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  • Em parceria entre Panamá e Brasil, o Projeto Afrolab lança single com The Beachers e Idania Dowman

    Em parceria entre Panamá e Brasil, o Projeto Afrolab lança single com The Beachers e Idania Dowman

    Afrolab é uma iniciativa de colaboração musical bilateral entre músicos de diferentes nacionalidades criada pela equipe do Folk Lab Studio para celebrar a incalculável contribuição afro-descendente à música popular. O projeto consiste na co-produção de singles com um som afro-americano entre artistas da região Ibero-Americana. Esta primeira co-produção Panamá-Brasil será realizada pelo produtor panamenho Billy Herron do Folk Lab Studio junto com Kassin, um renomado produtor brasileiro e ganhador do Grammy Award. O projeto será executado remotamente, com sessões de produção e gravação realizadas tanto no Panamá como no Rio de Janeiro.

     

    Nesta primeira parcela, os principais artistas são The Beachers e Idania Dowman. The Beachers é um grupo emblemático da província de Bocas del Toro no Caribe panamenho, com mais de 50 anos de carreira artística. Idania Dowman é uma artista e cantora panamenha, conhecida como La Dama Del Jazz, que promove a cultura e as tradições afro-descendentes no Panamá e no Caribe.

     

     

    Os Beachers e a dama do jazz Idania Dowman se juntam e apresentam uma versão caribenha do clássico do jazz “What A Wonderful World”. Este famoso sucesso foi originalmente composto por George Weiss e Robert Thiele e imortalizado por Louis Armstrong no final dos anos sessenta e início dos anos setenta com a intenção de transmitir paz nos tempos turbulentos daquelas décadas.

     

    “Fizemos uma nova versão em nosso próprio estilo para preservar um legado musical e cultural, e também queremos lembrar às pessoas nestes tempos difíceis que é possível desfrutar das pequenas coisas que a vida nos dá”.

     

     

    A partir de 8 de abril em todas as plataformas

  • Samambaia, a casa de shows de Lisboa dedicada à música do Brasil, anuncia seu programa para abril

    Samambaia, a casa de shows de Lisboa dedicada à música do Brasil, anuncia seu programa para abril

    Samambaia tem sido uma das iniciativas vencedoras do Prêmio Brasil Ibermúsicas 2022. A casa de shows Samambaia funciona há dois anos, na Graça, bairro boêmio de Lisboa, tendo se tornado um ponto de referência e resistência da música brasileira em Portugal. O Samambaia surgiu como uma oportunidade rara de dar palco aos artistas brasileiros residentes em Portugal e agora aos que passam por Lisboa em turnês pela Europa. Local querido pelos músicos – que o adotaram desde a primeira hora, promovendo jam sessions já memoráveis – e também do público, que o elegeu como melhor bar do ano no concurso “Love Local Awards” promovido pela revista Time Out.

     

    O conceito do Samambaia surgiu da percepção das sócias, Amanda Menezes e Andréa Zamorano, de que faltava um espaço exclusivo para a música brasileira alternativa e de qualidade em Lisboa. Aberto em 2020, em plena pandemia, o Samambaia nasceu com o propósito de dar palco aos artistas brasileiros, residentes em Portugal, que naquele momento estavam impedidos de viajar, bem como de promover a cultura brasileira além fronteiras.

     

     

    01 de abril, 20 hs. Neya Castro canta Clementina de Jesus

    07 de abril, 20 hs. Tributo a Tim Maia

    08 de abril, 20 hs. Sambafixe

    13 de abril, 20 hs. Mineragem, Tatiana Cobbet e Marcio Lima

    14 de abril, 20 hs. Forró do Piano

    15 de abril, 20 hs. Karla Da Silva

    21 de abril, 20 hs. Tributo a Chico Buarque

    22 de abril, 20 hs. Nêga Jaci e Band´Ori

    23 de abril, 19 hs. Bernardo Lobo e Pablo Lapidusas

    26 de abril, 20 hs. Wanderley Monteiro

    27 de abril, 20 hs. Alma Thomas

    28 de abril, 20 hs. G-Combo

    29 de abril, 20 hs. Madame no samba

     

