
Trío viernes
El grupo “Trío viernes”, integrado por dos músicos uruguayos residentes en Montevideo, Uruguay (Danilo Santini y Rodrigo Vignolo) y una música argentina (María Inés López) se conformó luego de compartir el cursado virtual en plena pandemia del Taller de composición de canciones del reconocido compositor, cantautor y docente uruguayo Rubén Olivera, en 2021. En 2024, luego de un año de trabajo de composición e ideas compartidas a través de medios tecnológicos que permitieron intercambios a distancia, el Trio Viernes se encuentra de manera presencial para realizar ensayos y concreta actuaciones en Montevideo (Club de la canción) y Salinas. Su propuesta estética se nutre de cruces, encuentros y confluencias entre músicas litorales de ambos países, tradicionales y actuales y una impronta que se inscribe en la canción popular urbana, que conecta las ciudades de Montevideo y Santa Fe, escenas musicales afines y vinculadas. A su vez, además de estas afinidades se encuentran diferencias y contrastes rítmicos, particularidades de lenguaje y especificidades de géneros musicales, que conviven, se fusionan o se yuxtaponen en su música.
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Cantautor/Música de autor
Milonga
Folclore
Descrição
El grupo “Trío viernes”, integrado por dos músicos uruguayos residentes en Montevideo, Uruguay (Danilo Santini y Rodrigo Vignolo) y una música argentina (María Inés López) se conformó luego de compartir el cursado virtual en plena pandemia del Taller de composición de canciones del reconocido compositor, cantautor y docente uruguayo Rubén Olivera, en 2021. En 2024, luego de un año de trabajo de composición e ideas compartidas a través de medios tecnológicos que permitieron intercambios a distancia, el Trio Viernes se encuentra de manera presencial para realizar ensayos y concreta actuaciones en Montevideo (Club de la canción) y Salinas. Su propuesta estética se nutre de cruces, encuentros y confluencias entre músicas litorales de ambos países, tradicionales y actuales y una impronta que se inscribe en la canción popular urbana, que conecta las ciudades de Montevideo y Santa Fe, escenas musicales afines y vinculadas. A su vez, además de estas afinidades se encuentran diferencias y contrastes rítmicos, particularidades de lenguaje y especificidades de géneros musicales, que conviven, se fusionan o se yuxtaponen en su música.

INTROSPESOM
SINOPSE: IntrospeSom é um projeto musical criado em 2023 que une introspeção e improvisação numa experiência sonora única. Mais do que um concerto, trata-se de uma performance envolvente, onde a música se constrói de forma orgânica, explorando atmosferas densas e emotivas. MÚSICOS: Nuno Santos (Trompete) + Tiago Peixoto (Percussões) HISTÓRICO: Macaréu, Menina Colina, ALLMO, Gharb Porto, Mirajazz, Festival de Almada. VÍDEOS: https://www.youtube.com/watch?v=OxUZYixgSkI SITE (ver Demos): https://network.landr.com/users/introspesom INSTAGRAM: https://www.instagram.com/introspesom/ CONTACTO: Nuno Santos – +351 918 406 301
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Fusion / Jazz Rock
Descrição
SINOPSE: IntrospeSom é um projeto musical criado em 2023 que une introspeção e improvisação numa experiência sonora única. Mais do que um concerto, trata-se de uma performance envolvente, onde a música se constrói de forma orgânica, explorando atmosferas densas e emotivas. MÚSICOS: Nuno Santos (Trompete) + Tiago Peixoto (Percussões) HISTÓRICO: Macaréu, Menina Colina, ALLMO, Gharb Porto, Mirajazz, Festival de Almada. VÍDEOS: https://www.youtube.com/watch?v=OxUZYixgSkI SITE (ver Demos): https://network.landr.com/users/introspesom INSTAGRAM: https://www.instagram.com/introspesom/ CONTACTO: Nuno Santos – +351 918 406 301
Videos

Simple C
Simple C es un artista emergente extremeño, comunidad de España, que comenzó su camino en la música este 2025 en el pop rock español. Con una variedad de temas, su propósito es claro, hacer sentir con sus letras intimas y divertidas vibrar a la gente. Ponerlas a bailar.
