Categoria: Notícias gerais

  • Marcos Expósito do Uruguay e Gaddafi Núñez do Peru apresentam Herida Oscura a segunda faixa do seu trabalho Chabuca Negra

    Marcos Expósito do Uruguay e Gaddafi Núñez do Peru apresentam Herida Oscura a segunda faixa do seu trabalho Chabuca Negra

    Os principais objetivos deste trabalho foram revisar a etapa “afroperuana” da compositora, dar continuidade ao processo de difusão da obra de Chabuca Granda e fortalecer a irmandade entre as diferentes tradições afro-sul-americanas, unindo, como forma de inovação e diálogo intercultural, relacionando essas composições com outros ritmos iberoamericanos de origem afro (como o Candombe do Uruguay, a Milonga ou o Ajechao).

    Marcos Exposito começou a estudar contrabaixo elétrico em 2003 com Ignacio Echeverría e depois com Federico Righi. Teve aulas ocasionais de baixo e contrabaixo com Arthur Maia (Gilberto Gil, Djavan) e Bruno Aguilar (Hamilton de Holanda, María Bethânia, Bamboo), Marcos Machado (Brasil/EUA), Diego Zecharíes (Uruguay/Espaha), Felipe Pumarada (Perú), Mariano Ly (Perú), Gerardo Alonso (Uruguai) e Jorge Pi (Uruguay). Em 2009 ingressou na EUM (Escola Universitária de Música) onde estudou contrabaixo clássico durante 2 anos com Carlos Weiske e em paralelo com o professor Roberto De Bellis. Em 2017 formou-se em Música Popular Brasileira e Jazz no Conservatório de Tatuí/São Paulo. Já participou de shows e festivais no Uruguai, Argentina, Chile, Brasil, Peru, Panamá, Espanha, República Tcheca, Alemanha, Polônia e Palestina. Como músico de sessão, gravou em mais de 15 discos, além de discos de autor. Trabalha como professor particular de música desde os 19 anos e em 2018 foi professor na escola Jazz a la Calle em Mercedes, Soriano. Em abril de 2021, publicou o seu primeiro livro, em coautoria com Nacho Mateu. O livro “Los Bajos del Candombe” é uma obra de 408 páginas dedicada ao estudo do baixo nesta tradição afro-uruguaia. Atualmente, vive nos arredores de Barcelona, ​​​​onde continua a trabalhar como professor e músico de sessão, além de produtor e diretor musical em vários projetos na cena espanhola.

    Gaddafi Núñez é um músico, compositor, produtor e comunicador peruano. Desde 2002 vive em Barcelona, ​​​​onde se dedica à criação e difusão de projetos musicais com raízes latinoamericanas principalmente. É formado em Comunicação Publicitária e Audiovisual e tem complementando sua formação artística participando de oficinas e cursos de composição, harmonia, canto, teatro, fotografia e palhaço. É criador e promotor de inúmeros projetos musicais, entre os quais podemos citar: Sakapatú, Galeano Encendido (show musical em homenagem ao escritor Eduardo Galeano), Ana García y Gaddafi Núñez Dúo, Olumbé Música Afroperuana, Costa Mulata, além de sua carreira como cantor e compositor com 5 Álbuns lançados: Más Allá de tus ojos (1999), Collage (2011), Certeza (2013), Galeano Encendido (2016) e Late (2021). Teve oportunidade de mostrar o seu trabalho nos principais teatros, auditórios e festivais em Espanha, bem como no Peru, França, México, Bélgica, Argélia, Itália, Argentina, Suíça, Holanda, Grécia, Alemanha, Colômbia, Portugal, entre outros países. Sua composição “Niña de Lana” (Ana García e Gaddafi Nuñez duo) foi incluída pela organização Anistia Internacional no disco duplo lançado para o Dia dos Direitos Humanos. Fez parte da programação do renomado Festival da Canção de Autor BarnaSants durante os anos de 2014, 2015, 2017, 2018 e 2021.

    Este trabalho tem a participação de Eliseo Parra, Federico Blois, Luana Baptista, Melaní Luraschi, Álvaro Ponce de León, Anna Colom e Fran Lucas como artistas convidados.

