Categoria: Notícias gerais

  • A BOA (Bogotá Orquesta Afrobeat) da Colômbia  lança seu novo álbum

    A BOA (Bogotá Orquesta Afrobeat) da Colômbia  lança seu novo álbum

    A BOA (Bogotá Orquesta Afrobeat) é um grupo musical fundado e baseado em Bogotá, que desde 2013 desenvolveu um processo artístico e criativo que envolve legados do Caribe e da costa do Pacífico da Colômbia; a herança do afrobeat nigeriano; elementos do funk, jazz e soul norte-americano; e uma série de ritmos e recursos das culturas afro-cubana e antilhana. Neste processo, a BOA definiu um estilo inconfundível e um som único, onde tradição e modernidade convergem em uma nova estética musical. Em seus sete anos de carreira, a BOA gravou quatro álbuns, fez quatro turnês internacionais e duas nacionais. Eles também trabalharam com artistas do folclore colombiano e da cena musical como Nelda Piña, Nidia Góngora, Michi Sarmiento e John Primera (Systema Solar), entre outros.

     

    Em 9 de setembro eles apresentaram “La Bestia”, seu novo álbum e o quarto de sua carreira.

  • O compositor mexicano Rogelio Sosa apresenta seu Projeto Amil

    O compositor mexicano Rogelio Sosa apresenta seu Projeto Amil

    A produção cultural de Rogelio Sosa tem sido fundamental para o desenvolvimento das práticas artísticas contemporâneas, particularmente aquelas baseadas no tempo e na escuta. Desde sua formação no campo da música, composição eletroacústica e improvisação com vários meios tecnológicos, ele alimentou uma curiosidade que o levou a experimentar as possibilidades do som sem limites disciplinares. O corpo de trabalho que ele produziu em quase vinte anos de trabalho pode ser revisto a partir de quatro eixos principais: a composição, a cenografia, a improvisação e as implantações no espaço físico.

     

    Outra abordagem fundamental na trajetória de Rogelio Sosa são as múltiplas colaborações com diferentes artistas e agentes culturais que acrescentam outra camada à complexidade deste compositor, criador, gerente cultural e artista.

     

    Rogelio Sosa (Cidade do México, 1977) é um músico, artista e promotor cultural. Sua prática criativa inclui composições instrumentais e eletroacústicas, projetos de improvisação, colaborações audiovisuais e de palco, assim como performances e instalações sonoras. Seu trabalho mais recente é baseado em uma sólida experimentação com meios eletrônicos e desenha sincronicamente sobre conceitos e elementos de rituais e práticas cerimoniais de diferentes culturas.

     

    No México, estudou composição com Julio Estrada e Ignacio Baca Lobera. No exterior, estudou música eletrônica no Ateliers Upic e no Institut de Recherche et Coordination Acoustique / Musique (IRCAM), em Paris. Em 2003 ele obteve um mestrado em música e tecnologia na Universidade de Paris VIII.

     

    Desde 2005 ele vive na Cidade do México. Foi programador e vice-diretor do Festival Radar de 2005 a 2007, assim como diretor de 2007 a 2009. Foi curador de arte sonora na Ex Teresa Arte Actual de 2005 a 2007. Desde 2010 ele é diretor e programador do Festival Aural na Cidade do México, tendo dirigido sete edições do festival. Ele deu aulas, cursos, workshops e seminários em mais de 30 universidades, escolas e centros culturais.

     

    Seu trabalho já foi apresentado em mais de 50 cidades ao redor do mundo e foi lançado nos rótulos Bocian Records na Polônia, Mode Records e Important Records nos Estados Unidos e Sub Rosa na Bélgica.

     

    Entre os prêmios e distinções mais importantes que recebeu estão o Sistema Nacional de Criadores del FONCA (2012 e 2016), o Prêmio Nacional da Juventude em Artes (México, 2000), o Concurso de Música Eletroacústica SCRIME (Bordeaux, França, 2000), o Concurso de Música Eletroacústica del IMEB (Bourges, França, 2001), o Premio Nuevas Resonancias (México, 2001), o Concurso de Música Eletroacústica Luigi Russolo (Varese), Itália, 2002), o Concurso de Música Eletroacústica EAR (Budapeste, Hungria, 2003), o Apoio à Produção e Pesquisa em Arte e Mídia do Centro Multimídia (México, 2006) e o Prêmio Visiones Sonoras (México, 2008), a residência artística no Montalvo Arts Center (Califórnia, 2009), a residência no EMS Studio em Estocolmo (Suécia, 2014) e o apoio ao Programa de Promoção da Música Ibero-Americana IBERMÚSICAS (2019).

