
Marilin Schultheis
Marilin Schultheis es cantante, compositora y artista emergente nacida en Gualeguaychú, Entre Ríos. Su propuesta artística desarrolla una búsqueda sonora personal y experimental, donde la voz se constituye como eje expresivo y principal herramienta narrativa. Su obra dialoga con el vals, la milonga, el tango, el candombe, el jazz y referencias barrocas, dando lugar a una identidad sonora singular que combina sensibilidad poética, exploración vocal y una estética contemporánea. Su primer álbum, "Colores", reúne composiciones originales que profundizan una mirada íntima y autoral sobre la canción. Entre sus trabajos destacados se encuentra el single "Tango DiosDiablo", producido por Daniel Melingo, quien participó además como pianista, arreglador y corista. La obra propone una reflexión sobre la intuición, las fuerzas internas y los procesos de transformación creativa. También desarrolla reinterpretaciones de obras del repertorio clásico desde una perspectiva contemporánea. En este marco realizó una versión vocal de la Marcha Fúnebre de Frédéric Chopin junto a la pianista Noelia Sinkunas, incorporando texto original y explorando la voz como cuerpo dramático central, en una propuesta de carácter experimental, íntimo y cinematográfico. Actualmente continúa desarrollando nuevas producciones y consolidando un lenguaje artístico propio, participando en espacios de circulación, formación e intercambio dentro del ámbito musical iberoamericano.
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Cantautor/Música de autor
Contemporánea
Descrição
Marilin Schultheis es cantante, compositora y artista emergente nacida en Gualeguaychú, Entre Ríos. Su propuesta artística desarrolla una búsqueda sonora personal y experimental, donde la voz se constituye como eje expresivo y principal herramienta narrativa. Su obra dialoga con el vals, la milonga, el tango, el candombe, el jazz y referencias barrocas, dando lugar a una identidad sonora singular que combina sensibilidad poética, exploración vocal y una estética contemporánea. Su primer álbum, "Colores", reúne composiciones originales que profundizan una mirada íntima y autoral sobre la canción. Entre sus trabajos destacados se encuentra el single "Tango DiosDiablo", producido por Daniel Melingo, quien participó además como pianista, arreglador y corista. La obra propone una reflexión sobre la intuición, las fuerzas internas y los procesos de transformación creativa. También desarrolla reinterpretaciones de obras del repertorio clásico desde una perspectiva contemporánea. En este marco realizó una versión vocal de la Marcha Fúnebre de Frédéric Chopin junto a la pianista Noelia Sinkunas, incorporando texto original y explorando la voz como cuerpo dramático central, en una propuesta de carácter experimental, íntimo y cinematográfico. Actualmente continúa desarrollando nuevas producciones y consolidando un lenguaje artístico propio, participando en espacios de circulación, formación e intercambio dentro del ámbito musical iberoamericano.

Julio García
Trombonista y cantante, cuento con 8 años de experiencia como trombonista y 4 años como cantante. Puedo adaptarme a diferentes géneros musicales como: Música académica, Salsa, Merengue, cumbia, etc.
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Música Sinfónica
Solistas
Bolero
Cumbia Tropical
Descrição
Trombonista y cantante, cuento con 8 años de experiencia como trombonista y 4 años como cantante. Puedo adaptarme a diferentes géneros musicales como: Música académica, Salsa, Merengue, cumbia, etc.

