Catálogo musical

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Trio Rapacuia


Brasil

Agrupación

Forró

O Trio Rapacuia é um grupo de forró pé de serra do Rio de Janeiro, com trajetória de 18 anos dedicada à música popular nordestina. Seu repertório reúne clássicos do gênero e composições próprias. Vencedor do FENFIG em 2008, o grupo se apresentou por uma década no Rio Scenarium e realizou circulação internacional em Barcelona em 2026, participando do festival Pisa Na Fulô. Além dos shows, desenvolve atividades de difusão dos ritmos e instrumentos do forró.

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Filo


Uruguay

Banda

FILO es una banda uruguaya de rock que se ha definido como una grieta sónica, con una propuesta disruptiva tanto en lo musical como en lo lírico. Formada en 2024, la agrupación reúne a seis artistas de reconocida trayectoria en la escena local: Marcelo Fernández (guitarra y voz), Alfonsina (guitarra y voz), Rodolfo Cuello (batería y voz), Laura Gaspari (sintetizadores y voz), Francisco Coelho (guitarra y voz) Y Francisco Cuello (bajo y voz) Ese mismo año editaron su primer disco homónimo, Filo (agosto de 2024), presentado en septiembre en La Trastienda Montevideo con gran recepción de público y crítica, siendo destacado por la prensa especializada como uno de los mejores lanzamientos uruguayos del año. Durante su primer año de trayectoria, FILO llevó su música a los principales escenarios del país (Sala Zitarrosa, Sala del Museo, entre otros) y comenzó a proyectarse internacionalmente con presentaciones en Buenos Aires (Lucille) y Asunción (Voudevile Venue), donde fue recibida con entusiasmo por nuevos públicos. Recibe 7 nominaciones a los Premios Graffiti, siendo ganadores de Mejor Single de Rock por En Subida. Son seleccionados para VAM Chile donde tocan en el Showcase y en Terraza Miaw. Luego, en Santiago se presentan en Onaciu. Durante el verano tocan en Canelones y Rocha. Tocan en la Sala Zitarrosa con Mandrake y Los Druidas con entradas agotadas. Actualmente, la banda grabo su segundo álbum Seis, cuyo primer corte vio la luz en setiembre de 2026. El sonido de FILO es una búsqueda singular: timbres distorsionados y luminosos se entrelazan con atmósferas densas y envolventes, invitando a un viaje hacia lo más profundo del espíritu.

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Vehementes


Colombia

Agrupación

(Early) Pop Rock & Power Pop

Vehementes es una banda de pop alternativo e indie pop originaria de Bucaramanga, Colombia. Su propuesta combina guitarras, elementos electrónicos y matices latinos en canciones que exploran el amor, el deseo, la nostalgia, la obsesión y el desamor desde una identidad sonora y visual propia. El proyecto nació en 2012 y desde 2024 inició una nueva etapa de producción y consolidación profesional alrededor de “Manual para Sentir”, su primer álbum de larga duración, compuesto por 12 canciones originales y proyectado para 2027. Este proceso ha dado lugar a lanzamientos como Tan Blues, Narcótica, Precisa, Sofía, Éxtasis, La Guerra y Vehementes, construyendo progresivamente un repertorio propio y una propuesta concebida tanto para plataformas digitales como para el escenario. En vivo, Vehementes ha participado en diferentes escenarios y circuitos culturales de Santander, incluyendo Ulibro, ALROCK, Municipal Música Viva y Burger Fan Fest, además de presentarse en CENFER como parte de la programación del concierto de Rata Blanca en Bucaramanga. Actualmente, Vehementes se encuentra en proceso de lanzamiento de Manual para Sentir y de expansión de su circuito de presentaciones. La agrupación busca fortalecer su circulación nacional e internacional, participar en festivales, showcases y mercados musicales, y establecer vínculos de colaboración con artistas, productores y agentes de la industria iberoamericana. Desde Bucaramanga, Vehementes busca aportar al crecimiento y circulación de la música alternativa creada fuera de los principales centros de la industria musical colombiana, conectando su escena local con nuevos públicos y redes profesionales.