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Britpop
Jangle Pop / Indie Rock (& Paisley Underground)
Descrição
Simple C es un artista emergente extremeño, comunidad de España, que comenzó su camino en la música este 2025 en el pop rock español. Con una variedad de temas, su propósito es claro, hacer sentir con sus letras intimas y divertidas vibrar a la gente. Ponerlas a bailar.
Música

Quarteto Ensaio de Naipe
O Quarteto Ensaio de Naipe se destaca por seu trabalho inovador com a viola orquestral, um instrumento que, embora desconhecido para muitos, surpreende o público com sua versatilidade e possibilidades. Desenvolvem um amplo trabalho de estímulo a novas composições, principalmente de compositores(as) latino-americanos(as), especialmente com jovens com potencial de destaque que vêm de diversas formações e estéticas. O quarteto coleciona múltiplas obras dedicadas e estreadas por ele, apresentando assim um repertório contemporâneo abrangente e original, além de contribuir ativamente para a renovação da música erudita na América Latina. Apresentaram-se por importantes teatros, salas e eventos no Brasil e América do Sul como: Theatro Muncipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Embaixada do Brasil em Assunção, 30.ª Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP30), em Belém do Pará, 49⁰ Congresso Internacional de Violas, Casa Thomas Jefferson, séries do Sesc Música, Concertos Mackenzie, dentre outros. Além disso, o grupo possui gravadas três faixas inéditas para quarteto de violas, com obras de Carlos Moreno, pelo selo Proac. É formado por quatro dos mais destacados violistas brasileiros, com vastas carreiras desenvolvidas no Brasil e exterior. Premiados em concursos do seu instrumento, também participaram de orquestras de elite em vários lugares do globo. Possuem formação nas melhores universidades do Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Holanda e Suíça e extensa experiência de música de câmara, orquestral e pedagógica. Atualmente são membros da Orquestra Sinfônica Municipal do Theatro Municipal de São Paulo.
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Música de Cámara
Descrição
O Quarteto Ensaio de Naipe se destaca por seu trabalho inovador com a viola orquestral, um instrumento que, embora desconhecido para muitos, surpreende o público com sua versatilidade e possibilidades. Desenvolvem um amplo trabalho de estímulo a novas composições, principalmente de compositores(as) latino-americanos(as), especialmente com jovens com potencial de destaque que vêm de diversas formações e estéticas. O quarteto coleciona múltiplas obras dedicadas e estreadas por ele, apresentando assim um repertório contemporâneo abrangente e original, além de contribuir ativamente para a renovação da música erudita na América Latina. Apresentaram-se por importantes teatros, salas e eventos no Brasil e América do Sul como: Theatro Muncipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Embaixada do Brasil em Assunção, 30.ª Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP30), em Belém do Pará, 49⁰ Congresso Internacional de Violas, Casa Thomas Jefferson, séries do Sesc Música, Concertos Mackenzie, dentre outros. Além disso, o grupo possui gravadas três faixas inéditas para quarteto de violas, com obras de Carlos Moreno, pelo selo Proac. É formado por quatro dos mais destacados violistas brasileiros, com vastas carreiras desenvolvidas no Brasil e exterior. Premiados em concursos do seu instrumento, também participaram de orquestras de elite em vários lugares do globo. Possuem formação nas melhores universidades do Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Holanda e Suíça e extensa experiência de música de câmara, orquestral e pedagógica. Atualmente são membros da Orquestra Sinfônica Municipal do Theatro Municipal de São Paulo.

