Categoria: Notícias gerais

  • Do México, o CMMAS continua com os concertos da edição 2022 do Festival Perspectivas Sonoras

    Do México, o CMMAS continua com os concertos da edição 2022 do Festival Perspectivas Sonoras

    Perspectivas Sonoras 2022 é um ciclo de concertos em linha e mesas redondas a desenvolver-se entre março e outubro de 2022, organizadas pelo Centro Mexicano para a Música e as Artes

    Sonoras. Apresentam-se 24 concertos e 6 mesas redondas com 25 artistas internacionais. Cada concerto apresentará entre 5 e 6 peças dando um total de 120 a 150 obras, incluindo estreias mundiais e no México

     

    Perspectivas Sonoras 2022 tem como objetivos específicos: promover e difundir a música e a arte sonora ibero-americana, fomentar a criação artística, retomar atividades artísticas do CMMAS e dos artistas latino-americanos, contribuir para a reativação e fortalecimento do desenvolvimento artístico no México e dialogar, refletir e conceber novas formas de desenvolvimento, exibição, promoção da música e a arte sonora para o futuro.

     

     

    Junho 1.- Jaime Reis (Portugal)

    https://en.cmmas.com/perspectivas-sonoras/7.–jaime-reis-(portugal)

     

    Junho 15. – Andrés Rivera Ferández (Chile)

    https://en.cmmas.com/perspectivas-sonoras/8.—andr%C3%A9s-rivera-fern%C3%A1ndez–(chile)

     

    Junho 29. Jorge Gregorio García Moncada (Colômbia)

    https://en.cmmas.com/perspectivas-sonoras/9–jorge-gregorio-garc%C3%ADa-moncada-(colombia)

     

     

    www.youtube.com/c/CMMASMx

    https://en.cmmas.com/perspectivas-sonoras/

  • Chega uma nova edição de Música Ocupa, o Festival de Música Clássica em cenários incomuns do Equador

    Chega uma nova edição de Música Ocupa, o Festival de Música Clássica em cenários incomuns do Equador

    Em 2022, o Festival MúsicaOcupa do Equador realizará sua 6ª edição. Após cinco edições, o MúsicaOcupa se consolidou como um evento cultural transcendental para a cidade de Quito, oferecendo duas semanas de intervenções musicais e troca de saberes a uma variedade de públicos de forma gratuita e retornando aos cenários incomuns como: prisões, centros de reabilitação de vícios, mercados, parques, edifícios patrimoniais e espaços públicos da cidade, para ocupar com música.

     

    Farão parte desta edição do festival o Ensamble InConcerto de Quito, o violinista brasileiro Francisco Coser, a violinista lituana Novilé Maceinaité, o oboísta colombiano Pablo Moreno, o violinista equatoriano Alex Jimbo, a clarinetista espanhola Cristina Martín, a flautista espanhola Beatriz Pomés, o trompetista holandês Seff Hermanns e o conjunto vocal feminino Frecuencia Fundamental de Ecuador.

     

    De 14 a 30 de Junho

     

  • O contrabaixista uruguaio Facundo Estefanell apresenta o primeiro tema de seu novo disco Raízes Contemporâneas

    O contrabaixista uruguaio Facundo Estefanell apresenta o primeiro tema de seu novo disco Raízes Contemporâneas

    Lágrimas de Árvore é o nome da primeira música de Raízes Contemporâneas, o próximo disco de Facundo Estefanell. Trata-se de um disco de temática jazzista com fundamentos nos ritmos uruguaios como o candombe, tango, folclore, misturando cores latinas e técnicas da música clássica.

     

    O álbum foi gravado sem metrônomo e sem edição, do modo em que historicamente eram gravados os discos de jazz, captando os sentimentos orgânicos de todos os músicos e o play verdadeiro, sem alterações nem correções de áudio, deixando a música mais viva, longe do robótico, trazendo um ar fresco, humano e muita sensibilidade artística. O álbum foi gravado no Rio de Janeiro por músicos da Argentina, Colômbia, Uruguai e Brasil, fundindo várias culturas com muita pluralidade .