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Ajítẹnà Marco Scarassatti


Brasil

Compositor

Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)

Electroacoustic Music

Contemporánea

• Bacharelado em música, modalidade composição, pela UNICAMP, 1990-1995. • Pós-graduação em multimeios e arte, nível mestrado. Depto. de Multimeios Unicamp, 1999-2001. Título da pesquisa: Retorno ao Futuro, Walter Smetak e suas Plásticas Sonoras. Orientador: Prof. Dr. Julio Plaza • Pós-graduação em Educação, nível doutorado. Faculdade de Educação/ Unicamp, 2003-2008. Título da tese: Emblemas Sonoros, emblemas da memória. Orientador: Prof. Dr. Milton José de Almeida. • Pós-Doc em composição musical ano de 2019, supervisão do Prof. Dr. José Augusto Mannis. Título da Pesquisa: O Ovo smetakiano, a transdisciplinaridade de um ambiente imersivo artístico. Experiência professional • Professor da Faculdade de Educação (FaE/UFMG), área Educação Musical, de 2010 a 2023, Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino (DMTE) • Coordenador de colegiado do curso Formação Intercultural para Educadores Indígenas (FIEI FaE/UFMG) gestão de Novembro de 2021 a Julho de 2023 • Professor Associado III, da Escola de Música, habilitação em Composição, desde 2023, UFMG • Professor convidado na Union Theological Seminary em NYC, em Janeiro e Fevereiro de 2024, ofereceu o curso Humor and Laughter Across Religious Traditions, ao lado do Prof. Dr. Claudio Carvalhaes e do director de Teatro Luis Lois. • Professor do Programa de Pós-Graduação em Música – a partir de 2024. • Em 2005, foi idealizador e curador da exposição Paisagens Plásticas Sonoras, no Sesc Pinheiros-SP • Em 2007 idealizou e foi curador do I Encontro de Música Improvisada, na UNICAMP • De 2008 a 2023 é curador e um dos idealizadores do Improfest. • Em 2013, realizou a instalação sonora RIO, em parceria com o artista plástico Fernando Ancil – exposição Escavar o Futuro, Belo Horizonte. • Em 2015, foi artista comissionado pela rádio Kunstradio de Viena, para compor a obra Memória do Fogo • Em 2016, foi artista comissionado para criar uma instalação sonora para a fachada do teatro Hellerau (Orixás Sonoros,), durante o Festival Tonlagen, 2016. • Apresentou no mesmo festival a performance Novelo Elétrico. • Em 2017, participou do Festival MaerzMusik, em Berlim, como consultor curatorial do Re-inventing Smetak • Em 2017, Tocou ao lado de Tomomo Adachi, Mazen Kerbaj, Tuzé de Abreu, Silvia Occugne e Chico Mello durante a performance integrante do festival MaerzMusik, na DAAD Art Gallery de Berlim. • Em 2017, à convite do CEMLA e com apoio do programa Ibermúsica, foi artista residente, em Valparaíso-Chile e compôs a peça 4 Crônicas acerca de la ciudad y la ancestralidad: Belo Horizonte, San Pedro de Atacama, Valparaíso ”. • Em 2017 participou na Documenta 14 (kassel-radio documenta), com as obras Rios enclausurados e Magnum Chaos • Em 2018, participou da mostra coletiva O Círculo, na Galeria Milan, em São Paulo com as obras Esù e Oyá. • Em agosto de 2019, participou da residência e exposição coletiva Instrumentes, em Coaty-Salvador, Bahia, com a obra Iyabá. • É autor, junto com Julia Gerlach, dos textos presentes no livro / catálogo Inventions of Smetak-The Interfused Kingdoms of the Inventor, Sound Artist and Musician Walter Smetak (1913-84) • É autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons (editora Perspectiva / SESC, 2008). • Em 2021, a convite da Akademie Der Kunst, Idealizou e co-dirigiu, com Luiz Pretti, o Filme-Partitura Anestesia, inspirado na composição gráfica homônima de Walter Smetak, no festival Memórias na Música, em Berlim. • Em 2021, foi artista residente na Fundação Nairs, na Suíça • Em 2021 foi artista convidado e comissionado pelo Festival CULTUREESCAPES 2021 Amazonia, a criar, junto