Ciudad de México. Al día de hoy, Los Músicos de José tienen cinco discos de estudio y uno doble de remezclas, han participado en muchos festivales nacionales e internacionales principalmente de jazz, pero también de world music, rock y música latina. Actualmente el hip hop, el afrobeat y el mambo nutren también las influencias de la banda. Este 2026 están publicando un nuevo EP, Sesiones Boogaloo, un álbum que recoge el lado más latino de la banda y rinde homenaje a los orígenes del jazz latino. Han compartido escenario con bandas como Kool & the Gang, Ms. Lauryn Hill, Tower of Power, Los Amigos Invisibles, Sargento García, Groove Collective, Steel Pulse, Easy Star All-Stars, Jarabe de Palo, entre muchas otras. Su música les ha permitido llegar a diferentes escenarios, desde festivales de jazz, rock o world music hasta fiestas latinas y auditorios culturales. Han tenido la oportunidad de presentarse en foros de EUA, Chile, Francia, Indonesia y Costa Rica, así como en todo México.
Música

CECÍLIA CECILINA
Cecilina es cantante, compositora, investigadora y gestora cultural brasileña, originaria del sur de Minas Gerais. Su producción artística investiga las relaciones entre música, territorio y memoria, estableciendo puentes entre las tradiciones populares de Minas Gerais y las sonoridades de la MPB clásica, el dream pop y la música alternativa. Tomando el interior de Minas Gerais como principal horizonte estético y conceptual, su obra parte del territorio sur-mineño como espacio de creación, pertenencia e investigación artística. La Folia de Reis constituye una de sus principales referencias, junto con la viola caipira, los relatos orales, las fiestas populares, las creencias rurales y las formas de transmisión de saberes que conforman el patrimonio cultural de la Serra da Mantiqueira. A través de sus composiciones y proyectos audiovisuales, explora cómo estos imaginarios pueden ser reinterpretados mediante nuevos lenguajes musicales y visuales, acercando herencias culturales rurales a nuevas generaciones y públicos diversos. Su trabajo artístico propone una lectura singular del interior brasileño, articulando elementos de la cultura popular de Minas Gerais con sonoridades y estéticas experimentales. En el álbum y proyecto audiovisual *O Canto dos Sapos*, referencias a la Folia de Reis, a las mitologías rurales y a los paisajes de la Mantiqueira conviven con recursos de la canción brasileña actual, el dream pop y el audiovisual de autor, construyendo una poética situada entre tradición, fantasía e invención. Paralelamente a su creación artística, desarrolla investigaciones orientadas a la documentación y difusión de la memoria musical del sur de Minas Gerais. En los últimos años, se ha dedicado al estudio de la producción musical independiente de la región durante la década de 1980, realizando levantamientos de archivos, entrevistas e investigaciones documentales sobre artistas y repertorios fundamentales para la historia cultural local. En este contexto, ideó y desarrolló la investigación del *Songbook Hortelã*, publicación dedicada al disco *Hortelã* (1985), de Ivan Vilela y Pricila Stephan, considerado un hito de la música independiente del sur de Minas Gerais. El proyecto reunió investigación histórica, curaduría de archivos, entrevistas y transcripción de partituras, contribuyendo a la preservación y circulación de repertorios aún poco documentados por la historiografía de la música brasileña. También participó en la realización de los conciertos conmemorativos y del espectáculo *Hortelã 40 Anos*, desempeñándose en funciones de investigación, dirección musical, arreglos, producción ejecutiva e interpretación. Al incorporar referencias de la Folia de Reis, de la viola caipira y de las culturas rurales de la Mantiqueira en la música y el audiovisual, su trabajo busca ampliar los imaginarios frecuentemente asociados a Brasil en los circuitos culturales nacionales e internacionales. En contraste con las representaciones tradicionalmente vinculadas a los grandes centros urbanos, sus obras presentan narrativas, sonoridades y modos de vida construidos en el interior del país, revelando una dimensión de Brasil menos conocida fuera de sus fronteras. De este modo, su producción contribuye a la valorización y continuidad de patrimonios culturales compartidos entre Brasil, Portugal y América Latina, entendiendo la creación artística como una herramienta de transmisión cultural capaz de mantener vivos saberes, memorias y prácticas que siguen moldeando la identidad de comunidades rurales en el presente.