Marcos Ariel
Marcos Ariel é um artista que ocupa um lugar de destaque na vanguarda da música brasileira desde os anos 90. Pianista, flautista e compositor virtuoso, carrega em sua sonoridade a alma carioca, mesclada com a sofisticação da música clássica e a liberdade do jazz. Seu estilo, leve e vibrante, é marcado pela precisão técnica e por um calor humano que atravessa cada nota — uma assinatura inconfundível de Marcos Ariel. Nascido no Rio de Janeiro, cresceu em um lar onde a música era parte da rotina. Incentivado pelo pai, desde cedo mergulhou no universo dos mestres europeus como Bach, Beethoven, Mozart e Chopin. Ao longo do tempo, sua paleta sonora se expandiu com a influência de dois gênios que atravessaram sua formação: Hermeto Pascoal, no Brasil, e Chick Corea, no jazz norte-americano. Aos sete anos, iniciou seus estudos de piano e, em 1971, já ingressava na Escola de Música da Orquestra Sinfônica Brasileira, estudando flauta. Teve ainda uma breve passagem pelos palcos como ator, mas foi na música que encontrou sua verdadeira vocação. Sua trajetória foi moldada nas rodas de choro, no convívio com grandes mestres e em colaborações com lendas como Cartola, Radamés Gnattali, Johnny Alf, Banda Black Rio, Kleiton & Kledir, Eliana Pittman e Zezé Motta. Gravou seu primeiro disco, Bambu, em 1980, lançado simultaneamente no Brasil, França e Inglaterra. Mas foi com Terra do Índio que seu nome ganhou projeção internacional. O álbum foi eleito pela prestigiada revista norte-americana Jazziz como um dos melhores discos de jazz daquele ano. No Brasil, recebeu o Troféu Brahma Extra de Música, como revelação instrumental. Estabeleceu-se então na ponte aérea Rio–Los Angeles, onde participou de importantes festivais, como o Playboy Jazz Festival, Santa Barbara Jazz Festival e L.A. à la Carte, além de lançar os álbuns My Only Passion e Magic Eyes pelo selo Paras Recordings. De volta ao Brasil, criou seu próprio selo, Humaitá Music, e seguiu lançando álbuns emblemáticos como Visconde de Mauá, Conversa com os Anjos e o retrospectivo Marcos, celebrando seus 20 anos de carreira. Seu álbum mais recente, Wave Hunter (2019), é uma declaração de amor ao mar, ao jazz e às ondas que unem o Rio de Janeiro e a Califórnia. Nesse trabalho, ao lado de Enéas Marques e Roberto Alemão, Marcos Ariel traduz em música a cumplicidade de quem vive entre continentes, celebrando a beleza da vida em cada acorde.
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Smooth Jazz
Bossa Nova
MPB
Descrição
Marcos Ariel é um artista que ocupa um lugar de destaque na vanguarda da música brasileira desde os anos 90. Pianista, flautista e compositor virtuoso, carrega em sua sonoridade a alma carioca, mesclada com a sofisticação da música clássica e a liberdade do jazz. Seu estilo, leve e vibrante, é marcado pela precisão técnica e por um calor humano que atravessa cada nota — uma assinatura inconfundível de Marcos Ariel. Nascido no Rio de Janeiro, cresceu em um lar onde a música era parte da rotina. Incentivado pelo pai, desde cedo mergulhou no universo dos mestres europeus como Bach, Beethoven, Mozart e Chopin. Ao longo do tempo, sua paleta sonora se expandiu com a influência de dois gênios que atravessaram sua formação: Hermeto Pascoal, no Brasil, e Chick Corea, no jazz norte-americano. Aos sete anos, iniciou seus estudos de piano e, em 1971, já ingressava na Escola de Música da Orquestra Sinfônica Brasileira, estudando flauta. Teve ainda uma breve passagem pelos palcos como ator, mas foi na música que encontrou sua verdadeira vocação. Sua trajetória foi moldada nas rodas de choro, no convívio com grandes mestres e em colaborações com lendas como Cartola, Radamés Gnattali, Johnny Alf, Banda Black Rio, Kleiton & Kledir, Eliana Pittman e Zezé Motta. Gravou seu primeiro disco, Bambu, em 1980, lançado simultaneamente no Brasil, França e Inglaterra. Mas foi com Terra do Índio que seu nome ganhou projeção