    Rua da Voz do Operário, 13 Graça, Lisboa, Portugal

    reservas@samambaia.pt, Whatsapp +351914312355

  • A artista costarriquenha Maf e Tulá leva sua proposta “Vozes que expandem a mudança” para a Argentina

    A artista costarriquenha Maf e Tulá leva sua proposta “Vozes que expandem a mudança” para a Argentina

    Com 16 anos de experiência, 4 álbuns, um grande número de singles e videoclipes, apresentações em mais de 15 países e 2 prêmios da associação de compositores e autores da Costa Rica ACAM, Maf e Tulá (María Fernanda Sáenz) artista, compositora e performer costarriquenha, comprometida com a arte como ferramenta de transformação social, navega entre o folk, o tribal, o jazz, o funk e os ritmos latinos e os sons do mundo.

    Entre 2006 e 2022, a música a levou a se apresentar na Espanha, Inglaterra, Bélgica, França, Alemanha, Suíça, Itália, Cuba, Argentina, Brasil, Colômbia, Guatemala, México, Honduras, El Salvador e Nicarágua, além da Costa Rica.

    Em colaboração com a SSF – Sustentabilidade sem Fronteiras – e com a Confederação dos Trabalhadores em Educação da República Argentina, CTERA. Durante o mês de março de 2023, vai realizar uma série de atividades que incluem rodas de arte e apresentações musicais. Todo o repertório é concebido como uma ferramenta para abrir diálogos. São músicas de conteúdo profundo, comprometidas com uma mensagem de reflexão, simpatia pela natureza e empatia como sociedade.

    As atividades se propõem a abrir um diálogo em torno de temas como: não violência contra a mulher, saúde mental, direitos da criança, consciência ecológica, entre outros.

     

    1ero de abril, Córdoba, Argentina

    7 de abril, Catamarca, Argentina

    10 y 11 de abril, La Rioja, Argentina

    14 de abril, Capilla del Monte, Córdoba, Argentina

    18 de abril, Córdoba, Argentina

    20 de abril, Cidade de Buenos Aires, Argentina

    29 de abril, La Plata, provincia de Córdoba, Argentina

  • Começam as atividades de 2023 do Projeto ALDA in Situ da Associação Latinoamericana de arpas

    Começam as atividades de 2023 do Projeto ALDA in Situ da Associação Latinoamericana de arpas

    O projeto ALDA in Situ leva pela primeira vez as ideias e contribuições da Associação Latino-Americana de arpas a três países da região presencialmente ao longo do ano de 2023. Brasil, Colômbia e México se beneficiarão dessas atividades destinadas a apoiar o crescimento da harpa nesses países, proporcionar desenvolvimento profissional aos harpistas locais e alimentar a comunidade com novas ideias e conhecimentos.

     

    ALDA in Situ, no México, receberá o técnico de harpas catalão Enric de Anciola para liderar uma turnê de manutenção da harpa, que prestará serviço a harpas nas seguintes cidades mexicanas: Cidade do México, Monterrey, Guadalajara e Xalapa trabalhando de 29 de março a 15 de abril.

     

    Da mesma forma, em cada cidade será realizada uma oficina de manutenção para ensinar os harpistas a cuidar melhor de seus instrumentos, fazer pequenos reparos e conseguir tirar o máximo proveito de suas harpas, prolongando ao máximo sua vida útil.

     

    As atividades no Brasil e na Colômbia acontecerão durante os meses de agosto e novembro.

     

    Enric de Anciola é um polivalente técnico catalão de reparação e manutenção de harpas, trabalhou na fábrica Camac Harps como Técnico Principal e chefe do departamento de serviços especiais. Desde 2019 tornou-se independente e trabalha com as melhores orquestras e solistas da Europa em todos os tipos de arpas.