     

    Ver e ouvir em: https://orcd.co/heridaoscura

  • Anunciamos o lançamento iminente de um vasto catálogo de conteúdos de Ibermúsicas no Spotify e Youtube

    Anunciamos o lançamento iminente de um vasto catálogo de conteúdos de Ibermúsicas no Spotify e Youtube

    Com esta iniciativa estamos a abrir um novo diálogo no mundo do streaming. Queremos envolver-nos na conversa sonora global, gerando um espaço com propostas de audição não hegemônicas que convidem a seguir novos caminhos.

     

    Vamos lançar o nosso próprio canal Spotify com duas ações iniciais: “Identidades Sonoras” e “Itinerário Canción”.

     

    As diferentes expressões musicais que compõem as paisagens sonoras da região serão encontradas em “Identidades Sonoras”, com curadoria de convidados especiais de cada um dos países que compõem o Programa Ibermúsicas.

     

    E as canções vencedoras de todas as edições dos nossos concursos de criação de canções serão também entrelaçadas sob o nome de “Itinerário Canción”.

     

    Ao mesmo tempo, estamos a gerar um amplo catálogo de conteúdos no nosso canal Youtube, favorecendo assim a acessibilidade à produção diversificada, fértil e dinâmica feita pelos beneficiários do nosso Programa. Aí vai haver diferentes categorias tais como Países, Géneros Musicais, Formação e Obras Premiadas.

     

    Daremos assim à Ibermúsicas um novo lugar nos canais digitais, convidando toda a nossa comunidade a aventurar-se nesta viagem através de toda a gama de cores e sons da Ibero-América.

  • Samambaia, a casa de shows de Lisboa dedicada à música do Brasil, anuncia seu programa para fevereiro

    Samambaia, a casa de shows de Lisboa dedicada à música do Brasil, anuncia seu programa para fevereiro

    Samambaia tem sido uma das iniciativas vencedoras do Prêmio Brasil Ibermúsicas 2022. A casa de shows Samambaia funciona há dois anos, na Graça, bairro boêmio de Lisboa, tendo se tornado um ponto de referência e resistência da música brasileira em Portugal. O Samambaia surgiu como uma oportunidade rara de dar palco aos artistas brasileiros residentes em Portugal e agora aos que passam por Lisboa em turnês pela Europa. Local querido pelos músicos – que o adotaram desde a primeira hora, promovendo jam sessions já memoráveis – e também do público, que o elegeu como melhor bar do ano no concurso “Love Local Awards” promovido pela revista Time Out.

     

    O conceito do Samambaia surgiu da percepção das sócias, Amanda Menezes e Andréa Zamorano, de que faltava um espaço exclusivo para a música brasileira alternativa e de qualidade em Lisboa. Aberto em 2020, em plena pandemia, o Samambaia nasceu com o propósito de dar palco aos artistas brasileiros, residentes em Portugal, que naquele momento estavam impedidos de viajar; bem como de promover a cultura brasileira além fronteiras.

     

     

    Quinta-feira 2 de fevereiro, Roda de Santo

    Sexta-feira 3 de fevereiro, Bernardo Lobo

    Sábado 4 de fevereiro, Nega Jaci e Banda D’Ori

    Sexta-feira 10 de fevereiro, António Villeroy

    Sábado 11 de fevereiro, DJ Janot e sua Brazooka

    Sexta-feira 17 de fevereiro, Tributo a Tim Maia

    Sábado 18 de fevereiro, Baile de Carnaval

    Sábado 25 de fevereiro, Karla Da Silva

     

    Rua da Voz do Operário, 13 Graça, Lisboa, Portugal

    reservas@samambaia.pt, Whatsapp +351914312355

  • O músico cabo-verdiano residente em Portugal, Miroca Paris, fiz uma turnê no Chile e na Colômbia

    O músico cabo-verdiano residente em Portugal, Miroca Paris, fiz uma turnê no Chile e na Colômbia

    Nascido em Cabo Verde, Miroca Paris é um multi-instrumentista conhecido por refletir em sua música a fusão entre as culturas portuguesa e africana, assim como suas doces melodias inspiradas nas mornas de seu país natal.

     

    Miroca tem sido membro das bandas de outros grandes artistas internacionais como Chico César, Cesária Évora, Cuca Roseta, Tito Paris, Zizi Possi, Angelique Kidjo, Nancy Vieira, Bonga, Rui Veloso, Tcheka, Sara Tavares e Camané, entre outros.