internacional. O álbum foi eleito pela prestigiada revista norte-americana Jazziz como um dos melhores discos de jazz daquele ano. No Brasil, recebeu o Troféu Brahma Extra de Música, como revelação instrumental. Estabeleceu-se então na ponte aérea Rio–Los Angeles, onde participou de importantes festivais, como o Playboy Jazz Festival, Santa Barbara Jazz Festival e L.A. à la Carte, além de lançar os álbuns My Only Passion e Magic Eyes pelo selo Paras Recordings. De volta ao Brasil, criou seu próprio selo, Humaitá Music, e seguiu lançando álbuns emblemáticos como Visconde de Mauá, Conversa com os Anjos e o retrospectivo Marcos, celebrando seus 20 anos de carreira. Seu álbum mais recente, Wave Hunter (2019), é uma declaração de amor ao mar, ao jazz e às ondas que unem o Rio de Janeiro e a Califórnia. Nesse trabalho, ao lado de Enéas Marques e Roberto Alemão, Marcos Ariel traduz em música a cumplicidade de quem vive entre continentes, celebrando a beleza da vida em cada acorde.

FOLCLORE EN GUITARRAS
Joel Herrera y Gastón Menguez integran “FOLCLORE EN GUITARRAS”, un dúo que recorre los temas más emblemáticos del folclore, redescubriendo la riqueza de la música argentina. La zamba, la chacarera, el chamamé y el vals, junto a las más bellas melodías de nuestro folclore, lucen en versiones instrumentales que viajan entre los arreglos y la improvisación espontánea; en un show que combina además textos poéticos y anécdotas relacionadas al repertorio. Una oportunidad para disfrutar y emocionarnos con algunos de los temas más arraigados al sentir popular. …………………………………………………….. Además de presentarse en conciertos, brindan talleres sobre armonía y arreglos en guitarra, así como también clases particulares. En 2024 presentan un proyecto junto a coros en las localidades de Frank, Sarmiento y Santo Domingo, enriqueciendo con sus guitarras arreglos corales sobre clásicos del folclore. En el mismo año, resultan ganadores en el certamen “Una Esperanza a Cosquín”, en la ciudad de Esperanza (Santa Fe). En agosto de 2025 participan en la edición online de las Olimpíadas de Guitarra (Volos, Grecia) obteniendo la medalla de oro en la categoría Ensamble de Guitarra. Recientemente fueron seleccionados por el Programa Espacio Santafesino del Ministerio de Cultura de la provincia de Santa Fe, en su convocatoria de Apoyo a la Producción Cultural, por lo cual se encuentran trabajando en su primera grabación de estudio.
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Folclor
Zamba
Folclore
Descrição
Joel Herrera y Gastón Menguez integran “FOLCLORE EN GUITARRAS”, un dúo que recorre los temas más emblemáticos del folclore, redescubriendo la riqueza de la música argentina. La zamba, la chacarera, el chamamé y el vals, junto a las más bellas melodías de nuestro folclore, lucen en versiones instrumentales que viajan entre los arreglos y la improvisación espontánea; en un show que combina además textos poéticos y anécdotas relacionadas al repertorio. Una oportunidad para disfrutar y emocionarnos con algunos de los temas más arraigados al sentir popular. …………………………………………………….. Además de presentarse en conciertos, brindan talleres sobre armonía y arreglos en guitarra, así como también clases particulares. En 2024 presentan un proyecto junto a coros en las localidades de Frank, Sarmiento y Santo Domingo, enriqueciendo con sus guitarras arreglos corales sobre clásicos del folclore. En el mismo año, resultan ganadores en el certamen “Una Esperanza a Cosquín”, en la ciudad de Esperanza (Santa Fe). En agosto de 2025 participan en la edición online de las Olimpíadas de Guitarra (Volos, Grecia) obteniendo la medalla de oro en la categoría Ensamble de Guitarra. Recientemente fueron seleccionados por el Programa Espacio Santafesino del Ministerio de Cultura de la provincia de Santa Fe, en su convocatoria de Apoyo a la Producción Cultural, por lo cual se encuentran trabajando en su primera grabación de estudio.