     

    Facundo Estefanell investiga o Tango, Candombe, Música Clássica e se destaca como compositor e instrumentista na cena do jazz no Rio de Janeiro. Convida-nos a unir as diferentes culturas e as novas tecnologias sonoras, enfatizando os ritmos autóctones do Uruguai.

     

     

    Ver e escutar “Lágrimas de Àrvore” em:

    https://www.youtube.com/watch?v=_Pewac0-N3Y&Feature=youtu.be

  • O grupo Elena e a Orquestra Lunar da Costa Rica lança o vídeo de seu novo single “Afortunada’

    O grupo Elena e a Orquestra Lunar da Costa Rica lança o vídeo de seu novo single “Afortunada’

    Elena e a Orquestra Lunar lança um simples “Afortunada” como premissa de seu próximo material discográfico “Telescópio”, que vem carregado de um som Latino Experimental e Música do Mundo (World Music).

     

    Nas palavras de Elena Zúñiga: “Telescópio” é companhia, ritual e esperança. Suas letras narram contos breves sobre o realismo mágico, relacionados com os costumes dos ancestrais como a semeadura, os vínculos sagrados entre humanos e animais, a navegação, a astronomia, a meditação e a conexão com a natureza que é nosso patrimônio e a voz que a humanidade deve escutar para avançar sabiamente.

     

    “Afortunada” conta a história de uma viagem pelas montanhas e rios em busca de um pássaro que canta todas as manhãs, mas ninguém nunca o viu. Esta obra musical combina polirritmias africanas, notas pedal e paisagens sonoras com elementos da música clássica e étnica. A voz principal é um canto oscilante e livre que entrelaça todas as suas partes, e os instrumentos presentes como o violoncelo, o piano e o baixo; convidam a mergulhar numa sensação de transe e caminhada contínua, misturados com tambores tribais que evocam a dança; e um quijongo guanacasteco, instrumento autóctone da herança africana na Costa Rica, que mantém a energia do princípio ao fim.

     

    “Afortunada” foi gravado em coprodução ligando a Costa Rica e Cuba; e conta com a participação da baixista cubana Yenly Medina. O lançamento de “Afortunada”, vem da mão do videoclipe que acompanha a canção, e um breve documentário que aborda o processo de composição do novo disco do agrupamento. Gravado em vários locais na Costa Rica, este material audiovisual se alinha com a proposta artística do grupo de aprofundar a relação e diálogo entre o Ser Humano e a natureza que o rodeia.

     

     

    Integram o grupo Elena Zúñiga em produção musical,  direção, composição, arranjos e execução de: cordas, vozes e quatro venezuelano, Gerardo Mora em produção musical, arranjos e execução de bateria e percussão, Fabián Arroyo em arranjos e execução de piano e teclados, Allan Chinchilla em arranjos e execução de baixo elétrico.

     

     

    1º de junho: lançamento do vídeo oficial

    Link do youtube da estreia do videoclipe: https://www.youtube.com/watch?v=YUoVBqjwuVM

     

    8 de junho lançamento do documentário

    Link do youtube da estreia do curto documentário https://www.youtube.com/watch?v=lRTAg2ihaXs

  • O grupo paraguaio Purahei Soul empreende uma intensa turnê pelo México e Canadá

    O grupo paraguaio Purahei Soul empreende uma intensa turnê pelo México e Canadá

    Purahei Soul nasceu como dueto em 2013 quando Jennifer Hicks e Miguel Narváez se conheceram. Purahéi significa canto em guarani e Soul faz alusão aos sons afro-americanos e à palavra alma em inglês.