     

    De 29 de março a 15 de abril na Cidade do México, Monterrey, Guadalajara e Xalapa, México

    Web: www.arpalatinoamerica.org

    YouTube: www.youtube.com/@ALDA

    Instagram: @arpa.latinoamerica

  • Já está disponível o álbum “Iberomérica canta para Mercedes Sosa”, reunindo artistas da Argentina, México, Portugal e Venezuela em torno da figura da grande intérprete argentina

    Já está disponível o álbum “Iberomérica canta para Mercedes Sosa”, reunindo artistas da Argentina, México, Portugal e Venezuela em torno da figura da grande intérprete argentina

    O ano de 2020 impôs uma pausa na humanidade. Muitas e muitos artistas encontraram a possibilidade de fazer música à distância, usando meios tecnológicos. Surpreendentemente, isso ofereceu a possibilidade de compartilhar música e cultura com culturas de vários países do mundo. E para alegria de muitos, as distâncias foram apagadas.

    Mariana Torrealba de Venezuela no contrabaixo, a mexicana Claudia Cota Gamez na voz, o argentino Juan Pablo Esmok na guitarra e o português João Gentil no acordeão homenageiam aquela que os uniu com sua voz e canto, Dona Mercedes Sosa, a voz da América.

    João Gentil (Portugal) é um acordeonista que mudou a imagem do acordeão, transformando-o num instrumento doce, sentimental e capaz de exprimir do seu interior uma beleza melódica arrepiante. Conta com um vasto currículo e participações com músicos de renome nacional e internacional, como Viviane, Uxía, Rui Veloso, Brigada Victor Jara, Luiz Caracol, Rogério Charraz, entre outros. No seu percurso destacam-se as várias digressões na Argentina, país pelo qual nutre uma especial paixão e onde vai buscar grande parte das suas influências musicais. Foi colaborador da Accordions WorldWide  (www.accordions.com) e da Roland Corporation, no desenvolvimento do acordeão digital Roland V. Em 2009 iniciou o estudo do Bandoneon na cidade de Buenos Aires assistindo seminários com o prof. Julian Hasse da Academia Nacional del Tango de Buenos Aires. Aperfeiçoou-se na escola de acordeão CNIMA – Centre National et International de Musique et de l’Accordéon, em França. É membro da Accademia Italiana Del Bandoneon desde 2019. É professor de acordeão na Escola de Artes do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz desde 2014. Gravou o seu primeiro disco com o nome “ConLatinidade” na Argentina e Portugal com a participação de músicos argentinos, portugueses e brasileiros.

    Claudia Cota (México) é uma soprano mexicana, formada em canto lírico e lírico. Ocupou o papel principal em dezenas de óperas de grande importância, sendo também protagonista em musicais famosos, tanto no México como na Argentina. Parte de sua discografia contém: Pensamentos de Paz, Alegria e Alegria, Terás Calma, Palavras de Vida, Rute, O Nascimento de Jesus Cristo. Louvaremos e cantaremos LAUDATE PUERI de Antonio Vivaldi. Obteve os primeiros lugares de melhor interpretação de música francesa, Prêmio Nacional de Canto da Universidade de Xalapa e no concurso do curso de aperfeiçoamento vocal e cénico em Santa Margarita Lígure, Italia.

    Mariana Torrealba (Venezuela – México) nasceu na cidade de Valencia no estado de Carabobo, Venezuela. Iniciou seus estudos musicais aos 14 anos no Tecnológico de Música de Valencia para fazer aulas de contrabaixo elétrico. Decidiu então estudar música formalmente no Conservatório Estadual de Música de Carabobo, onde optou por estudar contrabaixo como instrumento principal. Em 2005 fez um teste para a Orquestra Sinfônica do Estado de Carabobo, permanecendo como membro desta orquestra até 2007. Em 2008 foi para o Sistema de Orquestra Sinfônica Juvenil e Infantil da Venezuela. Teve a experiência de ser dirigida em algumas temporadas por renomados professores convidados como Gustavo Dudamel e Angelo Pagliuca, entre outros. Em 2014 mudou-se para Guanajuato, no México.