Conjunto de música antigua Ars Nova
Conjunto vocal instrumental compuesto por jovenes profesionales dedicados al estudio, interpretación y puesta en valor de repertorios hispanoamericanos, con criterio historiciste y especial énfasis en la música cubana y regional del centro de Cuba. Su diapasón musical incluye compositores relativos a los siglos XVII hasta el siglo XIX. Premio Cubadisco 2025. Disco Voces de América Virreinal. Música de cámara
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Renacentista
Barroca
Descrição
Conjunto vocal instrumental compuesto por jovenes profesionales dedicados al estudio, interpretación y puesta en valor de repertorios hispanoamericanos, con criterio historiciste y especial énfasis en la música cubana y regional del centro de Cuba. Su diapasón musical incluye compositores relativos a los siglos XVII hasta el siglo XIX. Premio Cubadisco 2025. Disco Voces de América Virreinal. Música de cámara

Jorge Luis Alvarado Bravo
Compositor, arreglista, pianista, organista, director de orquesta y miembro activo y cofundador del Quinteto Libertango Costa Rica; Alvarado Bravo, se egresa del Conservatorio de Castella, y realizó estudios en educación musical y composición en la Universidad de Costa Rica. Jorge Luis ha estrenado sus obras con orquestas nacionales como la del Conservatorio de Castella, Orquesta Sinfónica Nacional y la Orquesta EMAI e internacionalmente su música se ha interpretado en Austria, Rusia, Cuba, Colombia, Lituania, Italia y Alemania. De entre sus reconocimientos fue galardonado por la Asociación de Compositores y Autores Musicales de Costa Rica por la producción "Tangología Costarricense" en calidad de pianista, compositor y arreglista, además del Premio Nacional de Gestión y Promoción Cultural por su trabajo en equipo con el Quinteto Libertango en investigación y producción del rescate del tango costarricense. De entre sus facetas más recientes, Alvarado Bravo se ha abocado al trabajo de producción artística en la Escuela Municipal de Artes Integradas de Santa Ana desde el 2020 hasta la actualidad, en el que produce y ejecuta proyectos en equipo con el cuerpo docente de esta institución tales como el Festival Luz de Luna, Festival de Teatro EMAI, Festival en Movimiento, Festival Internacional de Música Barroca, Artes Vivos, entre otros. En conjunto a esta labor de gestión, desde el 2019 hasta la fecha Jorge Luis es el director titular de la Orquesta de Cámara de Profesores EMAI, la cual vela por cumplir repertorios universales y costarricenses con un concepto de educación abierta para todo público. Su proyección artística se ha orientado fundamentalmente hacia la docencia que ejerce en el Conservatorio de Castella, en la Escuela Municipal de Artes Integradas de Santa Ana y en la visión cultural e innovadora del Quinteto Libertango Costa Rica.