com Livio Tragtenberg, a instalação MataBio, durante os meses de agosto à outubro. A instalação foi exposta no Theatre Chur e no Museu Tinguely, em Basel. • Em, 2021, compôs a música para o espetáculo Noite dos Xamãs (Tragtenberg e Scarassatti), durante o Festival CULTUREESCAPES AMAZONIA 2021, performando ao lado de Ibã Huni Kuin e Livio Tragtenberg, durante os meses de agosto a outubro de 2021, na Suíça. • Em 2021, tocou ao lado de Mbé na 34°Bienal de São Paulo 2021, na obra "deposição", de Daniel de Paula, Marissa Lee Benedict e David Rueter. • Artista residente e curador das 15ª e 16ª temporadas do projeto QI – Quartas de Improviso, em Belo Horizonte – MG, 2022 e 2023 • Apresentou a performance Ajítẹnà, na James Chapel, em NY, no dia 30 e3 janeiro de 2024. • Expôs sua escultura Èṣù, na exposição Virada Sônica, Farol Santander São Paulo, de 5/7/2024 a 13/10/2024 • Expôs sua escultura Ògún Lákáyé na exposição Arte Sonora ano 15, no Parque Lage, Rio de Janeiro, de 24/07/2024 a 27/09/2024. • Teve seu trabalho Mata (2023) selecionado na convocatória Sounds of Antrophocene, organizado pelo The New Museum of Networked Art, em Colônia, Alemanha, em 2024. • Compositor comissionado pela Theatro Municipal de São Paulo, sua peça Àtùpà teve estreia no dia 30 e 31 de agosto de 2024 com a regência do maestro Ankush Kumar Bahl. Álbuns lançados: Sonax, com Marcelo Bomfim e Nelson Pinton (Creative Sources Recordings, 2008), Novelo Elétrico (Creative Sources Recordings, 2014), Rios Enclausuros (Seminal Records, 2015), RUMOR, com Abdul Moimeme, Eduardo Chagas e Gloria Damijan (CSR, 2015), Amoa hi, com Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues e Nuno Torres (CSR, 2016), Casa Acústica, fragmentos de uma improvisação diária (CSR, 2017), Novelo Elétrico 6 (Antena, 2017), Hackearragacocho (QTV, 2018) e Psychogeography: na improvisational derive, com Otomo Yoshihide, Antonio Panda Gianfratti e Paulo Hartmann (Nottwo, 2019), Construtores de Sons (Sesc 2019) e Cuatro Cronicas acerca de la ciudad y la ancestralidade (Buh records, 2019), Crônicas Sonoras de Cabo Verde (La Petite Chambre / Autogenenis, 2019), Aglomerado dos seres verticais, com Marcos Campello (PMC, 2019), Jaguatirica (Homeless Low-fi, 2020), Èlà (Rata Sorda Rec, 2020), Mojubá Exu (Sirr-ecords, 2020), Caraguatá / Moxotó, com Thelmo Cristovam (fitas tsss, 2020), Disputa e Guerra no Terreiro de Roça de Casa de Avó, com Marina Cyrino, Matthias Koole e Henrique Iwao (Oem Records, 2020), Rua Herval (Homeless Low Fi, 2021), Zero Out, com Abdul Moimeme (Oem Records, 2021), Diário de Gravação (Seminal Records, 2022), A lenda da Pianista Enterrada Viva, com Nelson Pinton (Brava, 2022), Ni yuxibū xinã rewe, com Ibã Sales Huni Kuin (Sirr-ecords, 2023), Drosera (coletânea de artistas – Sirr-ecords, 2023), Habitar as Coisas (Brava, 2023), Ògún Lákáayé (Sirr-ecords, 2024) e April 25th (coletânea de artistas – Sirr-ecords, 2024) e ẹlẹyẹ (bandcamp do artista, 2024), Notas de uma escuta ao longe, (Sirr-ecords, 2025), Èmí (Scatter Archieve, 2026), Isto dando Samba (Outra Música, 2026) É também um dos artistas sonoros da coletânea Musical Objects, Homage to Walter Smetak (Buh Records, 2021). Filmes: Terra do Silêncio, 7’- super 8 (2003) Brincando de ser guerreiro, 90’- super VHS (2004) Um ano em alguns minutos, 15’- super VHS (2006) Anestesia, com Luiz Pretti, 22’- digital (2021) Vira a volta e faz o nó, com Luiz Pretti, Ricardo Aleixo e Ewerton Belico , 27’- digital (2021) Trilhas sonoras: Homem peixe, de Clarisse Alvarenga, 70’- digital (2017) Resíduo, Marília Rocha (4 epsódios de 25’para TV) (2023) – Canal Brasil Praia Formosa, Julia de Simone, 80”- digital (2024) Uma dança que seja minha, Paula Santos, 14’(2024) estreia 18/09 na Semana de Cinema Negro, BH. Suçuarana, Clarissa Campolina, 80’- digital (2024)