Marichi M&M de El Salvador
Somos Marichi M&M de El Salvador y contamos con 4 años de trayectoria , somos jovenes musicos Salvadoreños originarios de Santo Tomas
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Descrição
Somos Marichi M&M de El Salvador y contamos con 4 años de trayectoria , somos jovenes musicos Salvadoreños originarios de Santo Tomas

Tenho Mais é que Viver – Ananda Torres Celebra Ivan Lins
[English below] “Ninguém canta mais essas músicas, minha filha!” – foi o que Ivan Lins disse à cantora e pianista Ananda Torres em 2019, quando recebeu o repertório do show Tenho Mais é que Viver. O projeto partiu de uma pesquisa cuidadosa, que contou com a ajuda de Cláudio Lins (filho de Ivan Lins) e chegou em 2019 aos palcos do Rio de Janeiro, na forma de um show intimista e envolvente, em que Ananda Torres apresenta releituras para canções que vão muito além dos grandes hits, revelando ao público a imensidão artística, social e política da obra de Ivan e seus parceiros. No início de 2020 a agenda teve de ser cancelada devido à pandemia de Covid19 – incluindo uma temporada no lendário Beco das Garrafas e um show com participação especial de Cláudio Lins. Meses depois, o próprio Cláudio convidou Ananda para um dueto na live organizada por ele para comemorar à distância os 75 anos do pai, que na época residia em Portugal. Diversos artistas consagrados fizeram parte desta linda homenagem, que foi ao ar em 16 de junho de 2020 – dentre eles, Leila Pinheiro, Jorge Vercilo, Luciana Mello e Roberto Menescal. O próprio Ivan Lins fez algumas postagens em 2021 sobre o projeto nas suas redes sociais, referindo-se à Ananda de uma forma tão carinhosa, que até hoje alguns fãs acreditam que ela é uma de suas filhas! Em 2022, o show Tenho Mais é que Viver retornou aos palcos, começando pelo Solar de Botafogo, onde Ananda teve a companhia dos músicos Zé Luiz Maia (contrabaixo) e Kim Pereira (bateria), além de participações inesquecíveis de Délia Fischer (piano e voz) e Everton Cesar (violão). Em 2024 Ananda adaptou o projeto para um formato solo – piano e voz – estreando no Centro da Música Carioca Arthur da Távola e no palco aconchegante do Chez Evânio, na Urca, onde finalmente foi possível a emocionante participação de Cláudio Lins. Ainda em 2024, o Projeto foi contemplado pelo Edital Cultura em Toda Parte, da SECULT/ES, que proporcionou a tão sonhada oportunidade de mostrar a música e a história de Ivan Lins para plateias que tiveram pouco ou nenhum contato com sua obra. Na mesma semana em que Ananda celebrava 5 anos desde o primeiro show, ela também pôde celebrar este marco na trajetória de Tenho Mais é que Viver! Em janeiro de 2025, Ananda retornou ao palco do Chez Evânio na companhia de Everton Cesar e Alexandre Elias, para o primeiro show da temporada que celebra os 80 anos de Ivan Lins. Mas a maior celebração aconteceu no dia 14 de Junho de 2025 – dois dias antes do aniversário de Ivan. A Casa da Música Sônia Cabral, em Vitória, recebeu Ananda Torres e convidados muito especiais para uma noite de alegria e emoção, percorrendo toda a trajetória deste grande artista brasileiro através de suas obras primas – e de suas histórias surpreendentes! ………………………………………….. “No one sings these songs anymore, my dear!” – that is what Ivan Lins told singer and pianist Ananda Torres in 2019, upon receiving the setlist for the show *Tenho Mais é que Viver*. The project was born from meticulous research—conducted with the help of Cláudio Lins (Ivan Lins’s son)—and debuted on Rio de Janeiro stages in 2019 as an intimate, captivating show, where Ananda Torres presents new versions of songs that go far beyond the major hits, revealing to the audience the artistic, social, and political depth of the work created by Ivan and his collaborators. In early 2020, the schedule had to be cancelled due to the COVID-19 pandemic—including a residency at the legendary Beco das Garrafas and a show featuring a special guest appearance by Cláudio Lins. Months later, Cláudio himself invited Ananda to sing a duet during a livestream he organized to celebrate—from a distance—the 75th birthday of his father, who was living in Portugal at the time. Several renowned artists took part in this beautiful tribute, which aired on June 16, 2020—among them Leila Pinheiro, Jorge Vercilo, Luciana Mello, and Roberto Menescal. Ivan Lins himself posted about the project on social media in 2021, speaking of Ananda with such affection that, to this day, some fans believe she is one of his daughters! In 2022, the show *Tenho Mais é que Viver* returned to the stage, starting at Solar de Botafogo, where Ananda was accompanied by musicians Zé Luiz Maia (double bass) and Kim Pereira (drums), featuring unforgettable guest appearances by Délia Fischer (piano and vocals) and Everton Cesar (acoustic guitar). In 2024, Ananda adapted the project into a solo format—piano and vocals—debuting at the Centro de Música Carioca Arthur da Távola and the intimate Chez Evânio in Urca, where Cláudio Lins finally made a moving guest appearance. Also in 2024, the project was selected for SECULT/ES’s *Cultura em Toda Parte* program, providing the long-awaited opportunity to introduce Ivan Lins’s music and story to an audience with little to no familiarity with his work. The same week Ananda marked the fifth anniversary of her debut show, she also celebrated this milestone in the journey of *Tenho Mais é que Viver!*. In January 2025, Ananda returned to the stage at Chez Evânio alongside Everton Cesar and Alexandre Elias for the season's opening show, celebrating Ivan Lins’s 80th birthday. However, the grandest celebration took place on June 14, 2025—two days before Ivan’s actual birthday. The Casa da Música Sônia Cabral in Vitória hosted Ananda Torres and very special guests for a night of joy and emotion, tracing the career of this great Brazilian artist through his masterpieces—and the surprising stories behind them!