     

    No processo de desenvolvimento se foi consolidando o conceito de busca de um som que defenda fusões com identidade, render tributo à diversidade e trabalhar na construção cooperativa de um conceito artístico e estético com consciência e responsabilidade. Foram introduzindo canções de autoria própria e afiançando sua presença na cena local paraguaia até que em 2018 lançaram seu primeiro material “Swing Guaraní”, um álbum com 11 canções em guarani, espanhol e inglês. O material percorre linguagens de jazz, blues e folclore latino-americano e paraguaio. A partir deste trabalho realizaram excursões por todo o território paraguaio e se estendeu internacionalmente; percorreram Argentina, México, Espanha, Inglaterra, França e Alemanha. Agora estão trabalhando na difusão de seu último single “Desapego”, lançado em maio de 2021.

     

    A banda que os acompanha corresponde a uma conformação tradicional de música paraguaia (baixo, ventos e bateria). Está integrada por mulheres profissionais muito destacadas da cena musical paraguaia.

     

     

    • Sexta-feira, 3 de junho, CDMX Centro Cultural España
    • Sábado, 4 de junho, CDMX Parker & Lenox / Iztapalapa
    • Segunda-feira, 6 de junho, Toronto Global Toronto
    • Sexta-feira 10 de junho, “Showcase” – Global Toronto
    • Sábado, 11 de junho, Toronto Side-Show, Toronto
    • Domingo, 12 de Junho, Ottawa
    • segunda-feira 13 de junho, Gatineau Show Universidade de Quebec
    • Terça-feira, 14 de junho, Ottawa
    • Quarta-feira, 15 de Junho, Montreal
    • Quinta-feira, 16 de junho, Montreal reunida Nômade Massive
    • Terça-feira, 21 de junho, CDMX, Embaixada do Paraguai
    • Quarta-feira 22 de junho, Texcoco Café Grão de Areia
    • Quinta-feira, 23 de junho, Cholula Jazzatlan, Cholula
    • Sexta-feira 24 de junho, CDMX / Parker / Film Club Café
    • Sábado, 25 de junho, Cuernavaca Centro Cultural Baktun
    • Domingo, 26 de Junho, Tepoztlán El Mango
    • Terça-feira, 28 de Junho, Celso Duarte
    • Quinta-feira 30 de junho, CDMX Centro Cultural Raíces
    • Sexta-feira, 1º de julho, Oaxaca Pizzeria Sol y Luna
    • Sábado, 2 de julho, Xalapa La Tasca / Cauz
    • Domingo, 3 de julho, Morelia
    • Segunda-feira, 4 de Julho, CDMX

     

  • O Projeto Língua Terra celebra a cultura PALOP em Portugal

    O Projeto Língua Terra celebra a cultura PALOP em Portugal

    A cultura dos países falantes de língua portuguesa será celebrada com três eventos – dois concertos musicais e uma peça teatral – nos meses de Junho e Julho, no Fórum Luísa Todi, em Setúbal. Língua Terra fomenta as conexões culturais a partir de eventos artísticos e a criação de pontes entre os países falantes de língua portuguesa.

     

    Nos meses de Junho e Julho, arranca a sua segunda edição, no Fórum Luísa Todi, em Setúbal. Nesta edição de 2022 se apresenta uma variedade única de ritmos e formatos. Com este evento se criam conexões entre África, Europa e América Latina a partir da cultura, contribuindo com um movimento de expressão significativo. Neste segundo ano da produção em Portugal, o projeto Língua Terra irá expandir a sua presença para além das apresentações musicais – incluindo na sua programação um espetáculo teatral. A ideia é que a cultura PALOP seja celebrada em todas as formas de arte, a contribuir para a representatividade e identificação desta comunidade.

     

    O primeiro grande nome a integrar as apresentações é a cabo-verdiana Elida Almeida, que subirá ao palco do Fórum Luísa Todi, no dia 03 de Junho. A jovem artista é conhecida por ser um dos grandes nomes que integram a nova geração de músicos do seu País. No seu repertório, os ritmos cabo-verdianos transitam juntamente com os movimentos africanos e com o estilo pop. Será uma noite para celebrar a identidade africana, temperada com energia latina e os ritmos cabo-verdianos batuque, funaná, coladera e tabanka.