     

     

     

    Quarta-feira 14 de setembro 19:00, CC Camino Real. Camino Real 349, San Isidro, Lima, Peru.

     

    www.proyectoamil.org

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  • De El Cauca, Colômbia, vem a proposta de Aires de Dominguillo

    De El Cauca, Colômbia, vem a proposta de Aires de Dominguillo

    Aires de Dominguillo toca música tradicional de violinos caucanos do sudoeste da Colômbia há duas décadas. A proposta Saberes Musicales de Aires de Dominguillo visa fazer a gravação do primeiro álbum musical com temas de sua própria autoria e temas da tradição oral. Os textos do álbum são o trabalho da pesquisadora colombiana Paloma Palau, sediada no Brasil e ligada ao grupo de pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Palau fez sua tese de doutorado sobre o conhecimento musical afro-colombiano e seus principais interlocutores foram os membros de Aires de Dominguillo. Palau tem publicado sobre o assunto desde 2007 com uma monografia e, posteriormente, com artigos em revistas acadêmicas e capítulos de livros.

     

    O grupo Aires de Dominguillo é formado por membros de três gerações da família Lasso Caracas junto com outros colegas músicos. Teve grandes realizações com sua participação em vários festivais de música e festivais religiosos tradicionais em toda a região norte do Cauca. O trabalho de gravação inclui temas da tradição oral salvaguardados nas vozes de canto do grupo, bem como novas criações em ritmos locais de fugas ou jugas, pasillos e bambucos feitos pelos membros do grupo.

     

     

     

  • De Portugal, a flautista Letícia Malvares apresenta seu novo trabalho “Suite Inmigrante”

    De Portugal, a flautista Letícia Malvares apresenta seu novo trabalho “Suite Inmigrante”

    “Suíte Imigrante” é o mais novo projeto da flautista e compositora Letícia

    Malvares. Este projeto tem seu lançamento previsto para o dia 29 de setembro, e estará disponível no ambiente virtual em seu canal do Youtube, Spotify, Apple Music e nas principais plataformas de música com Cary Rosa no violoncelo e voz, Ivan Mellén na percussão, Laura Pedreira no piano e a própria Letícia nas flautas, além da idealização, composições e arranjos de toda a música.

     

    O projeto traz a suíte, que é um EP dividido em 5 movimentos, e um vídeo, realizado e dirigido por Elena del Real. A belíssima capa do EP foi feita pela grande artista plástica Natália Alves. Com influências da música universal, escola de onde veio Letícia, do flamenco, da cultura popular brasileira e do que é conhecido como brazilian jazz, o resultado é uma música fresca, rítmica, com harmonias coloridas e com espaço para a improvisação, que também é um dos pilares da formação da compositora, e procura expressar as dores e delícias de uma vida imigrante de um ponto de vista muito pessoal.

     

    Leticia Malvares nasceu na área suburbana do Rio de Janeiro, Brasil, em 1982. Aos 18 anos, começou seus estudos de flauta na oficina dada por Itibere Zwarg, baixista da lendária banda de Hermeto Pascoal. A partir desta oficina ele formou a “Itibere Orquestra Família”, onde ficou até 2010 e com a qual gravou três álbuns. Ela considera isto sua escola e sua filosofia musical, onde fez incursões profundas no mundo da harmonia e da improvisação neste estilo de música criado por Hermeto Pascoal: “música universal”. Em 2009 obteve o Grau Superior em Flauta pela Unirio – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

     

    Ela realizou concertos didáticos como parte do “Prêmio FUNARTE de Concertos Didáticos” do governo federal, onde fez turnês em 15 escolas a cada ano. Se apresentou no Teatro Circo Price em 2016, como convidada no concerto de Hermeto Pascoal. Ela é membro do “Quartetazzo”, um quarteto de flautas que oferece um repertório composto por composições e arranjos de seus membros. Compôs música original para o espetáculo “A borboleta no cubo de vidro”, de Ale Kalaf, em São Paulo, Brasil, em maio de 2022. Ela está atualmente nas etapas finais do processo de criação e composição da música para o espetáculo “Sirena”, da bailarina brasileira Ivna Messina, contemplada pela Secretaria de Cultura do Espírito Santo.