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Bossa Nova
Samba
Descrição
[English below] “Ninguém canta mais essas músicas, minha filha!” – foi o que Ivan Lins disse à cantora e pianista Ananda Torres em 2019, quando recebeu o repertório do show Tenho Mais é que Viver. O projeto partiu de uma pesquisa cuidadosa, que contou com a ajuda de Cláudio Lins (filho de Ivan Lins) e chegou em 2019 aos palcos do Rio de Janeiro, na forma de um show intimista e envolvente, em que Ananda Torres apresenta releituras para canções que vão muito além dos grandes hits, revelando ao público a imensidão artística, social e política da obra de Ivan e seus parceiros. No início de 2020 a agenda teve de ser cancelada devido à pandemia de Covid19 – incluindo uma temporada no lendário Beco das Garrafas e um show com participação especial de Cláudio Lins. Meses depois, o próprio Cláudio convidou Ananda para um dueto na live organizada por ele para comemorar à distância os 75 anos do pai, que na época residia em Portugal. Diversos artistas consagrados fizeram parte desta linda homenagem, que foi ao ar em 16 de junho de 2020 – dentre eles, Leila Pinheiro, Jorge Vercilo, Luciana Mello e Roberto Menescal. O próprio Ivan Lins fez algumas postagens em 2021 sobre o projeto nas suas redes sociais, referindo-se à Ananda de uma forma tão carinhosa, que até hoje alguns fãs acreditam que ela é uma de suas filhas! Em 2022, o show Tenho Mais é que Viver retornou aos palcos, começando pelo Solar de Botafogo, onde Ananda teve a companhia dos músicos Zé Luiz Maia (contrabaixo) e Kim Pereira (bateria), além de participações inesquecíveis de Délia Fischer (piano e voz) e Everton Cesar (violão). Em 2024 Ananda adaptou o projeto para um formato solo – piano e voz – estreando no Centro da Música Carioca Arthur da Távola e no palco aconchegante do Chez Evânio, na Urca, onde finalmente foi possível a emocionante participação de Cláudio Lins. Ainda em 2024, o Projeto foi contemplado pelo Edital Cultura em Toda Parte, da SECULT/ES, que proporcionou a tão sonhada oportunidade de mostrar a música e a história de Ivan Lins para plateias que tiveram pouco ou nenhum contato com sua obra. Na mesma semana em que Ananda celebrava 5 anos desde o primeiro show, ela também pôde celebrar este marco na trajetória de Tenho Mais é que Viver! Em janeiro de 2025, Ananda retornou ao palco do Chez Evânio na companhia de Everton Cesar e Alexandre Elias, para o primeiro show da temporada que celebra os 80 anos de Ivan Lins. Mas a maior celebração aconteceu no dia 14 de Junho de 2025 – dois dias antes do aniversário de Ivan. A Casa da Música Sônia Cabral, em Vitória, recebeu Ananda Torres e convidados muito especiais para uma noite de alegria e emoção, percorrendo toda a trajetória deste grande artista brasileiro através de suas obras primas – e de suas histórias surpreendentes! ………………………………………….. “No one sings these songs anymore, my dear!” – that is what Ivan Lins told singer and pianist Ananda Torres in 2019, upon receiving the setlist for the show *Tenho Mais é que Viver*. The project was born from meticulous research—conducted with the help of Cláudio Lins (Ivan Lins’s son)—and debuted on Rio de Janeiro stages in 2019 as an intimate, captivating show, where Ananda Torres presents new versions of songs that go far beyond the major hits, revealing to the audience the artistic, social, and political depth of the work created by Ivan and his collaborators. In early 2020, the schedule had to be cancelled due to the COVID-19 pandemic—including a residency at the legendary Beco das Garrafas and a show featuring a special guest appearance by Cláudio Lins. Months later, Cláudio himself invited Ananda to sing a duet during a livestream he organized to celebrate—from a distance—the 75th