     

    Ademiro José Miranda (Mindelo, 1979) é inspirado nas doces melodias de Cabo Verde. Levantado na tradição morna, sua versão atual deste melancólico estilo cabo-verdiano se manifesta em canções como ‘Mund Amor’, ‘Nhe Simpronia’ ou ‘Joana Joaninh’. Talvez o talento para retratar esta “saudade” esteja na família, porque o músico é sobrinho do grande Tito Paris.

     

    Com apenas sete anos de idade, o músico africano já começou a tocar bateria, enquanto aos treze anos foi apresentado ao mundo do canto, do violão e da percussão. Depois de fazer parte de várias bandas, em 1998, ele decidiu mudar-se para Portugal, o que serviu como carta de apresentação para músicos de todo o mundo. As ofertas de colaboração em projetos de música de fusão não demoraram muito para chegar. Foi aqui que ele uniu forças com Cesária Évora como percussionista e que mais tarde começou uma carreira solo

     

  • Marcos Expósito do Uruguay e Gaddafi Núñez do Peru apresentam a primeira faixa do seu álbum Chabuca Negra

    Marcos Expósito do Uruguay e Gaddafi Núñez do Peru apresentam a primeira faixa do seu álbum Chabuca Negra

    Os principais objetivos deste trabalho foram revisar a etapa “afroperuana” da compositora, dar continuidade ao processo de difusão da obra de Chabuca Granda e fortalecer a irmandade entre as diferentes tradições afro-sul-americanas, unindo, como forma de inovação e diálogo intercultural, relacionando essas composições com outros ritmos iberoamericanos de origem afro (como o Candombe do Uruguay, a Milonga ou o Ajechao).

    Marcos Expóxito começou a estudar contrabaixo elétrico em 2003 com Ignacio Echeverría e depois com Federico Righi. Teve aulas ocasionais de baixo e contrabaixo com Arthur Maia (Gilberto Gil, Djavan) e Bruno Aguilar (Hamilton de Holanda, María Bethânia, Bamboo), Marcos Machado (Brasil/EUA), Diego Zecharíes (Uruguay/Espanña), Felipe Pumarada (Perú), Mariano Ly (Perú), Gerardo Alonso (Uruguay) e Jorge Pi (Uruguay). Em 2009 ingressou na EUM (Escola Universitária de Música) onde estudou contrabaixo clasico durante 2 anos com Carlos Weiske e em paralelo com o professor Roberto De Bellis. Em 2017 formou-se em Música Popular Brasileira e Jazz no Conservatório de Tatuí/São Paulo. Já participou de shows e festivais no Uruguay, Argentina, Chile, Brasil, Perú, Panamá, Espanha, República Tcheca, Alemanha, Polônia e Palestina. Como músico de sessão, gravou em mais de 15 discos, além de discos de autor. Trabalha como professor particular de música desde os 19 anos e em 2018 foi professor na escola Jazz a la Calle em Mercedes, Soriano. Em abril de 2021, publicou o seu primeiro livro, em coautoria com Nacho Mateu. O livro “Los Bajos del Candombe” é uma obra de 408 páginas dedicada ao estudo do baixo nesta tradição afro-uruguaia. Atualmente, vive nos arredores de Barcelona, ​​​​onde continua a trabalhar como professor e músico de sessão, além de produtor e diretor musical em vários projetos na cena española.

    Gaddafi Núñez é um músico, compositor, produtor e comunicador peruano. Desde 2002 vive em Barcelona, ​​​​onde se dedica à criação e difusão de projetos musicais com raízes latinoamericanas principalmente. É formado em Comunicação Publicitária e Audiovisual e tem complementado sua formação artística participando de oficinas e cursos de composição, harmonia, canto, teatro, fotografia e palhaço. É criador e promotor de inúmeros projetos musicais, entre os quais podemos citar: Sakapatú, Galeano Encendido (show musical em homenagem ao escritor Eduardo Galeano), Ana García y Gaddafi Núñez Dúo, Olumbé Música Afroperuana, Costa Mulata, além de sua carreira como cantor e compositor com 5 Álbuns lançados: Más Allá de tus ojos (1999), Collage (2011), Certeza (2013), Galeano Encendido (2016) e Late (2021). Ha tenido la oportunidad de mostrar su trabajo en los principales teatros, auditorios y festivales de España, así como también en Perú, Francia, México, Bélgica, Argelia, Italia, Argentina, Suiza, Holanda, Grecia, Alemania, Colombia, Portugal, entre outros países. Sua composição “Niña de Lana” (Ana García e Gaddafi Nuñez duo) foi incluída pela organização Anistia Internacional no disco duplo lançado para o Dia dos Direitos Humanos. Fez parte da programação do renomado Festival da Canção de Autor BarnaSants durante os anos de 2014, 2015, 2017, 2018 e 2021.