    Juan Pablo Esmok Lew (Argentina) é professor de violão formado pelo Conservatório Municipal de Música Manuel de Falla. Lá estudou com professores como Víctor Villadangos, Carlos Piegari, Juan Falú e José Verdi. Hoje continua a aperfeiçoar a sua carreira de violonista clássico através de masterclasses e seminários (María Isabel Siewers, Dolores Costoyas, Sergio Moldavsky). Em 2004 apresentou o seu primeiro material discográfico como violonista a solo: “Significativo” e realizou concertos nas principais salões da cidade. Em 1999 formou o grupo musical “Trío Ibáñez” com quem fez a música para os filmes “Sidra”, “T. Ves?” e “Habanos y Cigarrillos” e editou seu CD “Open Cancha” em Em 2006 formou a dupla Color a Nuevo com Federico D’Attellis. Em 2011 lançou seu segundo álbum solo “Con Cuerda Propia” pela Acqua Records 2011, Com “Los Primos Gabino” gravaram um CD intitulado “Puerto a Puerto”, juntos com a cantora portuguesa Beatriz Almeida, e posteriormente, juntamente com a cantora argentina Karina Beorlegui, gravaram o CD “Mañana Zarpa un Barco” (edição Aqcua Records). Atualmente apresenta o seu novo álbum a solo “Donde Quiera Que Estés” composto de trabalhos próprios, com fortes raízes folclóricas, e world music, interpretadas com uma linguagem acadêmica mas também com o recurso à improvisação. É professor de Audio Percepção e Linguagem Musical no Conservatório Municipal de Música Manuel de Falla.

    A partir de 19 de março em: https://youtu.be/V3y_XXNYVm0

  • A artista costarriquenha Maf e Tulá levará sua proposta “Vozes que expandem a mudança” para a Argentina

    A artista costarriquenha Maf e Tulá levará sua proposta “Vozes que expandem a mudança” para a Argentina

    Com 16 anos de experiência, 4 álbuns, um grande número de singles e videoclipes, apresentações em mais de 15 países e 2 prêmios da associação de compositores e autores da Costa Rica ACAM, Maf e Tulá (María Fernanda Sáenz) artista, compositora e performer costarriquenha, comprometida com a arte como ferramenta de transformação social, navega entre o folk, o tribal, o jazz, o funk e os ritmos latinos e os sons do mundo.

     

    Entre 2006 e 2022, a música a levou a se apresentar na Espanha, Inglaterra, Bélgica, França, Alemanha, Suíça, Itália, Cuba, Argentina, Brasil, Colômbia, Guatemala, México, Honduras, El Salvador e Nicarágua, além do Costa Rica.

     

    Em colaboração com a SSF – Sustentabilidade sem Fronteiras – e com a Confederação dos Trabalhadores em Educação da República Argentina, CTERA. Durante o mês de março de 2023, vai realizar uma série de atividades que incluem rodas de arte e apresentações musicais. Todo o repertório é concebido como uma ferramenta para abrir diálogos. São músicas de conteúdo profundo, comprometidas com uma mensagem de reflexão, simpatia pela natureza e empatia como sociedade.

     

    As atividades se propõem a abrir um diálogo em torno de temas como: não violência contra a mulher, saúde mental, direitos da criança, consciência ecológica, entre outros.

     

     

    Em 22 de abril, a marcha para o Dia da Terra acontecerá em Buenos Aires. Parte do material criado em conjunto durante os ciclos de artivismo estará exposto lá: mantas, faixas e cartazes.

  • Adriana Santos Melgarejo e Patricia Mendoza Lluberas homenageiam a compositora uruguaya Carmen Barradas com uma série de concertos comentados

    Adriana Santos Melgarejo e Patricia Mendoza Lluberas homenageiam a compositora uruguaya Carmen Barradas com uma série de concertos comentados

    Em 2022 completam-se 100 anos da estreia de “Fabricação”, peça para piano da compositora hispânica uruguaia Carmen Barradas (1888-1963). A estreia mundial, de Barradas, foi realizada em 22 de dezembro de 1922 no Ateneo de Madrid e recebeu excelentes críticas de figuras de prestígio no meio musical espanhol.

     

    Neste aniversário tão significativo, uma homenagem será feita a quem, no início do século XX, se aventurou a mergulhar na pluralidade de identidades de um jovem Estado e tentar unificar com a tradição académica europeia, sem que a sua obra se possa enquadrar em nenhuma corrente estilística conhecida.

     

    A proposta centra-se nos aspectos técnicos de composição da sua obra, na ligação artística com os seus irmãos de vanguarda e na invisibilidade que ela sofreu como compositora. Ela foi uma personalidade composicional excepcional que, um século depois de nos surpreender com as suas primeiras composições, continua a convidar-nos a descobrir a sua obra e as ligações do seu legado numa perspectiva de género.