birthday of his father, who was living in Portugal at the time. Several renowned artists took part in this beautiful tribute, which aired on June 16, 2020—among them Leila Pinheiro, Jorge Vercilo, Luciana Mello, and Roberto Menescal. Ivan Lins himself posted about the project on social media in 2021, speaking of Ananda with such affection that, to this day, some fans believe she is one of his daughters! In 2022, the show *Tenho Mais é que Viver* returned to the stage, starting at Solar de Botafogo, where Ananda was accompanied by musicians Zé Luiz Maia (double bass) and Kim Pereira (drums), featuring unforgettable guest appearances by Délia Fischer (piano and vocals) and Everton Cesar (acoustic guitar). In 2024, Ananda adapted the project into a solo format—piano and vocals—debuting at the Centro de Música Carioca Arthur da Távola and the intimate Chez Evânio in Urca, where Cláudio Lins finally made a moving guest appearance. Also in 2024, the project was selected for SECULT/ES’s *Cultura em Toda Parte* program, providing the long-awaited opportunity to introduce Ivan Lins’s music and story to an audience with little to no familiarity with his work. The same week Ananda marked the fifth anniversary of her debut show, she also celebrated this milestone in the journey of *Tenho Mais é que Viver!*. In January 2025, Ananda returned to the stage at Chez Evânio alongside Everton Cesar and Alexandre Elias for the season's opening show, celebrating Ivan Lins’s 80th birthday. However, the grandest celebration took place on June 14, 2025—two days before Ivan’s actual birthday. The Casa da Música Sônia Cabral in Vitória hosted Ananda Torres and very special guests for a night of joy and emotion, tracing the career of this great Brazilian artist through his masterpieces—and the surprising stories behind them!
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Juan Pedro Souza
Guitarrista uruguayo, licenciado en guitarra y dirección de coro por la Universidad de la República, actualmente cursando estudios de magíster en interpretación musical en la Universidad de Chile. Me interesa especialmente explorar el repertorio para guitarra clásica de los siglos XX y XXI, así como la música del continente americano. Mediante conciertos comentados e interactivos procuro hacer partícipe al público de dicha exploración de mundos musicales diversos y enriquecedores. He dado recitales como solista y he participado de diversos ensambles, como el Cuarteto de Guitarras Microinterválicas y la Orquesta de Guitarras de la Facultad de Artes, ambos de la Universidad de la República. Soy docente en dicha institución en las cátedras de Guitarra y Dirección de Coro. Anteriormente fui docente en la enseñanza primaria. También enseño guitarra y teoría musical en el ámbito privado.
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Contemporánea
Clásica-Románticista
Descrição
Guitarrista uruguayo, licenciado en guitarra y dirección de coro por la Universidad de la República, actualmente cursando estudios de magíster en interpretación musical en la Universidad de Chile. Me interesa especialmente explorar el repertorio para guitarra clásica de los siglos XX y XXI, así como la música del continente americano. Mediante conciertos comentados e interactivos procuro hacer partícipe al público de dicha exploración de mundos musicales diversos y enriquecedores. He dado recitales como solista y he participado de diversos ensambles, como el Cuarteto de Guitarras Microinterválicas y la Orquesta de Guitarras de la Facultad de Artes, ambos de la Universidad de la República. Soy docente en dicha institución en las cátedras de Guitarra y Dirección de Coro. Anteriormente fui docente en la enseñanza primaria. También enseño guitarra y teoría musical en el ámbito privado.