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Nilson Dourado


Portugal

Compositor

MPB

NILSON DOURADO, CANTANTE, COMPOSITOR, MULTIINSTRUMENTISTA, ARREGLISTA Y PRODUCTOR MUSICAL, ES ORIGINARIO DE SÃO PAULO (BRASIL) Y RESIDE DESDE HACE MÁS DE 10 AÑOS EN PORTUGAL. SE LE CONSIDERA UNO DE LOS ARTISTAS MÁS INTERESSANTES Y POLIFACÉTICOS DE LA MÚSICA LUSÓFONA CONTEMPORÁNEA. A LO LARGO DE LOS ÚLTIMOS AÑOS, HÁ COLABORADO COM EL PROYECTO RUA DAS PRETAS, COMO MIEMBRO Y DIRECTOR MUSICAL, EM PARALELO A SU CARRERA EN SOLITARIO. HA ACTUADO EN LAS SALAS MÁS EMBLEMÁTICAS DE PORTUGAL, COMO EL COLISEU DOS RECREIOS Y EL COLISEU PORTO. ADEMÁS, CON «RUA DAS PRETAS» REALIZÓ UNA RESIDENCIA ARTÍSTICA DE DOS MESES EN LA CASA DE AMÉRICA DE MADRID EN 2024. IMPULSÓ Y DIRIGIÓ LA DIRECCIÓN ARTÍSTICA DEL PROYECTO «RODA DE DOIS», QUE OCUPÓ TODAS LAS NOCHES DEL ESCENARIO NORTADA DEL FESTIVAL JARDINS DO MARQUÊS, REUNIENDO A VARIOS ARTISTAS DE LA ESCENA LUSÓFONA EMERGENTE EUROPEA EN 2022. EN 2023 PRESENTÓ SU ÁLBUM «SILÊNCIO» EN EL ESCENARIO DEL PRESTIGIOSO FESTIVAL SUPER BOCK EN STOCK, JUNTO A GRANDES NOMBRES DE LA MÚSICA MUNDIAL QUE MARCARON SU PRESENCIA EN ESTA EDICIÓN DEL FESTIVAL DE LISBOA. A LO LARGO DE SU TRAYECTORIA HA COLABORADO CON ARTISTAS IMPRESCINDIBLES DE LA MÚSICA DEL MUNDO: VIRGÍNIA RODRÍGUEZ, TIGANÁ SANTANA, UXÍA, SUSANA TRAVASSOS, MOACYR LUZ, LEO MINAX, PIERRE ADERNE, PEDRO LUÍS, EUGÉNIA MELO E CASTRO, CELINA DA PIEDADE, JOANA AMENDOEIRA, FRED MARTINS, MARIA JOÃO, TITO PARIS, LUIZGA, BÁRBARA RODRIX, ENTRE MUCHOS OTROS. SU ÁLBUM MÁS RECIENTE, «SILÊNCIO», ES UN ÁLBUM DE CANCIONES, PERO NO SOLO ESO, YA QUE ENCARGA EN SÍ UNA TRAMA DE EXPERIENCIA SENSORIAL Y CONCEPTUAL EN LA QUE EL SILENCIO REVELA LA MÚSICA Y LA MÚSICA REVELA EL SILENCIO. LA SONORIDAD DEL ÁLBUM SE CONCIBIÓ CON EL OBJETIVO DE VALORIZAR LA DELICADEZA Y LA SENCILLEZ, Y AL MISMO TIEMPO LA EXPRESIÓN PLENA Y CREATIVA DE CADA ARTISTA QUE COLABORÓ EN LA CONSTRUCCIÓN DE LA ESTÉTICA MUSICAL PROPUESTA. LAS CANCIONES QUE COMPONEN EL ÁLBUM ESTÁN, CADA UNA A SU MANERA, CONECTADAS CON LAS BÚSQUEDAS Y LAS INMERSIONES EN SUS PROPIAS ÁREAS DE TRABAJO INTERIOR, CONTEMPLACIÓN E INTIMIDAD. POR LO TANTO, SE TRATA DE UN ÁLBUM QUE REVELA MUCHO DE SU ALMA, SU FILOSOFÍA Y SU PERSONALIDAD. EN EL ÁLBUM PARTICIPARON SUSANA TRAVASSOS, TIGANÁ SANTANA, FRANCISCO PELLEGRINI, RAQUEL REIS, DIOGO DUQUE Y WALTER AREIA. EL ÁLBUM «SABIÁ», DE 2012, FUE SU ÁLBUM DE DEBUT, GRABADO EN SÃO PAULO EN EL ESTUDIO ARSIS Y CUENTA CON LA PARTICIPACIÓN DE LOS MÚSICOS MARIO APHONSO III, AMOY RIBAS, DIEGO LISBOA, ÉDER O ROCHA Y TIGANÁ SANTANA, QUIEN COLABORA EN LA CANCIÓN «MBUETETE», PARA LA QUE ESCRIBIÓ LA LETRA EN KIKONGO. EL ÁLBUM MEZCLA CANCIONES Y PISTAS INSTRUMENTALES, REFLEJANDO PARTE DE SU UNIVERSO DE INFLUENCIAS DE LA MÚSICA BRASILEÑA Y DE LA MÚSICA DEL MUNDO.