     

    Dos grandes autores, Mia Couto e José Eduardo Agualusa, a peça “Chovem Amores na Rua do Matador”, será o segundo evento a abrilhantar a noite no Fórum Luísa Todi, no dia 17 de julho. A produção, que é uma adaptação do conto de mesmo nome destes autores, reflete sobre o conflito entre um Moçambicano e as culturas emergentes que incorporam as novas práticas sociais. A peça possui dramaturgia pelo próprio Mia Couto e conta com um grande elenco de atores moçambicanos: Angelina Chavango, Horácio Guiamba, Joana Mbalango, Josefina Massango e Violeta Mbilane.

     

    A programação encerra a 23 de julho, com o cantor angolano Paulo Flores e o seu espetáculo “A Narrativa”, em que irá compartilhar com o público – através da música – as influências e lembranças musicais da sua infância em Lisboa. Será um evento com melodias que misturam o romantismo sonoro e a ideologia de Angola, Portugal, Brasil e Cabo Verde.

     

    Para além da apresentação de Paulo Flores, o encerramento do evento terá um momento especial com a transmissão do mini documentário Língua Terra, realizado em 2021. O vídeo realizado pelo projeto, contou com a participação do artista angolano e uma equipa intercultural formada por integrantes de países lusófonos.

     

    Também integra a última noite do evento a baterista, percussionista e compositora Simone Sou, que fará a abertura desta grande noite. Neste projeto, a percussionista compartilha sua pesquisa sonora na música do mundo e composições que abrangem poesia, ritmo e melodia inspiradas nas manifestações brasileiras (afro-indígena) misturadas ao seu estilo.

     

    Com o intuito de levar a cultura para mais pessoas, a edição de 2022 do projeto Língua Terra terá uma vertente híbrida. Para além das apresentações presenciais, os eventos serão transmitidos em data posterior via internet, dia 24 de julho.

     

     

    • 03 de junho, 21:30. Show Elida Almeida em Fórum Luísa Todi – Setúbal
    • 17 de julho 21:30 Teatro Chovem Amores na Rua do Matador (de Mia Couto e José Eduardo Agualusa) em Fórum Luísa Todi- Setúbal
    • 23 de julho, 21:30 Show Paulo Flores + Apresentação Minidocumentário Língua terra + abertura Simone Sou em Fórum Luísa Todi- Setúbal
  • A artista paraguaia Nat Mendoza lança novo clipe de vídeo

    A artista paraguaia Nat Mendoza lança novo clipe de vídeo

    Mágica Kuña é a canção folk paraguaia que acaba de lançar oficialmente a cantora e compositora Nat Mendoza, em homenagem às mulheres e às mães.

     

    As letras das canções de Nat Mendoza cantam à mulher atual, criadora, forte e valente, com seus múltiplos papéis e cheia de magia em sua vida cotidiana. “Com um toque bilíngue hispano-guarani, abraça uma melodia doce e envolvente, que nos convida a construir um mundo mais justo para todas as mulheres”.

     

    Ver e ouvir em: https://youtu.be/H54CefhyWhA

  • Estreia-se na Argentina a obra “¿a qué hora volverán?”  do compositor uruguaio Vladimir Guicheff Bogacz ganhador do Prêmio Ibermúsicas de Criação e Estréia de obra 2020

    Estreia-se na Argentina a obra “¿a qué hora volverán?” do compositor uruguaio Vladimir Guicheff Bogacz ganhador do Prêmio Ibermúsicas de Criação e Estréia de obra 2020