    Este trabalho tem a participação de Eliseo Parra, Federico Blois, Luana Baptista, Melaní Luraschi, Álvaro Ponce de León, Anna Colom e Fran Lucas como artistas convidadas.

     

    31 de janeiro em https://orcd.co/cardoceniza

  • O trio Dímelo da brasileira Aline Gonçalves, o peruano Sergio Valdeos y o chileno Luis Barrueto apresentam seu novo trabalho

    O trio Dímelo da brasileira Aline Gonçalves, o peruano Sergio Valdeos y o chileno Luis Barrueto apresentam seu novo trabalho

    O trio Dímelo, formado por uma soprista brasileira, um violonista peruano e um percussionista chileno, gravou um disco cujo repertório foi pensado como um passeio pela América Latina. No álbum há gêneros musicais de 6 países latino-americanos que tomam corpo e dialogam através da sonoridade do trio e da paixão que seus integrantes nutrem pela música de seu continente.

     

    Em Fevereiro lançarão as duas últimas obras: “Tres clarinetes” e  “Caçuá” (Três clarinetes e Caçuá).

     

    https://www.youtube.com/@dimelotrio

  • The Window Trumpet Quartet de Portugal apresenta o resultado do seu trabalho na forma de seis clipes e um concerto

    The Window Trumpet Quartet de Portugal apresenta o resultado do seu trabalho na forma de seis clipes e um concerto

    O Window Trumpet Quartet, nasceu em 2020. Este projeto reúne quatro trompetistas profissionais de 4 diferentes países e simultaneamente 3 diferentes continentes, que se conheceram no Centro de Estudos Avançados para Trompete, Chosen Vale nos EUA, o mais importante do mundo.

     

    O objetivo do projeto foi, através do cruzamento interdisciplinar da música com o vídeo, realizar vídeos musicais que contem histórias ou que olham criticamente para a atualidade através da imagem, da música ou da complementaridade de ambas.

     

    O quarteto é formado por Cláudio da Silva, português residente em Lisboa, Giuseppe Di Natale um músico italiano residente em Barcelona, o trompetista americano Jay Villella residente em São Petersburgo nos Estados Unidos e o instrumentista chinês Xiang Guo, residente em Tsingtao na China.

     

     

    Episódio 1: https://youtu.be/Tzb8PlW4VSg

    Episódio 2: https://youtu.be/NqB9o_T31AU

    Episódio 3: https://youtu.be/V__yzhkILfQ

    Episódio 4: https://youtu.be/L21f2bXS0jM

    Episódio 5: https://youtu.be/uUvD7fY8_fE

    Episódio 6: https://youtu.be/dvOa1rNkOMA

    Episódio 7 – Concerto: https://youtu.be/15LuEk-Gq8E

  • Chega o resultado de Swinger Songwriters, troca de parceiros musicais, criação e publicação de EP colaborativo

    Chega o resultado de Swinger Songwriters, troca de parceiros musicais, criação e publicação de EP colaborativo

    Os duetos Alejandro e Maria Laura do Peru, Ainda da Argentina, Ampersan do México e Riosentí da Argentina/México são amigos e colegas de longa data. Os quatro projetos têm longas trajetórias e muito em comum: a criação de canções em casal, a vida itinerante e a vontade de sustentar uma carreira musical independente na Latinoamérica.

     

    Para este projeto, por meio de sorteio, foram trocados os parceiros criativos, resultando em quatro músicas originais criadas pelas novas duplas e uma música em grupo, escrita pelos oito integrantes do projeto Swinger Songwriters.

     

    Na sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023, o EP Swinger Songwriters será lançado em todas as plataformas e o vídeo da música do grupo intitulado “Una y otra vez” será compartilhado no YouTube.

