
Natasha
Percusionista de calle (samba-reggae) en la Asociación Educativa y Cultural Didá de 2014 a 2019. Estudiante de percusión orquestal en el Núcleo de Práctica Musical de Pirajá de Neojiba en 2018 y 2019. Percusionista de la Orquesta Castro Alves en 2020 y de la Orquesta Juvenil de Bahía de 2021 a 2023, ambas vinculadas a Neojiba. Participó como percusionista en la Gira de la Independencia (Europa) y en la Gira de la Libertad (Norte-Nordeste). Becaria en el Curso de Extensión en Música de la Universidad Federal de Bahía durante el año 2022 e integrante del Grupo de Percusión de la UFBA en ese mismo período. Participó como música invitada en la Academia de Orquestas Latinoamericanas en 2024 (Chile). Corista del Coro Comunitario de Neojiba en 2024. Graduada en Física por el IFBA. Integrante del grupo LBT+ en las STEM (sigla en inglés para Ciencias, Tecnologías, Ingenierías y Matemáticas), dirigido exclusivamente a mujeres que actúan en áreas predominantemente masculinas. Mentora del Grupo de Percusión de Pirajá en los años 2022 y 2023. Música y actriz del espectáculo Sr. Bóros, de la Cúpula CIEC. Especialista en Emprendimiento y Propiedad Intelectual en la Educación Básica por la Universidad Federal de Piauí. Firebird Fellowship 2024/2025 por la Academy for Impact Through Music (AIM). Cursando el Técnico en Instrumento Musical en el Centro Estadual de Educación Profesional en Música desde 2024. Instructora de percusión en Neojiba. Profesora de Física en el Instituto Cultural Beneficente Steve Biko en el proyecto OGUNTEC.
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Afrobrasileiro
Descripción
Percusionista de calle (samba-reggae) en la Asociación Educativa y Cultural Didá de 2014 a 2019. Estudiante de percusión orquestal en el Núcleo de Práctica Musical de Pirajá de Neojiba en 2018 y 2019. Percusionista de la Orquesta Castro Alves en 2020 y de la Orquesta Juvenil de Bahía de 2021 a 2023, ambas vinculadas a Neojiba. Participó como percusionista en la Gira de la Independencia (Europa) y en la Gira de la Libertad (Norte-Nordeste). Becaria en el Curso de Extensión en Música de la Universidad Federal de Bahía durante el año 2022 e integrante del Grupo de Percusión de la UFBA en ese mismo período. Participó como música invitada en la Academia de Orquestas Latinoamericanas en 2024 (Chile). Corista del Coro Comunitario de Neojiba en 2024. Graduada en Física por el IFBA. Integrante del grupo LBT+ en las STEM (sigla en inglés para Ciencias, Tecnologías, Ingenierías y Matemáticas), dirigido exclusivamente a mujeres que actúan en áreas predominantemente masculinas. Mentora del Grupo de Percusión de Pirajá en los años 2022 y 2023. Música y actriz del espectáculo Sr. Bóros, de la Cúpula CIEC. Especialista en Emprendimiento y Propiedad Intelectual en la Educación Básica por la Universidad Federal de Piauí. Firebird Fellowship 2024/2025 por la Academy for Impact Through Music (AIM). Cursando el Técnico en Instrumento Musical en el Centro Estadual de Educación Profesional en Música desde 2024. Instructora de percusión en Neojiba. Profesora de Física en el Instituto Cultural Beneficente Steve Biko en el proyecto OGUNTEC.