    O duo QUIZÁS, se apresentará no Centro Cultural Corda Mecânica estreando duas peças. Co-presentes do argentino Nicolás Giecco e ¿a qué hora volverán? do uruguaio Vladimir Guicheff Bogacz. Esta última peça é ganhadora do Prêmio de Composição e Estréia Obra de IBERMÚSICAS 2021

     

     

    VLADIMIR GUICHEFF BOGACZ é compositor, improvisador e guitarrista. Entre 2006 e 2012 estudou na Escola Universitária de Música em Montevidéu, obtendo os títulos em Interpretação Musical (guitarra) e Composição, estudando com Osvaldo Budón e Luis Jure. Entre 2013 e 2019 viveu na cidade alemã de Colônia, onde além de ter realizado seus estudos de pós-graduação na Hochschule für Musik und Tanz Köln (Prof. Johannes Schöllhorn e Brigitta Muntendorf), trabalhou ativamente como compositor. Suas obras foram interpretadas em diversos festivais internacionais. Tomou aulas de composição com Brian Ferneyhough, Younghi Pagh-Paan, Pierluigi Billone, Mathias Spahlinger, Enno Poppe, Simon Steen-Andersen e outros. Como improvisador, integrou numerosas formações estáveis e estudou em seminários com professores como George E. Lewis e Wade Matthews. Como guitarrista, além de dedicar-se ao repertório contemporâneo experimental, também integra conjuntos dedicados às músicas de raiz folclórica do Rio da Prata. Como compositor, trabalhou em conjunto com diversos ensambles, como Musikfabrik, Ensemble Phoenix Basel, Ensemble Garage, Ensemble Modern, Manufaktur für Aktuelle Musik, Spółdzielnia Muzyczna, Ensemble S201, Ensemble Ubu, Ensemble surplus, Trio Catch e Kollektiv3:6Koeln.

     

     

    QUIZÁS é composto por Maria del Rosario Castillo, flautista e Julia Mann, pianista, intérpretes e docentes da Universidade Nacional de Lanús. Tocan juntas desde 2014. O denominador comum que une as obras de seu repertório é a exploração de sonoridades atípicas do tradicional orgânico flauta e piano. Seu objetivo é difundir para todos os públicos novas poéticas e imaginárias sonoras.

     

    Domingo 12 de junho 19 hs. em CORDA MECÂNICA (Juramento 4686, CABA, Argentina)

  • Auros Dúo de Chile estreia a obra “JÝI” para dois saxofones do compositor paraguaio Mateo Servián Sforza, ganhador do Concurso de Composição e Estreia 2021 de Ibermúsicas

    Auros Dúo de Chile estreia a obra “JÝI” para dois saxofones do compositor paraguaio Mateo Servián Sforza, ganhador do Concurso de Composição e Estreia 2021 de Ibermúsicas

    A obra “JÝI” (“arco-íris” em guarani) para dois saxofones, ganhadora do Prêmio de Composição e Estreia 2021 do Programa Ibermúsicas, é uma exploração do fenômeno da cor do som, ponto focal do trabalho compositivo do jovem compositor paraguaio Mateo Servián Sforza.

     

    Em “JÝI” procura-se aprofundar no potencial sonoro do saxofone graças a um minucioso estudo das digitações alternativas, e da enorme variedade tímbrica que elas permitem. O vídeo dessa obra, gravado em Santiago do Chile pelos intérpretes do Auros Dúo (os saxofonistas chilenos Karem Ruiz e Alejandro Rivas), será estreado com uma premiere a ser realizada no canal do YouTube de Mateo Servián Sforza.