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Demasiado Cerca


Colombia

Festival

Demasiado Cerca es un proyecto cultural y musical creado en Bucaramanga, Colombia, que propone una forma íntima de encuentro entre artistas, público y música. Su formato integra concierto, conversación y live session profesional en un mismo espacio, eliminando la distancia tradicional entre escenario y audiencia para generar experiencias cercanas alrededor de las canciones, sus procesos creativos y las historias de quienes las componen. Desde 2026, Demasiado Cerca ha desarrollado sesiones con artistas y agrupaciones de diferentes propuestas musicales, entre ellos Ubuntu Group, La Matachera, Ana Naranja, Cordillera y Henry o Nicolás, además de una edición especial realizada junto a Telar Digital y Telar Studio con Juan Antonio Toro, vocalista de Armenia. Cada encuentro es registrado profesionalmente en audio y video y posteriormente se transforma en una live session y contenidos digitales, permitiendo que la experiencia trascienda el evento presencial y contribuya a la circulación y visibilidad de los artistas participantes. El proyecto busca fortalecer la escena musical independiente desde Bucaramanga, generar nuevos espacios de circulación, acercar al público a los procesos creativos de los artistas y construir conexiones entre músicos, productores, espacios culturales y audiencias. En su siguiente etapa, Demasiado Cerca busca ampliar estas redes mediante intercambios con artistas de otras ciudades y países, conectando la escena musical de Santander con nuevos circuitos nacionales e internacionales.

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Orquesta Invisible


Argentina

Orquesta

La Orquesta Invisible es una orquesta de tango contemporáneo de Buenos Aires dirigida por el bandoneonista Julio Coviello, un artista con más de 25 años de trayectoria en la escena del tango argentino. La agrupación formada por músicos y músicas de diferentes generaciones y vertientes, reinventa el formato tradicional de la orquesta típica a través de composiciones originales, la creación colectiva y un potente sonido acústico que tiene sus raíces en la Época de Oro del tango, pero impulsado por una energía moderna y urbana.", En su año de debut, el proyecto fue seleccionado para la programación oficial del Festival de Tango de Buenos Aires gracias a la trayectoria de Coviello en agrupaciones fundamentales del género como el Cuarteto Cedrón y la Orquesta Típica Fernández Fierro. Con una fuerte presencia escénica, un repertorio propio y una visión del tango como patrimonio cultural vivo, la Orquesta Invisible ofrece un sonido argentino auténtico y vanguardista para festivales de world music y escenarios internacionales. Actualmente, la agrupación mantiene su ciclo mensual en la Ciudad de Buenos Aires, presentándose el segundo sábado de cada mes en La Tierra Invisible.