Ordinarius
Ordinarius é um grupo que usa as vozes como instrumentos principais e a percussão como seu perfeito complemento tendo a brasilidade, em suas diversas possibilidades, como linguagem musical, e os arranjos vocais inéditos de Augusto Ordine como fio condutor. Com dezoito anos de estrada, o conjunto já passou por vários estados brasileiros e mais de uma dezena de países na Europa, América Latina, América do Norte e Ásia, levando o repertório de seus diversos projetos em festivais e turnês. O choro carioca, Pixinguinha, Carmen Miranda, Aldir Blanc, composições de mulheres, Bossa Nova e mesmo canções autorais dos componentes do grupo foram alguns dos temas visitados, e o álbum Brasuca é a primeira incursão do grupo em um repertório de compositores contemporâneos, de diversos estilos, abarcando todas as regiões do país. O sexteto é formado por Antonia Medeiros, Augusto Ordine, Beatriz Coimbra, Fabiano Salek, Maíra Martins e Matias Correa, sendo Augusto o diretor musical e arranjador e Maíra a produtora executiva do grupo.
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MPB
Descrição
Ordinarius é um grupo que usa as vozes como instrumentos principais e a percussão como seu perfeito complemento tendo a brasilidade, em suas diversas possibilidades, como linguagem musical, e os arranjos vocais inéditos de Augusto Ordine como fio condutor. Com dezoito anos de estrada, o conjunto já passou por vários estados brasileiros e mais de uma dezena de países na Europa, América Latina, América do Norte e Ásia, levando o repertório de seus diversos projetos em festivais e turnês. O choro carioca, Pixinguinha, Carmen Miranda, Aldir Blanc, composições de mulheres, Bossa Nova e mesmo canções autorais dos componentes do grupo foram alguns dos temas visitados, e o álbum Brasuca é a primeira incursão do grupo em um repertório de compositores contemporâneos, de diversos estilos, abarcando todas as regiões do país. O sexteto é formado por Antonia Medeiros, Augusto Ordine, Beatriz Coimbra, Fabiano Salek, Maíra Martins e Matias Correa, sendo Augusto o diretor musical e arranjador e Maíra a produtora executiva do grupo.

COLMENA RECORDS
Llevamos la precisión del estudio a la energía del directo: Feria Internacional del Libro (FILBo 2026): Host y lanzamiento del libro "El amor que sana lo que duele" (Jeisson Fandiño). Colmena Records también produjo la creación sonora de las meditaciones guiadas y audios motivacionales que acompañan la obra. Promoción Ferggie León (2025): Gestión de los eventos y operación de sonido en vivo para sus shows en Casa Valhala (San Felipe) y el evento "Encantos del amor" en El Jardín – Bacatá Live (junto a Juan Adarme y Ana Valo). Festival Despachados (2024): Creadores y productores de este evento llevado a cabo en Teatro de Garage (Chapinero). Teatro Musical (2023-2024): Operación de sonido para los musicales "In the Heights", "Heathers" y "El Violinista en el Tejado" (Estudiantes Artes Escénicas Univ. El Bosque en Casa Teatrova). Audio Inmersivo en Vivo (2025): Operación de sistemas inmersivos para Martin Audio & Allen & Heath (Avcom Colombia) en el Teatro Libre. Pacifilia Fest (2025 & 2026): Colaboradores de sonido en vivo en sus dos ediciones (Localidad Candelaria). Hemos trabajado con el Bogota Music Market, rueda de negocios realizada por la Camara de Comercio de Bogota Partners Oficiales y Sello Disquero SYMPHONIC Aliados del Festival Internacional de las Artes Minga
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Descrição
Llevamos la precisión del estudio a la energía del directo: Feria Internacional del Libro (FILBo 2026): Host y lanzamiento del libro "El amor que sana lo que duele" (Jeisson Fandiño). Colmena Records también produjo la creación sonora de las meditaciones guiadas y audios motivacionales que acompañan la obra. Promoción Ferggie León (2025): Gestión de los eventos y operación de sonido en vivo para sus shows en Casa Valhala (San Felipe) y el evento "Encantos del amor" en El Jardín – Bacatá Live (junto a Juan Adarme y Ana Valo). Festival Despachados (2024): Creadores y productores de este evento llevado a cabo en Teatro de Garage (Chapinero). Teatro Musical (2023-2024): Operación de sonido para los musicales "In the Heights", "Heathers" y "El Violinista en el Tejado" (Estudiantes Artes Escénicas Univ. El Bosque en Casa Teatrova). Audio Inmersivo en Vivo (2025): Operación de sistemas inmersivos para Martin Audio & Allen & Heath (Avcom Colombia) en el Teatro Libre. Pacifilia Fest (2025 & 2026): Colaboradores de sonido en vivo en sus dos ediciones (Localidad Candelaria). Hemos trabajado con el Bogota Music Market, rueda de negocios realizada por la Camara de Comercio de Bogota Partners Oficiales y Sello Disquero SYMPHONIC Aliados del Festival Internacional de las Artes Minga
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Antinio Reyes Vanegas
.Antonio Reyes Vanegas, Vanegas con A de anzuelo o A de Antonio, es originario de Zacatecas; en la actualidad vive en Guadalajara. Es licenciado en música con orientación y composición; egresado de la licenciatura en filosofía y la Maestría en Humanidades de la Universidad Autónoma de Zacatecas. Como compositor su obra se ha dedicado a representar la literatura; muestra de ello fue Mención Honorífica del concurso de Canción académica Ramón López Velarde y su obra Traje las noticias del imperio, la cual fue beneficiaria del Programa de Estímulos a la Creación y Desarrollo artístico en 2017-2018. Tomó clases con Manuel Cerda y Demian Galindo, Valeria Jonard, Mario Lavista Luca Belcastro, por mencionar unos.