     

    Mateo Servián Sforza, nascido em 1991 em Assunção (Paraguai), estudou composição com Mario Garuti no Conservatório de Milão. Frequentou masterclasses e seminários de compositores como Salvatore Sciarrino, Helmut Lachenmann, Pierluigi Billone, Michael Maierhof e Fabien Lévy. Suas composições foram interpretadas em importantes festivais dedicados à música contemporânea, como o Festival Impuls de Graz (Áustria), o Festival Milano Musica  (Itália) e as Jornadas de Música Nova de Assunção (Paraguai). Estudou piano no Conservatório Santa Cecília de Roma e, posteriormente, no Conservatório de Música Giuseppe Verdi de Milão, onde concluiu seu mestrado em Interpretação Pianística. Apresentou-se como solista e em formações de câmara, tocando em importantes salas de concerto do Paraguai e da Itália. Em 2020, recebeu o Prêmio Nacional das Artes do Governo Italiano (na categoria de Música Vocal de Câmara), em dupla com a mezzosoprano italiana Eleonora de Prez.

     

    Auros Saxophone Duo nasce a partir da experiência dos intérpretes Alejandro Rivas e Karem Ruiz de interpretar música chilena, clássica e latino-americana através do saxofone. Seus inícios em 2006, incluem a gravação de música chilena de saxofone para o CD Confluencias – música chilena para saxofones. Desenvolveram sua carreira musical no Chile e na Holanda, onde recebem sua formação acadêmica, além de se apresentarem em cenários importantes como: Goethe Institut em Santiago do Chile, Concertgebouw em Amsterdam, De Doelen em Rotterdam, Fentener van Vlissingenzaal, Vredenburg em Utrecht da Holanda, entre outros. Este duo de saxofones propõe a difusão de repertório clássico, latino-americano e chileno adaptado à versatilidade estilística dos saxofones. Auros abrange uma ampla gama da família dos saxofones, passando pelos saxofones soprano, alto, tenor, barítono e baixo.

     

    Quarta-feira, 15 de Junho

    https://soundcloud.com/mateoservian

    https://www.youtube.com/channel/UCjxXfjEP2YItfwSZMb5vKJA

  • Estreia-se a obra “Entressonho” do compositor Felipe de Almeida Ribeiro. A obra recebeu o Prêmio Ibermúsicas 2021 de Composição e Estréia de obra

    Estreia-se a obra “Entressonho” do compositor Felipe de Almeida Ribeiro. A obra recebeu o Prêmio Ibermúsicas 2021 de Composição e Estréia de obra

    O ensamble colombiano CG estreará a obra “Entressonho” do compositor brasileiro Felipe de Almeida Ribeiro. Com esta obra, o compositor foi escolhido como vencedor do Prêmio Ibermúsicas 2021 de Composição e Estréia de obra. “Entressonho” é uma obra semi-improvisada escrita em 2020. Esta peça se baseia em uma longa pesquisa sobre os temas da solidão, os sonhos e a consciência na poesia de Fernando Pessoa, especialmente em seu livro “Livro do Desconforto”.

     

    Felipe de Almeida Ribeiro é compositor e pesquisador no campo da música experimental instrumental e eletroacústica. Sua formação musical é o resultado de experiências em várias instituições e países, como Brasil, França, Estados Unidos, Canadá e Alemanha. Sua música foi interpretada e premiada em festivais e salas de concerto dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Espanha, Chile, Hungria, Brasil, Holanda, Inglaterra, México e Argentina, entre outros. Atualmente é professor da Escola de Música e Belas Artes da Universidade Estadual do Paraná.

     

    O Ensamble CG foi fundado por Rodolfo Acosta em Bogotá, Colômbia em 1995 com a intenção de interpretar música contemporânea, especialmente do repertório colombiano e latino-americano. Desde então, e aproveitando a natureza maleável de sua concepção, apresentou cerca de 250 obras vocais, instrumentais e eletroacústicas de compositores de todas as latitudes, boa parte delas como estreias absolutas ou locais.

     

     

    Quinta-feira, 5 de Junho, 11:00 hs, Auditório Fabio Lozano, Universidade Jorge Tadeo Lozano (Bogotá, Colômbia)

    https://www.utadeo.edu.co/es/espacios-fisicos/auditorios/auditorio-fabio-lozano