     

    Em 2007, se lançou ao mundo do flamenco, absorvendo referências do estilo e trabalhando com vários artistas deste mundo que passaram pelo Brasil. Em 2015  mudou para Madri, onde formou o “Dúo Arabiando” com o violonista hispano-brasileiro Fernando De La Rua e começou a se apresentar ao lado de grandes dançarinos e músicos em galas na Espanha e no exterior. Ela também é membro da “Roda de Choro de Madrid” e do grupo de forró “Forró Girandeiro”, formado por músicos brasileiros sediados em Madri. Também trabalha como compositora e arranjadora em colaboração com outros artistas, vídeos publicitários e shows de dança e música, incluindo o show “Bom sujeito”, que funde a música brasileira e o flamenco.

     

    Durante seu tempo de confinamento, produziu seu primeiro trabalho solo de composições, chamado “Mundo de Dentro”, que começa a ser apresentado em plataformas digitais e marca sua presença como criadora, evidenciando seu trabalho que traz um encontro entre a música de raiz brasileira fundida com flamenco e elementos do jazz, assim como o encontro de sua música com a dança. Acaba de ser contemplada com a “Ayudas a la creación” da Fundación SGAE, com a qual pretende iniciar o processo de composição de seu novo trabalho, “Bailables”, com música composta para a dança.

    Lançamento quinta-feira, 29 de setembro em Youtube, Apple Music e Spotify

  • A dupla Tortuga Alada (Argentina – Colômbia) apresenta Cadernos de Viagem nº 2

    A dupla Tortuga Alada (Argentina – Colômbia) apresenta Cadernos de Viagem nº 2

    Tortuga Alada é o encontro fortuito entre a violoncelista argentina Violeta García e a saxofonista e clarinetista colombiana María A. “Mange” Valencia. Diferentes direções, projetos e localizações geográficas permitiram que essas dois artistas se encontrassem em Bogotá, Colômbia, em 2017. O resultado deste encontro foi “Cuadernos de Viaje #1”, um diálogo sincero entre as duas intérpretes que contém peças originais e improvisações compostas para e pela dupla.

    O projeto, Tortuga Alada “Cadernos de Viagem #2”, baseia-se na ideia do diálogo que Violeta e María mantêm desde a criação do grupo, que apesar de residir em diferentes países, ao longo destes anos manteve viva a criação conjunta. Como parte desse processo, as artistas gravaram e experimentaram juntas em duas ocasiões: uma em Buenos Aires em 2018 e outra em Bogotá em 2020. De posse desse material, decidiram publicar sua segunda produção discográfica.

    Para este trabalho, procuraram um complemento essencial que pudesse dar um novo ar ao álbum. Assim nasceu a ideia de poder criar e colaborar com outros colegas e amigos latino-americanos, com quem María e Violeta tiveram a sorte de conhecer no caminho musical e que convidaram nesta ocasião, para serem parte desta nova aventura. Este projeto busca ser uma ampliação do som em dupla, e ampliar o diálogo com as mulheres com quem estão em sintonia. Também fazem parte do projeto Camila Nebbia (Arg) – Saxofone, Livia Mattos (Bra) – Acordeão, Juliana Gaona Villamizar (Col) – Oboé e Trompa inglesa, Ana María Ruíz Valencia (Col) – Violino, Manu Maltez (Bra) – Arte e Benjamín Calais (Col) – mixagem e masterização.

     

    28 de setembro em Le Périscope, Lyon – França – 20h30

    3 de outubro em Porgy and Bess, Viena – Áustria – 20h30

    4 de outubro em Cankarjev Sun, Ljubljana – Eslovênia 20h

    5 de outubro em Staranzano, Itália 20h30 pm

    https://www.facebook.com/TortugAlada

  • Mythika do Paraguai fará um lançamento para a imprensa de seu novo álbum Unholy Glory

    Mythika do Paraguai fará um lançamento para a imprensa de seu novo álbum Unholy Glory

    A banda paraguaia de Heavy Metal Mythika, realizará uma festa de audição de seu álbum Unholy Glory. O objetivo desta atividade é informar à imprensa geral e especializada o resultado final do álbum, assim como seu processo musical, técnico e artístico.