     

    No mesmo dia, os quatro duetos farão uma transmissão ao vivo para comemorar e compartilhar o lançamento do novo projeto. As cinco músicas criadas são: “Una y otra vez” escrita pelos oito membros – “Dos pajaritos” escrita por Esmeralda Escalante (Ainda) e Zindu Cano (Ampersan) – “Te anhelo” escrita por Kevin García (Ampersan) e Aline Novaro (Riosentí) – “Me viene bien” escrito por Maria Laura Bustamante (Alejandro e Maria Laura) e Yago Escrivá (Ainda) – “Verde la respiraciòn” escrita por Josué Avalos (Riosentí) e Alejandro Rivas (Alejandro e Maria Laura)

    Sexta-feira, 17 de fevereiro, 12h México, 13h Peru, 15h Argentina e 19h Espanha, em: www.youtube.com/alejandroymarialaura

  • O grupo tradicionalista San Baltazar de Kamba Kua se apresenta na Argentina

    O grupo tradicionalista San Baltazar de Kamba Kua se apresenta na Argentina

    O Grupo Tradicional San Baltazar, no âmbito do trabalho de difusão e visibilidade da cultura afro-paraguaia, vai realizar vários encontros e apresentações na República Argentina no mês de fevereiro. É uma experiência que buscará fortalecer os laços culturais regionais entre duas nações irmãs. As apresentações serão realizadas na Casa Paraguaia e outros locais de Buenos Aires.

     

    O Grupo Tradicional de San Baltazar vive e revive as suas tradições ancestrais homenageando o Rei Sagrado e honrando os antepassados ​​através da realização de eventos religiosos e profanos que reúnem toda a comunidade, com o objetivo de fortalecimento cultural comunitário

     

    A dança dos Kamba, conhecida nacionalmente e internacionalmente, é a principal atividade de expressão cultural afrodescendente no Paraguai, razão pela qual é apreciada em toda a região latino-americana. É organizado e executado por descendentes afro-paraguaios dos lanceiros que chegaram ao Paraguai com o herói uruguaio José Gervasio Artigas em 1820.

     

    Kamba Kua, Cultura Afro-Paraguaia Viva! na Década Internacional dos Afrodescendentes 2015-2024.

     

    Sexta-feira, 17 de fevereiro, 22:30 hs. Casa de la Libertad, Santa Catalina 1497, Pompeya, Cidade de Buenos Aires, Argentina.

    Domingo, 19 de fevereiro, 14:00 hs. Casa de la Libertad, Santa Catalina 1497, Pompeya, Cidade de Buenos Aires, Argentina

    Domingo, 19 de fevereiro, 19:00 hs. Club Atlético Deportivo Paraguayo, Avenida Intendente Russo 2800, González Catán, Provincia de Buenos Aires, Argentina

  • O violonista mexicano Jorge Antonio Ancheyta Segovia inicia seu projeto “O Violão Clássico na Centroamérica”

    O violonista mexicano Jorge Antonio Ancheyta Segovia inicia seu projeto “O Violão Clássico na Centroamérica”

    O Violão Clássico na  Centroamérica  é um projeto cujo conceito artístico é divulgar o repertório contemporâneo para violão clássico dos principais compositores que representam as regiões da Centroamérica.

     

    Para realizar este projeto, Jorge Antonio Ancheyta Segovia frequentará o programa de Formação Musical oferecido pelo Conservatório Liceu de Barcelona, ​​​​Espanha, que lhe permitirá trabalhar o repertório junto com o maestro Guillem Pérez-Quer, a fim de alcançar os mais altos padrões de interpretação musical.

     

    As atividades que serão realizadas durante os quatro meses que dura o programa são as seguintes:

     

    • 15 sessões de instrução com o professor Guillem Pérez Quer onde serão trabalhadas as obras do repertório, bem como a técnica do violão.
    • Comparecimento à Masterclass oferecida pelo programa do Conservatório com professores visitantes internacionais.
    • Participação em conjuntos de música de câmara do conservatório.
    • Assistência a concertos de alunos e artistas convidados do conservatório.
    • Realização do concerto final onde serão apresentados os trabalhos realizados durante o programa.

     

    Jorge Antonio Ancheyta Segovia é formado pela Escola Superior de Música INBA do Centro Nacional de Artes. Estudou violão na cadeira do maestro José Francisco Gómez Pérez. Ao longo de sua formação colaborou com jovens compositores na estreia de obras de diversos estilos que vão da escrita clássica tradicional à experimental, por sua vez tem colaborado em diferentes conjuntos de música de câmara e como músico de sessão em produções discográficas independentes e gravações para o Instituto SAE. Seu repertório é composto principalmente por música latino-americana contemporânea.

     

    Uma vez criadas as peças musicais, elas serão apresentadas em junho na Universidade de Barcelona, Espanha.