Maria João – Abundância
Maria João é um tesouro vivo, uma artista reconhecida e aplaudida globalmente que, no entanto, nunca deixou de se mostrar irrequieta de um ponto de vista criativo, mostrando-se permanentemente disposta a arriscar novas aventuras, a buscar novas soluções, a apresentar novos projectos. O futuro é sempre o melhor lugar, acredita a cantora que ao longo das décadas foi voz activa em diversas e frutuosas parcerias, de Mário Laginha e Carlos Bica a Aki Takase. Agora, fazendo eco da sua ascendência, Maria João volta a voar entre Lisboa e Maputo para a criação, na companhia de João Farinha e André Nascimento, aliados do projecto OGRE (com quem gravou vários álbuns desde 2012, incluindo o recente e muito aplaudido "Songs For Shakespeare", de 2022), um novo álbum que cruza a sua original voz com planantes e evocativas texturas electrónicas. Com a colaboração de novos e recorrentes músicos – dos bateristas Silvan Strauss e Texito Langa ao guitarrista Valter Mabas ou ao percussionista Cheny Wa Gune, responsável pelas quentes colorações da timbila, o novo trabalho de Maria João enfatiza ainda o poder comunal das vozes através do coro TP50 em que harmonizam Xixel Langa, Xizimba, Leticia Deozina, Nadya Cosmo e Onésia Muholove. As lendas de Moçambique Mucavele e Stewart Sukuma também juntam as suas vozes à da cantora portuguesa. Coube ao músico e produtor português Luís Fernandes, um reconhecido artista na área das vanguardas electrónicas, o papel de assinar a produção de um trabalho que implicou viagens entre Portugal e Moçambique e pontes musicais entre o passado e o futuro, o jazz e a world music, o ritmo e a melodia. Em 10 novos temas, incluindo o single “Ao Sol”, este novo registo de Maria João apresenta uma original visão musical em que a sua voz singular e apaixonante ocupa o centro, afirmando-se uma vez mais como uma inigualável força expressiva, capaz das mais fundas emoções. “Esperança”, “African Foxtrot”, “O Amor é Verdadeiro”, “Beatriz”, “Dário”, “As Tuas Tranças”, tema em que participa Mucavele, que também assina a música, “Papalaty”, de Sukuma, “Dia” e “Praia” completam o alinhamento de um trabalho que é uma prova de vda, de engenho e de arte de uma das mais desafiantes e marcantes vozes da actualidade.
Ver detallesMaria João – Abundância
Worldbeat
Descripción
Maria João é um tesouro vivo, uma artista reconhecida e aplaudida globalmente que, no entanto, nunca deixou de se mostrar irrequieta de um ponto de vista criativo, mostrando-se permanentemente disposta a arriscar novas aventuras, a buscar novas soluções, a apresentar novos projectos. O futuro é sempre o melhor lugar, acredita a cantora que ao longo das décadas foi voz activa em diversas e frutuosas parcerias, de Mário Laginha e Carlos Bica a Aki Takase. Agora, fazendo eco da sua ascendência, Maria João volta a voar entre Lisboa e Maputo para a criação, na companhia de João Farinha e André Nascimento, aliados do projecto OGRE (com quem gravou vários álbuns desde 2012, incluindo o recente e muito aplaudido "Songs For Shakespeare", de 2022), um novo álbum que cruza a sua original voz com planantes e evocativas texturas electrónicas. Com a colaboração de novos e recorrentes músicos – dos bateristas Silvan Strauss e Texito Langa ao guitarrista Valter Mabas ou ao percussionista Cheny Wa Gune, responsável pelas quentes colorações da timbila, o novo trabalho de Maria João enfatiza ainda o poder comunal das vozes através do coro TP50 em que harmonizam Xixel Langa, Xizimba, Leticia Deozina, Nadya Cosmo e Onésia Muholove. As lendas de Moçambique Mucavele e Stewart Sukuma também juntam as suas vozes à da cantora portuguesa. Coube ao músico e produtor português Luís Fernandes, um reconhecido artista na área das vanguardas electrónicas, o papel de assinar a produção de um trabalho que implicou viagens entre Portugal e Moçambique e pontes musicais entre o passado e o futuro, o jazz e a world music, o ritmo e a melodia. Em 10 novos temas, incluindo o single “Ao Sol”, este novo registo de Maria João apresenta uma original visão musical em que a sua voz singular e apaixonante ocupa o centro, afirmando-se uma vez mais como uma inigualável força expressiva, capaz das mais fundas emoções. “Esperança”, “African Foxtrot”, “O Amor é Verdadeiro”, “Beatriz”, “Dário”, “As Tuas Tranças”, tema em que participa Mucavele, que também assina a música, “Papalaty”, de Sukuma, “Dia” e “Praia” completam o alinhamento de um trabalho que é uma prova de vda, de engenho e de arte de uma das mais desafiantes e marcantes vozes da actualidade.
Música

Chimarruts
Chimarruts é uma das bandas mais representativas do reggae brasileiro, com 25 anos de carreira e uma trajetória marcada por mensagens de paz, amor, sustentabilidade e positividade. Formada em Porto Alegre, conquistou projeção nacional com sucessos como “Do Lado de Cá”, “Versos Simples” e “Chapéu de Palha”, acumulando milhões de ouvintes nas plataformas digitais e participações em grandes festivais no Brasil e no exterior. A banda se consolidou como referência cultural ao unir reggae, pop e música brasileira em um repertório diverso, que dialoga com diferentes gerações. Reconhecida pelo impacto social de sua obra, a Chimarruts representa a força da música independente nacional e a sua capacidade de promover intercâmbio cultural e conexão entre povos.