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Dream Pop & Shoegaze
Regional
MPB
Descripción
Cecilina es cantante, compositora, investigadora y gestora cultural brasileña, originaria del sur de Minas Gerais. Su producción artística investiga las relaciones entre música, territorio y memoria, estableciendo puentes entre las tradiciones populares de Minas Gerais y las sonoridades de la MPB clásica, el dream pop y la música alternativa. Tomando el interior de Minas Gerais como principal horizonte estético y conceptual, su obra parte del territorio sur-mineño como espacio de creación, pertenencia e investigación artística. La Folia de Reis constituye una de sus principales referencias, junto con la viola caipira, los relatos orales, las fiestas populares, las creencias rurales y las formas de transmisión de saberes que conforman el patrimonio cultural de la Serra da Mantiqueira. A través de sus composiciones y proyectos audiovisuales, explora cómo estos imaginarios pueden ser reinterpretados mediante nuevos lenguajes musicales y visuales, acercando herencias culturales rurales a nuevas generaciones y públicos diversos. Su trabajo artístico propone una lectura singular del interior brasileño, articulando elementos de la cultura popular de Minas Gerais con sonoridades y estéticas experimentales. En el álbum y proyecto audiovisual *O Canto dos Sapos*, referencias a la Folia de Reis, a las mitologías rurales y a los paisajes de la Mantiqueira conviven con recursos de la canción brasileña actual, el dream pop y el audiovisual de autor, construyendo una poética situada entre tradición, fantasía e invención. Paralelamente a su creación artística, desarrolla investigaciones orientadas a la documentación y difusión de la memoria musical del sur de Minas Gerais. En los últimos años, se ha dedicado al estudio de la producción musical independiente de la región durante la década de 1980, realizando levantamientos de archivos, entrevistas e investigaciones documentales sobre artistas y repertorios fundamentales para la historia cultural local. En este contexto, ideó y desarrolló la investigación del *Songbook Hortelã*, publicación dedicada al disco *Hortelã* (1985), de Ivan Vilela y Pricila Stephan, considerado un hito de la música independiente del sur de Minas Gerais. El proyecto reunió investigación histórica, curaduría de archivos, entrevistas y transcripción de partituras, contribuyendo a la preservación y circulación de repertorios aún poco documentados por la historiografía de la música brasileña. También participó en la realización de los conciertos conmemorativos y del espectáculo *Hortelã 40 Anos*, desempeñándose en funciones de investigación, dirección musical, arreglos, producción ejecutiva e interpretación. Al incorporar referencias de la Folia de Reis, de la viola caipira y de las culturas rurales de la Mantiqueira en la música y el audiovisual, su trabajo busca ampliar los imaginarios frecuentemente asociados a Brasil en los circuitos culturales nacionales e internacionales. En contraste con las representaciones tradicionalmente vinculadas a los grandes centros urbanos, sus obras presentan narrativas, sonoridades y modos de vida construidos en el interior del país, revelando una dimensión de Brasil menos conocida fuera de sus fronteras. De este modo, su producción contribuye a la valorización y continuidad de patrimonios culturales compartidos entre Brasil, Portugal y América Latina, entendiendo la creación artística como una herramienta de transmisión cultural capaz de mantener vivos saberes, memorias y prácticas que siguen moldeando la identidad de comunidades rurales en el presente.
● Entre las y los artistas que integran este perfil, hay personas con discapacidad: Discapacidad cognitiva
Música

Más Jazz Magazine
Adrián Besada Filgueiras es doctor internacional en Musicología por la Universidad de Valladolid, con mención Cum Laude, especializado en estudios culturales, jazz y etnomusicología. Su trayectoria combina investigación académica, docencia universitaria, gestión cultural y periodismo musical, consolidándose como una de las voces especializadas en jazz más reconocidas del ámbito español. Actualmente es profesor universitario en diversas instituciones de educación superior y director de trabajos de investigación en programas de grado y máster relacionados con la música, el jazz y la gestión cultural. Ha desarrollado estancias de investigación internacionales en Argentina, Reino Unido y Colombia, además de participar como ponente en congresos y seminarios especializados en Europa y América. En el ámbito profesional, ejerce como director de Más Jazz Magazine, la principal publicación especializada en jazz de España, donde previamente desempeñó funciones como redactor, editor y creador de contenidos. Asimismo, ha colaborado con medios especializados como Distrito Jazz y Mondosonoro, y ha desarrollado labores de producción y gestión cultural en festivales, instituciones y proyectos vinculados a la industria musical. Es autor de diversas publicaciones científicas sobre jazz, identidad cultural y músicas populares, además de haber dirigido investigaciones y proyectos relacionados con la creación musical contemporánea. Su experiencia combina una profunda formación académica con un amplio conocimiento del sector profesional, la comunicación cultural y la gestión editorial.
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Adrián Besada Filgueiras es doctor internacional en Musicología por la Universidad de Valladolid, con mención Cum Laude, especializado en estudios culturales, jazz y etnomusicología. Su trayectoria combina investigación académica, docencia universitaria, gestión cultural y periodismo musical, consolidándose como una de las voces especializadas en jazz más reconocidas del ámbito español. Actualmente es profesor universitario en diversas instituciones de educación superior y director de trabajos de investigación en programas de grado y máster relacionados con la música, el jazz y la gestión cultural. Ha desarrollado estancias de investigación internacionales en Argentina, Reino Unido y Colombia, además de participar como ponente en congresos y seminarios especializados en Europa y América. En el ámbito profesional, ejerce como director de Más Jazz Magazine, la principal publicación especializada en jazz de España, donde previamente desempeñó funciones como redactor, editor y creador de contenidos. Asimismo, ha colaborado con medios especializados como Distrito Jazz y Mondosonoro, y ha desarrollado labores de producción y gestión cultural en festivales, instituciones y proyectos vinculados a la industria musical. Es autor de diversas publicaciones científicas sobre jazz, identidad cultural y músicas populares, además de haber dirigido investigaciones y proyectos relacionados con la creación musical contemporánea. Su experiencia combina una profunda formación académica con un amplio conocimiento del sector profesional, la comunicación cultural y la gestión editorial.
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