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Microclima


Argentina

Agrupación

Folclor

Nuestra propuesta nace del encuentro entre cuatro músicas, sus diferentes recorridos y una búsqueda artística común: abordar el repertorio de raíz folclórica desde una mirada propia, a través de arreglos y transcripciones originales que recorren géneros como gato, chacarera, zamba, huayno, huella, bailecito, canción litoraleña, chamarrita y milonga, entre otros. Desde 2022, Microclima se ha presentado en importantes escenarios de la ciudad y la región. Entre ellos se encuentran el Teatro Municipal de Bahía Blanca, donde fuimos invitadas por la bajista Clara Cantore; la Fiesta de la Tradición, realizada en el Puerto de Bahía Blanca, compartiendo escenario con Peteco Carabajal; y la Fiesta Nacional del Camarón y el Langostino, donde compartimos escenario con Nahuel Pennisi y Soledad. El grupo está integrado por Eva Baronio, Mariana Ortiz, Camila Eleno y Aldana Donofrio, músicas profesionales con una amplia trayectoria en distintos géneros y formatos, vinculadas también a la docencia, la composición, la gestión cultural y diversos proyectos musicales de la ciudad y el país. Nuestra propuesta puede desarrollarse tanto en salas de concierto y espacios culturales como en peñas y escenarios bailables, adaptando el formato y la dinámica del repertorio a las características de cada evento. Nos interesa continuar llevando nuestra música a nuevos escenarios y formar parte de propuestas culturales que valoren la música popular, el folclore y el trabajo de músicas de nuestra región.

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Fidju Kitxora


Portugal

Compositor

Worldbeat

.Fidju Kitxora, "filho que chora" em kriolu, é uma entidade misteriosa em trânsito entre Lisboa e Cabo Verde, que recolhe vozes, sons e acontecimentos inesperados. Um projeto nascido do luto e da saudade de uma terra que, durante anos, só existiu na imaginação. No palco, transforma a pista de dança em laboratório de memória e futuro, onde a individualidade anónima é uma força colectiva. Entre Racodja (2024) e Ti Manxe(2026), gravado entre São Nicolau, São Vicente e Santiago, heranças cabo-verdianas colidem com electrónica industrial, cinema distópico e clubbing, num universo sonoro que vive mais da fricção do que da nostalgia. Estrearam no Boom Festival (Portugal). Desde então: Trans Musicales (França), Eurosonic (Holanda), Banlieues Bleues (França), Nuits Botanique (Bélgica), Tallinn Music Week (Estónia), Mercat de Vic (Espanha), La Mar de Músicas (Espanha), Moods Club (Suíça), Tremor (Portugal), NOS Alive (Portugal), MED (Portugal), FMM Sines (Portugal), AME (Cabo Verde), Sakifo (Réunion), Ozora (Hungria), La Noce (Canadá).

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Teresinha Sarmento


Portugal

Compositor

Urban Soul / Pop (Nu R&B I)

Trip Hop

Soul Jazz / Jazz Funk

Teresinha Sarmento é cantora, compositora, produtora e artista sonora do Porto. Entre jazz, soul e música eletrónica, constrói uma linguagem onde a voz funciona simultaneamente como corpo, textura e narrativa. O seu trabalho nasce da escuta e do movimento — entre improvisação, gravação de campo e pulsação — transformando experiência, lugar e desconhecido em matéria musical. Atualmente desenvolve *Between Universes*, o seu primeiro projeto autoral a solo, situado entre canção, paisagem sonora e impulso rítmico, em formatos que articulam voz, eletrónica e contrabaixo.

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