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Lover'S Rock & Uk Reggae
Reggae Fusion & Bhangramuffin
Descripción
Chimarruts é uma das bandas mais representativas do reggae brasileiro, com 25 anos de carreira e uma trajetória marcada por mensagens de paz, amor, sustentabilidade e positividade. Formada em Porto Alegre, conquistou projeção nacional com sucessos como “Do Lado de Cá”, “Versos Simples” e “Chapéu de Palha”, acumulando milhões de ouvintes nas plataformas digitais e participações em grandes festivais no Brasil e no exterior. A banda se consolidou como referência cultural ao unir reggae, pop e música brasileira em um repertório diverso, que dialoga com diferentes gerações. Reconhecida pelo impacto social de sua obra, a Chimarruts representa a força da música independente nacional e a sua capacidade de promover intercâmbio cultural e conexão entre povos.
Música

BAMBIKINA
‘Bambikina’ es el nombre artístico de Esther Méndez, una joven cantante y compositora extremeña que se mueve en diferentes estilos, llegando a ser conocida como ‘La chica del folk en español’. Sus letras, siempre evocadoras, beben del realismo mágico de Gabo y Cortázar. Entre sus referencias también encontramos el cine de Tarantino y el sonido americano de Bob Dylan, pero todo ello cantado en castellano. Sus canciones son el resultado de su personalísimo universo, donde combina el rock, el indie o el pop. Bamibikina ha lanzado cinco discos, incluyendo la banda sonora de la “La mesita del comedor”, película de género más premiada a nivel mundial en 2023 elogiada por el mismísimo Stephen King. Por este motivo, Esther fue galardonada en el Festival de Cine de Cáceres con el Premio Reyes Abades en 2024. También estuvo en la carrera hacia los Premios Goya en las categorías de Mejor música original y Mejor canción original. Ha teloneado a artistas de la talla de Franco Battiato, y ha colaborado con DePedro, Xoel López, o Alberto, de ‘Miss Caffeina’, entre otros. En 2021 recibió el Premio Avuelapluma a la Música, destacando la valentía y originalidad de su último trabajo, ‘Túnel’, un disco conceptual que describe desde dentro la lucha contra los trastornos de ansiedad.
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Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Indie Pop (Twee)
Descripción
‘Bambikina’ es el nombre artístico de Esther Méndez, una joven cantante y compositora extremeña que se mueve en diferentes estilos, llegando a ser conocida como ‘La chica del folk en español’. Sus letras, siempre evocadoras, beben del realismo mágico de Gabo y Cortázar. Entre sus referencias también encontramos el cine de Tarantino y el sonido americano de Bob Dylan, pero todo ello cantado en castellano. Sus canciones son el resultado de su personalísimo universo, donde combina el rock, el indie o el pop. Bamibikina ha lanzado cinco discos, incluyendo la banda sonora de la “La mesita del comedor”, película de género más premiada a nivel mundial en 2023 elogiada por el mismísimo Stephen King. Por este motivo, Esther fue galardonada en el Festival de Cine de Cáceres con el Premio Reyes Abades en 2024. También estuvo en la carrera hacia los Premios Goya en las categorías de Mejor música original y Mejor canción original. Ha teloneado a artistas de la talla de Franco Battiato, y ha colaborado con DePedro, Xoel López, o Alberto, de ‘Miss Caffeina’, entre otros. En 2021 recibió el Premio Avuelapluma a la Música, destacando la valentía y originalidad de su último trabajo, ‘Túnel’, un disco conceptual que describe desde dentro la lucha contra los trastornos de ansiedad.

Txana Tuin Nukui
Un proyecto que junta el grupo musical Kayatibu y la aldea Chico Curumim con su proyecto Txana Tuin Nukui. La música Huni Kuin representa un enfoque verdaderamente único para la creación musical, arraigado en sus tradiciones ancestrales, más que en las métricas occidentales estándar. Su percepción del ritmo y el compás es distintiva. No se basan en compases convencionales de 4/4 ni en tiempos divididos equitativamente. En cambio, interpretan con un sentido del ritmo natural y fluido que transmite una profunda expresión emocional y espiritual. El grupo se sitúa en la intersección de la música tradicional indígena y la cultura musical contemporánea. La fusión de oraciones tradicionales con guitarra, bajo y otros arreglos modernos transforma su música en una nueva forma accesible a un público más amplio, a la vez que conserva sus raíces ancestrales.