     

    A arte da capa também será revelada naquele dia, que foi feita pelo famoso artista colombiano Felipe Machado Franco (Gamma Ray, Blind Guardian, etc.). A masterização está a cargo do produtor alemão Kai Stahelenberg (Powerwolf, Crematory, Etc). Será lançado em plataformas digitais e em formato físico (CD).

     

    Quarta-feira, 28 de setembro, 20hs. no JAM, Nuestra Sra. de la Asunción 1156.

     

    Lyric video:  https://www.youtube.com/watch?v=cwwplbJ5XSo

     

    Single no Spotify: https://open.spotify.com/track/6ojtlaSr03U3z4YxVP1AIx?si=f7a627fd6b8d4af3

  • Buh Records do Peru apresenta Celebrando a Jaqueline Nova

    Buh Records do Peru apresenta Celebrando a Jaqueline Nova

    Buh Records apresenta a publicação de um álbum retrospectivo documental em formato de vinil duplo e através de plataformas digitais. Com esta publicação procuram colocar à disposição do público uma amostra representativa da importante obra eletrônica pioneira e vanguardista da compositora colombiana Jaqueline Nova. A edição física do vinil incluirá um livreto interno com ampla informação e documentação visual do compositora.

    Jacqueline Nova Sondag nasceu em Gante, na Bélgica, país de origem de sua mãe, em 1935, mesmo ano em que a família Nova Sondag partiu para Bucaramanga, cidade de seu pai e onde Jacqueline passou sua infância e adolescência. Nova foi a primeira compositora colombiana a se formar no Conservatório Nacional de Música da Universidade Nacional (1967), após o que (entre 1967 e 1968), viveu em Buenos Aires como bolsista do Centro Latino-Americano de Altos Estudos Musicais (CLAEM), do Instituto Torcuato di Tella. Lá ele teve o ambiente certo para criar em linguagens de vanguarda e encontrou um laboratório equipado com tecnologia de ponta que lhe permitiu mergulhar nas investigações que havia realizado na Colômbia, mas que a falta de infra-estrutura não permitiu que ele se desenvolvesse. A partir desse momento, a criação para mídias mistas (instrumentos acústicos convencionais em conjunto com a mídia eletrônica) e a criação interdisciplinar foram constantes em seu trabalho. Ao retornar à Colômbia, desenvolveu um grande número de atividades paralelas à composição musical, todas voltadas para a divulgação da música contemporânea e que, na época, eram as primeiras dessa natureza no país.

    Jacqueline Nova morreu em Bogotá em 1975, quando tinha quarenta anos. Sua morte trágica e precoce não só interrompeu uma carreira em plena força criativa, como também afetou diretamente o desenvolvimento da música eletroacústica no país, pois após sua morte houve um grande silêncio de mais de uma década na criação musical com mídias eletrônicas na Colômbia.

     

    Sexta-feira, 23 de setembro em https://www.facebook.com/buhrecords

  • A banda brasileira Pietá se apresenta em Espanha e Portugal

    A banda brasileira Pietá se apresenta em Espanha e Portugal

    A banda estreia em Portugal na sua primeira turnê europeia com o novo show “Nasci no Brasil”, onde cantam o “fogo” que é ser brasileiro misturado à poesia que o seu povo traz na essência, além das influências do samba e todas as fusões musicais tão características do trabalho do Pietá.

     

    Transitando por diferentes ritmos e temáticas, o repertório majoritariamente autoral revela o interesse do trio em exaltar a produção da música popular brasileira contemporânea. Pietá nasce do encontro de Juliana Linhares, Fred Demarca e Rafael Lorga, um encontro respaldado pela teatralidade dos artistas, algo claro nas performances irreverentes no palco.