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Descrição
.Antonio Reyes Vanegas, Vanegas con A de anzuelo o A de Antonio, es originario de Zacatecas; en la actualidad vive en Guadalajara. Es licenciado en música con orientación y composición; egresado de la licenciatura en filosofía y la Maestría en Humanidades de la Universidad Autónoma de Zacatecas. Como compositor su obra se ha dedicado a representar la literatura; muestra de ello fue Mención Honorífica del concurso de Canción académica Ramón López Velarde y su obra Traje las noticias del imperio, la cual fue beneficiaria del Programa de Estímulos a la Creación y Desarrollo artístico en 2017-2018. Tomó clases con Manuel Cerda y Demian Galindo, Valeria Jonard, Mario Lavista Luca Belcastro, por mencionar unos.

HappySunday
HappySunday es una banda conformada por jóvenes entre los 15 y 19 años, todos oriundos del municipio de Granada Meta (Colombia), un lugar que se ha destacado principalmente por ser epicentro de violencia en Colombia, pero también por ser semillero de grandes talentos. H/S ha tenido que abrirse paso en un lugar donde el rock ha sido estigmatizado. Donde ser rockero se consideró por mucho tiempo como sinónimo de calificativos despectivos y donde los escenarios para poder mostrar su propuesta son escasos por no decir que inexistentes. La banda que fue fundada a inicios del año 2022, se originó con la intención de producir música propia, y brindar al público un producto original donde se note el sello propio, donde cada letra y arreglo musical lleva intrínseco el mensaje de estos jóvenes, transmitiendo su interpretación del mundo, según la lectura que hacen del contexto que les rodea. La banda fue fundada por Juan Camilo Galindo, quien junto a su hermana Maria Angel han caminado abriéndose paso como una de las bandas más prometedoras del Departamento. Durante el último año sufrió una modificación en su conformación y hasta el día de hoy acompañan a los hermanos Galindo, el batero Miguel Gonzalez y el guitarrista Alejandro Fierro.
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Post-Grunge
Post-Rock
Punk Rock
Descrição
HappySunday es una banda conformada por jóvenes entre los 15 y 19 años, todos oriundos del municipio de Granada Meta (Colombia), un lugar que se ha destacado principalmente por ser epicentro de violencia en Colombia, pero también por ser semillero de grandes talentos. H/S ha tenido que abrirse paso en un lugar donde el rock ha sido estigmatizado. Donde ser rockero se consideró por mucho tiempo como sinónimo de calificativos despectivos y donde los escenarios para poder mostrar su propuesta son escasos por no decir que inexistentes. La banda que fue fundada a inicios del año 2022, se originó con la intención de producir música propia, y brindar al público un producto original donde se note el sello propio, donde cada letra y arreglo musical lleva intrínseco el mensaje de estos jóvenes, transmitiendo su interpretación del mundo, según la lectura que hacen del contexto que les rodea. La banda fue fundada por Juan Camilo Galindo, quien junto a su hermana Maria Angel han caminado abriéndose paso como una de las bandas más prometedoras del Departamento. Durante el último año sufrió una modificación en su conformación y hasta el día de hoy acompañan a los hermanos Galindo, el batero Miguel Gonzalez y el guitarrista Alejandro Fierro.