Ver detallesTxana Tuin Nukui
Descripción
Un proyecto que junta el grupo musical Kayatibu y la aldea Chico Curumim con su proyecto Txana Tuin Nukui. La música Huni Kuin representa un enfoque verdaderamente único para la creación musical, arraigado en sus tradiciones ancestrales, más que en las métricas occidentales estándar. Su percepción del ritmo y el compás es distintiva. No se basan en compases convencionales de 4/4 ni en tiempos divididos equitativamente. En cambio, interpretan con un sentido del ritmo natural y fluido que transmite una profunda expresión emocional y espiritual. El grupo se sitúa en la intersección de la música tradicional indígena y la cultura musical contemporánea. La fusión de oraciones tradicionales con guitarra, bajo y otros arreglos modernos transforma su música en una nueva forma accesible a un público más amplio, a la vez que conserva sus raíces ancestrales.

Teresa del Castillo
Gestora cultural y comunicadora audiovisual. Es Licenciada en Periodismo por la Universidad Pompeu Fabra de Barcelona (España) y cuenta con el Grado Medio en especializad de Piano por el Conservatorio del Liceo de Barcelona (España). Desde el año 2013 co-dirige la asociación cultural peruana “La Combi-arte rodante” donde desarrolla e implementa proyectos educativos y talleres participativos de cine y audiovisual sobre diversidad cultural y derechos humanos, como Cineclubs Escolares, 30+1 Film Rights y DAC (Diccionarios Audiovisuales Comunitarios). Entre el 2006 y el 2011 fue co- fundadora y co-directora de la asociación cultural peruana Nómadas -cine itinerante-, dedicada a la organización de proyecciones de cine al aire libre en comunidades rurales e indígenas de América Latina, así como a la realización de talleres de cine y audiovisual participativos con comunidades indígenas. Desde el año 2014, es directora artística del festival de cine por los derechos humanos “Censurados Film Festival”.
Ver detallesTeresa del Castillo
Descripción
Gestora cultural y comunicadora audiovisual. Es Licenciada en Periodismo por la Universidad Pompeu Fabra de Barcelona (España) y cuenta con el Grado Medio en especializad de Piano por el Conservatorio del Liceo de Barcelona (España). Desde el año 2013 co-dirige la asociación cultural peruana “La Combi-arte rodante” donde desarrolla e implementa proyectos educativos y talleres participativos de cine y audiovisual sobre diversidad cultural y derechos humanos, como Cineclubs Escolares, 30+1 Film Rights y DAC (Diccionarios Audiovisuales Comunitarios). Entre el 2006 y el 2011 fue co- fundadora y co-directora de la asociación cultural peruana Nómadas -cine itinerante-, dedicada a la organización de proyecciones de cine al aire libre en comunidades rurales e indígenas de América Latina, así como a la realización de talleres de cine y audiovisual participativos con comunidades indígenas. Desde el año 2014, es directora artística del festival de cine por los derechos humanos “Censurados Film Festival”.