     

     

    23 de setembro – Festival Maré (Santiago de Compostela)

    29 de setembro – Tempo Club (Madrid)

    30 de setembro – Salão Brazil (Coimbra)

    1 de outubro – M.ou.co (Porto)

    7 de outubro – B.O.T.A. (Lisboa)

    9 de outubro – MusicBox (Lisboa)

  • O ensamble de Música Antiga Bona Fé do México se apresentará no 9º Festival Latino-Americano de Barroco no Peru

    O ensamble de Música Antiga Bona Fé do México se apresentará no 9º Festival Latino-Americano de Barroco no Peru

    Bona Fé é dedicado à performance de música antiga, com especial interesse no estudo e divulgação dos vários repertórios do período novo-hispânico. Cada projeto é formado e abordado a partir de alguma perspectiva temática, buscando expressar dimensões históricas, artísticas e poéticas do fato musical. A maioria dos trabalhos que compõem os programas é fruto de trabalhos de pesquisa e transcrição paleográfica, geralmente inéditos e pouco conhecidos. Isso dá sentido ao grupo como um espaço de divulgação da cultura musical da Nova Espanha. Nessa busca formal, são incorporados elementos extramusicais relacionados ao contexto artístico e literário das obras.

    A piedade cristã e o culto aos santos foram transmitidos, recebidos e expressos de diversas formas nos diversos contextos sociais e culturais da América, redefinindo-se através de linguagens, vozes, danças e instrumentos locais. A canção natalina ─pelo seu caráter festivo e popular─ foi talvez o gênero poético-musical que melhor permitiu a conexão de percepções tão diversas e diferentes com a religião católica e a construção de novos imaginários religiosos. O programa que será apresentado por Bona Fe reúne basicamente canções natalinas pertencentes a diferentes comunidades do México e da Guatemala, que fizeram parte de suas expressões devocionais e festivas a santos, virgens e outras figuras da religião católica.

    Bona Fe é composto por Ethel González Horta na direção musical, Nadia Ortega Petterson tiple I, Laura Pérez Rosillo tiple II, Francisco Mendoza Contreras tenor, Eloy Cruz na guitarra barroca e jarana, Rafael Sánchez Guevara na viola da gamba, Josafath Larios na percussão e Bárbara Pérez Ruiz no órgão, pesquisa musicológica e transcrições.

     

    23 de setembro, 19:30 Iglesia de la Compañía, Cuzco, Peru

    25 de setembro, 16:30 Catedral de Juli, Puno, Peru

    https://www.youtube.com/ c /Projeto Ivan Zignaigo Mensurabilis

  • Chega o resultado de “Canções Paralelas em Universos Possíveis”, uma colaboração entre Marcelo Saccomanno da Argentina e Zelito Ramos Souza do Brasil 

    Chega o resultado de “Canções Paralelas em Universos Possíveis”, uma colaboração entre Marcelo Saccomanno da Argentina e Zelito Ramos Souza do Brasil 

    Através de uma transmissão ao vivo no Instagram, serão apresentadas as experiências, desenvolvimento e resultado do projeto artístico-musical Canções Paralelas, interpretadas pelos músicos Marcelo Saccomanno, de Bariloche, Argentina, e Zelito Ramos Souza, de San Antônio da Patrulha, Brasil.

     

    O projeto consistia em dois autores musicais que enviassem um ao outro três canções próprias e que essas obras fossem reinterpretadas pelo outro, que cada obra se enraizasse em outros solos, nutridos por diferentes sonoridades, instrumentações, vistas e paisagens. O resultado desta pesquisa materializou-se em 6 canções e uma pequena produção audiovisual onde cada músico, a partir do seu ambiente natural, interpretou uma dessas obras. Os ritmos, os instrumentos e até a linguagem alimentaram as raízes da canção. Outro aspecto, talvez mais filosófico, foi se permitir brincar com a ideia de um “universo paralelo da canção”, como teria sido o andamento de uma obra se ela tivesse sido composta em outras latitudes.

     

    Marcelo Saccomanno e Zelitos Ramos Souza participaram do projeto como intérpretes de voz e violão. Gabriel Pirato Mazza como técnico e arranjador em seu estúdio em Bariloche. Lucas Ramos, como técnico de gravação e na percussão em Porto Alegre. Renato Müller gravou gaita ponto. Clarissa Ferreira contribuiu com suas vozes em Porto Alegre. Vanesa Gallardo Llancaqueo compôs e gravou um poema em mapudungun de Bariloche, na canção Amistad.

    Na terça-feira, 20 de setembro de 2022, às 20h30 na Argentina de @ramoszelito