     

    A proposta consiste na realização de um evento artístico que se baseia na celebração de um dia integrado denominado “Fabricação é universo” -frase da própria Carmen Barradas- que inclui um recital de música ao vivo e a realização de uma performance baseada em cartas e textos da artista , acompanhado de projeções de imagens em vídeo com fragmentos de obras de Rafael Barradas, fotografias e outros disparadores.

     

    A performance será realizada a partir da obra de Carmen Barradas e dos cruzamentos com a obra de seus irmãos, gerando um espaço de convivência no encontro com o público, ouvindo suas reações. Serão 12 obras para piano solo pertencentes ao acervo Barradas, incluindo as peças paradigmáticas: Manufatura, Serraria e Fundição.

     

    A segunda parte da homenagem é a realização de um colóquio com a participação de destacados acadêmicos. O evento oferece uma parte artística de criação-interpretação e uma segunda parte onde são expostos os resultados das mais recentes pesquisas científicas sobre o compositor.

     

    Em 18 de maio de 1888, María del Carmen Pérez Giménez nasceu em Montevidéu. A família proporcionou o espaço para que cada criança tivesse a oportunidade de desenvolver sua sensibilidade: Carmen pela música, Rafael pela pintura e Antônio pela poesia. Segundo depoimentos, os irmãos desenvolveram paralelamente a busca por uma linguagem artística própria e compartilharam conceitos que cada um exibia a partir de sua disciplina.

     

    Santos Melgarejo estuda a obra de Barradas desde 2012 e tem publicado diversos artigos de divulgação científica e popular, que tem exposto em diversas conferências académicas, trabalho que tem contribuído para dar a conhecer a obra de Barradas. Em 2017 Adriana convidou Patricia Mendoza Lluberas para participar de um projeto de pesquisa conjunto; atualmente trabalham na análise e interpretação da obra de Barradas (mais de 170 manuscritos), e na produção de um fonograma inteiramente dedicado à obra da compositora. A pesquisa consiste na coleta de partituras manuscritas, sua análise, sua interpretação, gravação em áudio e sua pós-produção, e apresentação de seus resultados. Por isso, recebeu o FFCC do MEC na categoria música. Em 2019 Adriana começou a colaborar com Gabriela Aceves Sepúlveda, que desde 2017 trabalha em Barradas como parte de uma pesquisa sobre gênero e som na América Latina; juntas, eles são co-autoras de dois artigos.

    31 de março, 19h Universidade Nacional das Artes, Sala Roque de Pedro, Av. Córdoba 2445, Cidade de Buenos Aires

  • Com oficina, aula mestra e palestra chega Conexões Percussivas

    Com oficina, aula mestra e palestra chega Conexões Percussivas

    O projeto Conexões Percussivas realizará uma série de atividades virtuais voltadas ao universo da percussão. O formato virtual das atividades permite que pessoas de diversas regiões e países tenham acesso ao conteúdo, o que possibilita a troca de experiências e conhecimentos entre pessoas de diferentes culturas e realidades.

     

    As atividades incluem uma oficina, aula mestra e palestra, abordando temas relevantes para estudantes e profissionais da área. O conteúdo será distribuído em três encontros virtuais:

    1. (re)construção: as mudanças no cenário percussivo e musical a partir de 2020 – dia 23 de março de 2023 às 10:00 am – com Lucas Andrade e Leonardo Caire;
    2. Percussão para Todes: presença feminina, PCD e LGBTIQ+ na percussão atual – dia 24 de março de 2023 às 14:00 pm – com Kheeshea Britton (Panamá), Jacqueline Dourado, Renato Magno, Washington Oliveira e mediação de Leonardo Caire;
    3. Audições e Performance: dicas de estudo e interpretação – dia 25 de março de 2023 às 10:00 am – com Fernanda Kremer e Leonardo Caire. Os participantes poderão se inscrever gratuitamente e receberão certificação validada pela instituição anfitriã, professores e palestrantes.