Música

Aricia Mess
.Ao longo de três décadas, a artista carioca Arícia Mess — cantora, compositora, diretora e performer — construiu uma carreira inteiramente independente, sem apoio contínuo de subsídios públicos ou privados. Sua obra, profundamente enraizada na música negra brasileira e internacional, dialoga com a performance e a palavra, consolidando uma linguagem própria, potente e absolutamente contemporânea. O vínculo de Arícia com o Reino Unido começa cedo. Ainda menina, nos anos 1970, viajou à Escócia e à Inglaterra com o Coral do Centro Educacional de Niterói, apresentando-se no tradicional Festival de Aberdeen e encerrando a turnê no Royal Albert Hall, em Londres. Décadas depois, já como artista profissional no Rio de Janeiro dos anos 1990, liderou projetos que reuniam jovens criadores em início de trajetória. Foi nesse período que selos ingleses como Acid Jazz e Far Out a procuraram — pela Far Out, lançou dois singles de expressiva repercussão no Reino Unido e em toda a Europa, com destaque para a faixa "Superlegal". Entre 2017 e 2019, Arícia realizou por iniciativa própria uma significativa circulação internacional. Em Londres, apresentou-se no Hootananny (Brixton), no Grow (Dalston) e no Carnaval de Notting Hill; em Berlim, integrou o Carnaval Queer. Realizou ainda duas residências artísticas em Paris com seu programa de rádio Flower Power — Música Negra do Brasil e do Mundo, promovendo intercâmbios com artistas franco-africanos como Ballaké Sissoko, Moh Kouyaté, Mariama e a cantora brasileira Flávia Coelho. Em Londres, entrevistou a cantora Nina Miranda e outros nomes da cena local. Essas experiências atravessam diretamente sua obra e visão de mundo. Foi nesse trânsito entre São Paulo, Londres e Lisboa que compôs e gravou grande parte de seu álbum Versos do Mundo, lançado em 2021 por um pequeno selo alemão em plena pandemia. O disco reúne parcerias de peso como Dona Onete, Chico César, Ricardo Dias Gomes e Aleh Ferreira, e carrega as marcas dos deslocamentos, dos encontros e das migrações que o gestaram. Ainda sob as restrições do isolamento, em janeiro de 2021, Arícia realizou remotamente uma performance com o grupo Bora Girls, formado por artistas plásticas brasileiras residentes em Londres. O trabalho tratava exatamente da impossibilidade dos encontros durante a pandemia, transformando a distância e a saudade em potência criativa e mantendo viva a ponte afetiva e artística com o Reino Unido mesmo em meio ao fechamento das fronteiras. A crítica reconhece a singularidade de sua trajetória. O jornalista Tárik de Souza define Arícia Mess como uma artista "singular e inovadora". O DJ e curador Zé Pedro, da gravadora Jóia Moderna, afirma que ela "atravessa ritos, negritudes e africanismos sem nunca soar alegórica", ressaltando a autenticidade e a força de sua performance ao vivo. Na imprensa internacional, o editor Ole Schulz, do jornal alemão TAZ, comparou sua potência vocal à de divas como Elza Soares e Dona Onete, destacando o caráter transnacional de Versos do Mundo. Em 2023, Arícia lançou um projeto colaborativo com oito cineastas e equipes de 20 nacionalidades, resultando em seis videoclipes rodados no Reino Unido a partir das canções do álbum, em parceria com a Infinita Productions (Londres) e o selo Korokoro. Atualmente, prepara seu novo trabalho, Arícia Mess e os Venusianos, ao lado de parceiros de longa data: João Deogracias (multi-instrumentista e produtor), Simone Sou (percussionista e baterista) e Pipo Pegoraro (guitarrista e produtor musical), todos com sólida experiência em tours internacionais. Artista negra e lésbica, Arícia Mess afirma em sua trajetória a diversidade, a representatividade e a pluralidade de narrativas na música brasileira contemporânea. Sua obra, erguida com consistência, risco e independência, atesta a relevância cultural e artística que a torna plenamente apta a realizar este projeto e a dar continuidade à sua relação estratégica com o Reino Unido.