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Música de Cámara
Vocal/Coral
Descrição
Compositor, arreglista, pianista, organista, director de orquesta y miembro activo y cofundador del Quinteto Libertango Costa Rica; Alvarado Bravo, se egresa del Conservatorio de Castella, y realizó estudios en educación musical y composición en la Universidad de Costa Rica. Jorge Luis ha estrenado sus obras con orquestas nacionales como la del Conservatorio de Castella, Orquesta Sinfónica Nacional y la Orquesta EMAI e internacionalmente su música se ha interpretado en Austria, Rusia, Cuba, Colombia, Lituania, Italia y Alemania. De entre sus reconocimientos fue galardonado por la Asociación de Compositores y Autores Musicales de Costa Rica por la producción "Tangología Costarricense" en calidad de pianista, compositor y arreglista, además del Premio Nacional de Gestión y Promoción Cultural por su trabajo en equipo con el Quinteto Libertango en investigación y producción del rescate del tango costarricense. De entre sus facetas más recientes, Alvarado Bravo se ha abocado al trabajo de producción artística en la Escuela Municipal de Artes Integradas de Santa Ana desde el 2020 hasta la actualidad, en el que produce y ejecuta proyectos en equipo con el cuerpo docente de esta institución tales como el Festival Luz de Luna, Festival de Teatro EMAI, Festival en Movimiento, Festival Internacional de Música Barroca, Artes Vivos, entre otros. En conjunto a esta labor de gestión, desde el 2019 hasta la fecha Jorge Luis es el director titular de la Orquesta de Cámara de Profesores EMAI, la cual vela por cumplir repertorios universales y costarricenses con un concepto de educación abierta para todo público. Su proyección artística se ha orientado fundamentalmente hacia la docencia que ejerce en el Conservatorio de Castella, en la Escuela Municipal de Artes Integradas de Santa Ana y en la visión cultural e innovadora del Quinteto Libertango Costa Rica.

MUSICA EN ESCENA
SOBRE LA COMPAÑIA Fundada por Silvana D’Onofrio y Rosana Santoro en el año 2003, MUSICA EN ESCENA es un espacio artístico destinado a la investigación y puesta en escena de la música vocal en todas sus expresiones. Desde el año 2012 se encuentra bajo la dirección de Silvana D’Onofrio. MÚSICA EN ESCENA ofrece capacitación y experiencia a los jóvenes artistas de la lírica que encuentran un espacio donde iniciar su actividad profesional junto a figuras consagradas de la escena nacional e internacional. Al mismo tiempo es un espacio para el estreno de nuevas óperas de autores argentinos, como es el caso de las obras propuestas para esta convocatoria, compuestas por Mario Dardis. Las producciones de MÚSICA EN ESCENA tienen como misión ofrecer al público producciones de calidad musical y estética, al mismo tiempo que contribuyen a la formación de las nuevas generaciones de artistas. Desde su fundación se ha presentado en prestigiosos ciclos de música sacra y conciertos de cámara en la Argentina. Desde hace dos décadas presenta en forma ininterrumpida una temporada anual de ópera en importantes salas de la Ciudad de Buenos Aires y Prov. De Buenos Aires
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Opera
Contemporánea
Descrição
SOBRE LA COMPAÑIA Fundada por Silvana D’Onofrio y Rosana Santoro en el año 2003, MUSICA EN ESCENA es un espacio artístico destinado a la investigación y puesta en escena de la música vocal en todas sus expresiones. Desde el año 2012 se encuentra bajo la dirección de Silvana D’Onofrio. MÚSICA EN ESCENA ofrece capacitación y experiencia a los jóvenes artistas de la lírica que encuentran un espacio donde iniciar su actividad profesional junto a figuras consagradas de la escena nacional e internacional. Al mismo tiempo es un espacio para el estreno de nuevas óperas de autores argentinos, como es el caso de las obras propuestas para esta convocatoria, compuestas por Mario Dardis. Las producciones de MÚSICA EN ESCENA tienen como misión ofrecer al público producciones de calidad musical y estética, al mismo tiempo que contribuyen a la formación de las nuevas generaciones de artistas. Desde su fundación se ha presentado en prestigiosos ciclos de música sacra y conciertos de cámara en la Argentina. Desde hace dos décadas presenta en forma ininterrumpida una temporada anual de ópera en importantes salas de la Ciudad de Buenos Aires y Prov. De Buenos Aires

CHARANGA DA CIÇA DO PÍFE
O grupo musical CHARANGA DA CIÇA DO PÍFE é um grupo… do Cariri cearense.
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