    Todos os encontros serão realizados online. As e os participantes deverão se inscrever gratuitamente a partir do preenchimento de formulário que será disponibilizado no site: www.proyate.com

     

    Formulário de inscrição: https://www.shorturl.at/jmnET

     

    23 de março às 10:00 a.m. (horário de Brasília): https://meet.google.com/sgf-vncp-aox

     

    24 de março às 14:00 p.m. (horário de Brasília): https://meet.google.com/iqg-whxn-pbj

     

    25 de março às 10:00 a.m. (horário de Brasília): https://meet.google.com/vob-wfdu-uhf

     

  • O cantor e compositor paraguaio Víctor Riveros se apresentará na edição costarriquenha do Festival Sonamos Latinoamérica

    O cantor e compositor paraguaio Víctor Riveros se apresentará na edição costarriquenha do Festival Sonamos Latinoamérica

    Víctor Riveros, compositor e intérprete paraguaio, é um dos fundadores do movimento Canção Social Urbana no Paraguai junto com Hugo Ferreira e Aldo Mesa, que busca promover a música cantautora no Paraguai. Suas composições refletem sobre a vida e a sociedade, combinando aspectos íntimos do ser humano com uma preocupação recorrente com a justiça social no Paraguai. Participou ativamente dos momentos de crise política no Paraguai, contribuindo com suas canções para a resistência cidadã.

     

    Um dos temas recorrentes que Víctor Riveros aborda nas suas canções é a sustentabilidade e a ecologia, que é abordada transversalmente nas suas composições. A proposta musical de Víctor Riveros inclui uma postura étnica, já que o artista compõe e interpreta canções em guarani, além do espanhol. Em carreira solo gravou e publicou os discos Piel Quemada (1993), Tiempo de Actuar (2001), Identidad Mestiza (2008) e Esencial Apyte (2012).

     

    O festival “Sonamos Latinoamérica” ​​​​é um espaço gerado por músicos latino-americanos que trabalham cooperativamente em projetos para divulgar a música popular latino-americana de raízes folclóricas, a partir de suas múltiplas abordagens.

     

    Sonamos Latinoamérica, nasceu na cidade de Santa Fé, Argentina, em 2006, consolida-se ano a ano com a criação de novos espaços que possibilitam o intercâmbio e a circulação de músicos e educadores musicais latino-americanos. Atualmente o festival existe em mais de 13 países incluindo América Latina e Europa; este ano, a Costa Rica sediará a região da América Central e do Caribe.

     

    De 17 a 26 de março em San José, Limón e Guanacaste, Costa Rica

  • Karyna Gomes, artista da Guiné-Bissau residente em portugal, vai levar sua música para Chile, Colômbia e Brasil

    Karyna Gomes, artista da Guiné-Bissau residente em portugal, vai levar sua música para Chile, Colômbia e Brasil

    Cantora, compositora e ex-estudante da Guiné-Bissau no Brasil, país onde começou a cantar num coro gospel. Com o pai da Guiné-Bissau e mãe de Cabo-Verde, sua raiz é crioula e junta vários ritmos e culturas das suas terras e do mundo que se misturam na sua musicalidade.

     

    Percussionista, também desenvolveu uma aptidão para tocar a Tina, um típico instrumento criado por mulheres mestiças da Guiné-Bissau há cerca de 200 anos. Canta em crioulo da Guiné-Bissau e noutras línguas. Com o seu trabalho defende a causa da mulher e outras causas sociais.

     

    “Sou uma cantora Urbana, mas que também tem uma raiz tradicional, como quase todos os músicos africanos. A minha música é isso mesmo, a minha música da Guiné” Karyna Gomes in DN, 24 Julho 2016

     

    Nossa pátria é nossa língua ou nossas línguas. No meu caso tenho várias pátrias porque também estreei a cantar na língua lusa, tão quanto o crioulo. Os rótulos nos limitam e ponto. Somos uma legião de artistas POP da Guiné-Bissau e vamos gradualmente ganhando espaço no universo lusófono e mundial. Karyna Gomes – Torres Vedras, Julho 2021

     

     

    31 de março, SESC, São Paulo

    1 de abril, Universidad de Los Andes, Colômbia

    2 de abril, Festival Womad, Chile

    https://www.youtube.com/@akassaproducoes3636