Ver detalhesAricia Mess
Dub
Afrobeat
Afro
MPB
Afrobrasileiro
Descrição
.Ao longo de três décadas, a artista carioca Arícia Mess — cantora, compositora, diretora e performer — construiu uma carreira inteiramente independente, sem apoio contínuo de subsídios públicos ou privados. Sua obra, profundamente enraizada na música negra brasileira e internacional, dialoga com a performance e a palavra, consolidando uma linguagem própria, potente e absolutamente contemporânea. O vínculo de Arícia com o Reino Unido começa cedo. Ainda menina, nos anos 1970, viajou à Escócia e à Inglaterra com o Coral do Centro Educacional de Niterói, apresentando-se no tradicional Festival de Aberdeen e encerrando a turnê no Royal Albert Hall, em Londres. Décadas depois, já como artista profissional no Rio de Janeiro dos anos 1990, liderou projetos que reuniam jovens criadores em início de trajetória. Foi nesse período que selos ingleses como Acid Jazz e Far Out a procuraram — pela Far Out, lançou dois singles de expressiva repercussão no Reino Unido e em toda a Europa, com destaque para a faixa "Superlegal". Entre 2017 e 2019, Arícia realizou por iniciativa própria uma significativa circulação internacional. Em Londres, apresentou-se no Hootananny (Brixton), no Grow (Dalston) e no Carnaval de Notting Hill; em Berlim, integrou o Carnaval Queer. Realizou ainda duas residências artísticas em Paris com seu programa de rádio Flower Power — Música Negra do Brasil e do Mundo, promovendo intercâmbios com artistas franco-africanos como Ballaké Sissoko, Moh Kouyaté, Mariama e a cantora brasileira Flávia Coelho. Em Londres, entrevistou a cantora Nina Miranda e outros nomes da cena local. Essas experiências atravessam diretamente sua obra e visão de mundo. Foi nesse trânsito entre São Paulo, Londres e Lisboa que compôs e gravou grande parte de seu álbum Versos do Mundo, lançado em 2021 por um pequeno selo alemão em plena pandemia. O disco reúne parcerias de peso como Dona Onete, Chico César, Ricardo Dias Gomes e Aleh Ferreira, e carrega as marcas dos deslocamentos, dos encontros e das migrações que o gestaram. Ainda sob as restrições do isolamento, em janeiro de 2021, Arícia realizou remotamente uma performance com o grupo Bora Girls, formado por artistas plásticas brasileiras residentes em Londres. O trabalho tratava exatamente da impossibilidade dos encontros durante a pandemia, transformando a distância e a saudade em potência criativa e mantendo viva a ponte afetiva e artística com o Reino Unido mesmo em meio ao fechamento das fronteiras. A crítica reconhece a singularidade de sua trajetória. O jornalista Tárik de Souza define Arícia Mess como uma artista "singular e inovadora". O DJ e curador Zé Pedro, da gravadora Jóia Moderna, afirma que ela "atravessa ritos, negritudes e africanismos sem nunca soar alegórica", ressaltando a autenticidade e a força de sua performance ao vivo. Na imprensa internacional, o editor Ole Schulz, do jornal alemão TAZ, comparou sua potência vocal à de divas como Elza Soares e Dona Onete, destacando o caráter transnacional de Versos do Mundo. Em 2023, Arícia lançou um projeto colaborativo com oito cineastas e equipes de 20 nacionalidades, resultando em seis videoclipes rodados no Reino Unido a partir das canções do álbum, em parceria com a Infinita Productions (Londres) e o selo Korokoro. Atualmente, prepara seu novo trabalho, Arícia Mess e os Venusianos, ao lado de parceiros de longa data: João Deogracias (multi-instrumentista e produtor), Simone Sou (percussionista e baterista) e Pipo Pegoraro (guitarrista e produtor musical), todos com sólida experiência em tours internacionais. Artista negra e lésbica, Arícia Mess afirma em sua trajetória a diversidade, a representatividade e a pluralidade de narrativas na música brasileira contemporânea. Sua obra, erguida com consistência, risco e independência, atesta a relevância cultural e artística que a torna plenamente apta a realizar este projeto e a dar continuidade à sua relação estratégica com o Reino Unido.
Música
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