MÚSICA CORALINA: MÉXICO Y ARGENTINA UNIDAS EN UNA PROPUESTA INTERDISCIPLINARIA DE MÚSICA Y CIENCIA PARA LOS ARRECIFES DE CORAL
Composición Musical Para Los Corales: Argentina Crea Un Himno Para Concientizar Sobre Los Efectos Del Cambio Climático Y La Actividad Humana, En La Vida De Los Arrecifes Coralinos De México Y El Mundo. La situación actual de los arrecifes coralinos del mundo, y en particular de México es muy crítica. La historia inició hace dos años con la publicación de un comunicado de prensa que escribieron tres investigadores de la Sociedad Mexicana de Arrecifes de Coral, uno de ellos es Pedro Medina, Doctor en Biología Marina y Divulgador Científico. A partir de ahí, existieron también ruedas de prensa y entrevistas en medios de comunicación en las que distintos investigadores alertan de estos cambios que están ocurriendo en los mares mexicanos. La semana pasada ocurrió el congreso de la RedPOP en Puebla, México y ahí, Pedro presentó parte de los resultados de un proyecto que está trabajando actualmente. Su trabajo se titula Percepción y emociones de científicas y científicos frente a los efectos del cambio climático en los arrecifes coralinos. Uniendonos, Claudia Nepote, Divulgadora científica, Pedro Medina Rosas, arriba mencionado, y la compositora argentina Belén Pasqualini, consideramos que tema puede inspirar una propuesta integral de música y ciencia para componer una potente pieza para los arrecifes de coral, ecosistemas del trópico altamente vulnerables al calentamiento del agua de mar y la acidificación del océano. La letra que escribirá Pasqualini, se basará en una exaustiva inbestigación y encuensta llevada a cabo por Pedro Medina para consultarle a diversos científicos sobre qué sienten (el sentir también es para los amantes de las ciencias duras y empíricas) alrededor de la crítica situación de los arrecifes coralinos. La canción, música y letra (inspirada en la anteriormente mencionada encuesta) será concretada por la artista argentina Pasqualini, que viene fusionando hace muchos años, proyectos que fusionan arte y ciencia.
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Soft Rock / Adult Contemporary (A.C.)
Indie Folk & Freakfolk / New Weird America
Descripción
Composición Musical Para Los Corales: Argentina Crea Un Himno Para Concientizar Sobre Los Efectos Del Cambio Climático Y La Actividad Humana, En La Vida De Los Arrecifes Coralinos De México Y El Mundo. La situación actual de los arrecifes coralinos del mundo, y en particular de México es muy crítica. La historia inició hace dos años con la publicación de un comunicado de prensa que escribieron tres investigadores de la Sociedad Mexicana de Arrecifes de Coral, uno de ellos es Pedro Medina, Doctor en Biología Marina y Divulgador Científico. A partir de ahí, existieron también ruedas de prensa y entrevistas en medios de comunicación en las que distintos investigadores alertan de estos cambios que están ocurriendo en los mares mexicanos. La semana pasada ocurrió el congreso de la RedPOP en Puebla, México y ahí, Pedro presentó parte de los resultados de un proyecto que está trabajando actualmente. Su trabajo se titula Percepción y emociones de científicas y científicos frente a los efectos del cambio climático en los arrecifes coralinos. Uniendonos, Claudia Nepote, Divulgadora científica, Pedro Medina Rosas, arriba mencionado, y la compositora argentina Belén Pasqualini, consideramos que tema puede inspirar una propuesta integral de música y ciencia para componer una potente pieza para los arrecifes de coral, ecosistemas del trópico altamente vulnerables al calentamiento del agua de mar y la acidificación del océano. La letra que escribirá Pasqualini, se basará en una exaustiva inbestigación y encuensta llevada a cabo por Pedro Medina para consultarle a diversos científicos sobre qué sienten (el sentir también es para los amantes de las ciencias duras y empíricas) alrededor de la crítica situación de los arrecifes coralinos. La canción, música y letra (inspirada en la anteriormente mencionada encuesta) será concretada por la artista argentina Pasqualini, que viene fusionando hace muchos años, proyectos que fusionan arte y ciencia.
Música

Frank Cogollos Martínez
Música Sinfónica
Descripción
.https://frankcogollos.wordpress.com/

EL ENSAMBLE
El exitoso proyecto que inició hace más de 10 años para revivir la producción de música de cámara en El Salvador y que se tuvo que pausar en 2020 debido a la pandemia del Covid-19, se renovó y relanzó en 2024 como EL ENSAMBLE. Esta agrupación de ejecución de música culta no solo promueve y produce dicha música, sino que además provee las oportunidades para que el talento emergente pueda nutrirse de la experiencia de músicos con larga trayectoria, lo que crea una escuela y una ventana al público local e internacional para exponer el talento musical salvadoreño.
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Música de Cámara
Vocal/Coral
Descripción
El exitoso proyecto que inició hace más de 10 años para revivir la producción de música de cámara en El Salvador y que se tuvo que pausar en 2020 debido a la pandemia del Covid-19, se renovó y relanzó en 2024 como EL ENSAMBLE. Esta agrupación de ejecución de música culta no solo promueve y produce dicha música, sino que además provee las oportunidades para que el talento emergente pueda nutrirse de la experiencia de músicos con larga trayectoria, lo que crea una escuela y una ventana al público local e internacional para exponer el talento musical salvadoreño.
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